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Expectativa é que o complexo passe a movimentar cerca de R$ 1,8 bilhão por ano

Na última quinta-feira, dia 26 de janeiro, o ministro dos Transportes, Portos e Aviação Civil, Maurício Quintella Lessa, assinou o contrato de dragagem do Porto de Itajaí (SC). O calado no acesso ao complexo portuário deve chegar a 14 metros de profundidade. Com investimentos de quase R$ 39 milhões, o prazo previsto para a conclusão da dragagem é de três meses.

Com a intervenção, Itajaí deve passar a movimentar cerca de R$ 1,8 bilhão em cargas ao ano. Para o mercado regional, a mudança deve proporcionar um movimento de negócios da ordem de R$ 7,4 bilhões. As obras compreendem os canais externo e interno, a bacia de evolução e demais serviços e operações necessárias para a readequação da geometria do canal de acesso aquaviário. A dragagem será realizada pela empresa DTA Engenharia.

O complexo está sem operar em sua capacidade plena desde janeiro de 2009. Em 2013, por convênio entre a Secretaria de Portos (SEP) e a Secretaria de Planejamento e Investimento Estratégicos (SPI), foram iniciadas as obras de reforço e realinhamento dos berços 3 e 4, com investimentos de R$ 135 milhões. Problemas técnicos e atrasos nos repasses da União retardaram a obra, que tinha conclusão prevista para 2015. A execução total está em 50%, e o berço 3 está 90% concluído. Durante o encontro com o ministro, a superintendência do Porto de Itajaí pediu a liberação do aditivo do Termo de Compromisso para a conclusão das obras dos berços 3 e 4, no valor de R$ 40 milhões. Segundo revelou Quintella, o aditivo deve ser assinado no mês de fevereiro.

A primeira etapa das obras da bacia de evolução possibilitará operações com navios de até 335 metros de comprimento e 48 metros de boca e está sendo executada pelo governo de Santa Catarina, com investimentos de R$ 104 milhões. A SPI busca a liberação de R$ 220 milhões para as obras da segunda etapa do projeto, cujos recursos estão no orçamento da União e emendas parlamentares, passando a atender navios de 366 metros de comprimento e 52 metros de boca. O fórum permanente da bancada federal também assegurou recursos orçamentários para o ano de 2017 da ordem de R$ 25 milhões.

Já o Terminal de Contêineres do Porto de Itajaí precisa investir para ser competitivo frente aos portos vizinhos. A APM Terminals, atual arrendatária, projeta um investimento imediato de R$ 175 milhões. O Porto de Itajaí pede que a extensão do contrato seja viabilizada para um período que comporte investimentos de até R$ 1 bilhão. Segundo revelou o ministro Quintella durante sua visita ao porto, a Agência Nacional de Transportes Aquaviários (Antaq) tem até o dia 2 de fevereiro para finalizar o pedido de extensão do arrendamento. Na sequência, a SEP terá até março para concluir o processo.

Fonte: Tecnologistica

 

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A Administração dos Portos de Paranaguá e Antonina (Appa) recebeu do IBAMA (Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis) a licença de instalação para a dragagem de aprofundamento dos canais de navegação, acesso e berços do porto. A última dragagem de aprofundamento realizada no Porto de Paranaguá foi há 20 anos, em 1997.

O documento autoriza o início da obra que irá aumentar a profundidade do calado do Porto de Paranaguá em até 16 metros. A dragagem ocorrerá em três áreas que permitem o acesso de navios numa extensão de, aproximadamente, 45 quilômetros. Ao todo, serão dragados 14,2 milhões de metros cúbicos de areia, quantidade suficiente para encher 15 estádios de futebol como o Maracanã. Todo o processo de obtenção do licenciamento foi conduzido pela Appa.

O secretário de Infraestrutura e Logística, José Richa Filho, conta que o Porto receberá investimentos do Governo Federal no valor de R$394 milhões para realização da dragagem de aprofundamento.

“É o primeiro investimento feito pelo Governo Federal em 22 anos nos Portos do Paraná e isso só foi possível pelo atendimento de 17 condicionantes e execução de 21 programas ambientais pelo Porto de Paranaguá”, declarou Richa Filho. Entre as condicionantes estão a exigência de programas que já estão em andamento como a gestão ambiental das atividades da dragagem, comunicação social, monitoramento da biota aquática, da qualidade das águas, arqueologia submarina e compensação da atividade pesqueira, por exemplo.

A licença de Instalação do IBAMA é válida por 24 meses, no entanto, a execução da obra deverá ser concluída em onze meses.

PRODUTIVIDADE – A dragagem trará ganhos de produtividade ao Porto de Paranaguá. Após a conclusão da obra, o terminal será capaz de receber mais 10 mil toneladas de carga por navio. Isso significa um acréscimo aproximado de 315 mil toneladas por mês na movimentação de mercadorias, sem necessidade de aumento do cais existente.

Atualmente, Paranaguá recebe 30 navios por dia de, no máximo, 12,60 metros de calado. Com o aumento da profundidade, o canal externo passará dos atuais 15 metros para 16 metros. Já o canal interno saltará dos 14 metros para 15 metros.

A bacia de evolução do canal – área utilizada pelos navios para manobra e atracação – ganhará mais dois metros de profundidade com a nova dragagem, passando de 12 para 14 metros. Já as áreas intermediárias, localizadas entre o Canal da Galheta e a bacia de evolução, passarão a ter entre 14 e 15 metros de profundidade.

“Trabalhamos nos últimos anos para que os portos estivessem aptos para receber esta licença, que alçará nossos portos, como rota obrigatória dos grandes navios no eixo sul do atlântico, consolidando os portos paranaenses como portos concentradores de cargas”, afirma o diretor-presidente da Appa, Luiz Henrique Dividino.

Segundo ele, o ponto mais importante desta obra será a contribuição para os ganhos de escala, aumento da produtividade, redução dos fretes e elevação dos níveis de competitividade da carga exportada, reduzindo o custo para os produtores e comerciantes paranaenses. Quando concluída, permitirá que graneleiros do tipo Panamax – navios com capacidade de até 80 mil toneladas – frequentem o Porto regularmente.

HISTÓRICO – Nos últimos anos, a Appa realizou quatro campanhas de dragagem de manutenção, que mantiveram as profundidades dos canais e berços dos Portos do Paraná, sendo o único porto brasileiro 100% dragado.

Os próximos passos incluem a expedição da ordem de serviço para início das obras, já contratadas pelo Governo Federal.

Fonte: ASSCOM APPA

 

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