teca-salvador.jpg

A movimentação no terminal de logística de carga (Teca) do Aeroporto Internacional de Salvador/Deputado Luís Eduardo Magalhães (BA) aumentou cerca de 18% no primeiro trimestre de 2017 em comparação a 2016. No acumulado de janeiro a março deste ano, foram processadas 2.688,7 toneladas, enquanto no mesmo período do ano anterior o movimento foi de 2.279 t.

O setor de exportação foi responsável pela maior parte do volume total, registrando 1.763 t, ou seja, 65,5% do total de cargas movimentadas no período. O principal produto exportado foi a manga, fruta oriunda do Vale do São Francisco, com destino a Europa. Em média, são movimentadas diariamente 10 toneladas da fruta no complexo logístico soteropolitano. Na área de importação, foram processadas mais de 925 t, com destaque para materiais dos segmentos automotivo, de tecnologia, químico e metal-mecânico.

Inaugurado em 1976, o Teca de Salvador funciona 24 horas por dia. Com uma área total de 4.895 m², o complexo logístico está disponível para atendimento à importação, exportação e carga nacional.

Para o superintendente do aeroporto, Denisson Salles Fontes, o crescimento obtido se deve ao trabalho contínuo de toda equipe que cuida da manutenção, captação e fidelização de clientes. “Temos confiança que prestamos serviços de qualidade no Teca de Salvador. Notamos isso pela crescente satisfação dos nossos clientes, e buscamos constantemente melhorar nosso atendimento”, afirmou.

Fonte: Assessoria de Imprensa – Infraero

 

A D-Log atua a mais de 20 anos com transporte internacional, exportação e importação. Somos um operador multimodaloperador logístico, agente de carga nacional e agente de carga internacional com o expertise na área de Transporte Aéreo, Rodoviário, Marítimo e Desembaraço Aduaneiro. Atuamos em São Paulo, Rio Grande do Sul, Santos e em todo o Brasil, além de diversos países em todos os continentes.


porto-de-santos-1.jpg

Expectativa é que o decreto viabilize R$ 25 bilhões em infraestrutura portuária no Brasil

Foi assinado pelo presidente Michel Temer nessa quarta-feira (10), um novo decreto para o marco regulatório dos portos do Brasil. A expectativa é ele viabilize R$ 25 bilhões em investimentos em infraestrutura portuária no Brasil.

Dentre os avanços relativos aos terminais de uso privado estão: o fim das limitações para expansão desses terminais, dentro e fora das áreas dos portos organizados; a possibilidade de efetiva redução dos tempos para as autorizações dos empreendimentos, assim como o fim da exigência de garantias financeiras para a execução dos projetos. Já para os terminais arrendados, houve progressos na possibilidade de adaptação dos atuais arrendatários aos novos prazos; possibilidade de realocação de áreas arrendadas dentro dos portos organizados, bem como a possibilidade de investimentos em infraestrutura de uso comum com antecipação de receitas de tarifas.

Para o diretor da ABTP (Associação Brasileira dos Terminais Portuários), Wagner Moreira, o novo decreto representa um avanço ao contemplar propostas que simplificam os processos de investimentos e aumentam a segurança jurídica. “Essa é uma demanda de anos do setor portuário. Agora, graças a um esforço conjunto de entidades representativas do setor e de um processo de diálogo franco, paciente e transparente com o Governo Federal, sobretudo com o Ministério dos Transportes, Portos e Aviação Civil, conquistamos esse primeiro e importante avanço”, destaca.

Conforme Moreira, o setor tem enorme capacidade de investimentos, mas alguns problemas que se agravaram nos últimos anos eram grandes entraves para que isso ocorresse: a falta de segurança jurídica, o excesso de burocracia e o intervencionismo estatal nos portos. “O decreto nos ajuda a avançar, sobretudo, no enfrentamento do primeiro problema: a adequação dos prazos e das condições de prorrogação dos contratos imprimem regras mais racionais e eficientes para as empresas que operam portos. Definitivamente, são mudanças que propiciarão e incentivarão a abertura de diferentes oportunidades de investimento, que virão naturalmente, na velocidade que a Agência reguladora nos permitir, com as regras que definirá, decorrentes do decreto. Estimamos que o montante citado seja investido ao longo dos próximos 3 a 4 anos”, disse. Agora, o desafio, segundo o diretor, é avançar em um diálogo para a redução da burocracia.

O presidente da Fenamar (Federação Nacional das Agências de Navegação Marítima), Waldemar Rocha Junior, acredita que a participação da iniciativa privada em obras de infraestrutura e atividades logísticas, como a portuária, “é fundamental para o desenvolvimento da economia e para a redução de gargalos operacionais”.

Fonte: CNT

 

A D-Log atua a mais de 20 anos com transporte internacional, exportação e importação. Somos um operador multimodaloperador logístico, agente de carga nacional e agente de carga internacional com o expertise na área de Transporte Aéreo, Rodoviário, Marítimo e Desembaraço Aduaneiro. Atuamos em São Paulo, Rio Grande do Sul, Santos e em todo o Brasil, além de diversos países em todos os continentes.


aeroporto-floripa.jpg

O terminal de logística de carga (Teca) do Aeroporto Internacional de Florianópolis/Hercílio Luz (SC) registrou recorde de crescimento na movimentação de volumes no primeiro trimestre de 2017. Entre janeiro e março, o complexo logístico processou 773,7 toneladas (t), 474,6% a mais que o movimento registrado nos três primeiros meses de 2016, quando foram contabilizadas 163 t em cargas.

O destaque ficou por conta do setor de importações, que movimentou 770 t no período. Entre os principais produtos importados, figuram conversores digitais para televisores.

O complexo logístico também quebrou o recorde de movimentação de cargas para um dia no período. Em 24/3, o Teca recebeu 78 toneladas de cargas de importação, distribuídas em 9.482 itens. Esse volume representa quase o triplo do recorde anterior do complexo, que era de 27 toneladas.

O gerente de Logística de Carga de Florianópolis, Davi Piza, pontua que o crescimento na movimentação de cargas se deve a um projeto da empresa Intelbras Indústria de Telecomunicação Eletrônica Brasileira – S/A, consistindo na importação de de 1,2 milhão de conversores digitais, totalizando 1.235,66 toneladas de carga. “Com muito comprometimento e planejamento estamos conseguindo atender com excelência este projeto de carga aérea Internacional”, destaca.

Fonte: Logweb

A D-Log atua a mais de 20 anos com transporte internacional, exportação e importação. Somos um operador multimodaloperador logístico, agente de carga nacional e agente de carga internacional com o expertise na área de Transporte Aéreo, Rodoviário, Marítimo e Desembaraço Aduaneiro. Atuamos em São Paulo, Rio Grande do Sul, Santos e em todo o Brasil, além de diversos países em todos os continentes.

dragagem-porto-de-santos-1200x900.jpg

O diretor presidente da Companhia Docas do Estado de São Paulo (Codesp), Alex Oliva, empresa responsável pela gestão do Porto de Santos, participou na última quarta-feira (15) da apresentação do Desempenho do Setor Aquaviário Brasileiro em 2016, promovida pela Agência Nacional de Transportes Aquaviários (Antaq). O evento aconteceu na sede da Federação das Indústrias do Estado de São Paulo, na capital paulista.

O encontro reuniu empresas públicas e privadas do setor. A Antaq apresentou os números consolidados de movimentação portuária do ano passado. O diretor presidente da Codesp, Alex Oliva, apresentou os números do Porto de Santos. “Estamos em um momento de grande transformação”, destacou ele. “Estamos remodelando a Avenida Perimetral, com ampliação da malha ferroviária interna. Serão mais seis moegas ferroviárias. Juntamente com as obras privadas nas áreas que foram recentemente arrendadas, tudo isso vai impactar positivamente o Porto de Santos”; declarou.

O ministro Maurício Quintella Lessa, do Ministério dos Transportes, Portos e Aviação Civil, enfatizou que o país está retomando o crescimento. “Os primeiros sinais, relativos ao mês de janeiro indicam essa retomada”, disse ele, citando a navegação de cabotagem entre sul/sudeste e Manaus. Ele também deu como exemplo de expectativa positiva para os portos a previsão de aumento na safra nacional de grãos. Para o Porto de Santos, o ministro garantiu prioridade para as obras de dragagem, contratadas pelo Governo Federal: “A dragagem para o porto está como o oxigênio para o ser humano”, exemplificou Quintella, citando frase do presidente da Codesp, Alex Oliva.

Além da apresentação das estatísticas de 2016, que apontaram Santos como destaque na movimentação de contêineres e grãos, Alex Oliva falou também das melhorias na região portuária. “Está em gestação a obra da nova entrada da cidade”, lembrou o presidente da Codesp. Ele também destacou a inteligência logística: “nós priorizamos ter três condições básicas, sendo elas: navios atracados, armazéns cheios e carga chegando; tudo isso com velocidade”, disse ele.

O evento da Antaq também contou com a apresentação de dados de outros portos. Conforme a Antaq, o setor portuário nacional (portos organizados e terminais de uso privado) movimentou no ano passado 998 milhões de toneladas. O número representou um decréscimo de 1% em relação a 2015, quando foi movimentado 1,008 bilhão de toneladas. A informação consta no Anuário Estatístico Aquaviário 2016 da agência, divulgado durante o evento.

Na movimentação de contêineres nos portos e nos TUPs, Santos (SP) liderou em 2016, com 32 milhões de toneladas (-5,4%). A Portonave (SC) ficou em segundo, com 9,7 milhões de toneladas, aumento de 27,2%. Em terceiro, apareceu Paranaguá (PR), que movimentou 8,2 milhões de toneladas, queda de 5,4%. Em relação às mercadorias, destaque para os minérios, com 418 milhões de toneladas movimentadas, aumento de 2,7% na comparação com 2015. O setor portuário registrou aumento na movimentação de açúcar (9,2%), adubos (19,3%) e celulose (31,3%). Entre as safras de destaque, a movimentação de cereais (grupo que inclui o milho), teve uma queda de 30,6%.

A Diretoria da Antaq reiterou que a Agência vem trabalhando para o incremento da infraestrutura do setor portuário, para viabilizar um ambiente competitivo, fortalecer a segurança jurídica e garantir previsibilidade. Além disso, os diretores da Antaq defenderam a redução do Custo Brasil, a simplificação do processo de outorgas e a desburocratização do setor aquaviário.

Fonte: Logweb

 

A D-Log atua a mais de 20 anos com exportação e importação. Somos um operador multimodal e agente de carga nacional e agente de carga internacional com o expertise na área de Transporte Aéreo, Rodoviário, Marítimo e Desembaraço Aduaneiro. Atuamos em São Paulo, Rio Grande do Sul, Santos e em todo o Brasil, além de diversos países em todos os continentes.


porto-paranagua-1200x800.jpg

Movimentação de cargas caiu no terceiro trimestre de 2016 na comparação com o mesmo período do ano passado

De acordo com dados da Superintendência de Desempenho, Desenvolvimento e Sustentabilidade da Agência Nacional de Transportes Aquaviários (Antaq), o setor portuário brasileiro movimentou, no terceiro trimestre de 2016, 264 milhões de toneladas, número que representa um recuo de 1,4% em relação ao mesmo período do ano passado em movimentação de cargas.

A movimentação de cargas nos portos organizados apresentou queda de 4,1% no terceiro trimestre de 2016. Já nos terminais de uso privado (TUPs) a queda foi de 0,03% em relação ao mesmo período do ano passado. Este foi o segundo trimestre seguido em que os terminais privados apresentaram decréscimo na movimentação. No segundo trimestre deste ano, pela primeira vez desde 2014, o recuo havia sido da ordem de 2%.

Os destaques entre as mercadorias mais movimentadas no terceiro trimestre de 2016 foram os minérios, com um acréscimo de 2,5%, e os contêineres, com um aumento de 7,3%. Por outro lado, surgiram também destaques negativos. A movimentação de cargas de sementes, grãos e frutos caiu em torno de 32,2% e a de combustíveis teve queda de 0,4%.

Os dez principais portos organizados brasileiros em movimentação de cargas foram responsáveis por 87,5% de toda a carga que passou pelos 33 portos do país no trimestre. Os destaques de crescimento foram Vila do Conde (PA), com 8,5%, Suape (PE), com 34,4%, e Itaguaí (RJ), com 11,6%. Dentre os TUPs, o maior destaque foi o Terminal Marítimo de Ponta da Madeira (MA), que na comparação com o terceiro trimestre de 2015 teve alta de 23%.

Fonte: Antaq

 

A D-Log atua a mais de 20 anos atuando com exportação e importação. Somos um operador logístico multimodal com o expertise na área de Transporte Aéreo, Rodoviário, Marítimo e Desembaraço Aduaneiro. Atuamos em São Paulo, Rio Grande do Sul, Santos e em todo o Brasil, além de diversos países em todos os continentes.


robson-620x330.jpg

O presidente da Confederação Nacional da Indústria (CNI), Robson Braga de Andrade, afirmou nesta terça-feira (8) que o caminho para a recuperação da economia passa necessariamente por uma maior participação da iniciativa privada nos investimentos e na gestão de empreendimentos. No discurso de abertura do Seminário Infraestrutura e Desenvolvimento do Brasil, realizado pela CNI em parceria com o jornal Valor Econômico, Andrade enfatizou que a recuperação econômica está diretamente relacionada ao aprimoramento da infraestrutura nacional. “O restabelecimento da confiança na economia brasileira está associado à ampliação e à modernização da infraestrutura logística, energética e de saneamento básico”, frisou.

Ao lado do presidente da República, Michel Temer, Robson Braga de Andrade frisou que a disponibilidade, os custos e a qualidade na oferta dos serviços de infraestrutura repercutem diretamente na competitividade do produto nacional e na atração de novos investimentos produtivos ao país. “O Brasil possui elevado déficit de infraestrutura e o setor produtivo sente os efeitos de sua deterioração. O impacto da falta de expansão, de manutenção e de modernização desses serviços tem representado uma desvantagem competitiva do país em relação a seus concorrentes no mercado global”, disse.

Andrade observou ainda que o tempo de espera para atracar um navio nos portos públicos brasileiros é muito superior à média no mercado internacional. Ele mencionou outros dados preocupantes em relação à infraestrutura do Brasil, como o diagnóstico de que o país tem um total de 1.024 quilômetros de estradas pavimentadas por milhão de habitantes, contra 6.438 quilômetros por milhão de habitantes na Rússia, por exemplo.

PROGRAMA DE PARCERIAS DE INVESTIMENTOS – De acordo com o presidente da CNI, o Programa de Parceria em Investimentos (PPI), lançado oficialmente em setembro pelo governo federal, se mostra como um caminho para a reversão do atraso na agenda de infraestrutura. Segundo ele, o PPI poderá acelerar as concessões e aumentar a participação do setor privado na infraestrutura. Andrade também manifestou que a CNI defende a aprovação da Proposta de Emenda à Constituição 241.

“A aprovação da PEC 241, que impõe limites aos gastos públicos, pelo Senado Federal e a modernização da legislação sobre a exploração dos blocos de petróleo e gás serão fundamentais para uma agenda nacional positiva. Da mesma forma, reveste-se de extrema importância um robusto programa de privatizações e concessões de rodovias, aeroportos, portos, ferrovias e energia”, destacou Andrade.

Fonte: CNI

 

A D-Log atua a mais de 20 anos atuando com exportação e importação. Somos um operador logístico multimodal com o expertise na área de Transporte Aéreo, Rodoviário, Marítimo e Desembaraço Aduaneiro. Atuamos em São Paulo, Rio Grande do Sul, Santos e em todo o Brasil, além de diversos países em todos os continentes.


D-LOG BRASIL

Rua Nova Jerusalém, 78 - Tatuapé
03410-000 - São Paulo-SP
comercial@dlogbr.com
+55 11 3634-2300

FACEBOOK