somos-sobe-53-na-bolsa-apos-ser-comprada-pela-kroton-1200x518.jpg

D-Log conquista selo de Eficiência Logística - Na última semana, a Petrobras realizou dois leilões para a exploração do petróleo da camada pré-sal. No dia 6, foram leiloados os volumes excedentes da cessão onerosa. Dois dos quatro blocos oferecidos foram arrematados, e não houve propostas para os demais. Apesar de o governo ter previsto arrecadação de R$ 106,5 bilhões, os R$ 69,96 bilhões conquistados representam o maior valor levantado no mundo em um leilão do setor de petróleo. A Petrobras fez oferta única e ficou com os dois blocos. O maior deles, de Búzios, será explorado em consórcio com as chinesas CNODC Brasil e CNOOC Petroleum. O outro bloco, de Itaipu, será explorado apenas pela empresa brasileira. Já no dia 7, houve novo leilão – desta vez, no modelo tradicional de partilha.

Agente de Carga - A Petrobras, em parceria com a CNODC, levou o bloco de Aram, na Bacia de Santos, oferecendo R$ 5,05 bilhões. Mas, afinal, o que isso significa para a economia do país e qual o melhor modelo para a exploração de petróleo? O Instituto Millenium conversou com o economista Adriano Pires, presidente do Centro Brasileiro de Infraestrutura (CBIE). Ouça!

Dietrich Logistics - Adriano Pires acredita que os leilões provaram, mais uma vez, que o modelo ideal para a exploração da camada pré-sal do petróleo é o da concessão, e não o da partilha – adotado, de acordo com ele, dentro de uma lógica política, e não econômica. “O governo do PT transformou o pré-sal em um projeto político, esperando influência política e econômica. Eu sou favorável a acabar com esse modelo, que nunca deveria ter existido. A concessão, que foi sucesso até quando o governo anunciou o pré-sal, satisfaz plenamente”, avaliou.

Road Transportation - Leia mais de Adriano Pires
Dois leilões, duas histórias e o fim da partilha
Precisamos acabar com a partilha

Contato D-Log - Pires explicou as diferenças entre os dois modelos, e destacou que a concessão é mais simples e permite melhor fiscalização. “Na concessão, o bônus de assinatura tem um lance mínimo e ganha o campo quem dá o maior valor. Como há um lance mínimo, é a análise de mercado que dá o preço. Na partilha, o bônus é fixado pelo governo, e quem ganha o leilão é quem dá o maior excedente de óleo para a União. Para criar esse critério, o governo acabou inventando uma estatal nova, que é a PPSA, e o pior: essa empresa participa do comitê gestor do campo, podendo sentar na cadeira com quem comprou o direito ao óleo e até vetar um plano de investimentos. Isso é muito ruim, pois representa a intervenção de uma estatal que não ganhou dinheiro nenhum. Na concessão, quanto maior o volume de produção, mais a empresa paga royalties e participação de excedente de óleo”, disse, destacando que a concessão é o modelo preferido dos países mais desenvolvidos.

Termos e Procedimentos - No entanto, o economista acredita que é preciso estudar bem como será feita essa mudança. O receio se dá porque o novo modelo de concessão provavelmente virá acompanhado de um embate político entre os Estados, por conta da distribuição dos recursos. “O Brasil tem pressa com os leilões, porque o petróleo vai ficar cada vez mais em desuso. Se a gente entrar em discussão, corremos o risco de não fazer nenhum leilão no ano que vem, o que seria uma tragédia. A minha sugestão é usar o atual modelo de concessões e discutir a redistribuição da verba entre os Estados quando vier o novo pacto federativo e a reforma tributária”, disse.

Multimodal Logistics Operator Brazil - Os resultados dos leilões

Road Transportation - Pires destacou que o leilão da cessão onerosa teve o objetivo de corrigir políticas públicas equivocadas que foram adotadas durante o governo do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva. “Este leilão existiu para corrigir mais uma ‘barbeiragem’ feita pelo governo do PT em 2010, quando a cessão onerosa foi criada com o discurso mentiroso de que a Petrobras seria capitalizada, quando, na verdade, o objetivo não foi esse, e sim tentar fechar as contas fiscais do governo naquele ano”, disse, explicando o dano causado. “Se criou um problema, porque foram dados R$ 5 bilhões de reservas para a Petrobras em ações e o barril de reserva foi valorado em US$ 8,06. Ficou acordado que, quando a Petrobras declarasse a comercialidade, haveria um encontro de contas (ou seja, quando as duas partes analisam créditos e débitos) entre a Petrobras e o governo. Isso demorou muito e, quando a empresa foi atrás, descobriu R$ 15 bilhões. O contrato foi muito mal feito e levava à dúvidas se a Petrobras era credora ou devedora, e só neste ano chegou-se à conclusão de que a Petrobras deveria receber R$ 9 bilhões”.

Parceiros - Por conta desta característica de redução de danos, o presidente do Centro Brasileiro de Infraestrutura considerou o leilão da cessão onerosa um sucesso, por conta das circunstâncias. “Houve três aspectos que afastaram os investidores: o bônus de R$ 106,5 bilhões foi elevado demais para as empresas estrangeiras, que têm grande disciplina de capital; como a Petrobras produz nestes campos, quem comprasse nestas áreas teria que ressarcir a empresa, e isso causou medo, porque havia grande risco; e uma overdose de leilões. Por isso, a cessão onerosa acabou sendo um leilão de sucesso, porque o governo recolheu quase R$ 70 bilhões, que é um número gigantesco”, disse, destacando que o mais importante foi corrigir os erros da política pública adotada nas gestões petistas.

Transporte de Carga Aérea - O segundo leilão, do dia 7, foi no modelo mais tradicional, de partilha. De acordo com Adriano Pires, também houve obstáculos que impediram melhor resultado. “A calibragem do bônus de assinatura e o lucro-óleo foram muito elevados, pois o governo queria resolver o problema fiscal através do leilão. Essa overdose de leilões também ajudou a diminuir os ganhos. Além disso, quando acabou o leilão da cessão onerosa, o ministro das Minas e Energia e o presidente da ANP foram à imprensa criticar o modelo de partilha, que não faria mais sentido. Isso enfraqueceu o leilão do dia seguinte. As empresas pensaram que, se o governo quer mudar o modelo, é melhor esperar as novas regras do jogo”, disse.

Fonte: https://exame.abril.com.br/blog/instituto-millenium/modelo-ideal-para-petroleo-e-o-de-concessao-afirma-adriano-pires/


somos-sobe-53-na-bolsa-apos-ser-comprada-pela-kroton-1200x518.jpg

Trabalhe na D-Log - O presidente Jair Bolsonaro apresentou o advogado-geral da União André Mendonça, como pastor ao público que o aguardava na saída do Palácio da Alvorada na manhã desta quarta-feira, 13. “Ele vai fazer uma oração pelo nosso Brasil e por todos nós, tá ok?”, avisou o presidente, momentos após ter perguntando se havia algum evangélico entre as pessoas que o aplaudiam na grade.

Transporte de Perecíveis - “Obrigado pela missão que vocês me deram, por estar aqui. A gente vai fazer o possível com essa equipe maravilhosa”, disse Bolsonaro, que, além de Mendonça, também estava acompanhado por Roberto Campos, presidente do Banco Central, e Paulo Guedes, ministro da Economia.

Site desenvolvido pela Lima & Santana Propaganda - Durante a oração, Mendonça, que é pastor da Igreja Presbiteriana agradeceu pela vida, pelo País e “por essas mulheres”, em referência ao público majoritariamente feminino na saída do Alvorada, que chamou o presidente de “leão”, em alusão ao vídeo postado por ele – e depois apagado – nas redes sociais. “Que o senhor traga justiça, paz e prosperidade. Em nome de Jesus”, finalizou o advogado-geral da União.

Ministro ‘terrivelmente evangélico’ no STF

Cotação - Em 10 de julho, após o Supremo Tribunal Federal ter equiparado a discriminação com base em orientação sexual e identidade de gênero ao crime de racismo, Bolsonaro afirmou que indicaria para a Corte um novo ministro “terrivelmente evangélico”. Cinco dias depois, ele usou o mesmo termo para referir-se a André Mendonça, durante evento na Câmara dos Deputados.

Transporte Aéreo de Animais - Dentre as pautas já defendidas por Mendonça, estão a realização de operações policiais em universidades públicas, a prisão após condenação em segunda instância e uma apuração sobre o depoimento do porteiro nas investigações da execução de Marielle Franco. É dele também o estudo de um projeto que visa posicionamento mais incisivo do governo contra a suposta “ideologia de gênero” nas escolas.

Fonte: https://exame.abril.com.br/brasil/apresentado-como-pastor-advogado-geral-da-uniao-faz-oracao-na-alvorada/


WhatsApp-Image-2019-11-13-at-12.38.33.jpeg

A movimentação de contêineres no Porto de Paranaguá aumentou 15%. De janeiro a outubro deste ano, 726.393 unidades (TEUs) chegaram e saíram pelo terminal paranaense. No mesmo período, em 2018, foram 633.710.

De acordo com o diretor de Operações da empresa pública Portos do Paraná, Luiz Teixeira da Silva Júnior, a demanda do setor produtivo do Estado e as boas condições operacionais do Terminal de Contêineres de Paranaguá contribuem para esse crescimento nas movimentações no segmento. “Dia a dia, com novos investimentos, o terminal vem se aparelhando para receber a demanda do Estado e da região de influência dos Portos do Paraná”, diz Teixeira.

COMÉRCIO – No sentido importação, foram 365.786 TEUs movimentados, 16% a mais que os 316.125 importados no ano passado, nos primeiros dez meses. Outras 360.607 unidades saíram do porto com carga, um crescimento 14% na comparação com as 312.585 unidades exportadas no mesmo período de 2018.

O produto exportado em maior volume, em contêineres, é a carne de frango. Segundo a Divisão de Estatística da Diretoria de Operações da Portos do Paraná, 1,76 milhão de toneladas saíram pelo terminal de janeiro a outubro desse ano, quantidade 9% superior à movimentada no ano passado (1,62 milhão de toneladas).

“O Terminal de Contêineres de Paranaguá possui uma das maiores infraestruturas para contêineres frigorificados. E o Estado do Paraná é o principal produtor de frango do Brasil. Esta combinação possibilita que essa demanda seja direcionada ao nosso porto”, explica o diretor.

Mais da metade, 64,2%, do frango exportado, tem o Paraná como principal origem, seguido dos estados de Mato Grosso do Sul, Goiás e Santa Catarina. Os principais destinos da carne das aves exportadas pelo terminal paranaense são, respectivamente, China, Japão, Emirados Árabes, Arábia Saudita e Hong Kong.

CARNE – Apesar de ser movimentada em menor volume – de janeiro a outubro deste este ano foram 255.633 toneladas – as exportações da carne em contêineres registram aumento de 41%, em relação às 181.017 toneladas exportadas no ano passado.

A carne de boi exportada por Paranaguá vem, principalmente, do Mato Grosso, Minas, Mato Grosso do Sul, São Paulo e Paraná. Os principais destinos são a China, Hong Kong, Egito, Irã e Emirados Árabes.

MOVIMENTO – O total de cargas que passou pelos Portos do Paraná, nos dois sentidos, exportação e importação, já soma 44,7 milhões de toneladas nesses dez meses. O volume é 0,6% maior que o registrado no mesmo período do ano passado.

Apenas de carga geral, segmento dos contêineres e outras, foram 9,36 milhões de toneladas movimentadas de janeiro a outubro, este ano. O volume é 7% maior que o registrado em 2018 (8,74 milhões).

Nos demais segmentos, o movimento de granéis sólidos chegou a 29,6 milhões de toneladas, volume quase igual ao registrado no ano passado, e 5,7 milhões de toneladas dos granéis líquidos, 5% menos que o registrado em 2018.

Fonte: A Tribuna


somos-sobe-53-na-bolsa-apos-ser-comprada-pela-kroton-1200x518.jpg

Rodoviário - São Paulo — A Caixa Econômica Federal anunciou, nesta terça-feira (12), a redução da taxa de juros do cheque especial de 8,99% para 4,99% ao mês.

Aéreo - “A Caixa devolve à sociedade, e em especial aos mais humildes, os resultados recordes que teve, [com] redução para abaixo de 5% [a taxa do cheque especial]. É um banco preocupado com a igualdade, com a distribuição de renda. Isso é absolutamente matemático e meritocrático”, disse o presidente do banco, Pedro Guimarães.

Trabalhe na D-Log - Esse juros de 4,99% ainda é extremamente elevado. Nós continuamos automaticamente estudando a contínua melhora econômica do Brasil, e poderemos continuar abaixando, mas a eventual piora também leva ao aumento”, disse Guimarães.

Agente de Carga - A Caixa anunciou ainda uma nova linha de crédito imobiliário indexado ao IPCA, com taxas a partir de 2,95% ao ano mais o IPCA, representando uma parcela 40% menor em relação ao financiamento indexado à TR.

Balanço

Rodoviário - O lucro líquido da Caixa Econômica Federal cresceu 66,7% no terceiro trimestre do ano em comparação com o mesmo período de 2018. Segundo o balanço do terceiro trimestre do banco divulgado hoje (12), o lucro líquido chegou a R$ 8 bilhões. Na comparação com o segundo trimestre, o lucro líquido teve alta de 90,6%, quando foi registrado lucro de R$ 4,212 bilhões.

Site desenvolvido pela Lima & Santana Propaganda - A Caixa ainda anunciou que mais de mil novos pontos de atendimento serão abertos até março de 2020.

Fonte: https://exame.abril.com.br/seu-dinheiro/caixa-reduz-para-499-a-taxa-de-juros-do-cheque-especial/


somos-sobe-53-na-bolsa-apos-ser-comprada-pela-kroton-1200x518.jpg

Cotação - São Paulo — O Magazine Luiza está fazendo o maior investimento da história em uma única campanha de marketing, voltada para Black Friday. Às 22h30 do dia 28 de novembro, a quinta-feira que antecede a data da megaliquidação, a rede coloca no ar um show ao vivo de duas horas no canal Multishow, da TV paga.

Transporte de Carga Aérea - O show vai mesclar entretenimento e venda para ampliar a comercialização de cerca de 12 milhões de itens disponíveis para compra no aplicativo da empresa. Destes, um milhão de produtos foram negociados com fornecedores para serem ofertados com desconto de até 80% na Black Friday deste ano.

Companhia - A rede não revela a cifra investida na campanha de marketing. Só diz que o desembolso é o triplo do que gastou na mesma data do ano passado.

Agente de Carga - Batizado de “Black das Black”, o show será comandado pelo apresentador Luciano Huck. Com a participação de cantores, humoristas e influenciadores digitais, as barganhas da Black Friday serão oferecidas ao telespectador de forma lúdica, por meio de competições e brincadeiras entre os artistas. Dependendo de quem vence o jogo, por exemplo, o produto terá um determinado desconto.

Air Freight - Os artistas também farão apresentações. E, nesse meio de tempo, o consumidor que já baixou o aplicativo da empresa no celular, poderá comprar os produtos. “Não vamos só fazer a venda de balcão, mas apresentar as ofertas de forma contextualizada”, diz Ana Paula Rodrigues, diretora de marketing. Ela frisa que a estratégia da marca Magalu é fazer a transformação digital do consumidor.

Solteiros

Transporte Aéreo de Animais - Segundo a executiva, esse formato de campanha num canal de TV fechada é inédito no Brasil. A inspiração veio do outro lado do mundo. No Dia dos Solteiros, a megaliquidação celebrada hoje na China, o Alibaba, gigante do comércio online do país, promove eventos semelhantes para engajar o consumidor e vender mais.

Rodoviário - Hoje, 14 milhões de pessoas por mês usam o aplicativo do Magalu. A empresa não revela quais são as metas para conquistar novos usuários. Atualmente o comércio online responde por quase 50% das vendas da companhia.

D-Log conquista selo de Eficiência Logística - Dias antes do show, Ana Paula conta, serão feitas chamadas de 10 a 15 segundos em todos os canais da Globosat, no YouTube, no Facebook e na Globo, incentivando o consumidor a baixar o app da empresa para poder comprar com desconto. As informações são do jornal O Estado de S. Paulo.

Fonte: https://exame.abril.com.br/marketing/magalu-investe-pesado-na-black-friday-com-show-ao-vivo-de-2h-na-tv/


somos-sobe-53-na-bolsa-apos-ser-comprada-pela-kroton-1200x518.jpg

Operador Logístico - São Paulo – Um herói à brasileira. É assim que a HBO vai levar ao público a história de Santos Dumont, famoso inventor que ganhou a alcunha de ‘Pai da Aviação’ (apesar de a história dar o crédito aos irmãos Wright). A série nacional Santos Dumont, que faz um resgate histórico do Brasil na reta final da escravidão, estreia neste domingo, 10, às 21h, e vai revelar o lado mais humano do ícone brasileiro, mostrando seus erros, tentativas e, obviamente, acertos.

Serviços - Aliás, essa é a tônica desse novo projeto: como tornar o icônico aviador em alguém de carne e osso. “Desde o princípio, o aspecto mais interessante nesta produção é que nós sempre tentamos humanizar ao máximo o personagem”, explica João Pedro Zappa, ator que interpreta nas telas o famoso Alberto Santos Dumont, durante entrevista ao jornal O Estado de S. Paulo.

Customs Clearance - “Não é muito difícil construir a personalidade de um herói, daquela pessoa que nunca erra. Porém, eu acredito que, no caso dos trabalhos biográficos, o mais relevante é mostrar essa figura em seu aspecto mais íntimo, já que seu legado jamais poderá ser anulado”, diz Zappa. Ou seja, não espere nada menos do que um profundo mergulho na mente e nos dramas pessoais do inventor, que por sinal são muitos (sem spoiler) e prometem impressionar o público.

Operador Multimodal -

Parceiros - E essa busca em querer dar profundidade a Dumont, segundo Roberto Rios, vice-presidente corporativo de Produções Originais da HBO América Latina, vem da preocupação de toda a equipe em não fazer apenas uma caricatura do aviador.

Newsletter - “É fácil fazer uma fantasia de Santos Dumont para o Halloween. Basta o bigode, o chapéu Panamá e, em poucos instantes, qualquer pessoa com o mínimo de fisionomia vai conseguir se parecer com ele. Isso não é fazer o Santos Dumont, mas, sim, criar uma caricatura dele”, explica Rios ao Estado.

Empresa de Logística em São Paulo - Não à toa, o projeto ficou por quase três anos preso na fase inicial de pesquisas. Nesse meio tempo, os diretores Estevão Ciavatta e Fernando Acquarone foram de Ribeirão Preto a Champs-Elysées, Paris, com direto a visitas à casa do inventor na cidade francesa e à fazenda de café da família Dumont, na região do interior de São Paulo.

Sea Freight - É por isso que os diretores apontam a dificuldade técnica da história como o principal motivo que teria deixado Santos Dumont por tantos anos na penumbra das produções audiovisuais. “É uma série histórica, da virada do século, com aeronaves, balões e um cenário de época. Ao todo, quatro idiomas serão utilizados pelos atores”, diz Ciavatta.

Réplicas

Transporte de Carga Aérea - Todas as invenções de Santos Dumont serão retratadas na televisão, em um longo processo de criação que envolveu o empréstimo de algumas réplicas, como é o caso do 14-Bis. O famoso avião veio do empresário Alan Calassa, que deixou sua réplica perfeita – criada com bambus, madeira e metal -, juntamente com a réplica do Demoiselle, outra famosa criação do inventor, aos cuidados da HBO.

Transporte de Perecíveis - No entanto, muito do que se vê na série foram projetos feitos pela própria produção. “Seus desenhos técnicos, que hoje em dia já não existem mais, foram recriados pelo nosso departamento de arte, em um trabalho muito minucioso”, conta Acquarone. Além dos esboços, a equipe também reconstruiu outras importantes invenções de Dumont, como o Dirigível n.º 6, por exemplo.

Aéreo - Já para recriar as inúmeras cenas de voo, foi necessária uma série de experimentações por parte da equipe – algo mais Santos Dumont, impossível -, pois a ideia era diminuir ao máximo o uso de efeitos especiais. “Os voos de balão foram feitos com o auxílio de um guindaste e ficaram incrivelmente parecidos. Mas, até lá, foram necessários inúmeros testes com todos: com a equipe de construção, de efeitos especiais, de segurança e do apoio dos dublês”, explica Ciavatta.

News - Todo esse esforço, segundo Rios, tem um propósito ainda maior. “O mundo inteiro conta a história de seus personagens, de sua cultura e de seus heróis, porém, nós aqui temos o histórico de simplesmente esquecer. Será que as pessoas sabem por que o aeroporto se chama Santos Dumont?”, questiona.

Dietrich Logistics - Tendo isso em mente, restará ao público descobrir as várias facetas e os mistérios que rondam a personalidade de Dumont – assim como promete Acquarone -, que será “retratado na história em toda a sua brasilidade”. “Queremos que as pessoas fiquem apaixonadas por ele, da mesma forma que nós ficamos, e que deem a ele o merecido crédito de inventor do avião, pois ele, de fato, o é”, finaliza Ciavatta. As informações são do jornal O Estado de S. Paulo.

D-Log 21 anos - Por Maiara Santiago, especial para o Estado

Fonte: https://exame.abril.com.br/estilo-de-vida/serie-da-hbo-sobre-santos-dumont-estreia-neste-domingo/


somos-sobe-53-na-bolsa-apos-ser-comprada-pela-kroton-1200x518.jpg

Air Freight - No Rio, o Movimento Vem Pra Rua reuniu poucas pessoas na manhã deste sábado, na praia de São Conrado, na zona sul, para protestar contra o Supremo Tribunal Federal (STF) por impedir a prisão em segunda instância. A decisão acabou permitindo a soltura do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva, preso há um ano e sete meses.

Agente de Carga Internacional - Os manifestantes se reuniram em torno de um pequeno carro de som e ocuparam menos de um quarteirão da praia de São Conrado, bem em frente ao prédio onde mora o presidente da Câmara dos Deputados, Rodrigo Maia. Muitos deles estavam vestidos de preto em protesto contra o STF. A maioria, no entanto, manteve a tradição do movimento e se vestiu de verde e amarelo.

Sea Freight - “A decisão do STF foi um golpe, um ato político”, discursou uma das organizadoras do evento, Adriana Balthazar, do Vem Pra Rua/RJ. “Estamos na rua para pedir o fim da impunidade.”

Marítimo - “A gente acordou com uma sensação de ressaca, sabe, dor de cabeça, uma sensação muito ruim”, afirmou o administrador Bruno Miller, de 54 anos, que participava da manifestação ao lado da mulher, a advogada Karen Cabral, de 42 anos. “A gente dá dez passos para frente e cinco para trás, mas o Brasil está mudando, vai mudar.”

Customs Clearance - Nos cartazes dos manifestantes, as palavras de ordem eram “Prisão em segunda instância sim, impunidade não”, “Lula volta para a cadeia”, “Meu partido é o Brasil” e “A nossa bandeira jamais será vermelha”.

Fonte: https://exame.abril.com.br/brasil/vem-pra-rua-reune-poucos-manifestantes-no-rio-e-protesta-contra-stf/


somos-sobe-53-na-bolsa-apos-ser-comprada-pela-kroton-1200x518.jpg

Site desenvolvido pela Lima & Santana Propaganda - O governo federal encaminhou ao Congresso, nesta semana, Proposta de Emenda Constitucional (PEC) que reforma o Pacto Federativo. O pacote, chamado de “Mais Brasil”, tem o objetivo de descentralizar recursos, dando maior fôlego para estados e municípios. O projeto também é considerado por especialistas uma mudança de paradigma nos gastos públicos. Mas, afinal, o que muda e por que as alterações são importantes? Para entender melhor a questão, o Instituto Millenium conversou com o economista Fábio Giambiagi, especialista em finanças públicas.

Agente de Carga Internacional - Peça robusta e complexa, a PEC que estabelece uma nova divisão de recursos entre União, estados e municípios tem sete pilares principais. “Entre os pontos mais importantes, eu destacaria a ideia de que existe um direito fiscal intergeracional, no sentido de que não devemos deixar para as gerações dos nossos filhos uma grande dívida, um ônus fiscal muito grande”, disse Fabio Giambiagi, destacando o impacto fiscal que a mudança terá para os entes estaduais e municipais, que terão maiores responsabilidades.

D-Log conquista selo de Eficiência Logística - Ouça também
Novo marco legal vai reduzir burocracia e incentivar startups
“Reforma administrativa ajudaria a controlar gastos e melhorar eficiência”

Empresa de Logística em São Paulo - O economista também destacou outras mudanças importantes. A tentativa de conter renúncias tributárias e incentivos fiscais é uma delas. Outra alteração é a combinação das receitas obrigatórias de saúde e educação, o que garantiria os recursos nas áreas, mas daria flexibilidade na utilização de acordo com as necessidades de cada município. A PEC também cria gatilhos automáticos caso as contas públicas fiquem em situação emergencial. Neste caso, não seria possível conceder reajustes, realizar concursos, promover benefícios tributários e gastos obrigatórios.

News - O Ministério da Economia estima que os entes federados terão R$ 500 bilhões de recursos a mais caso o Novo Pacto Federativo seja aprovado. Uma das maiores fontes de economia seria a extinção de municípios com menos de 5 mil habitantes, que seriam acoplados às administrações municipais de origem. “Na década de 1980, o Brasil tinha menos de 4 mil municípios, e hoje tem mais de 5,5 mil. Houve muitas emancipações no interior mais longínquo, e seria importante voltar atrás nesse processo”, disse Giambiagi, destacando, no entanto, que há um desafio político na aprovação da medida. “Há dúvidas se essa medida passa, por conta das relações políticas. Se a extinção dos municípios for aprovada, o impacto nas contas públicas será um; se não passar, será outro”, alertou.

News - Descentralização administrativa

Agente de Carga Internacional - Giambiagi, que faz parte do Departamento Econômico do Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES), considera que a descentralização dos recursos – priorizando a distribuição das verbas na ponta, onde os serviços são prestados, e não em Brasília – é um processo importante, que vem acontecendo de forma gradual desde a redemocratização. “Durante o regime militar, houve uma concentração no poder central, que abocanhou uma fração cada vez maior dos recursos disponíveis. Após a redemocratização, houve grande transferência de recursos para os municípios. Quando eu era jovem, as prefeituras tinham pouco poder. Hoje, os prefeitos são politicamente importantes, principalmente nas capitais, justamente por conta desta questão”, disse.

Aéreo - Outro ponto destacado por Fabio Giambiagi é a importância de refundar o Pacto Federativo dentro do conjunto de reformas do Estado brasileiro. “Houve uma série de disfuncionalidades ao longo dos últimos tempos, e é importante adequar o Estado às novas circunstâncias. Este é um processo de longa data, que se iniciou com as privatizações dos anos 1990 e a série de reformas do governo Fernando Henrique, que foi retomada na gestão de Michel Temer e intensificada agora”, lembrou.

Fonte: https://exame.abril.com.br/blog/instituto-millenium/entenda-a-reforma-do-pacto-federativo/


somos-sobe-53-na-bolsa-apos-ser-comprada-pela-kroton-1200x518.jpg

D-Log conquista selo de Eficiência Logística - O ministro da Economia, Paulo Guedes, avaliou nesta quinta-feira 7, que o “estado de emergência fiscal” – proposto na PEC do Pacto Federativo apresentada essa semana – será uma espécie de “shutdown à brasileira”.

News - “Será um shutdown muito mais suave que o dos Estados Unidos, que param de pagar tudo. Aqui vamos chegar aos servidores e pedir paciência por um tempo, por dois anos. E aí a máquina roda. Com estado de emergência, nenhuma crise fiscal dura mais que um ano e meio”, afirmou, em palestra no evento “Diálogos com o TCU”, organizado pelo Tribunal de Contas da União.

Air Freight - De acordo com a PEC do Pacto, o critério para solicitar o acionamento da Emergência Fiscal pelos Estados é a despesa corrente ultrapassar 95% da receita corrente do ente. Para a União, é o descumprimento da regra de ouro.

Contato D-Log - Nessa situação, mecanismos automáticos de ajuste serão acionados por um ano. Eles incluem a possibilidade de reduzir jornada e salário de servidores em até 25% e a proibição à concessão de reajustes, reestruturação de carreiras, realização de concurso e promoção de funcionários.

Conselho fiscal

Road Transportation - O ministro da Economia esclareceu que o Conselho Fiscal da República – também proposto na PEC do Pacto Federativo apresentada essa semana – não terá poderes para determinar medidas a serem tomadas por União, Estados ou municípios.

News - “O Conselho Fiscal da República não mandará em ninguém, não dará ordem para ninguém. Mas o conselho criará um ambiente, uma cultura de responsabilidade fiscal. A cada três meses, haverá uma reunião e o conselho fiscal organizará relatórios sobre o que está acontecendo no Estado brasileiro”, afirmou Guedes.

Sea Freight - De acordo com a PEC do Pacto Federativo, o Conselho Fiscal da República contará com a participação dos presidentes da República, Câmara, Senado, Supremo Tribunal Federal (STF), Tribunal de Contas da União (TCU), além de governadores e prefeitos.

Congresso

Prêmios e Certificados - O ministro da Economia, Paulo Guedes, disse nesta quinta-feira, 7, que o governo irá esperar os avanços das propostas de reforma tributária no Congresso para enviar a sua parte, integrando-a nos textos dos parlamentares. “A reforma tributária está muito madura, todo mundo sabe, todo mundo quer. A ideia é um Imposto sobre Valor Agregado (IVA) dual, vamos colocar o PIS, a Cofins e o IPI”, afirmou, em palestra no evento “Diálogos com o TCU”, organizado pelo Tribunal de Contas da União.

Agente de Carga Internacional - Guedes mais uma vez comentou a tentativa frustrada da equipe econômica em recriar um imposto nos moldes da extinta CPMF. “Cheguei a considerar um imposto sobre transações financeiras para que o IVA tivesse uma alíquota mais baixa de 11%, e não de 25% como estão nas simulações da proposta que está na Câmara”, completou.

D-Log conquista selo de Eficiência Logística - O ministro também voltou a defender uma simplificação do Imposto de Renda, com a retirada da possibilidade de deduções de saúde e educação, em troca de alíquotas menores do imposto. “Hoje todo mundo junta um monte de papelzinho para abater do imposto. É melhor não juntar nada e já pagar uma alíquota menor”, acrescentou.

Onda de investimentos

News - Guedes disse que a valorização dos ativos na bolsa – que tem alcançado recordes nas últimas semanas – se refletirá em uma “onda de investimentos” na economia brasileira como um todo. “A bolsa está subindo, dólar caiu um pouco e isso dispara ondas na economia inteira. Quando melhoram as expectativas, os ativos aumentam de preço e isso incentiva investimentos para a construção de novos ativos. Até porque também sai mais barato construir do que comprar os ativos valorizados”, afirmou, no evento “Diálogos com o TCU”, organizado pelo Tribunal de Contas da União.

Agente de Carga - E acrescentou: “Ao se disparar essa onda de investimentos, isso se reflete no emprego. A valorização da bolsa desperta o interesse de milhões de empreendedores e o juro barato possibilita investimentos maiores.”

Eletrobras

Desembaraço Aduaneiro - O ministro voltou a defender a privatização da Eletrobras, com a saída da União do controle da estatal. “Se a Eletrobras abrir o capital, conseguirá continuar competindo no mercado. A Eletrobras precisa sair do controle do Estado para poder reagir a esses sinais do mercado”, completou.

Fonte: https://exame.abril.com.br/economia/estado-de-emergencia-fiscal-sera-um-shutdown-mais-suave-diz-guedes/


WhatsApp-Image-2019-11-06-at-16.00.10.jpeg

Na reunião do G-20 realizada em Osaka, no Japão, além de discutir sobre conflitos comerciais globais, especialmente em meio às negociações entre China e Estados Unidos, também apresentou o acordo comercial Mercosul-União Europeia. Com isso, os dois blocos econômicos poderão reduzir tarifas alfandegárias a diversos produtos. O G1 entrevistou o especialista e advogado Antônio Bernardes que explicou sobre o que consiste esses blocos econômicos e o quanto o Pará será afetado com o acordo entre eles.

Segundo Antônio Bernardes, o cardo Mercosul-União Europeia trabalha na redução tarifária e benefícios econômicos e comerciais, bem como político institucional, de médio a longo prazo entre os blocos. Este acordo acabou se tornando a segunda maior integração comercial do mundo em PIB, ficando atrás, apenas, do acordo entre União Europeia-Japão.

Agora, União Europeia e Mercosul estudam como serão feitas as remoções graduais das tarifas dos produtos que são exportados entre os países dos dois blocos. O advogado cita, por exemplo, que os carros europeus devem ter os 35% de imposto de importação eliminados ao longo de um determinado tempo.

Assim, o Pará pode se beneficiar com o aumento na vaga de emprego, exportação e recebimento de investimentos. O empresários paraenses, observando os procedimentos certos e métodos adequados, terão aumentado o acesso de suas commodities ao mercado europeu, além do acordo atrair investimentos para promover a verticalização da produção no estado.

A indústria europeia está cada vez mais procurando meios de produção sustentável. É com esta toada que o advogado Antônio Bernardes aposta na forma de que o empresariado paraense deve tirar vantagem do acordo Mercosul-União Europeia. Segundo ele, as questões ambientais, especialmente para evitar as queimadas na Amazônia, pode ser utilizadas para atrair o capital e investimentos para negócios sustentáveis e que estejam relacionados a biodiversidade.

Veja a entrevista completa abaixo
O que é o Mercosul?

É o acordo comercial de integração regional que tem como membros o Brasil, Argentina, Paraguai, Uruguai e Venezuela. Sendo que a Venezuela está suspensa do bloco pela alegação de violação de regras antidemocráticas, pelos demais países do bloco. Chamam este acordo de união aduaneira.

Por este acordo comercial ocorre a eliminação das barreiras ao comércio entre os seus membros. Por exemplo, com a eliminação na cobrança de imposto por importação dos produtos pelos países membros quando há comercio de produtos entre eles.

De outro lado os estados membros passam a adotar uma única política comercial para estados não membros, aplicando a Tarifa Externa Única de Exportação (TEC). Com isso, os produtos dos países que não estão no Mercosul têm que pagar o mesmo imposto quando entra em qualquer pais do Mercosul. Um país não pode cobrar menos imposto que o outro.

O que é União Europeia?

É um acordo de integração de política, econômica, monetária e comercial entre 28 países da Europa, com implementação, para eles, de uma política cambial, tributária e fiscal uniformizada. Neste acordo existe a eliminação de imposto de importação entre os seus países membros, bem como a livre circulação de pessoas e de serviços, com a utilização de uma moeda oficial, o euro.

O que é o acordo comercial Mercosul-União Europeia, anunciado na reunião do G-20, no final de junho de 2019?

É um acordo de redução tarifária e benefícios econômicos e comerciais, bem como político institucional, de médio a longo prazo entro o Mercosul e a União Europeia. Trata-se do segundo maior acordo de integração comercial do mundo em PIB, ficando atrás, apenas, do acordo entre União Europeia-Japão.

Este acordo pretende remover gradualmente as tarifas aduaneiras de 92% dos bens exportados pelo Mercosul para a União Europeia e 91% dos produtos exportados da União Europeia para o Mercosul.

Por exemplo: carros importados da Europa devem ter os 35% de imposto de importação eliminados ao longo de um determinado tempo.

Já está valendo?

O acordo foi concluído e anunciado no dia 28 de junho de 2019, mas ainda necessita de seu detalhamento completo e finalização do seu texto. Depois precisa ser ratificado por todos os membros de cada um dos blocos econômicos. Não prazo certo para entrar em vigor, mas se acredita que não deve demorar muito.

Quais os benefícios para o Pará deste acordo?

Vários são os benefícios. O estado pode ter o aumento na vaga de emprego, exportação e recebimento de investimentos com esse acordo. Dependendo de como o Estado e a iniciativa privada irão aproveitar esta janela de oportunidade.

Os empresários paraenses, observando os procedimentos certos e métodos adequados, aumentarem o acesso de suas commodities no mercado europeu, além de atrair investimentos para promover a verticalização da produção no estado.

De outro lado, os paraenses devem ter produtos melhores e a valores mais baratos devido a eliminação de tarifas de importação. O fato é que o acordo tempo potencial de estimular o crescimento do Estado e atrair investimentos tanto de países não europeus e do Mercosul, como europeus, beneficiando a população paraense.

Como a economia do Pará pode tirar vantagem do acordo?

De várias formas, mas destaco uma em especial. Pode usar as questões ambientais ao seu favor, especialmente para evitar as queimadas na Amazônia, mediante a atração de capital e investimentos para negócios sustentáveis e que estejam relacionados a biodiversidade.

Fonte: G1


AGENTE DE CARGA INTERNACIONALAGENTE INTERNACIONALOPERADOR LOGÍSTICO DE CARGA
OPERADOR MULTIMODALTRANSPORTE DE CARGA AÉREAOPERADOR LOGÍSTICO NO BRASILOTM OPERADOR DE TRANSPORTE MULTIMODAL



D-LOG BRASIL

Rua Nova Jerusalém, 78 - Tatuapé
03410-000 - São Paulo-SP
comercial@dlogbr.com
+55 11 3634-2300

FACEBOOK