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Em maio, os Portos do Paraná movimentaram quase quatro milhões de toneladas de cargas: 2,5 milhões de exportação e 1,5 milhão de importação. No acumulado dos primeiros cinco meses de 2019, foram mais de 19,7 milhões de toneladas. Só de exportação, foram 12,2 milhões de toneladas. Na importação, foram 7,5 milhões de toneladas.

Na comparação com o mesmo período de 2018, a movimentação geral registra queda de 10%. No ano passado, de janeiro a maio, foram quase 22 milhões de toneladas. Segundo os operadores, a queda é geral, em todos os portos do país, e o motivo é a situação de mercado.

CARGA GERAL – As movimentações de carga geral registraram aumento de 9% em relação ao ano passado. Em 2019, de janeiro a maio, foram mais de 4,4 milhões de toneladas de carga geral movimentados, contra 4 milhões em 2018.

As exportações foram destaque e cresceram 16% em relação ao mesmo período do ano passado: 2,8 milhões de toneladas, ante 2,5 milhões.

Já as importações apresentaram aumento modesto: cerca de 1% em comparação com 2018. Foram mais de 1,44 milhão de toneladas em importação de carga geral de janeiro a maio de 2019 contra 1,43 milhão, em 2018.

CONTÊINERES – O aumento registrado na movimentação dos contêineres, de janeiro a maio de 2019, foi de 14%, no geral. Este ano, foram 343.371 unidades próprias de medida (TEUs). Em 2018, foram 302.492.

No sentido exportação, o aumento registrado na movimentação de contêineres pelo Porto de Paranaguá foi de 12% (170.631 TEUs, contra 152.157). Na importação, o aumento foi de 15%: cresceu de 150.335 TEUs para 172.740)

IMPORTAÇÃO – Entre os granéis de importação movimentados pelo Porto de Paranaguá, o maior aumento foi registrado no trigo: 85%. Este ano, de janeiro a maio, foram 231,8 mil toneladas importadas do produto. Em 2018, quase 125,4 mil toneladas.

O segundo destaque nas importações a granel fica na dupla malte/cevada: 34%. Este ano, nos primeiros cinco meses, foram 242.564 toneladas importadas do produto contra 181.397, no ano passado.

Entre os granéis líquidos importados, o maior aumento foi registrado no metanol, acumulado em mais de 449 mil toneladas. O volume é 12% maior que o registrado no ano passado (pouco mais de 400 mil toneladas).

ANTONINA – O Porto de Antonina, onde opera a empresa TPPF (Terminal Ponta do Félix), segue a tendência de retomada da movimentação. Nos primeiros cinco meses do ano, o crescimento registrado foi de 49%, em comparação com 2018. No total, em 2019, foram quase 376 mil toneladas movimentadas, contra pouco mais de 253 mil toneladas, em 2018.

O principal produto movimentado por Antonina é o fertilizante, na importação. No balanço dos primeiros cinco meses do ano, foram 255 mil toneladas movimentadas – 52% a mais que o volume importado em 2018.

Sentido exportação, são movimentados açúcar (saca) e farelo de soja. Em 2019, foram exportadas mais de 31,2 mil toneladas de açúcar e mais de 89,3 mil de farelo de soja (100% paranaense e não transgênico).

Fonte: APPA


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A Secretaria de Comércio Exterior e a Secretaria Especial da Receita Federal do Brasil informam que, para testes nos sistemas informatizados, os usuários (exportadores, importadores e demais intervenientes) devem utilizar apenas o ambiente de treinamento.

Apesar de não conter exatamente os mesmos parâmetros de produção (atributos de NCM, por exemplo), as telas de preenchimento e todas as funcionalidades são as mesmas, em todos os módulos (DU-E, LPCO, etc.).

A orientação consta da Notícia Siscomex-Exportação 0040, de 23/05/2017, que também informa que sempre que houver alguma evolução no ambiente de produção, a versão do ambiente de treinamento será atualizada antes para que os usuários possam se adaptar às mudanças.

Segundo os órgãos, as operações de testes registradas no ambiente de produção, além de produzirem relatórios irreais para os gestores do sistema, geram custo de manutenção para toda a sociedade.

Fonte: Portal Siscomex


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Durante a visita de autoridades do Ministério da Infraestrutura ao Porto de Santos, o presidente da Companhia Docas do Estado de São Paulo (Codesp), Casemiro Tércio, revelou que pretende modernizar o sistema de atracação do cais, viabilizando uma quantidade maior de berços e criando uma regra de atracação mais justa, privilegiando a operação eficiente.

Tércio também anunciou que negocia mudanças no transporte ferroviário na área do Porto.

“Devemos fazer uma revisão no contrato da Portofer visando investimentos, principalmente na Margem Direita. Estamos falando de pátios ferroviários e pera ferroviária no Saboó, terceira linha no Valongo, desvio ferroviário em Outeirinhos e outros dois acessos ferroviários no Macuco”, anunciou.

Fonte: A Tribuna


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Os Portos do Paraná reduziram em 46% o tempo médio que os navios esperam para atracar no cais. Nos primeiros três meses de 2018, um navio esperava, em média, 185 horas desde a chegada na baia de Paranaguá até a atracação. Em 2019, este tempo foi reduzido para 99 horas.

A permanência para operação também ficou menor. No ano passado, a média era de 58 horas no cais, 9% a mais que neste ano (52 horas). “Essa eficiência reduz os custos dos exportadores e importadores e aumenta as vantagens de fazer negócios pelos portos de Paranaguá e Antonina”, explica o presidente dos Portos do Paraná, Luiz Fernando Garcia.

Os números foram divulgados nesta terça-feira (9), pelo departamento de estatísticas da administração portuária. Em relação a movimentação, o balanço destaca alta de 10% nas exportações de carga geral.

Considerando apenas o mês de março, foram movimentadas 955.143 toneladas de produtos de carga geral. Aumento de 11% na comparação com o mesmo período de 2018, quando foram 861.018 toneladas. Apenas nas cargas para exportação, foram 659.037 toneladas movimentadas este ano, contra 583.750 toneladas movimentadas no ano passado (aumento de 12%).

No acumulado de 2019, já foram quase 1,7 milhão de toneladas de carga geral exportada. Em 2018, no mesmo trimestre, foram exportadas pouco mais de 1,5 milhão de toneladas.

MERCADORIAS – O diretor de Operações dos Portos do Paraná, Luiz Teixeira da Silva Júnior, observa que carga geral é toda mercadoria solta ou embalada, que necessita de arrumação para ser transportada em um navio. São produtos como sacas, madeira, bobinas, celulose, papéis, peças, projetos, equipamentos, caixas, veículos. Também se enquadram na categoria as cargas que são transportadas em contêineres.

Considerando os trimestres de 2018 e 2019, os principais produtos movimentados no segmento foram o açúcar em saca, adubo, caldeiras, celulose, contêineres, trilhos de aço e veículos.

“Em Paranaguá, a carga geral é movimentada em diferentes berços do cais público. Normalmente, as operações dessas cargas envolvem serviços com equipamentos de bordo especializados, como guindastes, transporte local rodoviário, empilhadeiras”, comenta Luiz Teixeira da Silva Júnior.

CONTÊINERES – O Porto de Paranaguá registrou alta de 14% no número de contêineres recebidos de importação. Foram 96.039 TEUs movimentados nos três meses de 2019, contra 84.530 em 2018. As principais cargas importadas foram fertilizantes e plástico. Na exportação, o crescimento foi de 5%, com 99.023 unidades movimentadas. Os produtos mais comercializados foram congelados e madeira.

VEÍCULOS – De janeiro a março, foram 23.516 veículos movimentados via Paranaguá. Destaque para as importações: 8.295 veículos, 9% a mais que o total das importações de 2018.

ANTONINA – A movimentação via porto de Antonina continua crescendo. Foram 268.167 toneladas de produtos no acumulado deste ano. O número é 172% maior que o mesmo período do ano passado (105.034). Cabe ressaltar a alta de 260% na movimentação de fertilizantes: foram 62 mil toneladas no primeiro trimestre de 2018 e 223.834 toneladas em 2019.

GRANEIS – A soja se mantém como o principal granel movimentado via portos do Paraná. Em março, foram 1.178.618 toneladas exportadas. Na exportação, também aparecem os farelos (626.495toneladas), milho (152.251) e açúcar (102.751).

Na importação, o destaque é o adubo: 542.329 toneladas. O Estado também recebeu 105.495 toneladas de trigo e 29.311 toneladas de cevada/malte.

LÍQUIDOS – A exportação de óleos vegetais somou 88.583 toneladas em março de 2019. Os derivados de petróleo responderam por 40.558 toneladas na exportação e 359.831 toneladas na importação.

Fonte: APPA


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Os acessos viários ao complexo portuário na Margem Esquerda do Porto de Santos foram o tema central de uma reunião entre a Prefeitura de Guarujá e o setor portuário. O encontro buscou encontrar soluções para a melhoria do tráfego na região, a fim de garantir agilidade para veículos de carga e, também, a mobilidade para veículos de passeio que utilizam a via Santos Dumont.

Participaram do encontro técnicos da Companhia Docas do Estado de São Paulo (Codesp), Guarda Portuária, Ecovias, Polícia Rodoviária, representantes dos terminais da margem de Guarujá, além das secretarias municipais de Defesa e Convivência Social e Desenvolvimento Econômico e Portuário.

Foram debatidos pontos como a manutenção da Rua Idalino Pinês (Rua do Adubo), o retorno do convênio com os terminais portuários para a contratação de agentes de trânsito e possíveis alterações no viário urbano.

Uma das questões em destaque foi a deterioração do leito carroçável da Rua do Adubo. Segundo a administração municipal, mais de 4 mil caminhões passam por dia pelo local, e o problema é apontado como a principal causa dos congestionamentos ocorridos nas últimas semanas. De acordo com a prefeitura, no entanto, medidas paliativas já foram tomadas. Uma nova camada de pavimento asfáltico vem sendo aplicada no principal trecho comprometido por buracos e desníveis, fruto de uma parceria com a empresa Santos Brasil.

A Codesp, por sua vez, afirmou que está finalizando a contratação de uma empresa para a manutenção das vias de acesso ao Porto, sendo que a Rua do Adubo deverá ser uma das primeiras a serem atendidas. O prefeito de Guarujá, Válter Suman (PSB), em reunião realizada junto à presidência da Docas, no último dia 15, fez pessoalmente o pedido de prioridade ao novo diretor-presidente da companhia, Casemiro Tércio Carvalho.

Agentes e alterações no acesso

A retomada de uma parceria entre terminais portuários e prefeitura, para a contratação de agentes de trânsito, foi debatida. Os profissionais ficariam exclusivamente atuando nos acessos ao Porto, e seriam subordinados à Diretoria de Trânsito de Guarujá.

Em relação à parte viária, a proposta de mudança no fluxo de entrada e saída de caminhões para o Porto foi um dos temas citados. A ideia é que os veículos que adentrem ao Porto utilizem o acesso rodoviário localizado na altura do Km 7 da Rodovia Cônego Domênico Rangoni, que liga à via Santos Dumont, próximo ao trecho da Avenida Perimetral.

Desta forma, a Rua do Adubo seria utilizada apenas pelos veículos que deixam o Porto no sentido da rodovia. A Prefeitura de Guarujá informou que um estudo de trânsito será desenvolvido nos próximos dias, inclusive utilizando-se de simuladores de tráfego. O local também deverá receber nova sinalização e melhorias de pavimento.

A criação de um Comitê Logístico de Apoio ao Porto de Guarujá também foi proposta na reunião, no sentido de integrar todos os agentes envolvidos nas operações portuárias, antever os problemas e minimizar ao máximo os impactos junto à área urbana do município.

O setor portuário é responsável por mais de 58% da arrecadação de Imposto Sobre Serviço de Qualquer Natureza (ISSQN) na cidade, e gera cerca de 3.600 empregos diretos e indiretos, sendo quase 90% desse total mão de obra do município. A previsão para 2019 é de retomada da economia e aumento da movimentação, que será ampliada nos próximos meses com o escoamento da safra.

Fonte: A Tribuna


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A balança comercial de autopeças terminou o primeiro bimestre com déficit de US$ 625,9 milhões, valor 39,2% mais baixo que o registrado no mesmo período de 2018. O resultado decorre de uma queda acentuada de 21,9% nas importações (US$ 1,75 bilhão) no período. As exportações caíram também, mas apenas 7,4% (US$ 1,13 bilhão). Os números foram divulgados pelo Sindipeças, entidade que reúne fabricantes do setor.

O Sindipeças atribui as alterações na balança e a redução do déficit à volatilidade do câmbio e também às incertezas causadas por falhas de comunicação do governo, às duvidas provocadas por declarações da GM e pelo anúncio do fim da operação da Ford no ABC.

A queda nas exportações para a Argentina (-39,2%) foi em parte compensada com o aumento nos embarques para Estados Unidos, México, Chile, Colômbia e Peru. A crise no país vizinho fez com que ele se tornasse o segundo e não mais o primeiro destino das autopeças brasileiras desde o começo do ano. Os EUA são agora o maior comprador: US$ 259,2 milhões no bimestre e 23% de participação.

JAPÃO SUPERA ALEMANHA EM FORNECIMENTO

No caminho oposto, a China se manteve como maior fornecedora de componentes, com US$ 307,4 milhões e 17,5% de participação. O segundo lugar, porém, foi tomado da Alemanha pelo Japão, que enviou para o Brasil US$ 169,5 milhões em autopeças.

O aumento de volume de vendas de carros fabricados no Brasil por Toyota, Nissan e o crescimento da participação de transmissões automáticas trazidas do Japão (e utilizadas por Volkswagen e FCA, por exemplo) ajudam a explicar o crescimento das importações do Japão. A vantagem sobre a Alemanha ainda é pequena, menos de US$ 4 milhões, mas pode se ampliar durante o ano.

Fonte: Automotive Business


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