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Newsletter - O presidente do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), Luís Roberto Barroso, afirmou nesta quinta-feira que o presidente Jair Bolsonaro não corre o risco de ser protegido ou perseguido pela corte, às vésperas do julgamento do tribunal de duas ações que pedem a cassação da chapa formada por Bolsonaro e pelo vice Hamilton Mourão.

Air Freight - Barroso destacou que o TSE não é um ator político e não vai salvar nem segurar o mandato de alguém com base no grau de sustentação política.

Contato D-Log - “Faremos o que for certo com base na prova dos autos”, disse o presidente do TSE, em entrevista à CNN Brasil.

Aéreo - Segundo Barroso, o tribunal fará a Justiça que considerar correta e não fará política seja de um lado ou de outro.

Sea Freight - O presidente do TSE –que também integra o Supremo Tribunal Federal– disse que agentes públicos, que juram defender a Constituição, não podem defender o fechamento do Congresso e do Supremo.

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Fonte: https://exame.com/brasil/bolsonaro-nao-sera-protegido-ou-perseguido-por-tse-diz-barroso/


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Balança comercial teve superávit de US$ 4,5 bilhões no mês e corrente de comércio chegou a US$ 31,3 bilhões; no ano, saldo é de US$ 16,349 bilhões, com corrente de US$ 154,253 bilhões

A balança comercial brasileira registrou crescimento do volume das exportações no mês de maio, apesar do cenário adverso da economia global. O volume exportado, medido pelo índice de quantum, aumentou 5,6% em relação a maio de 2019, segundo dados preliminares divulgados nesta segunda-feira (1º/6) pela Secretaria de Comércio Exterior (Secex) do Ministério da Economia (ME). No acumulado do ano, o aumento das vendas para o exterior foi de 1,7% em relação ao mesmo período do ano anterior.

Esse bom desempenho em maio foi determinado pela alta de 36,1%, no volume das exportações do setor agropecuário, pelo índice de quantum, devido à forte competitividade do país nas exportações desta categoria de bens, somada à elevada demanda mundial, sobretudo a asiática. No ano, o crescimento das exportações da agropecuária foi de 19,9% em quantum.

“Observa-se que a demanda dos países asiáticos pelos produtos brasileiros continua aquecida. Para aquele continente, houve crescimento do valor exportado de 27,7% no mês e de 16,8% no acumulado do ano”, comentou o secretário de Comércio Exterior do ME, Lucas Ferraz. Ele acrescenta que o bom desempenho exportador do agronegócio tem compensado o recuo observado para as exportações de produtos industrializados, conferindo resiliência ao setor exportador nacional e contribuindo para uma queda menos acentuada da atividade doméstica, em um contexto de queda progressiva do PIB global.

Além do aumento no volume de exportação, o Brasil obteve recorde histórico para meses de maio dos embarques de soja (15,5 milhões de toneladas), petróleo em bruto (8,4 milhões de toneladas), açúcares e melaço (2,7 milhões de toneladas), farelo de soja (2 milhões de toneladas), óleos combustíveis (1,6 milhão de toneladas), alumina (789 mil toneladas), carne de aves (373 mil toneladas), carne bovina (155 mil toneladas) e café (216 mil toneladas). “Vale ressaltar que Petróleo, açúcar, farelo de soja, café e carne bovina foram recordes mensais, não só para meses de maio, mas para quaisquer meses da série histórica”, destaca Ferraz.

Corrente e saldo comercial

Já em valores, a corrente de comércio no mês chegou a US$ 31,3 bilhões, com recuo de 3,1% em relação à média diária de maio de 2019. O saldo comercial foi de US$ 4,5 bilhões, um recuo de 11,1% em relação à média de maio do ano passado, resultado de queda de 1,6% das importações e de 4,2% das exportações no mês.

A moderada queda na importação de maio foi influenciada principalmente por operações de nacionalização de duas plataformas de petróleo, no valor total de US$ 2,7 bilhões. Essas operações ocorrem devido à migração do regime aduaneiro especial Reptro para o regime aduaneiro especial “Reptro-Sped”. O novo regime, implementado em 2018, determina que equipamentos admitidos temporariamente na importação, com pagamentos de afretamentos e aluguéis, sejam nacionalizados.

“Excluindo-se as aquisições de plataformas no valor total importado, observa-se que as importações em maio recuaram 21,7% pela média diária em relação a maio de 2019. O saldo comercial, excluindo-se o ‘efeito plataforma’, cresceu 42,4% em maio pela média diária. Já a corrente de comércio, excluído o mesmo efeito, recuou 11,5%”, salientou o secretário.

Na exportação, a média diária de maio foi de US$ 897 milhões, valor 4,2% inferior à média de maio de 2019. Segundo a Secex, a queda do valor exportado foi resultado direto do forte recuo dos preços internacionais, em função do enfraquecimento da demanda global, reduzindo em 15,6% os preços dos bens exportados pelo Brasil, em relação ao mesmo mês do ano anterior.

No entanto, em relação ao valor exportado, também houve recorde para meses de maio em soja (US$ 5,1 bilhões), carne bovina (US$ 683 milhões), ouro (US$ 411 mi), carne suína (US$ 215 mi), amidos (US$ 53 mi) e arroz (US$ 32 mi). “As carnes bovina e suína são recordes mensais para quaisquer meses da série histórica”, lembra Ferraz.

Acumulado do ano

Apesar de o volume exportado pela economia brasileira crescer 1,7% nos cinco primeiros meses do ano, pelo índice de quantum, o País sentiu a queda de 5,3% nos preços comercializados, em consequência do desaquecimento da economia global. Por isso, o valor exportado recuou 4,5% de janeiro a maio, para US$ 85,3 bilhões.

Em decorrência dos valores exportados e importados no ano, a corrente de comércio brasileira recuou 2,8%, alcançando US$ 154,3 bilhões no período. Já o saldo comercial do Brasil, dada a maior queda dos valores exportados em relação à queda das importações, recuou 17,9% em relação ao saldo dos primeiros cinco meses de 2019, atingindo US$ 16,4 bilhões no ano.

O secretário Lucas Ferraz explica que, excluindo-se o “efeito plataforma” e o peso que estes bens têm nos resultados do ano, as exportações cairiam 3,1% ao invés da queda registrada de 4,5%, pela média diária, em relação ao mesmo período do ano passado. Já as importações recuariam 6,9%, com uma queda de 7,6% nas importações de bens de capital. A corrente de comércio, neste caso, diminuiria 4,8%, e o saldo comercial aumentaria 9,3% no acumulado do ano.

Expectativa para 2020

A Secex mantém a projeção para o resultado da balança comercial em 2020 divulgada no início de maio. A expectativa para o ano é de as exportações somem US$ 199,8 bilhões, com queda de 11,4% em relação ao resultado de 2019, de US$ 225,4 bilhões.

A importação, por sua vez, deverá encerrar o ano com US$ 153,2 bilhões, redução de 13,6% em relação aos US$ 177,3 bilhões de 2019. O saldo comercial deverá ser de US$ 46,6 bilhões e a corrente de comércio, de US$ 353 bilhões.

“Entendemos que, por ora, não houve mudança nos fundamentos que justifique alterações nas projeções para o final do ano”, afirmou Ferraz. A próxima revisão da projeção será feita junto com o anúncio dos dados preliminares mensais de junho.


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Operador Multimodal de Carga - O presidente Jair Bolsonaro sancionou na segunda quinzena de maio a lei 13.998/2020 que faz alterações no programa de pagamento do auxílio emergencial no valor de 600 reais. Entre as mudanças está o pagamento do benefício para as mães menores de 18 anos. No último sábado, 30, a Caixa iniciou o pagamento da primeira parcela para este grupo. 

Operador Logístico de Carga - Outra alteração é que os beneficiários do programa que receberam durante o ano-calendário de 2020 mais do que o limite de isenção do Imposto de Renda (R$ 28.559,70) terão que devolver o valor recebido pelo programa. Pela lei, o cidadão é obrigado  a acrescentar ao imposto devido o valor do referido auxílio recebido por ele ou por seus dependentes.

Trabalhe na D-Log - Procurado pela Exame, a Receita Federal disse que assunto ainda será normatizado e somente quando as regras forem publicadas comentará.  O Ministério da Cidadania também não deu detalhes de como será esta devolução no próximo ano quando o beneficiário for declarar o Imposto de Renda e nem explicou os motivos da alteração no programa. 

Air Freight - Vale lembrar que no mês passado, o Ministério da Cidadania lançou um site para quem quiser devolver o auxílio emergencial. Para devolução do benefício basta inserir o CPF e emitir uma guia de recolhimento com código de barras que pode ser paga nos canais de atendimento do Banco do Brasil, como a internet, terminais de autoatendimento, além dos guichês de caixa das agências.

Transporte de Perecíveis - Especialistas ouvidos por Exame explicaram que a possível devolução do valor pelos beneficiários tira o caráter assistencial do programa e transforma o auxílio emergencial em um financiamento ou um empréstimo. 

Companhia - “Esta devolução é muito estranha. O programa foi anunciado para pessoas desassistidas. Quando as pessoas recuperam a renda e são obrigadas a devolver parece mais uma punição”, explica a advogada Ariane Byun, do escritório CSMV Advogados. 

Operador Logístico - Já o advogado Paulo Vieira da Rocha, Sócio do escritório VRBF Advogados, explica que a lei é inconstitucional e existem argumentos jurídicos que podem ser usados para que o valor não seja  devolvido. Um deles é que o dinheiro recebido é similar a verba alimentar não pode ser tributada. “Esta verba dos R$ 600 tem natureza alimentar. Parece muito com valor de vale alimentação. A pessoa usou o dinheiro para comer. Como pedir de volta?”, acrescenta.

Operador Logístico Multimodal - Somado a isso, o advogado destaca que o dinheiro é uma transferência de renda similar ao programa Bolsa Família, ou seja, uma renda muito baixa que não pode ser tributada. “Me parece injusto que quem mais precisou seja penalizado.” 

Prêmios e Certificados - Irregularidades

Multimodal Logistics Operator Brazil - O programa do auxílio emergencial tem sido fraudado. Um relatório do Tribunal de Contas da União (TCU) apontou que  8,1 milhões de brasileiros receberam  indevidamente os 600 reais. Entre estes, 73.242 militares das Forças Armadas. 

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Transporte Aéreo de Animais - O advogado Paulo Vieira da Rocha afirma que se a lei que obriga a devolução for uma forma de compensar as fraudes acaba penalizando novamente o cidadão não fraudador.  “São situações diferentes. Quem recuperou renda não é igual quem fraudou. Não pode colocar como se a mesma situação.” 

Fonte: https://exame.com/seu-dinheiro/quem-recuperar-renda-sera-obrigado-a-devolver-auxilio-de-r-600-entenda/


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Selo Infraero - A operadora de turismo CVC foi a protagonista dos últimos pregões da B3. Só hoje a ação subiu 20% e fechou em 18,60 reais, ainda que nada se saiba sobre o futuro do setor de turismo. O valor de mercado da empresa voltou ao patamar anterior ao início do isolamento social no Brasil, do início de março: 2,76 bilhões de reais. Nos dois últimos dias, o ganho acumulado é de 30%.

Agente de Carga Internacional - A companhia tem uma lista de novidades para apresentar ao mercado. As altas, à espera dessas informações, contaram também com a crescente aposta dos investidores de que o mundo não enfrentará uma segunda onda de contágio do novo coronavírus, ou seja, nenhuma temporada extra de isolamento à vista. É a crença do dia.

Parceiros - Silvio Genesini, presidente do novo conselho de administração da companhia, contou ao EXAME IN que o grupo de fundos que montou posição no negócio, liderado por Opportunity, mas que inclui Pátria e Brasil Capital, já alcançou uma posição entre 30% e 35% da empresa.

Operador Logístico - Na lista de tarefas, segundo ele, primeiro serão resolvidas as questões ligadas à investigação interna, a respeito dos erros contáveis encontrados nos balanços dos últimos anos, para que então as demonstrações financeiras auditadas de 2019 possam ser apresentadas (e a dos anos anteriores reapresentadas). Essas questões estão interligadas, mas podem ter prazos diversos, pois é preciso submeter o balanço às auditorias.

Selo Infraero - Só a partir daí será definida a questão da capitalização do negócio — ao longo do segundo semestre. Genesini demonstrou simpatia pelo modelo da Natura, uma capitalização privada, com garantia firme dos atuais principais sócios e mais uma fatia de fundos de mercado.

Operadores Logísticos - A empresa anunciou no fim de fevereiro que, ao preparar as demonstrações de resultado do ano passado, encontrou problemas na contabilização de valores transferidos a fornecedores de serviços turísticos. A estimativa era, na ocasião de um impacto de 250 milhões de reais, nas receitas registradas de 2015 a 2019. Desde então, a CVC Brasil, maior operadora de turismo do país, vive uma crise (particular) dentro de uma outra (pandemia), ainda maior.

Contato D-Log - A discussão sobre a capitalização, segundo Genesini, envolverá os fundos que consolidaram grande participação na companhia. A posição foi montada após o anúncio dos problemas na contabilidade e durante o início do período de isolamento. Para obter recursos novos para fortalecer o caixa, o Itaú BBA foi contratado para assessorar a companhia.

Operador Logístico Multimodal - O modelo e o valor, explicou ele, estão em discussão nesse momento e não há nenhuma decisão sobre se os recursos virão dos sócios atuais, de novos ou do mercado, de forma pulverizada — ou ainda tudo misturado. “O aumento de capital da Natura é um ótimo exemplo”, comentou.

Sea Freight - “Tem que ter muito cuidado para falar de preço da ação na bolsa. Mas quanto mais o papel se valorizar, melhor é, pois reduz a diluição dos atuais acionistas e facilita nas conversas”, comentou Genesini. A ação ainda acumula queda de 60% no ano. Mas, em relação ao piso pós-pandemia, a valorização é de quase 200%.

Operador Multimodal de Carga - O mercado estima que a CVC demandaria em torno de 1 bilhão de reais. O valor leva em consideração a pretensão da empresa de usar os recursos para fortalecer o negócio, para o mundo pós-covid-19, mais vencimentos da ordem de 900 milhões ao longo deste ano, na soma de empréstimos mais debêntures. O caixa da companhia estava em 365 milhões no fechamento de dezembro, conforme números não auditados apresentado pela empresa. Genesini, contudo, não forneceu um valor. “Vamos definir tudo isso com calma e juntos com os atuais acionistas. Neste instante, está tudo em aberto.”

Trabalhe na D-Log - A CVC não tem apenas um conselho novo, tem uma diretoria nova também. Leonel Andrade assumiu como presidente no fim de março, após o anúncio dos problemas contábeis no balanço.

Desembaraço Aduaneiro - No dia 21 de maio, foi realizada a primeira reunião do novo conselho de administração. O encontro, segundo Genesini disse ao EXAME IN, durou praticamente o dia todo. Na reunião, os conselheiros tiveram oportunidade de interagir com todos os assessores que estão envolvidos nas diversas frentes de trabalho atuais e também com o novo presidente.

Site desenvolvido pela Lima & Santana Propaganda - O conselho de administração também discutiu melhorias nos controles internos e a formação de comitês de assessoramento do colegiado, para fortalecimento da governança: comitê de estratégia e inovação; de pessoas e remuneração; e de auditoria e partes relacionadas.

Dietrich Logistics - O prazo final estabelecido para apresentação das demonstrações financeiras auditadas é 31 de julho, mas pode ser que ocorra antes. “O quanto antes possível”, disse Genesini. Muitos acreditam que, a despeito da crise duplicada, a CVC pode sair melhor no médio e longo prazo, devido à natural posição de vantagem frente às empresas do ramo de menor porte. “Nesse momento, não estamos pensando por esse lado. Nosso foco é querer a sobrevivência de todos, pois precisamos de todos estruturados na cadeia para o bom funcionamento do setor. A pandemia vai passar e os destinos turísticos vão continuar existindo.”

Cotação - Operador Logístico de Carga - Selo Infraero - Transporte de Perecíveis -

Fonte: https://exame.com/exame-in/cvc-sobe-20-e-vira-protagonista-da-bolsa-mesmo-com-turismo-congelado/


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News - O empresário Carlos Wizard Martins, dono do grupo Sforza, holding que reúne 20 empresas, acaba de retornar de um ano sabático. Nesse período, Wizard e sua esposa se envolveram em um esforço humanitário em Roraima para socorrer refugiados venezuelanos. O casal ajudou mais de 12 mil pessoas a se estabelecer nas regiões Sul e Sudeste do País, aliviando os efeitos da crise migratória na fronteira. 

D-Log 21 anos - Durante a missão, o empresário trabalhou junto com o General Eduardo Pazuello, que, há duas semanas, assumiu interinamente o Ministério da Saúde, após a breve passagem de Nelson Teich pela pasta. “Assim que assumiu, o general me telefonou dizendo que precisava da minha colaboração”, afirmou Wizard, em conversa pelo aplicativo Zoom, de Brasília. “Encarei como uma continuidade da minha missão humanitária.”

Customs Clearance - O empresário acaba de assumir a Secretaria de Ciência, Tecnologia e Insumos Estratégicos em Saúde (SCTIE) do Ministério da Saúde. Entre outras funções, o órgão é responsável pela compra de vacinas e remédios para o novo coronavírus e também de respiradores. Seu trabalho será o de coordenar os esforços de combate à covid-19 e agregar a eficiência privada ao mundo governamental. “Com a minha experiência em negociação, em apenas uma compra, já economizei 100 milhões de reais do orçamento”, enaltece Wizard. 

Prêmios e Certificados - Ele se refere a um pedido de 10 milhões de testes para covid-19 encomendados de uma empresa chinesa, com sede em Shangai. O valor até então praticado nas compras do ministério era de 37 reais cada, de acordo com o empresário. Wizard já atuava como conselheiro do ministério desde o final de maio e já vinha se reunindo com a equipe do ministro interino

Operador Logístico de Carga - “Consegui um bom contato em Shangai, de uma empresa séria e aprovada pela Anvisa”, relata o empresário. Me venderam os mesmos testes por 27 reais”. Outra iniciativa tomada antes mesmo de assumir o cargo foi a de limitar o valor pago por respiradores a 10 mil reais. Segundo Wizard, havia grande variação de preços sendo praticados, de 5 mil a 30 mil reais. “A vantagem de colocar um teto foi que eliminamos boa parte dos fornecedores estrangeiros e fomentamos a indústria nacional”, afirma. “Hoje, os fabricantes brasileiros conseguem nos fornecer 5 mil respiradores por mês”. 

A solução hidroxicloroquina

Multimodal Logistics Operator Brazil - Para o empresário, não existe polêmica em relação ao uso da hidroxicloroquina, considerada insegura para o tratamento da covid-19 pela Organização Mundial da Saúde (OMS). “Existem centenas de estudos atestando a sua eficácia”, diz Wizard. Seu esforço no ministério será o de disponibilizar ao máximo o remédio para a população, inclusive preventivamente. 

Transporte Aéreo de Animais - Como modelo, Wizard cita a cidade de Porto Feliz, no interior de São Paulo. O prefeito da cidade, Cássio Habice Prado, do PTB, criou um “kit covid”, que contém um coquetel formado por hidroxicloroquina, azitromicina, enoxaparina, remédio para enjoo e anti-inflamatório. O município tem feito medições de temperatura em seus cidadãos e distribuído o kit para pessoas com sintomas iniciais da doença. “O uso preventivo da hidroxicloroquina, combinado com esses outros medicamentos, pode salvar vidas”, afirma o empresário. 

Aéreo - Apesar de evitar falar em polêmica sobre o medicamento, o uso da hidroxicloroquina para o tratamento da covid-19 está longe de ser um consenso. França, Itália e Bélgica, por exemplo, se mobilizam para interromper o tratamento, devido a dúvidas sobre segurança do remédio, que, originalmente, é usado contra a malária. Os três países, que estão entre os mais afetados pela doença, seguem diretriz da OMS, que interrompeu um grande teste de hidroxicloroquina por questões de segurança.  

Operador Logístico Brasil - Por outro lado, um grupo de 120 pesquisadores e médicos de diversos países contestou, em carta aberta, o estudo utilizado pela OMS para suspender os testes. Se depender de Wizard, a visão mais favorável ao remédio vai prevalecer. 

Pretensões políticas 

Multimodal Logistics Operator Brazil - A entrada no governo, no entanto, não indica vontade de se candidatar. “Não tenho pretensões políticas”, afirma o empresário. Ele foi convidado pelo governador de São Paulo, João Dória, de quem é amigo, para disputar a prefeitura de Campinas, onde mora. Mas, declinou o convite. Dória é, atualmente, um dos principais adversários políticos do presidente Jair Bolsonaro. 

Operador Logístico - Sobre atuar no setor público, com mentalidade de empresário, Wizard afirma que está encarando o trabalho como uma continuidade da sua atuação filantrópica. “Quando o general me ligou, eu impus apenas uma condição: que eu pudesse atuar pro-bono”, diz ele. “Espero cumprir minha missão”. 

Fonte: https://exame.com/brasil/novo-secretario-de-ciencia-wizard-apoia-hidroxicloroquina-preventiva/



<p>Protestos nos EUA contra racismo e no Brasil, a favor da democracia Fotos: John Locher/ap e fotos publicas</p>(John LocherAP e Fotos PúblicasEXAME)

<p>Protestos de 31 de maio: nos EUA, contra a morte de George Floyd e, no Brasil, contra Bolsonaro Fotos de Lucas Jackson/Reuters e Pan Santos, de Fotos Públicas</p>(Lucas JacksonReuters e Pan Santos, de Fotos PúblicasEXAMEEXAME Hoje)

<p>Mulher usa máscara protetora em protesto contra a violência policial durante operações em favelas contra gangues de drogas e racismo no Brasil, em frente ao Palácio da Guanabara, no Rio de Janeiro, Brasil, 31 de maio de 2020. REUTERS / Pilar Olivares</p>(Pilar OlivaresReuters)

<p>Manifestantes são vistos em meio à fumaça de gás lacrimogêneo durante protesto contra o presidente Jair Bolsonaro, na Avenida Paulista, em São Paulo, 31 de maio de 2020. REUTERS / Rahel Patrasso</p>(Rahel PatrassoReuters)

<p>Manifestantes são vistos em meio à fumaça de gás lacrimogêneo durante protesto contra o presidente Jair Bolsonaro, na Avenida Paulista, em São Paulo, 31 de maio de 2020. REUTERS / Rahel Patrasso</p>(Rahel PatrassoReuters)

<p>Pessoas protestam contra a violência policial durante operações em favelas contra gangues de drogas e racismo no Brasil, em frente ao Palácio da Guanabara, no Rio de Janeiro, Brasil, 31 de maio de 2020. REUTERS / Pilar Olivares</p>(Pilar OlivaresReuters)

<p>Manifestante em frente a escombros em chamas durante ato em Minneapolis, onde um policial matou George Floyd. 30 de maio. REUTERS/Lucas Jackson</p>(Lucas JacksonReuters)

Pessoas saqueiam propriedades durante inquietação em todo o país após a morte de George Floyd por um policial. Los Angeles, Califórnia, EUA, em 30 de maio de 2020. Foto: REUTERS / Kyle Grillot(Kyle GrillotReuters)

<p>Washington, 31 de maio: polícia perto da Casa Branca enquanto manifestantes se reúnem para protestar contra a morte de George Floyd nas primeiras horas da manhã de 31 de maio de 2020. Foto: Alex Wong/Getty Images</p>(Alex WongGetty Images)

Protesto contra a morte de George Floyd em Berlin. 31 de maio(Christian MangReuters)

Manifestantes protestam contra a morte de George Floyd em frente à embaixada dos EUA em Berlin, Alemanha: 31 de maio, REUTERS/Christian Mang(Christian MangReuters)

Homem segura cartaz com os dizeres: "sem justiça, sem paz" durante protesto pela morte de George Floyd, na Trafalgar Square, em Londres, Reino Unido, 31 de maio. REUTERS/John Sibley(John SibleyReuters)

Mulher de máscara de proteção durante  protesto contra a morte de George Floyd, na Trafalgar Square, em Londres. 31 de maio.  REUTERS/John Sibley(John SibleyReuters)

Manifestante com cartaz dizendo "quem policia a polícia" durante ato contra a morte de Gerge Floyd. 31 de maio. Ritzau Scanpix/Ida Guldbaek Arentsen via REUTERS(Ritzau ScanpixIda Guldbaek ArentsenReuters)

<p>Washington, 31 de maio: Pessoas protestam contra a morte de George Floys perto da Casa Branca (Foto: Alex Wong/Getty Images)</p>(Alex WongGetty Images)

<p>Protesto em Minneapolis, Estados Unidos, em 30 de maio de 2020, durante uma manifestação para pedir justiça a George Floyd, um homem negro que morreu sob custódia da polícia de Minneapolis. O toque de recolher foi imposto nas principais cidades dos EUA no sábado, à medida que os conflitos por brutalidade policial aumentavam nos Estados Unidos. (Foto por Shay Horse / NurPhoto via Getty Images)</p>(Shay Horse NurPhotoGetty Images)

Protesters rally against the death in Minneapolis police custody of George Floyd, in New York(Jeenah MoonReuters)

<p>Washington, 30 de maio: Policiais tentam conter manifestantes em ato contra morte de George Floyd Foto: Tasos Katopodis/Getty Images)</p>(Tasos KatopodisGetty Images)

<p>Washington, 30 de maio: Mulher machucada durante protesto perto da Casa Branca pela morte de George Floyd Foto: Alex Wong/Getty Images)</p>(Alex WongGetty Images)

<p>Washington, 29 de maio: Manifestante recebe cuidados após entrar em choque com a polícia durante um protesto em resposta ao assassinato de George Floyd por um policial. (Foto de Alex Wong / Getty Images)</p>(Alex WongGetty Images)

Manifestante perto da Casa Branca em meio a protesto contra a morte de George Floyd nas primeiras horas da manhã de 31 de maio de 2020 em Washington, DC. (Foto: Alex Wong/Getty Images)(Alex WongGetty Images)

Manifestante mascarado em ato contra a morte de George Floyd, Los Angeles, California: 30 de maio(Kyle GrillotReuters)

Desembaraço Aduaneiro - Os Estados Unidos vivem há dias uma série de manifestações que tem levado a confrontos crescentes, tendo como ponto de partida a violência policial. O Brasil viveu neste domingo em cidades como São Paulo, Rio e Brasília uma leva de manifestações (contra e a favor do governo, veja fotos no pé da matéria), que também levaram a confrontos. O maior deles, em São Paulo, envolveu torcidas organizadas em defesa da democracia, de um lado, e apoiadores do governo Bolsonaro, de outro.

Operador Logístico - Quais as semelhanças entre os dois países? E quais as diferenças? A Exame ouviu analistas na tarde deste domingo. Embora em contextos e magnitudes diferentes, a origem das crises vivenciadas por Brasil e Estados Unidos, neste momento, é a mesma, na visão dos entrevistados: a deterioração da economia provocada pela crise do coronavírus.

Agente de Carga Internacional - O que mais une os dois movimentos é o clima de elevada ansiedade social que tem predominado nos dois países”, diz Gabriel Brasil, analista de risco político da Control Risks. “Há uma rejeição crescente de certos setores da sociedade frente aos presidentes Trump e Bolsonaro que, em boa medida, são reconhecidos por esses grupos como responsáveis centrais pela crise em função da postura negacionista que adotaram no começo da pandemia”.

Sea Freight - Os dois países, concordam os analistas, enfrentam a pandemia com presidentes polarizadores, Donald Trump, do lado americano, e Jair Bolsonaro, do lado brasileiro. “São líderes que incitam semanalmente suas bases políticas”, afirma o diplomata Paulo Roberto Almeida, professor do Centro Universitário de Brasília (Uniceub). “Ambos têm se mostrado ineptos para enfrentar a pandemia da covid-19 e a recessão econômica trazida pela doença. Isso é um fator que une os protestos observados aqui e lá”. 

Operador Logístico de Carga - Brasil e Estados Unidos, neste momento, lideram os rankings de mortes e de contaminação por coronavírus, com o Brasil à frente. A semelhança no contexto político, no entanto, contrasta com as diferenças socioeconômicas. “Nos Estados Unidos, há uma fila de 40 milhões de desempregados. Aqui, há 40 milhões de informais que seguem trabalhando, apesar da pandemia, porque estão em uma situação terrível, em que o auxílio emergencial não chega e, se chega, não é suficiente”, diz Almeida. 

Selo Infraero - Para a economista Monica de Bolle, diretora de estudos-latino americanos e mercados emergentes da universidade americana Johns Hopkins, a pandemia e os protestos estão interligados, na medida em que a degradação econômica, produto da crise sanitária, empurra milhões de pessoas para uma condição de desalento. “Era inevitável”, afirma de Bolle. “Com esse grau de polarização e uma tensão latente, era impossível esperar outro desfecho. O Brasil, no entanto, encontra-se numa posição mais arriscada por ter uma economia menos dinâmica”.

Agente de Carga Internacional - Lucas de Aragão, mestre em Ciência Política pela Fordham University e sócio da Arko Advice, ressalta que há grandes diferenças entre o contexto dos dois países (com a questão social muito marcante nos Estados Unidos). Mas afirma que ambos têm presidentes polarizantes, que politizam temas de saúde, como remédios e o uso de máscaras . “As motivações e os contextos estruturais são diferentes”, afirma. “Mas claro que a chance de manifestações aumenta num país dividido”. 

O racismo em pauta

Agente de Carga Internacional - A questão racial, manifestada na brutalidade policial contra as camadas mais pobres, formadas majoritariamente por negros e pardos, neste contexto, serve de gatilho para o descontentamento. Nos Estados Unidos, o assassinato do segurança George Floyd por um policial branco, numa ação violenta e cruel gravada em vídeo, deu início aos protestos. No Brasil, a morte do menino João Vitor, no Rio de Janeiro, também pelas mãos de policiais, teve um papel relevante para a mobilização da oposição.

Transporte Aéreo de Animais - “Quando crianças morrem, não vale a narrativa do ‘era bandido, por isso morreu’”, afirma Renato Meirelles, fundador da empresa de pesquisas Locomotiva, com amplos estudos sobre as favelas. “As desigualdades que sempre existiram vem à tona com o processo de crise econômica somado ao isolamento social, que aumenta a irritabilidade de todos, sobretudo dos que moram em casas pequenas, muitas vezes sem água corrente”.

Trabalhe na D-Log - O contexto histórico da desigualdade racial, no entanto, é diferente nos dois países, afirma Oliver Stuenkel, professor de relações internacionais da Fundação Getúlio Vargas. “Nos Estados Unidos, a tensão racial antecede o atual governo. O país enfrenta esse tipo de protesto há décadas”, afirma. Neste momento, o paralelo entre os dois países está no padrão de liderança dos dois governos, mais comum em governos autocráticos do que democráticos. “Trump e Bolsonaro operam da mesma maneira, buscando a mobilização constante de seus seguidores mais radicais. Não vemos isso em democracias como Alemanha e França”, diz Stuenkel.

Marítimo - Para Joel Pinheiro da Fonseca, economista pelo Insper e mestre em filosofia pela Universidade de São Paulo, embora a questão racial esteja presente na pauta, no Brasil, a demanda central dos manifestantes está mais ligada à política do que ao racismo. “Os grupos de oposição que protestaram hoje no País, como os torcedores organizados e os grupos antifascistas, têm a causa da violência policial como um aspecto importante. Mas, as manifestações são muito mais políticas”, afirma. “No fundo, é uma pauta contra os bolsonaristas, que emerge em reação aos protestos pró-governo e tem a intenção de mostrar superioridade numérica”.

Empresa de Logística em São Paulo - Nas próximas semanas, a expectativa dos analistas é de que o clima de polarização se acentue com a escalada retórica por parte dos dois governos. “Trump já deu sinais claros nesse sentido, classificando o movimento Antifas (antifascista) como um grupo terrorista. É bastante razoável assumir que Bolsonaro adotará a mesma abordagem, como ele havia indicado em novembro do ano passado, quando da erupção dos protestos do Chile”, afirma o analista político Gabriel Brasil, da consultoria Control Risks.

D-Log conquista selo de Eficiência Logística - A mobilização social também deve influenciar as eleições americanas, marcadas para novembro. Antes da pandemia, Trump era o franco favorito. Mas, sua rejeição aumentou consideravelmente durante a crise sanitária e econômica. “Como o próximo pleito será quase totalmente virtual, sem o engajamento presencial dos voluntários, o peso do voto pelo correio, que nunca foi grande, vai aumentar. Isso complica bastante a vida de Trump”, afirma Maurício Moura, presidente da consultoria Idea Big Data e professor da George Washington University.


<p>Protesto contra o racismo, neste domingo, (31) na Av. Paulista, SP. Após a morte de George Floyd durante uma abordagem policial em Minneapolis, nos EUA. O ato é organizando por grupo anti racista, e por torcidas organizadas do Corinthians. 31/05/2020 – Foto: ROBERTO CASIMIRO/FOTOARENA/FOTOARENA/ESTADÃO CONTEÚDO</p>(CASIMIROFOTOARENAFOTOARENAESTADÃO CONTEÚDOEstadão Conteúdo)

<p>Pilar Olivares</p>(Pilar OlivaresReuters)

<p>Manifestantes são vistos em meio à fumaça de gás lacrimogêneo durante protesto contra o presidente Jair Bolsonaro, na Avenida Paulista, em São Paulo, 31 de maio de 2020. REUTERS / Rahel Patrasso</p>(Rahel PatrassoReuters)

<p>Manifestantes são vistos entre gás lacrimogêneo durante um protesto contra o presidente brasileiro Jair Bolsonaro na Avenida Paulista, em São Paulo, Brasil, 31 de maio de 2020. REUTERS/Rahel Patrasso</p>(Rahel PatrassoReuters)

<p>Um manifestante gesticula durante um protesto contra o presidente brasileiro Jair Bolsonaro na Avenida Paulista, em São Paulo, Brasil, 31 de maio de 2020. REUTERS / Rahel Patrasso</p>(Rahel PatrassoReuters)

<p>Mulher usa máscara protetora em protesto contra a violência policial durante operações em favelas contra gangues de drogas e racismo no Brasil, em frente ao Palácio da Guanabara, no Rio de Janeiro, Brasil, 31 de maio de 2020. REUTERS / Pilar Olivares</p>(Pilar OlivaresReuters)

<p>O presidente do Brasil, Jair Bolsonaro, monta um cavalo durante uma reunião com apoiadores protestando a seu favor, em meio ao surto de doença por coronavírus (COVID-19), em Brasília, Brasil, 31 de maio de 2020. REUTERS / Ueslei Marcelino</p>(Ueslei MarcelinoReuters)

<p>Pessoas protestam contra a violência policial durante operações em favelas contra gangues de drogas e racismo no Brasil, em frente ao Palácio da Guanabara, no Rio de Janeiro, Brasil, 31 de maio de 2020. REUTERS / Pilar Olivares</p>(Pilar OlivaresReuters)

<p>Manifestantes são vistos em meio à fumaça de gás lacrimogêneo durante protesto contra o presidente Jair Bolsonaro, na Avenida Paulista, em São Paulo, 31 de maio de 2020. REUTERS / Rahel Patrasso</p>(Rahel PatrassoReuters)

Manifestantes são vistos em meio à fumaça de gás lacrimogêneo durante protesto contra o presidente Jair Bolsonaro, na Avenida Paulista, em São Paulo, 31 de maio de 2020.(Ueslei MarcelinoReuters)

Demonstrators take part in a protest in favor of Brazilian President Jair Bolsonaro(Ueslei MarcelinoReuters)

Manifestantes participam de protesto a favor do presidente Jair Bolsonaro, em Brasília, em 31 de maio de 2020. REUTERS / Ueslei Marcelino(Ueslei MarcelinoReuters)

Defensor do presidente Jair Bolsonaro exibe cartaz com a inscrição "Abaixo a ditadura do Supremo Tribunal Federal" durante um protesto em Brasília, Brasil, 31 de maio de 2020. REUTERS / Ueslei Marcelino(Ueslei MarcelinoReuters)

Manifestantes participam de protesto a favor do presidente Jair Bolsonaro, em Brasília, em 31 de maio de 2020. REUTERS / Ueslei Marcelino(Ueslei MarcelinoReuters)

Fonte: https://exame.com/brasil/ansiedade-social-e-divisoes-cresceram-com-pandemia-no-brasil-e-nos-eua/


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Customs Clearance - Fenômeno do K-pop, a banda sul-coreana BTS estrela a campanha da montadora Hyundai sobre a importância de “trabalharmos juntos com o nosso planeta para criar um futuro melhor, um amanhã melhor”. A propaganda usa uma combinação de linguagem e recursos visuais para transmitir conexões com a natureza. 

Companhia - Assista ao vídeo:

Operador Logístico de Carga - Road Transportation -

Air Freight - A campanha foi criada para celebrar o dia da Terra, comemorado em 22 de abril. A ideia da Hyundai é mostrar que, se quisermos progredir como seres humanos, soluções de combustível limpo devem ser implementadas.

Operador Multimodal de Carga - A montadora se diz comprometida em utilizar energia limpa em futuras soluções de mobilidade. A energia de hidrogênio está no centro da sustentabilidade, e a Hyundai Motor Corp já assumiu a liderança na tecnologia de hidrogênio com a introdução do NEXO. “A única emissão da energia do hidrogênio é a água – um elemento do qual o BTS encontra inspiração infinita.”

Operador Logístico Multimodal - Mas a campanha acabou indo além para mostrar a importância de se proteger contra a transmissão do novo coronavírus. Em outro vídeo, os artistas dançam e se divertem com o lema distanciamento social.

Operador Multimodal - D-Log 21 anos -

Fonte: https://exame.com/marketing/bts-estrela-campanha-da-hyundai-em-prol-do-meio-ambiente-veja-videos/


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Operador Multimodal de Carga - O Banco do Brasil e o Santander colocam à venda 1464 imóveis com até 70% de desconto até o final do mês. Informações sobre as unidades estão disponíveis na plataforma www.seuimovelbb.com.br, lançada em abril como um canal para a venda de ativos que retornam ao banco a preços acessíveis; e www.santanderimoveis.com.br, ambas criadas em parceria com a empresa de tecnologia Resale.

Marítimo - As 724 unidades do BB estão localizadas em mais de 244 cidades em todo o Brasil. Serão vendidos casas e apartamentos, entre outros imóveis, cujos valores variam de R$ 10 mil a até R$ 3 milhões. A região do país com mais imóveis para venda é a sudeste (36%), onde o desconto médio é de 32%.

Site desenvolvido pela Lima & Santana Propaganda - Os imóveis, que estão 100% quitados e não possuem dívidas a cargo do comprador, podem ser comprados à vista ou parcelados em até 4 vezes, sem juros. Para saber o que está à venda e qual a modalidade (leilão ou venda direta), o usuário deve acessar o site e aplicar os filtros de acordo com o seu interesse, por região, tipo do imóvel, valor ou situação (ocupado ou desocupado).

Newsletter - Já o Santander coloca à venda 740 imóveis no portal, com até 60% de desconto em todo o Brasil. Os imóveis estão divididos entre casas (48%), apartamentos (40%), entre outros e os valores variam de R$ 30.000 a até R$ 9.161.100. A região o País com mais imóveis para venda é a Sudeste, onde o desconto máximo é de 60%.

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Multimodal Logistics Operator Brazil - Os imóveis estão 100% quitados e sem nenhum tipo de dívida para quem compra. Os leilões serão realizados com leiloeiros credenciados, entre eles a Frazão Leilões, Sold Leilões, Zukerman Leilões e Leiloei. Para ver os imóveis à venda, o usuário deve acessar a plataforma e e aplicar os filtros de acordo com o seu interesse, por região, tipo do imóvel, valor ou situação (ocupado ou desocupado).

Fonte: https://exame.com/seu-dinheiro/bancos-leiloam-1464-imoveis-com-ate-70-de-desconto/


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Brasilia – Em um cenário bastante adverso, tem-se uma boa notícia no comércio exterior brasileiro. Do grupo do G20, bloco econômico composto por países ricos como a Alemanha, Canadá, Estados Unidos, França, Itália, Japão, Reino Unido e Rússia, e países emergentes como a África do Sul, Arábia Saudita, Argentina, Austrália, Brasil, China, Coreia do Sul, Índia, Indonésia, México e Turquia, o Brasil foi o único integrante a expandir suas exportações no primeiro quadrimestre de 2020.

A avaliação foi feita hoje (28) pela  Associação Brasileira de Consultoria e Assessoria em Comércio Exterior (Abracomex), ao analisar informe da Organização para Cooperação e  Desenvolvimento Econômico (OCDE), sobre o desempenho do comércio internacional do G20 no primeiro quadrimestre do ano.

De acordo com a Abracomex, os países asiáticos não deixaram de importar produtos brasileiros mesmo sendo afetados pelo grave quadro de saúde mundial, e este é um dos principais motivos para que o Brasil apresentasse o bom resultado.  A Ásia representa 47, 2% do total de todas as exportações brasileiras, o aumento nos quatro primeiros meses foi de 10,9% em comparação com o mesmo período de 2019.

Ao comentar esses dados, o professor Gilberto Campião da Abracomex, diz que “os bons números estão relacionados à exportação de bens primários alimentícios, onde o Brasil é o grande produtor, e este ano conseguimos lograr um aumento da nossa produção agrícola, com grande superávit e alguns produtos têm demanda garantida, como alimentos e vestuário”.

Ainda de acordo com o professor Campião, “para o futuro, as perspectivas de crescimento são ainda melhores, já que o agronegócio continua sendo o maior colaborador pelos números. A soja em grãos, suco de laranja, as carnes de boi, frango e suína, café, açúcar, milho e outros são produtos de demanda pouco elástica, ou seja, são produtos que mesmo depois da pandemia continuarão sendo muito procurados em todos os continentes. Outros setores como o minério de ferro e petróleo exportaram juntos 13,3 milhões de toneladas em maio de 2020, de acordo com a Secretaria de Comércio Exterior (Secex) do Ministério da Economia”.

Gilberto Campião também diz que as perspectivas pós pandemia são de que o Brasil continuará sendo um dos principais exportadores, em função da nossa riqueza mineral e extensão agrícola, associada a tecnologia de produção.

Segundo ele, “estamos entre as maiores economias do mundo e as nossas exportações ainda não refletiram essa realidade, além disso o  Brasil é um país jovem, cheio de energia e seguramente estará em breve, entre as quatro maiores economias mundiais”.

(*) Com informações da Abracomex


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Operador Multimodal de Carga - Com o número de mortes por coronavírus batendo recordes diários no Brasil, os brasileiros não parecem nem um pouco dispostos em reassumir a rotina de trabalho, estudos e outras atividades cotidianas, como mostra uma pequisa do Instituto Ipsos, presente em 90 países. O Brasil ocupa o primeiro lugar do ranking dos países em que a população têm mais medo de ir para a rua e reassumir o padrão de comportamento pré-pandemia.

Selo Infraero - A pesquisa foi realizada com 16 mil adultos de 16 países entre os dias 07 e 10 de maio, incluindo o Brasil, líder absoluto dos países mais preocupados com a evolução da covid-19.

Aéreo - Sete em cada dez brasileiros (68%) afirmaram que não querem retornar aos seus locais de trabalho nas próximas semanas, com ou sem reabertura econômica. Com o aumento expressivo de casos confirmados da covid-19, que já ultrapassa a marca de 411.820 pessoas contaminadas, o Brasil só está atrás dos Estados Unidos, com 1,7 milhões de infectados.

Marítimo - No segundo lugar do ranking dos países mais resistentes à ideia de voltar ao trabalho presencial e a atividades cotidianas está a Espanha, com 56% dos entrevistados afirmando que se sentem desconfortáveis com a hipótese de colocar os pés na rua. Na África do Sul, que passou de pouco mais de 2.100 casos confirmados no dia 12 de abril para 26.000 na última terça-feira, dia 26, mais da metade da população têm medo de abrir a porta de casa e se aventurar pelas cidades.

Companhia - Nos países que adotaram testes em massa e conseguiram exercer manter a pandemia sob controle, como a Coreia do Sul, o cenário é o oposto. Apenas 18% dos sul-coreanos dizem que têm temor em voltar aos seus locais de trabalho.

Companhia - Para os brasileiros, a volta às aulas das crianças e adolescentes também permanece fora de cogitação para 85% das famílias. É o maior índice entre os países pesquisados. Mas não estamos sozinhos.

Cotação - A objeção também é alta na África do Sul e na Espanha. Em ambos os países, 80% dos entrevistados não se sentem confortáveis em deixar seus filhos voltarem aos bancos escolares. Na Itália, que até pouco tempo era considerada o epicentro do coronavírus no mundo, essa realidade não é muito diferente: 78% dos italianos preferem que os filhos fiquem em casa nesse momento.

Site desenvolvido pela Lima & Santana Propaganda -

Fonte: https://exame.com/brasil/coronavirus-sete-em-cada-dez-brasileiros-se-recusam-a-sair-de-casa/


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