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Diante do cenário de desenvolvimento que o Porto de Imbituba vem apresentando nos últimos quatro anos, desde que a Autoridade Portuária passou a ser exercida pelo Governo do Estado de Santa Catarina, através da SCPar Porto de Imbituba, novas oportunidades de ampliação desse crescimento vêm sendo discutidas. No dia 28 de abril, foi a vez da Câmara de Transporte e Logística da Federação das Indústrias do Estado de Santa Catarina (Fiesc) debater este tema junto aos stakeholders do setor portuário, na sede da Federação, em Florianópolis (SC).

Na abertura do evento, o presidente da Fiesc, Glauco José Côrte, salientou a vocação de Santa Catarina para a atividade portuária, com cinco portos em operação, e a necessidade latente de melhorias no setor de transportes para atender a diversidade da indústria catarinense, buscando a redução do custo logístico nas importações e exportações.

Diante do auditório lotado, o presidente do Conselho de Administração da SCPar Porto de Imbituba, Paulo Cesar da Costa, apresentou a estrutura, resultados e operações do Porto, além das perspectivas de crescimento para 2017, com projeção de aumento de 16% na movimentação, alcançando a marca de 5,6 milhões de toneladas. Ressaltou também que “o Porto de Imbituba quer ser um instrumento de desenvolvimento do Estado, buscando sempre a melhoria de sua eficiência e custos competitivos”.

Em seguida Marcos Magalhães Tourinho, executivo da Santos Brasil, empresa arrendatária dos Terminais de Contêineres e Carga Geral do Porto de Imbituba, afirmou que a localização estratégica foi o fator determinante para a escolha por Imbituba. Tourinho explicou que a nova geração de embarcações que devem operar na costa brasileira a partir de 2018 tem entre 360 e 400 metros de comprimento. “Os navios estão vindo e Imbituba ganha uma posição privilegiada para operá-los, já que não tem limitação física, característica de poucos terminais no País, para receber navios que exigem calado de 14,5 metros”, afirmou, salientando que, em condições normais, o Porto tem capacidade de receber navios de até 400 metros, só precisa de homologação, que hoje permite embarcações de até 350 metros. As características naturais diferenciadas, aliadas a tarifas atrativas, levaram o executivo a concluir que: “esse é o Porto com a melhor relação custo/benefício da Região Sul do país”.

Para finalizar a reunião, representantes das empresas Cecrisa Revestimentos Cerâmicos, ILS International Lumber e Open Market relataram cases de movimentação através do Porto. Lourdes Pimentel, supervisora de Logística e Distribuição da Cecrisa, destacou a agilidade no fluxo de recebimento e envio de cargas, flexibilidade na adequação de qualquer procedimento que seja importante para a movimentação do produto e a relação de parceria com os órgãos intervenientes – que têm uma postura orientadora. “Ou seja, a otimização logística e o diferencial econômico são os pontos que nos fazem ter certeza da escolha por Imbituba”, concluiu.

Fonte: A Tribuna

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Se a crise financeira tem dificultado a vida dos brasileiros, gaúchos e das empresas locais, ao menos na relação com outros países os números têm animado empresários e institutos econômicos. No Rio Grande do Sul, por quatro meses consecutivos as exportações têm crescido em valor e volume, conforme aponta a Fundação de Economia e Estatística do RS (FEE).

Segundo dados da entidade, no mês agosto as exportações do Rio Grande do Sul totalizaram US$ 1,749 bilhão, um crescimento de US$ 153,6 milhões em relação a agosto de 2015 (9,6%). O crescimento já havia sido observado em relação a maio e julho. Na próxima quinta-feira (27), a instituição divulga os dados de setembro e a expectativa é de manutenção da tendência.

Para Cezar Müller, coordenador do Conselho de Relações Internacionais e Comércio Exterior (Concex) da Federação das Indústrias do Rio Grande do Sul (Fiergs), o sucesso das exportações de manufaturados está condicionado à adoção de medidas internas que aumentam a competitividade e a produtividade da indústria nacional.
“Tudo isso somado a uma agenda que prioriza o segmento exportador nas políticas públicas, considerando a exportação uma atividade estratégica para o desenvolvimento e a sustentabilidade da indústria brasileira”, avalia.

Müller também reconhece a valorização do dólar como uma das responsáveis pelo bom momento. “O fator cambial também não pode ser desconsiderado, pois é uma importante ferramenta de competitividade para um país que ainda não conseguiu realizar as reformas estruturantes de longo prazo, como o Brasil”, opina.

A FIERGS vê com bons olhos a adoção e fortalecimento de uma cultura exportadora que facilite a internacionalização dos produtos gaúchos. Para Müller, significa reconhecer que mesmo no mercado interno a empresa sofre com a concorrência internacional, e que sendo assim, a busca por novas oportunidades comerciais e tecnológicas no exterior não é uma escolha, mas sim uma obrigação.
“A internacionalização se faz importante, pois aumenta a lucratividade da empresa no curto prazo, como também propicia os alicerces necessários para ganhos de competitividade a nível local e global, tanto em termos de escala de produção, quanto em termos tecnológicos e culturais”, crê Müller.

Calçados lideram entre os manufaturados

Automóveis e calçados puxam a fila dos manufaturados do RS mais vendidos para o exterior. A indústria calçadista gaúcha, por exemplo, está reagindo e voltando a contratar, graças às exportações. Quase metade dos calçados brasileiros vendidos lá fora são produzidos em fábricas do Rio Grande do Sul. De janeiro até outubro de 2016, foram criadas quatro mil novas vagas no setor.

“Existem sinais bem claros de que passamos o pior momento e que estão dadas condições de recuperação no desempenho do setor calçadista doravante”, analisa o presidente da Associação Brasileira das Indústrias de Calçados (Abicalçados), Heitor Klein.
Só em agosto, foram 10 milhões de pares vendidos para o exterior, um faturamento 27% superior se comparado ao mesmo mês do ano passado.

China vira principal aliado

“A China já é o principal parceiro comercial do Rio Grande do Sul e o momento é extremamente favorável para a diversificação da pauta exportadora para aquele país”, sinaliza Tarson Núñez, Pesquisador em Ciência Política do Centro de Estudos Econômicos e Sociais da FEE.

“Atingimos mais de US$ 4,8 bilhões em 2015 no total exportado para a China e, de janeiro a junho de 2016, quase 26% do total das exportações gaúchas foram para o mercado chinês”, detalha o pesquisador. Trata-se de um crescimento de 17,3% em valor durante os primeiros cinco meses de 2016 em relação a igual período de 2015.

Fonte: G1

 

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O ministro dos Transportes, Portos e Aviação Civil, Maurício Quintella, determinou ao DNIT/Santa Catarina liberasse ao público a Ponte sobre o Rio Tubarão no último fim de semana, marcando o final das obras de duplicação da 101 Sul no estado. A ponte era a última obra de arte que faltava para que os 248,5 km da 101 Sul, entre o município de Palhoça e a divisa com o Rio Grande do Sul, estivessem totalmente interligados, beneficiando 19 municípios e mais de um milhão de pessoas. A duplicação da 101 Sul começou há 10 anos e custou R$ 3 bilhões.

A BR toda em Santa Catarina, da divisa com o Paraná até a divisa com o Rio Grande do Sul, tem 493,5 quilômetros – 245 são da 101 Norte, entre Palhoça e a divisa paranaense, totalmente duplicada e concedida à iniciativa privada. Além da duplicação, as obras da 101 Sul envolveram a construção de 45 viadutos, 16 passarelas, 29 pontes, 71 passagens inferiores para pedestres, 10 interseções, 4 travessias, 8 acessos e 47 passa faunas. A Ponte do Rio Tubarão tem 340 metros de extensão e custou R$ 22 milhões.

A liberação da ponte acaba com o último gargalo do tráfego na 101 Sul. A nova ponte abriga o tráfego de veículos no sentido sul-norte, com fluxo em sentido oposto a da ponte liberada em 2010, construída durante a duplicação de pistas entre os municípios de Tubarão e Sangão. Elas ficam lado a lado, a nova recebendo tráfego sul-norte e a velha no sentido norte-sul. Até o fim de semana passado todo o tráfego fluía apenas pela ponte antiga.

A obra proporciona mais conforto e segurança aos moradores da região, reduzindo o número de acidentes; melhora o escoamento da produção local, contribuindo para o aumento da competitividade da região; além de permitir a interligação multimodal dos polos produtivos ao porto marítimo de Imbituba (52 quilômetros ao norte de Tubarão); e, assim, amplia a integração econômica regional, nacional e internacional. A 101 é um importante corredor logístico brasileiro que corta o país de norte a sul, atravessando 12 estados.


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