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A balança comercial brasileira registrou superávit de US$ 2,095 bilhões e corrente de comércio de US$ 7,596 bilhões, na primeira semana de agosto de 2020 – com cinco dias úteis –, como resultado de exportações no valor de US$ 4,845 bilhões e importações de US$ 2,751 bilhões. Os dados foram divulgados nesta segunda-feira (10/8) pela Secretaria de Comércio Exterior (Secex) do Ministério da Economia.

No ano, as exportações totalizam US$ 125,737 bilhões e as importações, US$ 93,657 bilhões, com saldo positivo de US$ 32,08 bilhões e corrente de comércio de US$ 219,395 bilhões.

 

Análise do mês

Nas exportações, comparadas a média até a primeira semana de agosto de 2020 (US$ 969,08 milhões) com a de agosto de 2019 (US$ 894,07 milhões), houve crescimento de 8,4%, em razão do aumento nas vendas em Agropecuária (+35,5%) e em produtos da Indústria de Transformação (+3,6%). Por outro lado, caíram as vendas na Indústria Extrativista (-0,9%).

O aumento nas exportações foi puxado, principalmente, pelo crescimento nos seguintes produtos agropecuários: Soja (+41,8%); Milho não moído, exceto milho doce (+21,5%); Café não torrado (+44,7%); Algodão em bruto (+102,8%) e Sementes oleaginosas de girassol, gergelim, canola, algodão e outras (+ 370,5%). Já em relação aos produtos da Indústria de Transformação, o aumento nas exportações se deve pelo crescimento nas vendas dos seguintes produtos: Açúcares e melaços (+121,4%); Ouro, não monetário, excluindo minérios de ouro e seus concentrados (+109,3%); Carne bovina fresca, refrigerada ou congelada (+38,7%); Carne suína fresca, refrigerada ou congelada (+166,7%) e Carnes de aves e suas miudezas comestíveis, frescas, refrigeradas ou congeladas (+20,3%).

Nas importações, a média diária até a primeira semana de agosto de 2020 (US$ 550,17 milhões), ficou -22,3% abaixo da média de agosto do ano passado (US$ 707,72 milhões). Nesse comparativo, caíram os gastos, principalmente, com Agropecuária (-5,7%), Indústria Extrativa (-78,9%) e com produtos da Indústria de Transformação (-19,6%).

A queda das importações foi puxada, principalmente, pela diminuição dos seguintes produtos agropecuários: Látex, borracha natural, balata, guta-percha, guaiúle, chicle e gomas naturais (-67,2%); Pescado inteiro vivo, morto ou refrigerado (-13,9%); Milho não moído, exceto milho doce (-27,0%); Trigo e centeio, não moídos (-3,7%) e Tabaco em bruto (-89,3%).

Já na Indústria Extrativa a queda nas importações se deu, principalmente, pela diminuição nas compras de carvão, mesmo em pó, mas não aglomerado (-77,0%); Óleos brutos de petróleo ou de minerais betuminosos, crus (-71,2%); Gás natural, liquefeito ou não (-100,0%); Outros minérios e concentrados dos metais de base (-93,5%) e Minérios de cobre e seus concentrados (-100,0%).

Por fim, entre os produtos da Indústria de Transformação contribuíram para a queda nas importações, principalmente, Instalações e equipamentos de engenharia civil e construtores, e suas partes (-87,2%); Óleos combustíveis de petróleo ou de minerais betuminosos, exceto óleos brutos (-53,0%); Adubos ou fertilizantes químicos, exceto fertilizantes brutos (-31,8%); Veículos automóveis de passageiros (-59,0%) e Partes e acessórios dos veículos automotivos (-25,3%).

(*) Com informações da Secex/Ministério da Economia

 

Fonte: Comex do Brasil


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Ministério da Economia publica novas diretrizes para facilitar e ampliar o comércio internacional. Para estimular a economia e as exportações, o governo federal publicou a Portaria SECEX nº 44 que revisa as normas de concessão, utilização e encerramento do regime aduaneiro especial de drawback – um mecanismo que permite a desoneração tributária de insumos aplicados na produção de bens exportados.

O ato normativo foi publicado no Diário Oficial da União dessa semana (27 de julho) e a medida entrará em vigor em 30 dias. “Essa decisão traz mais segurança jurídica, transparência, simplifica e reduz procedimentos burocráticos, possibilita a diversificação e o aumento do volume exportado do país”, assegura Arthur Achiles de Souza Correa, advogado especialista em Direito Aduaneiro, Empresarial e Internacional que atua no setor há 18 anos.

Abrangência

Dentre os segmentos de negócios que utilizam a modalidade de drawback, destaque para a cadeia de minérios de ferro, cobre e seus concentrados; carne de frango congelada, fresca ou refrigerada; celulose; óxidos e hidróxidos de alumínio; automóveis de passageiros; embarcações; couros e pele; polímeros; produtos semimanufaturados de ferro ou aço, entre outros.

Segundo dados obtidos junto ao Ministério da Economia, o regime aduaneiro auxilia a exportação de cerca de R$ 50 bilhões anuais.

“A evidência empírica disponível sugere que o drawback é um regime que não apenas contribui para o aumento do volume exportado pelo país, como também para a diversificação da nossa pauta exportadora, a chamada margem extensiva do comércio internacional”, afirma o secretário de Comércio Exterior do Ministério da Economia, Lucas Ferraz.

O que é o drawback

O regime aduaneiro especial de drawback foi criado em 1966, serve como um incentivo fiscal à exportação. Ele é concedido a empresas e consiste na suspensão ou isenção de tributos incidentes sobre a aquisição de insumos utilizados na produção de bens, que serão exportados outros países.

Ao longo dos anos, o drawback passou por modificações legais e tecnológicas para tornar o benefício acessível às companhias que vendem para o exterior e ajudam a equilibrar o saldo da balança comercial do país.

Abatimentos

Os principais tributos que são isentos ou suspensos pelo regime de drawback são o Imposto sobre Produtos Industrializados (IPI); Imposto de Importação (II); Adicional ao Frete para Renovação da Marinha Mercante (AFRMM) e Imposto sobre Operações relativas à Circulação de Mercadorias e sobre Prestação de Serviços de Transporte Interestadual e Intermunicipal e de Comunicação (ICMS).

“Essa condição torna os produtos feitos no Brasil mais competitivos no mercado internacional”, ressalta Arthur Achiles de Souza Correa, que mantém escritório comercial  de trade law em Curitiba.

A Portaria SECEX nº 44 – que foi objeto de consulta pública entre os meses de fevereiro e abril deste ano – também elimina custos de transação desnecessários, cria incentivos para que mais empresas utilizem esse regime especial e abre oportunidade aos estreantes no comércio internacional.


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A China concedeu reduções ou isenções para o imposto de exportação no valor de 812,8 bilhões de yuans (US$ 116,2 bilhões) no primeiro semestre do ano para aliviar a pressão financeira sobre empresas em meio à pandemia da COVID-19.

A partir de 20 de março, o país elevou as taxas de redução do imposto de exportação para 1.464 itens de 10% a 13%, ou de 6% a 9%, de acordo com a Administração Geral de Impostos.

Até o final de junho, quase 25 mil empresas de exportação se beneficiaram das políticas favoráveis.

A China está melhorando a implementação das reduções do imposto de exportação, explorando o potencial da reforma de desembaraço aduaneiro e otimizando os serviços para empresas em meio aos esforços para estabilizar o comércio exterior e o investimento estrangeiro.

O país alcançou um desempenho de comércio exterior melhor do que o esperado no primeiro semestre, com tanto as exportações como as importações aumentando em junho, um vez que a recuperação econômica da China ganha impulso em meio a uma maior contenção da COVID-19.

O comércio exterior do país cresceu 5,1% em termos anuais em junho, com as exportações e as importações subindo 4,3% e 6,2%, respectivamente, mostraram dados oficiais.

 

Fonte: Comex do Brasil


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Operador Multimodal de Carga - Um fundo de investimento gerido pelo banco BTG Pactual (do mesmo grupo que controla a EXAME) ampliou a participação de 20% para 49% na CredPago, startup fundada em Curitiba com a missão de facilitar a burocracia no aluguel de imóveis residenciais.

Agente de Carga - A CredPago substitui um entrave para muitos contratos de aluguel: encontrar um fiador. Com uma tecnologia que usa dados de cartões de crédito e avaliações de agências de classificação como Serasa, a CredPago analisa o perfil de risco dos interessados num aluguel e, em segundos, dá o ok (ou não) sobre a capacidade de pagamento do interessado. Além disso, a startup fornece outra informação valiosa para os corretores: qual o valor do imóvel que, de fato, o interessado no aluguel consegue pagar.

Operador Logístico Multimodal - A CredPago deve faturar 100 milhões de reais em 2020, quase o dobro do resultado do ano passado. O dinheiro vem dos clientes finais, os interessados em mudar de imóvel. Em vez de exigir uma fiança, o que normalmente equivale a um ou dois alugueis pagos antes de o cliente entrar no imóvel, no sistema da CredPago os clientes parcelam o seguro em até 12 vezes numa espécie de financiamento que ocorre com eles já morando no imóvel. A ideia, diz o sócio-fundador da CredPago, Sandro Westphal, é facilitar a entrega das chaves aos locatários.

Air Freight - A pandemia causou um baque aos negócios da CredPago. “As receitas caíram para 30% do normal no período em abril”, diz Westphal. Agora, já estão no mesmo nível pré-crise. A melhoria ocorreu com a criação de funções dentro da CredPago para permitir o parcelamento de alugueis em atraso.

News - A novidade colaborou para uma ampliação expressiva na base de clientes nos últimos meses. As soluções da CredPago devem chegar a 85.000 consumidores até o fim do ano, pouco mais de o dobro do resultado visto no fim do ano passado

Companhia - Fundada em 2016, a CredPago está presente em 11.0000 imobiliárias de 400 cidades. Boa parte das imobiliárias brasileiras são de pequeno e médio porte, sem as mesmas condições de investir em tecnologia como algumas startups estrelas do chamado proptech, ecossistema de inovação no mercado imobiliário, a exemplo de Loft e Quinto Andar. “Queremos dar a toda imobiliária a condição de competir com essas startups inovadoras”, diz Westphal.

Newsletter - O namoro entre o fundo gerido pelo BTG e a CredPago começou em janeiro deste ano, com a aquisição de 20% da CredPago. “A CredPago tem um modelo disruptivo dentro do mercado em que atua”, diz Leonardo Felix, sócio-responsável pela seguradora do BTG Pactual. A ideia, segundo Felix, é oferecer a solução da CredPago junto aos demais produtos da seguradora.

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Prêmios e Certificados - A partir desta sexta-feira, 24, os trabalhadores poderá solicitar o seguro-desemprego e informar dados da conta bancária de sua titularidade e preferência para receber o benefício.

Multimodal Logistics Operator Brazil - A nova possibilidade de pagamento abrange o seguro-desemprego nas modalidades formal, bolsa de qualificação profissional, empregado doméstico e trabalhador resgatado.

Air Freight - Para solicitar o benefício na conta bancária própria, o trabalhador precisará informar apenas, no ato da solicitação do benefício, o tipo de conta (corrente ou poupança), o número e o nome do banco, o número da agência com o dígito verificador (DV), e o número da conta de titularidade do trabalhador com o DV.

Operadores Logísticos - Não devem ser informados dados de contas salários, pois nestas contas somente podem ser realizados depósitos e transferências de empregadores cadastrados, segundo normas estabelecidas pelo Banco Central.

Selo Infraero - A solicitação do seguro-desemprego pode ser feita no aplicativo da Carteira de Trabalho Digital ou no portal gov.br e também está disponível para quem buscar atendimento presencial nas unidades de atendimento ao trabalhador.

Prêmios e Certificados - Antes da medida, o benefício somente podia ser pago por meio de depósito em conta poupança ou conta simplificada para correntistas da Caixa; por uso do Cartão Cidadão, com saque nos caixas eletrônicos de autoatendimento deste banco; ou ainda presencialmente, nas agências da Caixa, mediante apresentação de documento de identificação civil.

Air Freight - Estas opções continuam disponíveis, mas, a partir da mudança, passa a ser permitido o pagamento por qualquer banco integrante do sistema financeiro brasileiro, por meio de transferência eletrônica bancária (TED) para depósito em conta corrente ou poupança de titularidade do beneficiado.

Dietrich Logistics - A ampliação na forma de recebimento do seguro-desemprego se tornou possível por meio da Resolução nº 847/2019 do Conselho Deliberativo do Fundo de Amparo ao Trabalhador (Codefat), que incluiu o novo canal de pagamento sem qualquer ônus para o beneficiado.

News - A mudança foi operacionalizada em trabalho conjunto da Secretaria Especial de Previdência e Trabalho do Ministério da Economia, Caixa Econômica Federal e Empresa de Tecnologia e Informações da Previdência (Dataprev).

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Agente de Carga Internacional - Você não dirigiria o seu carro sem o painel de controle, não é? Do mesmo jeito, não se deveria dirigir um programa social sem entender se ele melhora a vida dos seus beneficiários. E, para isso, não é suficiente medir o que se fez. É necessário mensurar o quanto o projeto gera de impacto na população atendida.

Marítimo - Aventura de Construir (AdC) é uma ONG que auxilia microempreendedores de baixa renda das periferias de São Paulo. Quando iniciamos nossa jornada, em 2011, imaginávamos que deveríamos focar na provisão de microcrédito. No entanto, com o intuito de não combater o problema errado, entrevistamos 200 empreendedores para entender melhor as demandas desse grupo. Para nossa surpresa, mais do que crédito, eles necessitavam de formação e acompanhamento. E, assim, mudamos o foco para capacitação e assessoria gratuita.

Operador Logístico Brasil - Depois de alguns anos de atividade, em 2015, achamos que o programa era consolidado e podíamos medir o impacto de nossa atividade. Definimos o programa de avaliação com a ajuda da Kellogg’s School da Notre Dame University, da ALTIS da Universidade Católica de Milão e da especialista Anna Maria Medeiros Peliano. Buscávamos ser o mais objetivo possível em nossa avaliação, sem, no entanto, utilizar muitos recursos, uma vez que nosso objetivo principal é auxiliar microempreendedores.

Cotação - A cada 6 meses (agora a cada ano), entrevistamos um grupo que recebe o nosso apoio e um grupo de controle, que não participa de nossas atividades, mas que apresenta características similares aos beneficiados: operar nos mesmos bairros e nos mesmos setores de atividade, possuir empresas de porte parecido em termos de faturamento e número de funcionários e, se for possível, com maturidade comparável em anos de atividade. O questionário é fixo e breve: 7 perguntas que cobrem controle financeiro, resultados econômicos e iniciativas pelo meio ambiente.

Operadores Logísticos - Ter o segundo grupo como referência foi uma das dicas mais importantes que recebemos dos centros universitários que nos ajudaram. Ao se comparar os resultados dos apoiados pela nossa iniciativa e o grupo de controle, foi possível constatar que ao longo do tempo os impactados tinham maiores receitas (mais que R$ 6.000 por mês contra R$ 3.000, na última média) e lucro, mas, sobretudo, tinham maior controle financeiro do negócio: 94% sabiam o faturamento e o lucro do mês anterior, contra menos do 80% do controle. Em outros aspectos, como formalização e aceitação de cartões, o nível era alto nos dois grupos.

Contato D-Log - Entre os anos de 2016 a 2018, no entanto, foi quando ficou evidente o valor do grupo de controle. Os empreendedores acompanhados pela AdC tiveram receitas e lucros em queda. Estávamos preocupados com nossa atuação, até constatar que o declínio era ainda mais acentuado no grupo de controle. O vilão era a crise econômica que estava começando a preocupar todos os setores da economia brasileira. Sem essa referência, o risco era gastar muito tempo e esforço em redefinir atividades que estavam dando certo.

Road Transportation - Até o 2018 trabalhamos em alguns bairros específicos e com ações contínuas com os assistidos. Agora passamos a trabalhar com projetos de duração mais breve e o desafio é aumentar a sensibilidade do sistema de avaliação para perceber as mudanças iniciais que são inevitavelmente menores. Sem abandonar as medidas quantitativas, estamos experimentando testes de atitudes, como autoestima e atividade/passividade, integrando-os com avaliações qualitativas. Essas últimas são importantes em situações pouco conhecidas ou mutáveis porque não congelam a observação da realidade em esquemas rígidos e predefinidos. Tentar medir as atitudes, embora seja difícil, reflete a evidência que todas as mudanças começam do íntimo da pessoa.

Transporte de Perecíveis - Era uma das nossas hipóteses de trabalho fundamentais, que foi sempre confirmada. O nosso lema – “acompanhando protagonistas” – a reflete. Pode ser frágil e precisar de suporte, mas nada pode substituir a iniciativa do “eu”.

Road Transportation -

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Fonte: https://exame.com/blog/impacto-social/avaliacao-de-impacto-util-para-entender-quem-e-util/


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Operador Multimodal de Carga - O festival Tomorrowland, um dos mais famosos de música eletrônica no mundo e que acontece desde 2005 na Bélgica e já teve edição brasileira, será totalmente digital em 2020.

Transporte de Carga Aérea - Amanhã (25) e domingo (26), 60 artistas em oito palcos se apresentam em lives transmitidas mundialmente. No line up, estão artistas como Armin van Buuren, David Guetta, Dimitri Vegas & Like Mike, Krewella, Martin Garrix, Steve Aoki e Tiësto, além dos brasileiros Cat Dealers e Vintage Culture.

Parceiros - O Tomorrowland Around The World digital cobra 12,50 euros (R$70) por um dia e 20 euros (R$112) pelos dois dias de festival. É possível comprar os ingressos para acessar as lives no site oficial, que ainda permite que o usuário teste o som e imagem de sua TV ou outro dispositivo antes dos shows, de modo a garantir mais qualidade na experiência.

Operador Logístico Multimodal - Enquanto a pandemia não acaba, os organizadores marcaram data para a 16ª edição, a acontecer de 16 a 18 e de 23 a 25 de julho de 2021. Dessa vez, eles preveem que o festival voltará aos moldes tradicionais.

Cotação - Em São Paulo, o cinema drive-in Arena Estaiada Drive-In tinha planejado evento para transmitir em um telão o festival com exclusividade e esperava receber 400 carros em duas sessões diárias, mas o evento foi cancelado. Os ingressos custavam R$997 para um carro com quatro pessoas.

Desembaraço Aduaneiro -

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Fonte: https://exame.com/casual/festival-tomorrowland-digital-com-60-artistas-acontece-amanha-25/


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Dados refletem os efeitos da pandemia do novo coronavírus, que a partir de março se intensificou no Brasil, reduzindo o volume de importações de produtos

Após o superávit de US$ 1,326 bilhão em maio, o resultado das transações correntes ficou novamente positivo em junho deste ano, em US$ 2,235 bilhões, informou nesta terça-feira, 28, o Banco Central. Este foi o terceiro mês consecutivo de superávit em conta corrente.

O resultado das transações correntes, um dos principais sobre o setor externo do país, é formado pela balança comercial (comércio de produtos entre o Brasil e outros países), pelos serviços (adquiridos por brasileiros no exterior) e pelas rendas (remessas de juros, lucros e dividendos do Brasil para o exterior).

Os dados refletem os efeitos da pandemia do novo coronavírus, que a partir de março se intensificou no Brasil, reduzindo o volume de importações de produtos. A autarquia projetava para o mês passado superávit de US$ 2 bilhões na conta corrente.

A balança comercial registrou saldo positivo de US$ 7 bilhões em junho, enquanto a conta de serviços ficou negativa em US$ 1,37 bilhão. A conta de renda primária também ficou deficitária, em US$ 3,452 bilhões. No caso da conta financeira, o resultado ficou positivo em US$ 2,42 bilhões.

No acumulado do primeiro semestre, o rombo nas contas externas soma US$ 9,734 bilhões. A estimativa atual do BC é de déficit em conta corrente de US$ 13,9 bilhões em 2020.

Nos 12 meses até junho deste ano, o saldo das transações correntes está negativo em US$ 38,188 bilhões, o que representa 2,35% do Produto Interno Bruto (PIB). Este é o menor porcentual desde maio de 2019 (2,32%).

Investimentos estrangeiros
Em um ambiente ainda de incertezas sobre o futuro do Brasil, na esteira da pandemia do novo coronavírus, os Investimentos Diretos no País (IDP) somaram US$ 4,754 bilhões em junho, o maior resultado para meses de junho desde 2018 (US$ 6,239 bilhões).

No acumulado do primeiro semestre, o ingresso de investimentos estrangeiros destinados ao setor produtivo somou US$ 25,349 bilhões. A estimativa do BC para este ano é de IDP de US$ 55,0 bilhões.

No acumulado dos 12 meses até junho deste ano, o saldo de investimento estrangeiro ficou em US$ 71,676 bilhões, o que representa 4,41% do Produto Interno Bruto (PIB).

 

 

Fonte: Estadão


D-Log 21 anos - O Ministério da Cidadania publicou hoje (24) no Diário Oficial da União (DOU) uma portaria que estende o prazo para o saque do benefício do Bolsa Família, enquanto durar o estado de calamidade pública. A regra anterior, de 2004, determinava a restituição dos benefícios que não fossem sacados dentro do prazo de três meses.

Marítimo - De acordo com a portaria, a medida visa a evitar a aglomeração de pessoas durante o saque do benefício.

Road Transportation - O texto diz ainda que a prorrogação incidirá em todas as parcelas do Bolsa Família pagas que ainda estejam válidas, segundo o calendário de pagamentos e o calendário operacional do programa.

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Fonte: https://exame.com/seu-dinheiro/governo-estende-prazo-para-saque-do-bolsa-familia/


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A assinatura do acordo de livre comércio entre o Mercosul e o Canadá, que segue em negociação, tem potencial para aumentar em US$ 7,8 bilhões a receita das exportações brasileiras de produtos agropecuários, segundo estudo da Confederação da Agricultura e Pecuária do Brasil (CNA), que analisou os desafios e as oportunidades para as cadeias produtivas do setor.

O lançamento oficial do estudo será nesta quarta-feira (29), durante um webinar sobre o andamento das negociações, com a participação do Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa) e do Ministério de Relações Exteriores (MRE).

Os resultados do documento mostram a relevância do acordo para o setor e vão subsidiar negociadores brasileiros com dados técnicos, que ajudarão na tomada de decisões e na definição de posicionamento do país.

Carnes, cereais, farinhas e preparações, frutas e complexo soja são os setores do agro, segundo a CNA, que têm mais potencial de serem beneficiados com o acordo. No caso das carnes, o aumento da receita pode chegar a US$ 1,4 bilhão por ano.

“Os cortes nobres e de melhor qualidade tendem a ter melhor competitividade no mercado canadense. Animais criados a pasto, menor percentual de gordura e sustentabilidade ambiental chamam a atenção do consumidor médio”, diz o estudo.

O segmento de cereais, farinhas e preparações pode ter alta de US$ 771,9 milhões nas vendas ao Canadá, sendo o milho o produto com maior capacidade de aumento de receita (US$ 324,0 milhões) e o arroz como potencial explorável no curto prazo, pois já possui alíquota de importação zerada no país norte-americano.

Para o setor de frutas, a oportunidade de comércio é de US$ 751,7 milhões. De acordo com o documento, apesar das alíquotas já zeradas, o Brasil ainda é pouco expressivo no abastecimento do mercado canadense para frutas tropicais, como melões (1,7% do mercado), goiabas e mangas (8,1%), limões e limas (1,4%).

Já para o complexo soja (grão e farelo), a estimativa é de aumento de US$ 703,9 milhões, apesar da concorrência com os Estados Unidos. “A proximidade geográfica entre os dois países norte-americanos implica custos menores de logística e de transporte”.

Com relação às tarifas, o mercado canadense tende a negociar a eliminação de boa parte delas já no ano seguinte à entrada em vigor dos acordos, o que pode beneficiar os produtores brasileiros em um curto prazo.

“Em média, cerca de 89% das linhas tarifárias do setor foram eliminadas no primeiro ano de vigência dos acordos analisados com o Canadá. A redução das tarifas médias em pontos percentuais pode chegar até 8,11 p;p. no caso dos cereais. Para hortaliças e carnes, a redução chega a 5,88 p.p. e 5,35 p.p., respectivamente”.

O estudo releva que, de forma generalizada, as tarifas não são altas para os países do Mercosul. Muitos produtos do agro brasileiro já entram nesse mercado livres da incidência de tarifa de importação. Contudo, a Confederação alerta os negociadores para a importância da melhoria das condições de acesso e às medidas não-tarifárias.

A análise da CNA conclui que além de gerar impactos positivos nas exportações brasileiras, o acordo Mercosul-Canadá pode expandir as fronteiras comerciais do bloco sul-americano com mercados importadores de alimentos, bebidas e bens agropecuários.

“As negociações com o Canadá poderão abrir portas para acordos com outros países, estratégia fundamental para consolidar o agronegócio brasileiro nas principais cadeias globais de alimentos e bebidas”, diz a entidade.

Comércio bilateral

Em 2019, o comércio de produtos agropecuários com o Canadá registrou movimentação de US$ 628,7 milhões. As exportações brasileiras de carne de frango in natura, castanhas de caju e milho tiveram alta de US$ 21,3 milhões, segundo dados do Ministério da Economia.

 

Fonte: Comex do Brasil


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