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Cerca de 3 mil contêineres ficaram retidos no Porto de Santos nestes dois dias de paralisação

A greve de auditores da Receita Federal, que aconteceu entre os dias 18 e 20 e foi repetida na terça-feira (25) e quarta-feira (26), já causou a retenção de 3 mil contêineres no Porto de Santos. A estimativa é de que R$ 200 milhões deixaram de ser arrecadados neste período pela Aduana. Já a demora na vistoria de porões de navios que aguardam para atracar no complexo soma US$ 1 milhão, o equivalente a mais de R$ 3,1 milhões, desde o início da paralisação.

O levantamento dos prejuízos dos usuários é do Sindicato das Agências de Navegação Marítima do Estado de São Paulo (Sindamar). Segundo a entidade, esse custo é absorvido pelos exportadores e afeta ainda mais a competitividade do País no mercado internacional.

Os auditores fiscais reivindicam reposição salarial. Para isso, iniciaram operação padrão e paralisações em 14 de agosto. Já os analistas tributários iniciaram o movimento dias depois, pelo mesmo motivo.

Segundo o Sindicato Nacional dos Auditores Fiscais (Sindifisco), a cada dia de paralisação, mil contêineres deixam de ser liberados no dia em que seu despacho é apresentado – devido ao protesto, o aval acaba saindo apenas dias ou semanas depois, acumulando o serviço.

A demora na inspeção de porões afeta a operação de navios graneleiros, que precisam deste procedimento para obter autorização a fim de atracar nos terminais. O custo diário de uma embarcação que transporta açúcar, soja ou milho é de US$ 15 mil, o equivalente a R$ 46,6 mil.

De acordo com o diretor-executivo do Sindamar, José Roque, as incertezas causadas pelas paralisações têm provocado a diminuição de escalas dos navios no Porto de Santos, além de prejudicar as receitas de toda a cadeia de intervenientes nas operações portuárias.

“Os processos de remoção dos contêineres de exportação, entre margens,  para a transferência de carga para um determinado navio, que levavam entre três e quatro dias antes da greve, atualmente demoram, em média, 10 dias, o que provoca a perda de conexões com navios destinados ao exterior”, destacou o executivo.

Já na importação, além do represamento dos contêineres, somam-se os custos de armazenagem e estadia das caixas metálicas. Essas despesas adicionais são assumidas pelos importadores que, posteriormente, as repassam ao consumidor final.

Conferência de cargas

Segundo Roque, na exportação, o desembaraço das mercadorias está ameaçado, no caso de lotes que caem nos canais amarelo e vermelho, onde há necessidade de conferência física e documental dos produtos. Isso prejudica os embarques, assim como   o preenchimento do espaço disponível nos navios.

Fonte: A Tribuna

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