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No mesmo período, as exportações totais do Estado de São Paulo somaram US$10,66 bilhões. Os aumentos de 41% em valores e de 34% em volume do Complexo Sucroalcooleiro, principal grupo da pauta de exportações paulista, são os principais responsáveis por esse resultado.

No primeiro trimestre de 2021, o agronegócio paulista apresentou aumento de 7,5% nas exportações, alcançando US$ 3,87 bilhões, e queda nas importações (-7%), totalizando US$ 1,20 bilhão; com esses resultados, obteve-se o superavit de US$ 2,67 bilhões, 15,6% superior ao mesmo período de 2020, informa a Secretaria de Agricultura e Abastecimento, por meio do Instituto de Economia Agrícola (IEA).

No mesmo período, as exportações totais do Estado de São Paulo somaram US$10,66 bilhões e as importações, US$15,71 bilhões, registrando déficit comercial de US$5,05 bilhões. Em relação ao ano passado, houve aumento nas exportações (5%) e nas importações (7,8%); essa conjunção de desempenhos resultou no crescimento de 14% do déficit no saldo da balança comercial paulista, afirmam José Alberto Angelo, Marli Dias Mascarenhas Oliveira, Carlos Nabil Ghobril, pesquisadores do IEA.

De acordo com os pesquisadores, o principal motivo desse aumento do saldo negativo das contas externas paulistas ainda é a pandemia da Covid-19, que causou perda de competitividade e menor atividade industrial, o que vêm afetando as exportações de algumas das principais mercadorias das indústrias extrativistas e de transformação; ao mesmo tempo que houve aumento das importações, principalmente de mercadorias tecnológicas, medicamentos e automóveis de motor a diesel.

Os principais grupos nas exportações do agronegócio paulista foram: Complexo Sucroalcooleiro (US$1,36 bilhão, sendo que, desse total, o açúcar representou 86,1% e o álcool, 13,9%), Carnes (US$507,23 milhões, em que a carne bovina respondeu por 87,8%), Complexo Soja (US$438,08 milhões), Sucos (US$347,57 milhões, dos quais 97,2% referentes a sucos de laranja) e Produtos Florestais (US$341,18 milhões, com participações de 51,8% de papel e 32,8% de celulose). O agregado destes cinco grupos representou 77,7% das vendas externas setoriais paulistas. O grupo do Café ficou na sétima colocação (US$171,41 milhões, dos quais 74,8% referentes ao café verde).

Em relação aos destinos das exportações do agronegócio paulista, a China (US$798,71 milhões, 20,7% de participação) é o principal destino, seguida da União Europeia (US$59,73 milhões, 13,7% de participação) e dos Estados Unidos (US$358,39 milhões, participação de 9,3%). Na sequência, completando os dez principais destinos em termos de participação, aparecem Indonésia (3,7%), Bangladesh (3,6%), Arábia Saudita (3,0%), Argélia (2,9%), Coreia do Sul (2,5%), Nigéria (2,3%) e Malásia (2,2%).

Os principais produtos da pauta de importação do agronegócio paulista no primeiro trimestre de 2021 foram papel (US$86,25 milhões), seguido do trigo (US$79,07 milhões) e do óleo de dendê ou de palma (US$65,97 milhões).

Balança Comercial do Brasil

A balança comercial brasileira registrou saldo positivo US$7,91 bilhões, com exportações de US$55,65 bilhões e importações de US$47,74 bilhões. Esse resultado indica aumento de 183,5% no saldo comercial em relação ao mesmo período de 2020, quando alcançou US$2,79 bilhões. Na análise setorial, as exportações do agronegócio brasileiro apresentaram aumento (+11,9%), alcançando US$23,53 bilhões (42,3% de participação do total nacional). Já as importações cresceram 8,1% no período, registrando US$3,86 bilhões (8,1% do total nacional). O superavit do agronegócio foi de US$19,67 bilhões no período, sendo 12,7% superior na comparação com o primeiro trimestre de 2020.

Os principais grupos nas exportações do agronegócio brasileiro foram: Complexo Soja (US$8,09 bilhões), Carnes (US$4,03 bilhões), Produtos Florestais (US$2,72 bilhões), Complexo Sucroalcooleiro (US$2,09 bilhões) e Café (US$1,54 bilhão). Esses cinco grupos agregados representaram 78,6% das vendas externas setoriais brasileiras.

 

Fonte: Brazil Modal


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Março foi um mês extremamente positivo para as operações pelo Terminal de Contêineres do Porto de Paranaguá, que fechou o mês com recorde histórico: melhor movimentação geral em um único mês. Foram 95.633 TEUs (unidades de contêineres de 20 pés) importados e exportados em março. O número representa um crescimento de 24% quando comparado ao mesmo mês de 2020 (72.791 TEUs) e foi impulsionado, principalmente, pela movimentação de contêineres refrigerados, com 16.475 TEUs no período (17% do total).

De acordo com a TCP, empresa que administra o Terminal de Contêineres de Paranaguá, o recorde anterior havia sido registrado em novembro de 2020, com 94.406 TEUs. No acumulado do ano (janeiro a março), a movimentação totaliza 259.966 TEUs, volume 13,7% maior que o mesmo período de 2020. A meta é ultrapassar 1 milhão de TEUs, em 2021.

“No comércio internacional temos visto um momento delicado para o segmento. Fatores como falta de contêineres e alta no frete do segmento têm prejudicado. No entanto, aqui estamos na contramão. Estamos crescendo e o volume de cargas conteinerizadas tem aumentado”, comenta o diretor-presidente da Portos do Paraná, Luiz Fernando Garcia.

Segundo o dirigente da empresa pública, o Terminal de Contêineres de Paranaguá é um dos maiores e mais estruturados do País. “Ganhamos também por eficiência. Os investimentos realizados aqui, pela iniciativa privada, são fortes e dão segurança para que as cargas venham para cá”, afirma.

“A TCP vem se preparando para quebrar recordes – investindo em infraestrutura, equipamentos, sistemas operacionais e em gente. A qualificação dos times, especialmente comercial, institucional, marketing, operacional e tecnologia, é crucial para alcançar altos níveis de produtividade e atratividade. Além disso, focados no longo prazo, estamos recalibrando nossa estratégia de modo que nossos objetivos sejam entrelaçados a benefícios consistentes gerados à toda cadeia logística. Marcas como essa são resultado da confiança e do reconhecimento de nossos clientes”, completa Thomas Lima, Diretor Comercial e Institucional do Terminal.

Além dos investimentos, o executivo destaca outros diferenciais da TCP. “A empresa é a única no Brasil a oferecer 10 dias livres de armazenagem na importação. Além disso, contamos com uma infraestrutura robusta, temos o maior parque de tomadas para contêineres refrigerados da América Latina e nossas soluções logísticas integradas (armazéns, depósito de contêineres e ferrovia) formam uma plataforma capaz de gerar competitividade a diferentes setores”, afirma.

PRODUTOS – A movimentação de cargas de março contempla tanto os produtos de importação quanto os de exportação. Carnes de aves congeladas; madeira; celulose; congelados; papel, cartão e derivados são alguns dos itens que impulsionaram a exportação no mês de referência. Na importação, destacam-se fertilizantes e adubos; plástico e derivados; máquinas, aparelhos e materiais elétricos e produtos químicos orgânicos.

 

Fonte: Portos do Paraná


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O volume de soja exportado pelo Corredor de Exportação Leste do Porto de Paranaguá (Corex) aumentou quase 232% de fevereiro para março. Este ano, no primeiro trimestre, pelo complexo que integra os silos públicos e nove terminais privados, foram exportadas 2.166.837 toneladas do granel.

“A tendência é intensificar cada vez mais. Nossa expectativa é que o volume de soja exportado este ano seja tão grande quanto foi no ano passado”, diz o diretor-presidente da Portos do Paraná, Luiz Fernando Garcia. “Apesar de estar começando mais tarde, temos certeza de que a eficiência dos operadores e os investimentos permanentes na estrutura pública de escoamento vão compensar ao longo do ano”, afirma.

Segundo ele, este ano, devido ao atraso da colheita da soja por questões climáticas enfrentadas tanto no plantio da oleaginosa, quando houve seca, quanto na hora de colher, que sofreu atrapalho pela chuva, o produto acabou chegando nos portos mais tarde.

Em janeiro, foram exportadas apenas 30 mil toneladas de soja pelo Corredor Leste, este ano. Em fevereiro, saltou para 494.899 toneladas e, no último mês de março chegou a 1.641.938 toneladas.

TOTAL – Somando os demais produtos escoados pelo Corex (farelo de soja, trigo e milho), de janeiro a março, já são 3.652.860 toneladas de produtos exportados. Nesse total, o aumento registrado de fevereiro para o último mês de março foi de cerca de 138%.

De farelo de soja, no primeiro trimestre de 2021, foram 880.485 toneladas exportadas pelo Corex. De milho, 591.538 toneladas (quase o dobro do exportado no ano passado, no período). Este ano, ainda teve 14 mil toneladas de trigo exportadas pelo complexo.

COMPARAÇÃO – No primeiro trimestre de 2020, pelo Corex, foram exportadas 4.721.471 toneladas de produtos. De soja (grão), 3.348.522 toneladas; de farelo de soja, 1.075.147 toneladas; e de milho 297.802 toneladas. No ano passado, no período, não houve exportação de trigo pelo complexo.

OESTE – Pelo berço 201, no Corredor de Exportação Oeste do Porto de Paranaguá, foram exportadas 373.379 toneladas de soja em grão e farelo neste primeiro trimestre de 2021.

Este ano, com um novo terminal conectado ao complexo Oeste, o volume dos produtos exportados foi 68,5% maior que o registrado no mesmo período em 2020 – 221.532 toneladas exportadas de soja, em grão e farelo.

Fonte: Brazil Modal

 


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A balança comercial brasileira registrou superávit de US$ 374 milhões até a segunda semana de março deste ano, com corrente de comércio de US$ 83,651 bilhões. Os dados foram divulgados nesta segunda-feira (15/3) pela Secretaria de Comércio Exterior (Secex) do Ministério da Economia. As exportações somam US$ 42,013 bilhões, com alta de 12,1%, pela média diária, e as importações sobem 22,4% e atingem US$ 41,639 bilhões.

No acumulado do mês, as exportações cresceram 30,5% e somaram US$ 10,88 bilhões, enquanto as importações subiram 61,8% e totalizaram US$ 10,67 bilhões. Assim, a balança comercial registrou superávit de US$ 207,6 milhões e a corrente de comércio alcançou US$ 21,56 bilhões, com alta de 44,3%.

Considerando apenas a segunda semana de março, a corrente de comércio alcançou US$ 10,016 bilhões, com US$ 5,368 bilhões de exportações e US$ 4,649 bilhões de importações, gerando um superávit de US$ 719,2 milhões.

Exportações no mês

Nas exportações – comparadas à média diária até a segunda semana deste mês (US$ 1,088 bilhão) com a de março de 2020 (US$ 833,98 milhões) – houve crescimento de 30,5%, em razão do aumento nas vendas da indústria extrativista (94,1%), da agropecuária (22%) e dos produtos da indústria de transformação (11,4%).

O aumento das exportações foi puxado, principalmente, pelo crescimento nas vendas dos seguintes produtos da indústria extrativista: minério de ferro e seus concentrados (117,6%); óleos brutos de petróleo ou de minerais betuminosos crus (76,1%); minérios de cobre e seus concentrados (271,4%); minérios de níquel e seus concentrados (192,5%); além de pedra, areia e cascalho (38,3%).

Já em relação à indústria de transformação, destaque para o crescimento nas vendas de produtos semiacabados, lingotes e outras formas primárias de ferro ou aço (64,5%); açúcares e melaços (45,2%); obras de ferro ou aço e outros artigos de metais comuns (237,7%); celulose (22,9%); e alumina e óxido de alumínio (57,4%) – exceto corindo artificial.

A alta das exportações também contou com o crescimento nas vendas dos seguintes produtos agropecuários: soja (19%); algodão em bruto (69,3%); café não torrado (26,8%); milho não moído – exceto milho doce (32,3%) – e trigo e centeio não moídos (99%).

Importações no mês

Nas importações, a média diária até a segunda semana de março de 2021 (US$ 1,067 bilhão) ficou 61,8% acima da média de março do ano passado (US$ 659,81 milhões). No comparativo, aumentaram os gastos, principalmente, com agropecuária (10,1%) e com produtos da indústria de transformação (66,8%). Por outro lado, diminuíram as compras de produtos da indústria extrativista (-38,8%).

O aumento das importações foi puxado pelo crescimento nas compras de cacau em bruto ou torrado (65,8%); pescado inteiro vivo, morto ou refrigerado (37,2%); milho não moído, exceto milho doce (87%); soja (127,2%) e cevada não moída (56,3%), entre os produtos agropecuários.

Já na indústria de transformação, os destaques de alta nas importações foram, mais uma vez, as entradas de plataformas, embarcações e outras estruturas flutuantes (2.388,4%). Também subiram as importações de adubos ou fertilizantes químicos, exceto fertilizantes brutos (39,6%); equipamentos de telecomunicações, incluindo peças e acessórios (29,5%); medicamentos e produtos farmacêuticos, exceto veterinários (41,1%); e válvulas e tubos termiônicas, de cátodo frio ou foto-cátodo, diodos, transistores (25,9%).

Fonte: Ministério da Economia – ME

 


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O Ministério da Economia e o Ministério das Relações Exteriores Britânico (FCO) assinaram nesta terça-feira (20/8), em Brasília, Memorando de Entendimento (MoU) para projetos de cooperação em facilitação de comércio no âmbito do Prosperity Fund, o fundo interministerial do Reino Unido.
O Brasil vai receber até £ 20 milhões (cerca de R$ 100 milhões) do fundo para atuar em cinco frentes: inserção de micro, pequenas e médias empresas nas Cadeias Globais de Valor; maior eficiência dos portos; apoio da acessão do Brasil à Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Econômico (OCDE); além dos projetos de Propriedade Intelectual e de Regulação.

A assinatura do documento formalizou o compromisso das duas partes para trabalhar em conjunto. Pelo lado do Ministério da Economia, assinaram o secretário-executivo, Marcelo Guaranys, e o secretário especial de Comércio Exterior e Assuntos Internacionais, Marcos Troyjo. Da parte britânica, firmou o memorando o ministro do Departamento de Comércio Internacional do Reino Unido, Conor Burns.

Mais oportunidades

Brasil e Reino Unido assinam cooperação em facilitação de comércio
O Ministério da Economia e o Ministério das Relações Exteriores Britânico (FCO) assinaram nesta terça-feira (20/8), em Brasília, Memorando de Entendimento (MoU) para projetos de cooperação em facilitação de comércio no âmbito do Prosperity Fund, o fundo interministerial do Reino Unido.

O Brasil vai receber até £ 20 milhões (cerca de R$ 100 milhões) do fundo para atuar em cinco frentes: inserção de micro, pequenas e médias empresas nas Cadeias Globais de Valor; maior eficiência dos portos; apoio da acessão do Brasil à Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Econômico (OCDE); além dos projetos de Propriedade Intelectual e de Regulação.

A assinatura do documento formalizou o compromisso das duas partes para trabalhar em conjunto. Pelo lado do Ministério da Economia, assinaram o secretário-executivo, Marcelo Guaranys, e o secretário especial de Comércio Exterior e Assuntos Internacionais, Marcos Troyjo. Da parte britânica, firmou o memorando o ministro do Departamento de Comércio Internacional do Reino Unido, Conor Burns.

Mais oportunidades

O Ministério da Economia é um dos principais interlocutores do governo britânico para o Programa de Facilitação de Comércio, desenvolvido por vários órgãos públicos no Brasil. O objetivo é apoiar o desenvolvimento do país, aumentando a eficiência em operações de comércio exterior e criando oportunidades para um sistema de comércio mais inclusivo para empresas de diferentes portes.

A implementação da inserção internacional das empresas e a maior eficiência dos portos deverão começar em setembro deste ano. O projeto de Propriedade Intelectual está em fase de licitação e o projeto de Regulação encontra-se em fase de finalização do documento de escopo.

Com relação ao apoio à acessão do Brasil à OCDE, alguns projetos já se encontram em andamento. Em maio de 2019, o governo do Reino Unido e a OCDE assinaram Memorando de Entendimento, com o intuito de agilizar os projetos a serem executados pelo Secretariado da Organização.

Outros investimentos

O fundo britânico informou, ainda, que investirá em diversos setores, no Brasil, um total de £ 80 milhões (equivalentes a cerca de R$ 400 milhões) nas áreas de facilitação de comércio, ambiente de negócios, energia, cidades inteligentes, finanças verdes e saúde.

Esse valor é parte do £ 1,2 bilhão (aproximadamente R$ 6 bilhões) que o Prosperity Fund destinará até março de 2023 para impulsionar o crescimento econômico e o desenvolvimento sustentável de países em desenvolvimento.

Antes da assinatura, o ministro de Comércio Exterior do Reino Unido, Conor Burns, reuniu-se com o secretário especial Marcos Troyjo, no Ministério da Economia, para reafirmar a parceria chave bilateral e global com o Brasil.

Fonte: Ministério da Economia


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Com exportações de US$ 4,226 bilhões e importações de US$ 3,531 bilhões, a segunda semana de julho de 2019 teve superávit de US$ 696 milhões na balança comercial brasileira. No mês, o total dos embarques é de US$ 6,947 bilhões e as compras do exterior chegam a US$ 8,766 bilhões, com saldo positivo de US$ 1,819 bilhão. No ano, as exportações totalizam US$ 118,609 bilhões e as importações, US$ 90,714 bilhões, com saldo positivo de US$ 27,895 bilhões.

Análise da semana

A média das exportações da segunda semana de julho de 2019 (US$ 845,3 milhões) ficou 6,9% abaixo da média registrada na primeira semana do mês (US$ 908,0 milhões), em razão, principalmente, da queda nas exportações de produtos semimanufaturados (-49,6%, por conta de semimanufaturados de ferro/aço, açúcar de cana em bruto, ouro em formas semimanufaturadas, celulose, ferro-ligas) e manufaturados (-11,2%, em razão de gasolina, suco de laranja não congelado, óleos combustíveis, instrumentos e aparelhos de medida, fio-máquinas e barras de ferro/aço). Por outro lado, cresceram as vendas de produtos básicos (+10,3%, por conta de petróleo em bruto, minério de manganês, milho em grãos, soja em grãos, minério de ferro).

Nas importações, se compararmos a média da segunda semana, (US$ 706,2milhões) e a média da primeira semana de julho deste ano (US$ 683,2 milhões), houve aumento de 3,4%. A elevação pode ser explicada, principalmente, pelo aumento nos gastos com combustíveis e lubrificantes, equipamentos mecânicos, químicos orgânicos e inorgânicos, instrumentos médicos de ótica e precisão, cobre e obras.

Análise do mês

Nas exportações, comparadas as médias até a segunda semana deste mês (US$ 876,6 milhões) com a média diária de julho de 2018 (US$ 1,023 bilhão), houve queda de 14,4%, em razão da diminuição nas vendas de produtos: básicos (-18,5%, por conta de petróleo em bruto, minério de cobre, soja em grãos, farelo de soja, carne bovina e de frango) e produtos manufaturados (-11,0%, por conta de partes de motores e turbinas para aviação, tratores, veículos de carga, óleos combustíveis, automóveis de passageiros). Por outro lado, aumentaram as vendas de produtos semimanufaturados (+5,1%, por conta de zinco em bruto, alumínio em bruto, catodos de cobre, ouro em formas semimanufaturadas, açúcar de cana em bruto). Em relação a junho de 2019, houve queda de 7,6%, em virtude da diminuição nas vendas de produtos semimanufaturados (-11,1%), manufaturados (-7,7%) e básicos (-6,6%).

Nas importações, a média diária até a segunda semana de julho de 2019 (US$ 694,7 milhões) ficou 18,1% abaixo da média de julho/2018 (US$ 847,8 milhões). Nesse comparativo, reduziram os gastos, principalmente, com cobre e obras (-24,0%), cereais e produtos da indústria de moagem (-22,6%), veículos automóveis e partes (-21,7%), siderúrgicos (-18,3%) e combustíveis e lubrificantes (-3,0%). Ante junho/2019, houve crescimento nas importações de 1,3%, pelo aumento em aeronaves e peças (+68,7%), farmacêuticos (+27,7%), instrumentos médicos de ótica e precisão (+9,7%), combustíveis e lubrificantes (+8,6%) e químicos orgânicos e inorgânicos (+3,3%).

Fonte: Ministério da Economia


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Ministro participou de reunião no Palácio do Planalto com Michel Temer e Mauricio Macri

O ministro Marcos Pereira participou nesta terça-feira de reunião no Palácio do Planalto, com o presidente Michel Temer e o presidente da Argentina, Mauricio Macri. Durante o encontro, o ministro fez um relato das ações em curso para intensificar o comércio entre os dois países.

“Estamos apostando na construção de pontes entre Brasil e Argentina, pois temos à nossa frente o desafio da retomada dos fluxos de comércio e investimentos entre os nossos países”, disse o ministro. “O Brasil compreende que a Argentina é um parceiro estratégico e por isso valorizamos o diálogo e a concertação bilateral”, completou.

Marcos Pereira utilizou os resultados da III reunião da Comissão Bilateral de Produção e Comércio, realizada no MDIC na semana passada, para demonstrar o novo momento das relações entre os países. O encontro contou com a presença de uma delegação com cerca de 50 representantes argentinos.

“Estamos vivendo um momento sem precedentes na história recente do relacionamento dos nossos países, considerando o nível de engajamento e o foco em resultados que demonstraram as nossas equipes nas reuniões”, afirmou. O sucesso da rodada também foi destacado pelo presidente Michel Temer. “Ficou claro que não existem tabus na relação entre Brasil e Argentina. Nessa reunião, nós buscamos resultados concretos”, disse.

Marcos Pereira destacou que o empenho dos governos brasileiro e argentino em intensificar o comércio bilateral começa a gerar os primeiros resultados. “Para exemplificar, menciono que, em janeiro deste ano, as exportações brasileiras para a Argentina cresceram 14,1% e as importações brasileiras de produtos argentinos aumentaram 27,1%. Esses aumentos nos dão uma boa perspectiva de retomada do comércio em função do aumento da atividade das economias dos dois países”.

O ministro disse que, com intuito de efetivamente avançar em uma relação bilateral institucionalizada e previsível, Michel Temer e Mauricio Macri receberão informes trimestrais sobre os progressos obtidos pelas equipes técnicas dos dois países. Todas decisões e as próximas etapas do processo de aproximação entre Brasil e Argentina serão consolidadas em um documento, conforme o Plano de Ação Brasil-Argentina assinado hoje por Temer e Macri. “Não haverá dispersão. Temos que reduzir, ao mínimo, as barreiras técnicas, sanitárias e fitossanitárias”, afirmou o presidente Temer.

Os presidentes assinaram também carta dirigida ao presidente do Banco Interamericano de Desenvolvimento (BID), Luis Alberto Moreno, na qual solicitam apoio na elaboração de estudos para desenvolvimento de mecanismo de convergência e harmonização de normas. A proposta é, no futuro, constituir uma agência binacional. “Concordamos que é preciso aproveitar a atual convergência entre os dois países em favor de brasileiros e argentinos”, defendeu Temer.

Próximos passos

Brasil e Argentina querem avançar nas negociações do Protocolo de Cooperação e Facilitação de Investimentos e do novo Protocolo de Compras Públicas do Mercosul, com vistas à conclusão dos textos desses instrumentos ainda durante este ano. “Diante de um mundo de tantas e tamanhas incertezas, a resposta do Brasil e da Argentina é mais e mais cooperação e integração”, afirmou Michel Temer.

Em relação ao Mercosul, Marcos Pereira ressaltou que é fundamental realizar a integração plena do Mercosul aos fluxos internacionais de comércio, por meio da assinatura de acordos comerciais abrangentes e relevantes. Outra meta será a integração entre países da América Latina e México e as relações entre Mercosul e Aliança do Pacífico.

“Coincidimos em estabelecer mecanismo de coordenação das negociações em busca de um acordo equilibrado, ambicioso e mutuamente benéfico entre Mercosul e União Europeia. Além disso, pudemos reafirmar o nosso compromisso com a intensificação das negociações comerciais do Mercosul com o Canadá, a Associação Europeia de Livre Comércio (EFTA), Índia e SACU, ademais de engajarmos na prospecção de novas frentes negociadoras com países em desenvolvimento”.

Fonte: MDIC

A D-Log atua a mais de 20 anos com exportação e importação. Somos um operador multimodal e agente de carga nacional e agente de carga internacional com o expertise na área de Transporte Aéreo, Rodoviário, Marítimo e Desembaraço Aduaneiro. Atuamos em São Paulo, Rio Grande do Sul, Santos e em todo o Brasil, além de diversos países em todos os continentes.


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No mês, saldo foi recorde de US$ 4,8 bilhões. No acumulado do ano, superávit é de 43,3 bilhões, melhor resultado da série histórica iniciada em 1989.

Em novembro, com exportações de US$ 16,220 bilhões, as vendas externas brasileiras apresentaram crescimento de 17,5% sobre o mesmo mês de 2015. Na comparação com outubro deste ano, o crescimento foi de 18,2%. Segundo o secretário de Comercio Exterior, Abrão Neto, produtos como automóveis, minério de ferro, petróleo e plataformas de petróleo foram os responsáveis pelo crescimento das exportações.

No último mês, as exportações superaram as importações em US$ 4,758 bilhões, melhor resultado para meses de novembro desde que foi iniciada a série histórica. Em 2015, o superávit de novembro havia sido de US$ 1,198 bilhão.

No mês, as importações foram de US$ 11,463 bilhões (queda de 9,1% em relação a novembro de 2015, e aumento de 0,8% sobre outubro de 2016). Já a corrente de comércio chegou a US$ 27,683 bilhões, o que representou crescimento de 4,8% em relação a novembro de 2015. No período analisado, as exportações por fator agregado alcançaram os seguintes valores: manufaturados (US$ 7,901 bilhões, com crescimento de 41,8% em relação ao mesmo período de 2015), básicos (US$ 5,540 bilhões; -5,5%) e semimanufaturados (US$ 2,444 bilhões;21,3%).

Abrão Neto destacou o aumento médio de 8,5% nos preços dos produtos exportados em novembro. Também houve crescimento de 8,3% nas quantidades embarcadas. A comparação é com novembro do ano passado. Do lado das importações, houve queda tanto nos preços (-2,9%) quanto nas quantidades (-6,4%).

Produtos

Entre os manufaturados, na comparação com novembro de 2015, cresceram as vendas de açúcar refinado (+109,2%), automóveis de passageiros (+85%), motores e geradores elétricos (+39,7%), veículos de carga (+35,2%) e óxidos/hidróxidos de alumínio (+27,8%),. No grupo dos semimanufaturados, destaque para as vendas de semimanufaturados de ferro e aço (+87%), açúcar em bruto (+45,6%), madeira serrada (+37,4%) e ferro fundido (+25,8%). Entre os básicos, houve incremento nos embarques de fumo em folhas (+73,1%), petróleo em bruto (+72,9%), minério de cobre (+52,6%) e minério de ferro (+37%).

Do lado das importações, caíram as compras de combustíveis e lubrificantes (-46,9%), bens de capital (-22,4%) e bens de consumo (-0,8%), enquanto que cresceram as compras de bens intermediários (+1,2%).

Acumulado do ano

Em novembro, o superávit comercial acumulado no ano chegou a US$ 43,282 bilhões, valor recorde para o período registrado desde o início da série histórica, iniciada em 1989. Nos onze meses do ano, as empresas brasileiras exportaram US$ 169,307 bilhões, valor 3,3% menor que o verificado em 2015 se considerada a média diária – US$ 739,3 milhões em 2016 contra US$ 767,4 milhões em 2015. As importações somaram US$ 126,025 bilhões, uma queda de 22% também pela média diária (US$ 550,3 milhões em 2016 e US$ 705,7). De janeiro a novembro, a corrente de comércio alcançou US$ 295,332 bilhões, representando queda de 12,3% sobre o mesmo período de 2015 (US$ 335,257 bilhões).

De janeiro a novembro de 2016, em relação ao mesmo período de 2015, cresceram as vendas de semimanufaturados (+5%) e manufaturados (+2,1%). Na mesma comparação, as vendas de produtos básicos tiveram retração (9,6%). Entre os semimanufaturados, os maiores aumentos ocorreram nas vendas de açúcar em bruto (+40,4%), ouro em forma semimanufaturada (+28,4%) e madeira serrada (+15,8%). No grupo dos manufaturados, houve crescimento de plataforma para extração de petróleo (+222,7%), automóveis de passageiros (+38,2%), veículos de carga (+25,1%), açúcar refinado (+22,7%), tubos flexíveis de ferro/aço (+20,9%), e aviões (+14,7%).

Com relação à exportação de produtos básicos, houve diminuição de receita de: café em grão (-15,9%), petróleo em bruto (-14,3%) e farelo de soja (-11,7%), principalmente. Por outro lado, aumentaram os embarques de carne suína (+13,7%) e algodão em bruto (+3,2%).

Nas importações, no período em análise, houve queda em combustíveis e lubrificantes (-44,9%), bens de capital (-22,0%), bens de consumo (-21,8%) e bens intermediários (-17,2%).

Conta Petróleo

Em novembro, a conta petróleo brasileira registrou superávit de US$ 531 milhões. Esse foi o quarto mês consecutivo com registro de saldo positivo, sendo que no ano foram seis meses no azul. Na avaliação do secretário de Comércio Exterior do MDIC, Abrão Neto, com esses resultados, pela primeira vez na história, “há a perspectiva de encerramento do ano com um superávit da conta petróleo”, disse. No acumulado do ano, o saldo está positivo em US$ 416 milhões. “Considerando o petróleo bruto, importante destacar que temos registrado aumento nas quantidades exportadas e redução nos volumes importados”, explicou. Segundo Neto, esse fato reflete o aumento da produção nacional e também o desaquecimento da economia, que vem consumindo menos produtos importados.

Fonte: MDIC

 

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