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A movimentação no terminal de logística de carga (Teca) do Aeroporto Internacional de Salvador/Deputado Luís Eduardo Magalhães (BA) aumentou cerca de 18% no primeiro trimestre de 2017 em comparação a 2016. No acumulado de janeiro a março deste ano, foram processadas 2.688,7 toneladas, enquanto no mesmo período do ano anterior o movimento foi de 2.279 t.

O setor de exportação foi responsável pela maior parte do volume total, registrando 1.763 t, ou seja, 65,5% do total de cargas movimentadas no período. O principal produto exportado foi a manga, fruta oriunda do Vale do São Francisco, com destino a Europa. Em média, são movimentadas diariamente 10 toneladas da fruta no complexo logístico soteropolitano. Na área de importação, foram processadas mais de 925 t, com destaque para materiais dos segmentos automotivo, de tecnologia, químico e metal-mecânico.

Inaugurado em 1976, o Teca de Salvador funciona 24 horas por dia. Com uma área total de 4.895 m², o complexo logístico está disponível para atendimento à importação, exportação e carga nacional.

Para o superintendente do aeroporto, Denisson Salles Fontes, o crescimento obtido se deve ao trabalho contínuo de toda equipe que cuida da manutenção, captação e fidelização de clientes. “Temos confiança que prestamos serviços de qualidade no Teca de Salvador. Notamos isso pela crescente satisfação dos nossos clientes, e buscamos constantemente melhorar nosso atendimento”, afirmou.

Fonte: Assessoria de Imprensa – Infraero

 

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Expectativa é que o decreto viabilize R$ 25 bilhões em infraestrutura portuária no Brasil

Foi assinado pelo presidente Michel Temer nessa quarta-feira (10), um novo decreto para o marco regulatório dos portos do Brasil. A expectativa é ele viabilize R$ 25 bilhões em investimentos em infraestrutura portuária no Brasil.

Dentre os avanços relativos aos terminais de uso privado estão: o fim das limitações para expansão desses terminais, dentro e fora das áreas dos portos organizados; a possibilidade de efetiva redução dos tempos para as autorizações dos empreendimentos, assim como o fim da exigência de garantias financeiras para a execução dos projetos. Já para os terminais arrendados, houve progressos na possibilidade de adaptação dos atuais arrendatários aos novos prazos; possibilidade de realocação de áreas arrendadas dentro dos portos organizados, bem como a possibilidade de investimentos em infraestrutura de uso comum com antecipação de receitas de tarifas.

Para o diretor da ABTP (Associação Brasileira dos Terminais Portuários), Wagner Moreira, o novo decreto representa um avanço ao contemplar propostas que simplificam os processos de investimentos e aumentam a segurança jurídica. “Essa é uma demanda de anos do setor portuário. Agora, graças a um esforço conjunto de entidades representativas do setor e de um processo de diálogo franco, paciente e transparente com o Governo Federal, sobretudo com o Ministério dos Transportes, Portos e Aviação Civil, conquistamos esse primeiro e importante avanço”, destaca.

Conforme Moreira, o setor tem enorme capacidade de investimentos, mas alguns problemas que se agravaram nos últimos anos eram grandes entraves para que isso ocorresse: a falta de segurança jurídica, o excesso de burocracia e o intervencionismo estatal nos portos. “O decreto nos ajuda a avançar, sobretudo, no enfrentamento do primeiro problema: a adequação dos prazos e das condições de prorrogação dos contratos imprimem regras mais racionais e eficientes para as empresas que operam portos. Definitivamente, são mudanças que propiciarão e incentivarão a abertura de diferentes oportunidades de investimento, que virão naturalmente, na velocidade que a Agência reguladora nos permitir, com as regras que definirá, decorrentes do decreto. Estimamos que o montante citado seja investido ao longo dos próximos 3 a 4 anos”, disse. Agora, o desafio, segundo o diretor, é avançar em um diálogo para a redução da burocracia.

O presidente da Fenamar (Federação Nacional das Agências de Navegação Marítima), Waldemar Rocha Junior, acredita que a participação da iniciativa privada em obras de infraestrutura e atividades logísticas, como a portuária, “é fundamental para o desenvolvimento da economia e para a redução de gargalos operacionais”.

Fonte: CNT

 

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O terminal de logística de carga (Teca) do Aeroporto Internacional de Fortaleza/Pinto Martins (CE) começou o ano com alta na movimentação de volumes. De janeiro a março, foram processadas 1.597 toneladas (t) de cargas, 16,4% a mais que as 1.372 t registradas no mesmo período de 2016.

O destaque ficou por conta do setor de exportações, totalizando 1.220,2 t. Esse volume representa um acréscimo de 21,41% na comparação com os três primeiros meses do ano passado, quando foram contabilizadas 1.005 t no complexo logístico. Os principais produtos enviados ao exterior a partir do Teca cearense são frutas, couros e calçados.

O gerente de Negócios em Logística de Carga do Aeroporto Pinto Martins, Roberto Frota, explica que o aumento das exportações do Teca se deve à consolidação da comercialização de frutas para Portugal, além da expansão para novos mercados, como os Estados Unidos e a Alemanha. “As frutas representam o carro-chefe das exportações no nosso complexo logístico, com ênfase nas mangas produzidas no município de Casa Nova, na Bahia (BA), e nos mamões produzidos no Rio Grande do Norte (RN) e na Paraíba (PB), nos municípios de Baraúna e Mamanguape, respectivamente”, pontuou.

No segmento de importações, foram movimentadas 376,4 t no primeiro trimestre de 2017, alta de 2,4% em relação ao mesmo período do ano anterior. Os principais produtos que chegam ao Teca são máquinas e partes e peças de maquinários utilizados nas diversas indústrias instaladas na região.

O Teca do Pinto Martins é um dos maiores da Rede Infraero no Nordeste, com área construída de 8,05 mil m². Desta capacidade total, 2,98 mil m² são destinados à área de importação e 2,22 mil m² destinados à exportação. Com capacidade de armazenamento para 20 mil toneladas de cargas, o Teca conta com cinco câmaras frias espalhadas por 479,89 m², sendo duas no armazém de importação e três no armazém de exportação. Além disso, o terminal é equipado com circuito fechado de TV (CFTV), com monitoramento 24 horas por dia, vigilância armada e equipamentos de inspeção não invasiva.

Em 2016, o complexo cearense processou 5.639 t de cargas, sendo 3.897 t no seguimento de exportações e 1.742 t no setor de importações. No caso das exportações, 73,2 % foram frutas, 6% couro e peles naturais, e 5% calçados. Já nas importações, 40,6% se referem a empresas relacionadas a geração de energia elétrica ou a fabricação de geradores, transformadores e motores elétricos.

Fonte: Assessoria de Imprensa – Infraero

 

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O terminal de logística de carga (Teca) do Aeroporto Internacional de Florianópolis/Hercílio Luz (SC) registrou recorde de crescimento na movimentação de volumes no primeiro trimestre de 2017. Entre janeiro e março, o complexo logístico processou 773,7 toneladas (t), 474,6% a mais que o movimento registrado nos três primeiros meses de 2016, quando foram contabilizadas 163 t em cargas.

O destaque ficou por conta do setor de importações, que movimentou 770 t no período. Entre os principais produtos importados, figuram conversores digitais para televisores.

O complexo logístico também quebrou o recorde de movimentação de cargas para um dia no período. Em 24/3, o Teca recebeu 78 toneladas de cargas de importação, distribuídas em 9.482 itens. Esse volume representa quase o triplo do recorde anterior do complexo, que era de 27 toneladas.

O gerente de Logística de Carga de Florianópolis, Davi Piza, pontua que o crescimento na movimentação de cargas se deve a um projeto da empresa Intelbras Indústria de Telecomunicação Eletrônica Brasileira – S/A, consistindo na importação de de 1,2 milhão de conversores digitais, totalizando 1.235,66 toneladas de carga. “Com muito comprometimento e planejamento estamos conseguindo atender com excelência este projeto de carga aérea Internacional”, destaca.

Fonte: Logweb

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A Administração dos Portos de Paranaguá e Antonina (Appa) ampliou em 36% a área para movimentação de cargas de alto valor agregado na faixa portuária primária do Porto de Paranaguá. Produtos como veículos, ônibus, máquinas agrícolas e pás eólicas terão mais espaço no terminal.

Ao todo, 30 mil metros quadrados de novos pátios estão em operação desde o início do ano para o armazenamento de cargas especiais. Nestas áreas estavam localizados antigos armazéns ociosos, utilizados até as décadas de 1970 e 1980 para armazenar cargas de café, mate e madeira.

Com o novo layout, apenas na semana passada, mil veículos da marca Renault puderam ser armazenados para a exportação nas áreas destinadas à movimentação de cargas especiais. Nesta remessa, a montadora exportou por Paranaguá 3,5 mil unidades com destino à Argentina.

O pátio interno de veículos da Appa tem capacidade para armazenar 2,5 mil automóveis, sendo que as novas áreas abriram vagas para a exportação de mais mil carros.

“Temos que nos atualizar de acordo com as novas necessidades dos clientes já que não se exporta mais carga geral – como o café, mate e madeira – no formato de cargas fracionadas (break bulk). Estas cargas agora são exportadas por contêiner”, declarou o diretor-presidente da Appa, Luiz Henrique Dividino.

Ele explica que existe uma demanda crescente por este tipo de carga. “Em 2016, a movimentação de cargas gerais representou 20% da atividade total do Porto de Paranaguá, com 8,8 milhões de toneladas importadas e exportadas. Era uma necessidade operacional”, completa Dividino.

CREDIBILIDADE – O aumento da demanda na movimentação de produtos com alto valor agregado pelo Porto de Paranaguá se deve à experiência do Porto na operação deste tipo de carga, reconhecido por operações de boa qualidade e com baixos índices de avarias. Além disso, Paranaguá cumpre todos os quesitos do fabricante como, por exemplo, a colocação de rampas especiais para o embarque dos automóveis.

Essas características têm atraído novos clientes a Paranaguá. É o caso de duas fabricantes alemãs de veículos que estão operando suas cargas pelo porto paranaense: Audi e BMW.

Na última semana, a Audi desembarcou 197 veículos dos modelos R8, Q7, TT, A3, A4 e A6 no terminal paranaense. Os modelos foram importados para serem comercializados no mercado brasileiro.

Já a BMW iniciou em 2016 a operação de exportação do modelo X1 para os Estados Unidos pelo Porto de Paranaguá. Ao todo, 10 mil unidades produzidas na planta de Araquari, em Santa Catarina, e transportadas por cegonheiras até o Porto de Paranaguá, que fica cerca de 200 quilômetros de distância da fábrica, serão exportadas.

“Paranaguá tem uma experiência incomparável na movimentação de veículos e é isso que os fabricantes de automóveis vêm buscar aqui”, afirma o secretário de Infraestrutura e Logística, José Richa Filho.

HISTÓRICO – O Porto de Paranaguá é o segundo que mais exporta automóveis em todo o Brasil e por isso é uma referência na movimentação deste tipo de carga.

Em 2015, foram movimentados 85 mil veículos por Paranaguá. Já no ano de 2016, houve um aumento na movimentação de automóveis de 29%, chegando a 110 mil veículos operados no período.

Fonte: APPA

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O terminal de logística de carga (Teca) do Aeroporto de Petrolina/Senador Nilo Coelho (PE) registrou, no primeiro trimestre de 2017, 555,4 toneladas de mercadorias exportadas – um crescimento de 215% em relação ao mesmo período de 2016, quando foram contabilizadas 176,2 toneladas

Atualmente, o aeroporto pernambucano conta com uma frequência semanal, que opera com um Boeing 747-400 e, diferentemente de anos anteriores, não teve interrupção do cargueiro, que normalmente ocorre no início do ano. Em 2016, para se ter uma ideia, a temporada da empresa foi iniciada em 2 de março.

Para Moyses Barbosa, superintendente do Aeroporto de Petrolina, o expressivo crescimento na movimentação de cargas se deve não somente à regularidade do cargueiro desde o início do ano, mas também ao esforço de fidelização de clientes estratégicos para o setor de carga aérea.

O Teca petrolinense tem 3 mil m² de área e conta com seis câmaras de armazenamento, três antecâmaras de resfriamento e dois túneis de resfriamento – toda uma infraestrutura para atender os clientes do setor de Exportação do Vale do Rio São Francisco. Os principais itens exportados a partir do Teca são frutas, como manga, mamão, uva e limão, sendo as duas últimas com menor representatividade.

Além disso, o Aeroporto de Petrolina também registrou aumento na movimentação de passageiros. Na comparação com o primeiro trimestre de 2016, o crescimento foi de 14,7%. Entre janeiro e março de 2017, foram 127.877 embarques e desembarques, ante 111.467 contabilizados no mesmo período do ano passado.

As salas de embarque e desembarque do terminal de passageiros passaram por modernização em 2013. No caso do embarque, o espaço mais do que dobrou de tamanho, passando de 307 m² para 788 m² na sala de embarque. Já o desembarque, mais do que triplicou, saindo de 235 m² para 777 m², ampliando assim a capacidade de atendimento, que passou para 1, 5 milhão de passageiros por ano.

A movimentação média diária é de seis pousos e decolagens comerciais regulares, de três companhias aéreas (Avianca, Azul e GOL). Os destinos dos voos que partem de Petrolina são: São Paulo – Campinas e Guarulhos, Recife (PE) e Salvador (BA).

Fonte: Infraero

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O ministro Marcos Pereira encerrou sua participação nos painéis do Fórum Econômico Mundial para a América Latina, em Buenos Aires, participando do debate que discute o momento atual, quando o Acordo de Facilitação de Comércio da OMC entra em vigor e diversos países flertam com o protecionismo. Os painelistas foram convidados a opinar se este contexto projeta uma crise ou uma oportunidade à colaboração em temas comerciais.

Ao lado da diretora-executiva do International Trade Centre (ITC), Arancha Gonzales, e do presidente da AT&T e Directv da América Latina, Jeffery McElfresh, Marcos Pereira enfatizou que existe uma mudança de mentalidade da indústria brasileira. “Havia antes uma agenda fechada. Agora a Confederação Nacional da Indústria do Brasil quer que o governo incentive a abertura do país e o avanço da negociação de acordos de livre comércio. A cada semana recebo associações de segmentos diferentes, também com pedidos para avanços em acordos”.

Marcos Pereira falou ainda sobre os avanços na negociação do acordo Mercosul-União Europeia. “Me parece que agora a negociação tomou outro impulso. Devemos aproveitar este momento e atuar para que em dezembro possamos anunciar em nível político uma aliança entre UE e Mercosul”, disse.

O ministro também destacou que, em um cenário de desconfiança sobre os benefícios da liberalização comercial, a conferência ministerial da OMC em Buenos Aires, que será realizada em dezembro deste ano, será fundamental para reafirmar a importância de estimular o comércio. “Acredito que será uma grande oportunidade de a América Latina dar ao mundo um recado firme de suporte ao Sistema Multilateral de Comércio e de divulgar as ações de fortalecimento econômico em curso na região”, enfatizou.

“É necessário entender que precisamos de mais comércio e de maiores fluxos de investimentos. Ao fechar suas portas, nenhum país ganhará. Seremos todos perdedores. Esse contexto pode, sim, projetar uma oportunidade para uma maior colaboração em temas comerciais”, concluiu.

Marcos Pereira também destacou que, depois de anos de desencontros, os líderes do Mercosul convergem acerca dos mesmos ideais de modernização e fortalecimento do Bloco, ao estabelecerem agenda comum para uma inserção mais atuante das economias dos sócios no mercado global.

Fonte: MDCI

 

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O lançamento do Novo Processo de Exportações do Portal Único de Comércio Exterior (www.siscomex.gov.br) coloca o Brasil em um novo patamar nas relações comerciais internacionais. Foi o que disse o ministro da Indústria, Comércio Exterior e Serviços, Marcos Pereira, durante solenidade no Palácio do Planalto, na manhã de hoje.

“Temos no comércio exterior um importante vetor para a retomada do crescimento. Precisamos promover ganhos de competitividade e o Portal Único é, sem dúvida, um marco decisivo nessa direção”, afirmou. Para o ministro, o novo processo, que moderniza todo o sistema de operações de comércio exterior, está inserido em um esforço maior de transformação das exportações brasileiras em uma política de Estado duradoura e não “apenas uma muleta econômica em momentos de recessão interna”.

Marcos Pereira explicou que as mudanças inauguradas hoje simplificam o caminho para as vendas externas, eliminando documentos e exigências, aumentando a celeridade e reduzindo custos operacionais.

Estima-se que a implantação completa do Portal levará à redução dos prazos médios para exportar e importar em 40%. “O Portal Único permite aos operadores ter um caminho mais fácil, mais simples e mais ágil para as exportações. A etapa que está sendo lançada tem como objetivo e razão de ser facilitar a vida dos nossos operadores de comércio exterior”, explicou o secretário de Comércio Exterior do MDIC, Abrão Neto.

Neste primeiro momento, serão contempladas as exportações realizadas no modal de transporte aéreo, por meio dos aeroportos de Guarulhos-SP, Viracopos-SP, Galeão-RJ e Confins-MG, sujeitas a controle apenas da Receita Federal. A implantação inicial nos quatro aeroportos selecionados irá simplificar e agilizar o desembaraço de mercadorias de elevado valor agregado que representaram, em 2016, quase US$ 6 bilhões em exportações – ou 55,7% das operações realizadas no modal aéreo.

Ao longo de 2017, todos os aeroportos do país e demais modais (marítimo, fluvial, rodoviário e ferroviário) serão contemplados, bem como as operações com intervenção de outros órgãos do governo federal. Estudo da Fundação Getúlio Vargas (FGV) indica potencial de ganhos no PIB de até 2 pontos percentuais por ano, e crescimento anual da corrente de comércio superior a 6%. “Sabemos que os desafios são grandes, mas asseguro que será cada vez mais fácil para as empresas se estabelecerem e prosperarem no Brasil, e o Portal Único do Comércio Exterior é o exemplo máximo dessa busca pela celeridade e pela eficiência”, disse o ministro.

Acordos internacionais

Marcos Pereira também destacou que o governo trabalha na ampliação das negociações comercias, com o objetivo de aumentar a integração do Brasil ao mundo. “Com todas essas ações, estamos buscando abrir novos mercados e atrair novos investimentos, e promover o crescimento econômico e a integração”, definiu. Atualmente, o País trabalha em acordos bilaterais sobre investimentos, compras governamentais, serviços e convergência regulatória com parceiros como EUA, México, Chile e Peru.

Com uma abordagem inédita, o Brasil lidera negociações de Acordos de Cooperação e Facilitação de Investimentos (ACFIs). O foco deste modelo está na facilitação do fluxo de capitais, mitigação de riscos e na prevenção de controvérsias. “Já concluímos ACFIs com Moçambique, Angola, México, Malaui, Colômbia, Peru, Índia e Jordânia. Estamos em estágio avançado de negociações com os parceiros do Mercosul”, lembrou o ministro.

Estão em andamento, ainda, tratativas com União Europeia, Associação Europeia de Livre Comércio (EFTA) e Índia, entre outros, em conjunto com o Mercosul. “Também estamos buscando aprofundar nossas relações comerciais com Canadá, Japão e Coreia do Sul”, declarou.

Fonte: Assessoria de Comunicação Social do MDIC

 

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Todas as operações de estufagem (carregamento) de contêineres nos Recintos Especiais para Despacho Aduaneiro de Exportação (Redex) do Porto de Santos deverão ser monitoradas por câmeras. E suas imagens terão de ficar armazenadas por 90 dias. Além disso, o transporte das caixas metálicas deverá ser rastreado até os terminais de embarque. Essas normas serão adotadas pela Receita Federal para garantir a segurança das operações.

Redex são instalações alfandegadas voltadas à exportação. Nelas, são feitos serviços de estufagem de contêineres e a entrega das caixas metálicas aos terminais portuários.

Antes das novas regras serem publicadas, a Alfândega do Porto de Santos receberá, de empresas do setor, sugestões sobre as normas. Isto porque a Aduana abriu uma consulta pública para definir as responsabilidades no transporte de contêineres entre os Redex e os operadores portuários.

Aduana abriu consulta pública para definir responsabilidades no transporte de contêineres entre os Redex e os operadores portuários

As contribuições devem ser encaminhadas até o próximo dia 12, através da Associação Brasileira de Terminais Retroportuários e das Empresas Transportadoras de Contêineres (ABTTC).

As normas que regem este tipo de instalação já são definidas. Mas, diante das notícias de apreensões de mais de três toneladas de drogas no cais santista apenas neste ano, a possibilidade de mudança de regras foi cogitada. De acordo com a Alfândega do Porto de Santos, a ideia é deixar o final da cadeia de exportação mais seguro. Isto inclui aprimorar a vigilância dos processos de estufagem e da entrega dos contêineres nos terminais onde as mercadorias são embarcadas nos navios.

A Aduana tem como objetivo definir claramente as responsabilidades em relação ao transporte das caixas metálicas. Assim, com as imagens e o rastreio das cargas, será possível apontar os culpados pelas tentativas de tráfico de drogas no Porto.

Para o presidente da ABTTC, Martin Aron, a consulta pública é uma medida acertada. Com ela, será possível que as empresas do segmento façam seus apontamentos e deem suas contribuições. “Nós solicitamos que fosse feita uma consulta pública dessa medida e que a gente fosse ouvido, para que elas não conflitem com outras práticas que nós temos”, destacou.

Segundo Aron, algumas firmas já adotam o monitoramento das operações através de câmeras, mesmo sem que este procedimento seja uma regra da Receita Federal. “Eu acredito que essas medidas serão acolhidas e aprimoradas. Nos próximos dias, chegarão as manifestações das empresas”, destacou.

Contribuições

A minuta da portaria com as novas regras está à disposição através do site da entidade empresarial – www.abttc.org.br. Segundo a entidade, as sugestões deverão ser apresentadas de forma objetiva e fundamentada.

Os apontamentos devem ser encaminhados através do e-mail portariaredex@abttc.org.br, constando no assunto “Consulta Minuta Exportação”. O prazo para o envio das contribuições é o dia 12 do próximo mês.

Fonte: A Tribuna

 

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Cinco terminais do Porto de Santos já têm seus pedidos de renovação antecipada dos contratos de arrendamento em análise pela Agência Nacional de Transportes Aquaviários (Antaq). Se autorizados, os investimentos nas instalações portuárias do cais santista devem somar R$ 724,95 milhões, segundo a Antaq.

Na semana passada, quando o Governo Federal divulgou a segunda lista de projetos de infraestrutura do Programa de Parcerias de Investimentos (PPI), anunciou a renovação de sete contratos de arrendamentos portuários no País. Nesses casos, essas empresas pleiteiam a extensão de suas concessões por mais 25 anos, mesmo antes do fim dos prazos.

Para isso, prometeram investir em seus terminais, com a compra de equipamentos e obras civis para aumentar a eficiência operacional. No caso do PPI, os investimentos dos sete terminais chegam a R$ 900 milhões.

Desses, apenas uma instalação é do Porto de Santos. Trata-se do Terminal XXXIX (39 externo), operado pela Caramuru, no Corredor de Exportação, nas proximidades da Ponta da Praia. Cerca de R$ 287 milhões devem ser investidos na unidade. No entanto, ainda é necessária a conclusão do trâmite entre a Antaq e o Ministério dos Transportes, Portos e Aviação Civil (MTPAC).

Este processo está em fase final de análise na área técnica da Antaq. Ele ainda deverá ser analisado pela Procuradoria Federal e, depois, pela diretoria da Antaq.

A agência reguladora ainda analisa outros 12 pedidos de renovação antecipada de contrato – que não entraram na relação do PPI. Quatro deles são de terminais do Porto.

Na lista, está o T-Grão Cargo Terminal de Granéis, que fica em Outeirinhos. Seu prazo contratual vence em 2018. De acordo com a agência reguladora, a empresa se comprometeu a investir R$ 69,8 milhões em troca da renovação por 25 anos, até 2043. Outra empresa com pedido em estudo na Antaq é o Ecoporto Santos, que fica no Cais do Saboó e deverá investir R$ 142,02 milhões, caso tenha sua proposta aceita pela União. Se isso ocorrer, a área ficará arrendada até 2048.

O Concais, que administra o Terminal de Passageiros Giusfredo Santini, se comprometeu a fazer um aporte de R$ 161,60 milhões na instalação. O contrato vence em 2018 e pode ser estendido até 2043.

Já a Citrosuco Serviços Portuários, que fica no Macuco, fará aportes de R$ 64,53 milhões. Este contrato também pode ser estendido até 2043.

“A análise processual desses pedidos é minuciosa e requer, além da apreciação técnica, o crivo do colegiado da diretoria da agência indicando ser favorável ou não quanto ao pedido. Ainda que atendida a fase de posicionamento da Antaq, por meio de publicação de resolução, o pedido é continuado no poder concedente para possível celebração do termo aditivo com a parte interessada”, explicou a Antaq, em nota.

Arrendamentos

Outros investimentos previstos para o Porto de Santos envolvem a licitação de terminais. Nove instalações ou áreas estavam na relação de concessões do Governo Federal há dois anos. Mas, desses, apenas três processos foram concluídos. Os demais ainda aguardam aval federal.

Esses três primeiros arrendamentos renderam R$ 430,6 milhões à União. O valor se refere apenas aos pagamentos de outorgas dos lotes do Porto – um na Ponta da Praia, um no Macuco e o terceiro no Paquetá. No primeiro, será implantado um terminal de granéis sólidos, enquanto os outros dois serão de carga geral.

O MTPAC, porém, cogita leiloar ainda um terminal de líquidos da Ilha Barnabé, na Área Continental de Santos. No local, está prevista a movimentação de 690 mil toneladas anuais. Derivados de petróleo, produtos químicos, etanol e óleos vegetais estão entre as mercadorias.

Outra área que também pode ser licitada em breve fica nas proximidades do Armazém 12A, na região de Outeirinhos. A área deve ser destinada à operação de fertilizantes (granéis sólidos de origem mineral).

Fonte: A Tribuna

 

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