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Graças às exportações ao Brasil, a produção de veículos na Argentina cresceu de apenas 159 mil unidades em 2002 para o pico de 829 mil em 2012 e, seguindo a crise no vizinho, baixou a 467 mil em 2018. O movimento de alta, no entanto, não foi acompanhado pela indústria local de autopeças, que produz componentes de baixo valor agregado, tem baixa participação no fornecimento às 12 montadoras instaladas no país e há anos vem sofrendo processo de encolhimento devido à baixa escala e falta de competitividade.

Esse foi o cenário apresentado aos colegas brasileiros por Raul Amil, presidente da Afac, a associação de fabricantes de autopeças da Argentina. Ele participou do Encontro da Indústria de Autopeças, realizado na segunda-feira, 22, pelo Sindipeças, entidade que reúne cerca de 500 empresas do setor no Brasil.

Especialização a Argentina já tem, em picapes, é o quarto maior fabricante do mundo desse tipo de veículo (atrás de China, Estados Unidos e Tailândia), com a produção de modelos da Ford, Toyota, Volkswagen e, mais recentemente, Nissan. Contudo, a escala segue muito baixa, apenas a Toyota produziu mais de 100 mil unidades no país em 2018, o que torna mais competitivo importar componentes. “O alto nível de importação também é uma barreira logística nacional para o aumento da produção nacional de veículos”, pontua o presidente da Afac.

Em 2012, com a produção de 829 mil veículos no país, o déficit na balança comercial de autopeças argentina foi de US$ 7,2 bilhões, quase o mesmo valor do saldo negativo registrado em 2018, de US$ 7,4 bilhões, produzindo apenas a metade. Os valores comprovam a acelerada evolução do processo de desnacionalização da indústria automotiva no país vizinho.

Segundo Amil, a Argentina tem perto de 450 fabricantes de autopeças, mas apenas 153 são fornecedores diretos de primeiro nível (tier 1). Destes, somente 27 fornecem para mais de seis das doze montadoras instaladas no país, 43 deles só abastecem o máximo de 2 fábricas de veículos.

Fonte: Automotive Business


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Os acessos viários ao complexo portuário na Margem Esquerda do Porto de Santos foram o tema central de uma reunião entre a Prefeitura de Guarujá e o setor portuário. O encontro buscou encontrar soluções para a melhoria do tráfego na região, a fim de garantir agilidade para veículos de carga e, também, a mobilidade para veículos de passeio que utilizam a via Santos Dumont.

Participaram do encontro técnicos da Companhia Docas do Estado de São Paulo (Codesp), Guarda Portuária, Ecovias, Polícia Rodoviária, representantes dos terminais da margem de Guarujá, além das secretarias municipais de Defesa e Convivência Social e Desenvolvimento Econômico e Portuário.

Foram debatidos pontos como a manutenção da Rua Idalino Pinês (Rua do Adubo), o retorno do convênio com os terminais portuários para a contratação de agentes de trânsito e possíveis alterações no viário urbano.

Uma das questões em destaque foi a deterioração do leito carroçável da Rua do Adubo. Segundo a administração municipal, mais de 4 mil caminhões passam por dia pelo local, e o problema é apontado como a principal causa dos congestionamentos ocorridos nas últimas semanas. De acordo com a prefeitura, no entanto, medidas paliativas já foram tomadas. Uma nova camada de pavimento asfáltico vem sendo aplicada no principal trecho comprometido por buracos e desníveis, fruto de uma parceria com a empresa Santos Brasil.

A Codesp, por sua vez, afirmou que está finalizando a contratação de uma empresa para a manutenção das vias de acesso ao Porto, sendo que a Rua do Adubo deverá ser uma das primeiras a serem atendidas. O prefeito de Guarujá, Válter Suman (PSB), em reunião realizada junto à presidência da Docas, no último dia 15, fez pessoalmente o pedido de prioridade ao novo diretor-presidente da companhia, Casemiro Tércio Carvalho.

Agentes e alterações no acesso

A retomada de uma parceria entre terminais portuários e prefeitura, para a contratação de agentes de trânsito, foi debatida. Os profissionais ficariam exclusivamente atuando nos acessos ao Porto, e seriam subordinados à Diretoria de Trânsito de Guarujá.

Em relação à parte viária, a proposta de mudança no fluxo de entrada e saída de caminhões para o Porto foi um dos temas citados. A ideia é que os veículos que adentrem ao Porto utilizem o acesso rodoviário localizado na altura do Km 7 da Rodovia Cônego Domênico Rangoni, que liga à via Santos Dumont, próximo ao trecho da Avenida Perimetral.

Desta forma, a Rua do Adubo seria utilizada apenas pelos veículos que deixam o Porto no sentido da rodovia. A Prefeitura de Guarujá informou que um estudo de trânsito será desenvolvido nos próximos dias, inclusive utilizando-se de simuladores de tráfego. O local também deverá receber nova sinalização e melhorias de pavimento.

A criação de um Comitê Logístico de Apoio ao Porto de Guarujá também foi proposta na reunião, no sentido de integrar todos os agentes envolvidos nas operações portuárias, antever os problemas e minimizar ao máximo os impactos junto à área urbana do município.

O setor portuário é responsável por mais de 58% da arrecadação de Imposto Sobre Serviço de Qualquer Natureza (ISSQN) na cidade, e gera cerca de 3.600 empregos diretos e indiretos, sendo quase 90% desse total mão de obra do município. A previsão para 2019 é de retomada da economia e aumento da movimentação, que será ampliada nos próximos meses com o escoamento da safra.

Fonte: A Tribuna


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A balança comercial de autopeças terminou o primeiro bimestre com déficit de US$ 625,9 milhões, valor 39,2% mais baixo que o registrado no mesmo período de 2018. O resultado decorre de uma queda acentuada de 21,9% nas importações (US$ 1,75 bilhão) no período. As exportações caíram também, mas apenas 7,4% (US$ 1,13 bilhão). Os números foram divulgados pelo Sindipeças, entidade que reúne fabricantes do setor.

O Sindipeças atribui as alterações na balança e a redução do déficit à volatilidade do câmbio e também às incertezas causadas por falhas de comunicação do governo, às duvidas provocadas por declarações da GM e pelo anúncio do fim da operação da Ford no ABC.

A queda nas exportações para a Argentina (-39,2%) foi em parte compensada com o aumento nos embarques para Estados Unidos, México, Chile, Colômbia e Peru. A crise no país vizinho fez com que ele se tornasse o segundo e não mais o primeiro destino das autopeças brasileiras desde o começo do ano. Os EUA são agora o maior comprador: US$ 259,2 milhões no bimestre e 23% de participação.

JAPÃO SUPERA ALEMANHA EM FORNECIMENTO

No caminho oposto, a China se manteve como maior fornecedora de componentes, com US$ 307,4 milhões e 17,5% de participação. O segundo lugar, porém, foi tomado da Alemanha pelo Japão, que enviou para o Brasil US$ 169,5 milhões em autopeças.

O aumento de volume de vendas de carros fabricados no Brasil por Toyota, Nissan e o crescimento da participação de transmissões automáticas trazidas do Japão (e utilizadas por Volkswagen e FCA, por exemplo) ajudam a explicar o crescimento das importações do Japão. A vantagem sobre a Alemanha ainda é pequena, menos de US$ 4 milhões, mas pode se ampliar durante o ano.

Fonte: Automotive Business


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O surto de peste suína africana na China deixou de ser apenas um fator de especulação sobre o comércio mundial de carnes. O Ano Novo Chinês, em fevereiro, marcou um ponto de inflexão no humor – e nas vendas, é claro – da indústria de carne suína do Brasil. A expectativa de executivos do segmento é que os embarques do produto para o país asiático ganhem envergadura nos próximos meses.

“Houve uma mudança total de demanda e preço. É o momento de o país compensar as perdas dos últimos anos”, afirmou ao Valor um alto executivo de uma das principais agroindústrias processadoras de suínos do país. De fato, o resultado setorial do ano passado foi desastroso devido à sobreoferta de carne suína no país – em grande parte provocada pelo embargo da Rússia – e dos preços altos da ração animal. A margem bruta da produção de carne suína no sistema de integração ficou negativa em 14%, de acordo com a consultoria MB Agro.

De acordo com um executivo de um grande exportador, o preço do pernil suíno vendido pelo Brasil à China passou de US$ 2 mil por tonelada, no ano passado, para US$ 3 mil nos contratos fechados recentemente, com embarque nos portos brasileiros a partir de abril.

Pelos dados da Secretaria de Comércio Exterior (Secex), porém, ainda não é possível confirmar um forte aumento do volume comercializado, mas apenas dos preços (ver arte acima). Na visão do analista César Castro Alves, da MB Agro, o primeiro impacto do surto de peste suína na China, que começou em agosto, foi negativo para os preços. Os produtores locais correram para liquidar o plantel ainda saudável, o que elevou a oferta de carne suína momentaneamente.

Nas últimas semanas, porém, os sinais de redução da oferta chinesa são cada vez maiores, o que casa com a mudança de humor na indústria de carne suína do Brasil. Na bolsa de Chicago, os contratos futuros de suíno magro subiram mais de 16% nos últimos 11 pregões, de acordo com a agência Dow Jones Newswires. Corroborando o cenário, o Ministério da Agricultura da China informou no mês passado que a oferta de carne suína no país caiu 12,6% em janeiro, na comparação anual. Nesse cenário, algumas indústrias de ração na China vêm reportando queda de mais de 20% nas vendas, conforme relatos da agência Agricensus.

Na avaliação do vice-presidente de mercado da Associação Brasileira de Proteína Animal (ABPA), Ricardo Santin, os chineses caminham para cumprir um papel que, há poucos anos, seria improvável. Pequim deve substituir a Rússia não só em importância no volume de vendas, mas também em preços, o que é fundamental para a recuperação da rentabilidade do segmento, que ainda está negativa em 6%, conforme o indicador da MB Agro.

Até 2017, os russos respondiam por cerca de 40% do volume de carne suína exportada pelo Brasil e 50% da receita cambial. No setor, a dependência da Rússia – um país de comércio instável, dado a rompantes protecionistas -, sempre foi vista como uma grande fragilidade da suinocultura do país.

Conforme Santin, a crise gerada pelo embargo da Rússia à carne suína brasileira – Moscou proibiu a importação do produto nacional em dezembro de 2017 – já vinha sendo amenizada pela demanda chinesa, que estava aquecida mesmo antes do surto de peste suína africana. Mas os preços estavam mais baixos.

Com o agravamento da peste suína no país asiático, o preço médio da carne suína exportada para a China está se aproximando do preço pago pela Rússia – Moscou retirou o embargo ao produto brasileiro no fim do ano passado. De acordo com dados compilados pela ABPA, o preço médio da carne suína exportada para a China passou de US$ 1.726 por tonelada, em setembro do ano passado, para US$ 2.053 por tonelada em dezembro. Trata-se de uma alta de quase 20%.

O movimento de valorização deve continuar. Segundo o dirigente da ABPA, novos contratos de exportação para a China estão sendo fechados a valores próximos de US$ 2,5 mil por tonelada, enquanto as vendas aos russos saem por cerca de US$ 2,6 mil por tonelada. Esses valores devem aparecer nas estatísticas no segundo trimestre, quando os embarques forem realizados pelos nove abatedouros que estão autorizados a vender à China.

Com firme demanda, a China assumiu, pela primeira vez, a liderança do ranking dos maiores compradores da carne suína do Brasil. No primeiro bimestre, as exportações diretas de carne suína do Brasil para a China somaram 20,5 mil toneladas, segundo dados preliminares compilados pala ABPA. Hong Kong foi o segundo maior destino, com 20 mil toneladas. A Rússia ficou na terceira posição, comprando 11 mil toneladas no período, de acordo com Santin.

O impacto positivo não beneficia só frigoríficos de carne suína. Conforme a ABPA, a China se tornou, pela primeira vez, o principal destino das exportações de carne de frango do Brasil. O país desbancou em fevereiro a Arábia Saudita, que vem tomando medidas para proteger a indústria local e, no fim de janeiro, suspendeu a importação de diversos abatedouros de frango do Brasil.

Fonte: Valor Econômico


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A movimentação no terminal de logística de carga (Teca) do Aeroporto Internacional de Salvador/Deputado Luís Eduardo Magalhães (BA) aumentou cerca de 18% no primeiro trimestre de 2017 em comparação a 2016. No acumulado de janeiro a março deste ano, foram processadas 2.688,7 toneladas, enquanto no mesmo período do ano anterior o movimento foi de 2.279 t.

O setor de exportação foi responsável pela maior parte do volume total, registrando 1.763 t, ou seja, 65,5% do total de cargas movimentadas no período. O principal produto exportado foi a manga, fruta oriunda do Vale do São Francisco, com destino a Europa. Em média, são movimentadas diariamente 10 toneladas da fruta no complexo logístico soteropolitano. Na área de importação, foram processadas mais de 925 t, com destaque para materiais dos segmentos automotivo, de tecnologia, químico e metal-mecânico.

Inaugurado em 1976, o Teca de Salvador funciona 24 horas por dia. Com uma área total de 4.895 m², o complexo logístico está disponível para atendimento à importação, exportação e carga nacional.

Para o superintendente do aeroporto, Denisson Salles Fontes, o crescimento obtido se deve ao trabalho contínuo de toda equipe que cuida da manutenção, captação e fidelização de clientes. “Temos confiança que prestamos serviços de qualidade no Teca de Salvador. Notamos isso pela crescente satisfação dos nossos clientes, e buscamos constantemente melhorar nosso atendimento”, afirmou.

Fonte: Assessoria de Imprensa – Infraero

 

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Expectativa é que o decreto viabilize R$ 25 bilhões em infraestrutura portuária no Brasil

Foi assinado pelo presidente Michel Temer nessa quarta-feira (10), um novo decreto para o marco regulatório dos portos do Brasil. A expectativa é ele viabilize R$ 25 bilhões em investimentos em infraestrutura portuária no Brasil.

Dentre os avanços relativos aos terminais de uso privado estão: o fim das limitações para expansão desses terminais, dentro e fora das áreas dos portos organizados; a possibilidade de efetiva redução dos tempos para as autorizações dos empreendimentos, assim como o fim da exigência de garantias financeiras para a execução dos projetos. Já para os terminais arrendados, houve progressos na possibilidade de adaptação dos atuais arrendatários aos novos prazos; possibilidade de realocação de áreas arrendadas dentro dos portos organizados, bem como a possibilidade de investimentos em infraestrutura de uso comum com antecipação de receitas de tarifas.

Para o diretor da ABTP (Associação Brasileira dos Terminais Portuários), Wagner Moreira, o novo decreto representa um avanço ao contemplar propostas que simplificam os processos de investimentos e aumentam a segurança jurídica. “Essa é uma demanda de anos do setor portuário. Agora, graças a um esforço conjunto de entidades representativas do setor e de um processo de diálogo franco, paciente e transparente com o Governo Federal, sobretudo com o Ministério dos Transportes, Portos e Aviação Civil, conquistamos esse primeiro e importante avanço”, destaca.

Conforme Moreira, o setor tem enorme capacidade de investimentos, mas alguns problemas que se agravaram nos últimos anos eram grandes entraves para que isso ocorresse: a falta de segurança jurídica, o excesso de burocracia e o intervencionismo estatal nos portos. “O decreto nos ajuda a avançar, sobretudo, no enfrentamento do primeiro problema: a adequação dos prazos e das condições de prorrogação dos contratos imprimem regras mais racionais e eficientes para as empresas que operam portos. Definitivamente, são mudanças que propiciarão e incentivarão a abertura de diferentes oportunidades de investimento, que virão naturalmente, na velocidade que a Agência reguladora nos permitir, com as regras que definirá, decorrentes do decreto. Estimamos que o montante citado seja investido ao longo dos próximos 3 a 4 anos”, disse. Agora, o desafio, segundo o diretor, é avançar em um diálogo para a redução da burocracia.

O presidente da Fenamar (Federação Nacional das Agências de Navegação Marítima), Waldemar Rocha Junior, acredita que a participação da iniciativa privada em obras de infraestrutura e atividades logísticas, como a portuária, “é fundamental para o desenvolvimento da economia e para a redução de gargalos operacionais”.

Fonte: CNT

 

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O terminal de logística de carga (Teca) do Aeroporto Internacional de Fortaleza/Pinto Martins (CE) começou o ano com alta na movimentação de volumes. De janeiro a março, foram processadas 1.597 toneladas (t) de cargas, 16,4% a mais que as 1.372 t registradas no mesmo período de 2016.

O destaque ficou por conta do setor de exportações, totalizando 1.220,2 t. Esse volume representa um acréscimo de 21,41% na comparação com os três primeiros meses do ano passado, quando foram contabilizadas 1.005 t no complexo logístico. Os principais produtos enviados ao exterior a partir do Teca cearense são frutas, couros e calçados.

O gerente de Negócios em Logística de Carga do Aeroporto Pinto Martins, Roberto Frota, explica que o aumento das exportações do Teca se deve à consolidação da comercialização de frutas para Portugal, além da expansão para novos mercados, como os Estados Unidos e a Alemanha. “As frutas representam o carro-chefe das exportações no nosso complexo logístico, com ênfase nas mangas produzidas no município de Casa Nova, na Bahia (BA), e nos mamões produzidos no Rio Grande do Norte (RN) e na Paraíba (PB), nos municípios de Baraúna e Mamanguape, respectivamente”, pontuou.

No segmento de importações, foram movimentadas 376,4 t no primeiro trimestre de 2017, alta de 2,4% em relação ao mesmo período do ano anterior. Os principais produtos que chegam ao Teca são máquinas e partes e peças de maquinários utilizados nas diversas indústrias instaladas na região.

O Teca do Pinto Martins é um dos maiores da Rede Infraero no Nordeste, com área construída de 8,05 mil m². Desta capacidade total, 2,98 mil m² são destinados à área de importação e 2,22 mil m² destinados à exportação. Com capacidade de armazenamento para 20 mil toneladas de cargas, o Teca conta com cinco câmaras frias espalhadas por 479,89 m², sendo duas no armazém de importação e três no armazém de exportação. Além disso, o terminal é equipado com circuito fechado de TV (CFTV), com monitoramento 24 horas por dia, vigilância armada e equipamentos de inspeção não invasiva.

Em 2016, o complexo cearense processou 5.639 t de cargas, sendo 3.897 t no seguimento de exportações e 1.742 t no setor de importações. No caso das exportações, 73,2 % foram frutas, 6% couro e peles naturais, e 5% calçados. Já nas importações, 40,6% se referem a empresas relacionadas a geração de energia elétrica ou a fabricação de geradores, transformadores e motores elétricos.

Fonte: Assessoria de Imprensa – Infraero

 

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O terminal de logística de carga (Teca) do Aeroporto Internacional de Florianópolis/Hercílio Luz (SC) registrou recorde de crescimento na movimentação de volumes no primeiro trimestre de 2017. Entre janeiro e março, o complexo logístico processou 773,7 toneladas (t), 474,6% a mais que o movimento registrado nos três primeiros meses de 2016, quando foram contabilizadas 163 t em cargas.

O destaque ficou por conta do setor de importações, que movimentou 770 t no período. Entre os principais produtos importados, figuram conversores digitais para televisores.

O complexo logístico também quebrou o recorde de movimentação de cargas para um dia no período. Em 24/3, o Teca recebeu 78 toneladas de cargas de importação, distribuídas em 9.482 itens. Esse volume representa quase o triplo do recorde anterior do complexo, que era de 27 toneladas.

O gerente de Logística de Carga de Florianópolis, Davi Piza, pontua que o crescimento na movimentação de cargas se deve a um projeto da empresa Intelbras Indústria de Telecomunicação Eletrônica Brasileira – S/A, consistindo na importação de de 1,2 milhão de conversores digitais, totalizando 1.235,66 toneladas de carga. “Com muito comprometimento e planejamento estamos conseguindo atender com excelência este projeto de carga aérea Internacional”, destaca.

Fonte: Logweb

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A Administração dos Portos de Paranaguá e Antonina (Appa) ampliou em 36% a área para movimentação de cargas de alto valor agregado na faixa portuária primária do Porto de Paranaguá. Produtos como veículos, ônibus, máquinas agrícolas e pás eólicas terão mais espaço no terminal.

Ao todo, 30 mil metros quadrados de novos pátios estão em operação desde o início do ano para o armazenamento de cargas especiais. Nestas áreas estavam localizados antigos armazéns ociosos, utilizados até as décadas de 1970 e 1980 para armazenar cargas de café, mate e madeira.

Com o novo layout, apenas na semana passada, mil veículos da marca Renault puderam ser armazenados para a exportação nas áreas destinadas à movimentação de cargas especiais. Nesta remessa, a montadora exportou por Paranaguá 3,5 mil unidades com destino à Argentina.

O pátio interno de veículos da Appa tem capacidade para armazenar 2,5 mil automóveis, sendo que as novas áreas abriram vagas para a exportação de mais mil carros.

“Temos que nos atualizar de acordo com as novas necessidades dos clientes já que não se exporta mais carga geral – como o café, mate e madeira – no formato de cargas fracionadas (break bulk). Estas cargas agora são exportadas por contêiner”, declarou o diretor-presidente da Appa, Luiz Henrique Dividino.

Ele explica que existe uma demanda crescente por este tipo de carga. “Em 2016, a movimentação de cargas gerais representou 20% da atividade total do Porto de Paranaguá, com 8,8 milhões de toneladas importadas e exportadas. Era uma necessidade operacional”, completa Dividino.

CREDIBILIDADE – O aumento da demanda na movimentação de produtos com alto valor agregado pelo Porto de Paranaguá se deve à experiência do Porto na operação deste tipo de carga, reconhecido por operações de boa qualidade e com baixos índices de avarias. Além disso, Paranaguá cumpre todos os quesitos do fabricante como, por exemplo, a colocação de rampas especiais para o embarque dos automóveis.

Essas características têm atraído novos clientes a Paranaguá. É o caso de duas fabricantes alemãs de veículos que estão operando suas cargas pelo porto paranaense: Audi e BMW.

Na última semana, a Audi desembarcou 197 veículos dos modelos R8, Q7, TT, A3, A4 e A6 no terminal paranaense. Os modelos foram importados para serem comercializados no mercado brasileiro.

Já a BMW iniciou em 2016 a operação de exportação do modelo X1 para os Estados Unidos pelo Porto de Paranaguá. Ao todo, 10 mil unidades produzidas na planta de Araquari, em Santa Catarina, e transportadas por cegonheiras até o Porto de Paranaguá, que fica cerca de 200 quilômetros de distância da fábrica, serão exportadas.

“Paranaguá tem uma experiência incomparável na movimentação de veículos e é isso que os fabricantes de automóveis vêm buscar aqui”, afirma o secretário de Infraestrutura e Logística, José Richa Filho.

HISTÓRICO – O Porto de Paranaguá é o segundo que mais exporta automóveis em todo o Brasil e por isso é uma referência na movimentação deste tipo de carga.

Em 2015, foram movimentados 85 mil veículos por Paranaguá. Já no ano de 2016, houve um aumento na movimentação de automóveis de 29%, chegando a 110 mil veículos operados no período.

Fonte: APPA

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O terminal de logística de carga (Teca) do Aeroporto de Petrolina/Senador Nilo Coelho (PE) registrou, no primeiro trimestre de 2017, 555,4 toneladas de mercadorias exportadas – um crescimento de 215% em relação ao mesmo período de 2016, quando foram contabilizadas 176,2 toneladas

Atualmente, o aeroporto pernambucano conta com uma frequência semanal, que opera com um Boeing 747-400 e, diferentemente de anos anteriores, não teve interrupção do cargueiro, que normalmente ocorre no início do ano. Em 2016, para se ter uma ideia, a temporada da empresa foi iniciada em 2 de março.

Para Moyses Barbosa, superintendente do Aeroporto de Petrolina, o expressivo crescimento na movimentação de cargas se deve não somente à regularidade do cargueiro desde o início do ano, mas também ao esforço de fidelização de clientes estratégicos para o setor de carga aérea.

O Teca petrolinense tem 3 mil m² de área e conta com seis câmaras de armazenamento, três antecâmaras de resfriamento e dois túneis de resfriamento – toda uma infraestrutura para atender os clientes do setor de Exportação do Vale do Rio São Francisco. Os principais itens exportados a partir do Teca são frutas, como manga, mamão, uva e limão, sendo as duas últimas com menor representatividade.

Além disso, o Aeroporto de Petrolina também registrou aumento na movimentação de passageiros. Na comparação com o primeiro trimestre de 2016, o crescimento foi de 14,7%. Entre janeiro e março de 2017, foram 127.877 embarques e desembarques, ante 111.467 contabilizados no mesmo período do ano passado.

As salas de embarque e desembarque do terminal de passageiros passaram por modernização em 2013. No caso do embarque, o espaço mais do que dobrou de tamanho, passando de 307 m² para 788 m² na sala de embarque. Já o desembarque, mais do que triplicou, saindo de 235 m² para 777 m², ampliando assim a capacidade de atendimento, que passou para 1, 5 milhão de passageiros por ano.

A movimentação média diária é de seis pousos e decolagens comerciais regulares, de três companhias aéreas (Avianca, Azul e GOL). Os destinos dos voos que partem de Petrolina são: São Paulo – Campinas e Guarulhos, Recife (PE) e Salvador (BA).

Fonte: Infraero

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