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Ministro participou de reunião no Palácio do Planalto com Michel Temer e Mauricio Macri

O ministro Marcos Pereira participou nesta terça-feira de reunião no Palácio do Planalto, com o presidente Michel Temer e o presidente da Argentina, Mauricio Macri. Durante o encontro, o ministro fez um relato das ações em curso para intensificar o comércio entre os dois países.

“Estamos apostando na construção de pontes entre Brasil e Argentina, pois temos à nossa frente o desafio da retomada dos fluxos de comércio e investimentos entre os nossos países”, disse o ministro. “O Brasil compreende que a Argentina é um parceiro estratégico e por isso valorizamos o diálogo e a concertação bilateral”, completou.

Marcos Pereira utilizou os resultados da III reunião da Comissão Bilateral de Produção e Comércio, realizada no MDIC na semana passada, para demonstrar o novo momento das relações entre os países. O encontro contou com a presença de uma delegação com cerca de 50 representantes argentinos.

“Estamos vivendo um momento sem precedentes na história recente do relacionamento dos nossos países, considerando o nível de engajamento e o foco em resultados que demonstraram as nossas equipes nas reuniões”, afirmou. O sucesso da rodada também foi destacado pelo presidente Michel Temer. “Ficou claro que não existem tabus na relação entre Brasil e Argentina. Nessa reunião, nós buscamos resultados concretos”, disse.

Marcos Pereira destacou que o empenho dos governos brasileiro e argentino em intensificar o comércio bilateral começa a gerar os primeiros resultados. “Para exemplificar, menciono que, em janeiro deste ano, as exportações brasileiras para a Argentina cresceram 14,1% e as importações brasileiras de produtos argentinos aumentaram 27,1%. Esses aumentos nos dão uma boa perspectiva de retomada do comércio em função do aumento da atividade das economias dos dois países”.

O ministro disse que, com intuito de efetivamente avançar em uma relação bilateral institucionalizada e previsível, Michel Temer e Mauricio Macri receberão informes trimestrais sobre os progressos obtidos pelas equipes técnicas dos dois países. Todas decisões e as próximas etapas do processo de aproximação entre Brasil e Argentina serão consolidadas em um documento, conforme o Plano de Ação Brasil-Argentina assinado hoje por Temer e Macri. “Não haverá dispersão. Temos que reduzir, ao mínimo, as barreiras técnicas, sanitárias e fitossanitárias”, afirmou o presidente Temer.

Os presidentes assinaram também carta dirigida ao presidente do Banco Interamericano de Desenvolvimento (BID), Luis Alberto Moreno, na qual solicitam apoio na elaboração de estudos para desenvolvimento de mecanismo de convergência e harmonização de normas. A proposta é, no futuro, constituir uma agência binacional. “Concordamos que é preciso aproveitar a atual convergência entre os dois países em favor de brasileiros e argentinos”, defendeu Temer.

Próximos passos

Brasil e Argentina querem avançar nas negociações do Protocolo de Cooperação e Facilitação de Investimentos e do novo Protocolo de Compras Públicas do Mercosul, com vistas à conclusão dos textos desses instrumentos ainda durante este ano. “Diante de um mundo de tantas e tamanhas incertezas, a resposta do Brasil e da Argentina é mais e mais cooperação e integração”, afirmou Michel Temer.

Em relação ao Mercosul, Marcos Pereira ressaltou que é fundamental realizar a integração plena do Mercosul aos fluxos internacionais de comércio, por meio da assinatura de acordos comerciais abrangentes e relevantes. Outra meta será a integração entre países da América Latina e México e as relações entre Mercosul e Aliança do Pacífico.

“Coincidimos em estabelecer mecanismo de coordenação das negociações em busca de um acordo equilibrado, ambicioso e mutuamente benéfico entre Mercosul e União Europeia. Além disso, pudemos reafirmar o nosso compromisso com a intensificação das negociações comerciais do Mercosul com o Canadá, a Associação Europeia de Livre Comércio (EFTA), Índia e SACU, ademais de engajarmos na prospecção de novas frentes negociadoras com países em desenvolvimento”.

Fonte: MDIC

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No mês, saldo foi recorde de US$ 4,8 bilhões. No acumulado do ano, superávit é de 43,3 bilhões, melhor resultado da série histórica iniciada em 1989.

Em novembro, com exportações de US$ 16,220 bilhões, as vendas externas brasileiras apresentaram crescimento de 17,5% sobre o mesmo mês de 2015. Na comparação com outubro deste ano, o crescimento foi de 18,2%. Segundo o secretário de Comercio Exterior, Abrão Neto, produtos como automóveis, minério de ferro, petróleo e plataformas de petróleo foram os responsáveis pelo crescimento das exportações.

No último mês, as exportações superaram as importações em US$ 4,758 bilhões, melhor resultado para meses de novembro desde que foi iniciada a série histórica. Em 2015, o superávit de novembro havia sido de US$ 1,198 bilhão.

No mês, as importações foram de US$ 11,463 bilhões (queda de 9,1% em relação a novembro de 2015, e aumento de 0,8% sobre outubro de 2016). Já a corrente de comércio chegou a US$ 27,683 bilhões, o que representou crescimento de 4,8% em relação a novembro de 2015. No período analisado, as exportações por fator agregado alcançaram os seguintes valores: manufaturados (US$ 7,901 bilhões, com crescimento de 41,8% em relação ao mesmo período de 2015), básicos (US$ 5,540 bilhões; -5,5%) e semimanufaturados (US$ 2,444 bilhões;21,3%).

Abrão Neto destacou o aumento médio de 8,5% nos preços dos produtos exportados em novembro. Também houve crescimento de 8,3% nas quantidades embarcadas. A comparação é com novembro do ano passado. Do lado das importações, houve queda tanto nos preços (-2,9%) quanto nas quantidades (-6,4%).

Produtos

Entre os manufaturados, na comparação com novembro de 2015, cresceram as vendas de açúcar refinado (+109,2%), automóveis de passageiros (+85%), motores e geradores elétricos (+39,7%), veículos de carga (+35,2%) e óxidos/hidróxidos de alumínio (+27,8%),. No grupo dos semimanufaturados, destaque para as vendas de semimanufaturados de ferro e aço (+87%), açúcar em bruto (+45,6%), madeira serrada (+37,4%) e ferro fundido (+25,8%). Entre os básicos, houve incremento nos embarques de fumo em folhas (+73,1%), petróleo em bruto (+72,9%), minério de cobre (+52,6%) e minério de ferro (+37%).

Do lado das importações, caíram as compras de combustíveis e lubrificantes (-46,9%), bens de capital (-22,4%) e bens de consumo (-0,8%), enquanto que cresceram as compras de bens intermediários (+1,2%).

Acumulado do ano

Em novembro, o superávit comercial acumulado no ano chegou a US$ 43,282 bilhões, valor recorde para o período registrado desde o início da série histórica, iniciada em 1989. Nos onze meses do ano, as empresas brasileiras exportaram US$ 169,307 bilhões, valor 3,3% menor que o verificado em 2015 se considerada a média diária – US$ 739,3 milhões em 2016 contra US$ 767,4 milhões em 2015. As importações somaram US$ 126,025 bilhões, uma queda de 22% também pela média diária (US$ 550,3 milhões em 2016 e US$ 705,7). De janeiro a novembro, a corrente de comércio alcançou US$ 295,332 bilhões, representando queda de 12,3% sobre o mesmo período de 2015 (US$ 335,257 bilhões).

De janeiro a novembro de 2016, em relação ao mesmo período de 2015, cresceram as vendas de semimanufaturados (+5%) e manufaturados (+2,1%). Na mesma comparação, as vendas de produtos básicos tiveram retração (9,6%). Entre os semimanufaturados, os maiores aumentos ocorreram nas vendas de açúcar em bruto (+40,4%), ouro em forma semimanufaturada (+28,4%) e madeira serrada (+15,8%). No grupo dos manufaturados, houve crescimento de plataforma para extração de petróleo (+222,7%), automóveis de passageiros (+38,2%), veículos de carga (+25,1%), açúcar refinado (+22,7%), tubos flexíveis de ferro/aço (+20,9%), e aviões (+14,7%).

Com relação à exportação de produtos básicos, houve diminuição de receita de: café em grão (-15,9%), petróleo em bruto (-14,3%) e farelo de soja (-11,7%), principalmente. Por outro lado, aumentaram os embarques de carne suína (+13,7%) e algodão em bruto (+3,2%).

Nas importações, no período em análise, houve queda em combustíveis e lubrificantes (-44,9%), bens de capital (-22,0%), bens de consumo (-21,8%) e bens intermediários (-17,2%).

Conta Petróleo

Em novembro, a conta petróleo brasileira registrou superávit de US$ 531 milhões. Esse foi o quarto mês consecutivo com registro de saldo positivo, sendo que no ano foram seis meses no azul. Na avaliação do secretário de Comércio Exterior do MDIC, Abrão Neto, com esses resultados, pela primeira vez na história, “há a perspectiva de encerramento do ano com um superávit da conta petróleo”, disse. No acumulado do ano, o saldo está positivo em US$ 416 milhões. “Considerando o petróleo bruto, importante destacar que temos registrado aumento nas quantidades exportadas e redução nos volumes importados”, explicou. Segundo Neto, esse fato reflete o aumento da produção nacional e também o desaquecimento da economia, que vem consumindo menos produtos importados.

Fonte: MDIC

 

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