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25 de julho de 2021 Notícias

Hoje é dia de todos os profissionais que abastecem e movimentam todos os setores da nossa #economia. Nossa homenagem a todos os #motoristas. #diadomotorista


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O setor portuário movimentou, de janeiro a abril, 380,5 milhões de toneladas. Isso corresponde a um aumento de 9,73% em relação ao mesmo período do ano passado. Os números são do Painel Estatístico Aquaviário da ANTAQ.

No primeiro quadrimestre do ano, os portos privados movimentaram 249,7 milhões de toneladas, um aumento de 9,94% em relação aos primeiros quatro meses de 2020. Já os portos públicos movimentaram 130,8 milhões de toneladas, registrando uma melhoria de 9,33%.

“Os números continuam positivos, e a tendência é que a movimentação portuária mantenha o viés de alta ao longo do ano. O setor portuário brasileiro vem demonstrando resiliência e capacidade de superar até mesmo uma pandemia”, afirmou o diretor-geral da ANTAQ, Eduardo Nery, reforçando que a Agência continuará trabalhando, no que couber, para dotar o setor de mais infraestrutura e para atrair investimentos.

Apenas em abril de 2021, o setor portuário brasileiro movimentou 100,5 milhões de toneladas, o que significou um aumento de 6,2% em relação ao mesmo mês do ano passado

Instalações Portuárias

Santos (SP) foi o porto público que mais movimentou: 38,1 milhões de toneladas no primeiro quadrimestre de 2021, um crescimento de 7,75% em comparação com o mesmo período de 2020. Em seguida, apareceu Paranaguá (PR): 16,5 milhões de toneladas (alta de 0,35%). Na terceira posição, figurou Itaguaí (RJ): 15,9 milhões de toneladas e um incremento de 34,7%.

Em relação aos terminais privados, Ponta da Madeira (MA) movimentou 54,4 milhões de toneladas no primeiro quadrimestre do ano: alta de 5%. Na segunda posição, apareceu o Terminal Aquaviário de Angra dos Reis (RJ): 22,7 milhões de toneladas movimentadas e crescimento de 8,52%. Depois veio o Terminal Aquaviário de São Sebastião (Almirante Barroso), em São Paulo. A instalação movimentou 18,1 milhões de toneladas, crescimento de 3,6%.

As cargas mais movimentadas neste primeiro quadrimestre foram minérios (+ 11,7%), combustíveis minerais (+ 15,87%) e sementes e frutos oleaginosos (- 3,38%)

Contêineres

A movimentação de contêineres em TEUs no primeiro quadrimestre de 2021 foi de 3,7 milhões, um crescimento de 10,54% em relação ao mesmo período de 2020.

Cabotagem

A movimentação via cabotagem foi de 94,3 milhões de toneladas no primeiro quadrimestre do ano. Isso significou um crescimento de 12%. A carga mais movimentada foram os granéis líquidos e gasosos. Já a navegação de longo curso transportou 262,6 milhões de toneladas entre janeiro e abril de 2021 (alta de 9,95%). Granel sólido foi a carga mais transportada nesse tipo de navegação.

 

Fonte: cartadelogística.com.br


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Segundo o Monitor do Comércio Brasil-EUA, relatório da Câmara Americana de Comércio (Amcham Brasil), o total das exportações ficou em US$ 13,3 bilhões e de importações em US$ 16,4 bilhões – um déficit de US$ 3,1 bilhões.

A corrente de comércio entre o Brasil e os Estados Unidos cresceu ao longo do primeiro semestre em relação com o mesmo período do ano passado, com vantagem expressiva para o lado brasileiro, com os embarques para os portos e aeroportos norte-americanos tendo avançado 32,9% e as compras, 8,7%. É o que mostra o Monitor do Comércio Brasil-EUA, relatório da Câmara Americana de Comércio (Amcham Brasil). Os dados confirmam a manutenção dos EUA como o segundo maior parceiro comercial do Brasil em bens.

Em valores, o total das exportações ficou em US$ 13,3 bilhões e de importações em US$ 16,4 bilhões. “A recuperação da economia tanto no Brasil como nos EUA tem fortalecido o comércio bilateral. As projeções da Amcham indicam que 2021 registrará um crescimento de até 30% das nossas exportações para os EUA e de até 20% das nossas importações vindas daquele país”, relata Abrão Neto, vice-presidente executivo da Amcham. Para ele, esses números são indicadores claros do aquecimento dos negócios entre ambos os países.

Segundo a Câmara Americana, a economia dos EUA cresceu 6,4% no 1º trimestre de 2021 e deve seguir aquecida ao longo do ano. O estágio avançado de vacinação e os pacotes governamentais de estímulo norte-americanos aumentaram a demanda externa, inclusive por produtos importados do Brasil, como dos setores siderúrgico, de construção civil, aeronáutico e petróleo.

As exportações brasileiras para os EUA no primeiro semestre de 2021 representaram 9,8% das exportações totais do País no período. Pelo lado das importações, é possível observar um início de recuperação.

As importações brasileiras originárias dos EUA avançaram 8,7%, alcançando o valor de US$ 16,4 bilhões até o momento. Apesar desse movimento positivo, o porcentual ainda foi três vezes menor que o aumento total de 26,5% de tudo que o Brasil comprou do mundo. Segundo a Amcham, entre as dez principais origens de importação brasileira, o aumento dos Estados Unidos foi o segundo mais baixo, ficando à frente somente da França.

Como resultado, o Brasil obteve um déficit de US$ 3,1 bilhões com os EUA, que foi o maior saldo negativo registrado pelo Brasil entre todos os seus parceiros comerciais no ano. No geral as trocas bilaterais com os EUA representaram 12,7% do comércio brasileiro com o mundo, atrás apenas da China (29,1%).

Para a entidade, a recuperação da economia nos EUA e no Brasil refletirá no crescimento do comércio bilateral. A Amcham estima que as exportações brasileiras para os EUA devem crescer entre 26,6% e 30,1%, para um valor próximo a US$ 30 bilhões, e as importações brasileiras dos EUA aumentarão entre 18,6% e 20,2%, superando US$ 33 bilhões.

FONTE: EXAME

 


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O ministro da Infraestrutura, Tarcísio Gomes de Freitas, declarou que “já está praticamente fechado o modelo” de desestatização do Porto de Santos, no litoral de São Paulo. Freitas falou sobre o assunto, na última sexta-feira (2), durante o balanço das ações do ministério no 1º semestre de 2021.
No dia 22 de junho, o ministro afirmou que o governo deve abrir, no segundo semestre deste ano, a consulta pública sobre os leilões do Porto de Santos (SP) e dos aeroportos de Congonhas (SP) e Santos Dumont (RJ). A afirmação foi feita durante audiência pública na Comissão de Fiscalização Financeira e Controle da Câmara dos Deputados.

Já na última sexta-feira (2), Freitas trouxe a público a importância das lições aprendidas na estruturação do projeto da Companhia Docas do Espírito Santo (Codesa), a atual administradora do Porto de Vitória e da Barra do Riacho, no Espírito Santo. O modelo e as condições para a privatização da Codesa já foram publicadas no Diário Oficial da União e, segundo o ministro, servem de base para a construção dos futuros modelos de desestatização, como é o caso do Porto de Santos.

“Já está praticamente fechado o modelo do Porto de Santos, que vai ser um leilão superlativo também, no ano que vem. O modelo está ficando bem interessante, incorporamos as lições aprendidas com a estruturação do projeto da Codesa, onde a gente debateu muito a questão regulatória. Foi um acerto fazer a Codesa primeiro e, na sequência, nós vamos fazer Santos. Sem dúvida nenhuma será um grande leilão” , disse ele.

As declarações foram dadas durante balanço das ações do ministério. A pasta entregou 51 obras no primeiro semestre deste ano, que custaram R$ 3 bilhões. Também foram concedidos 29 ativos à iniciativa privada, entre rodovias, aeroportos, terminais portuários e ferrovias. Para o segundo semestre, o ministério espera conceder mais 24 ativos para gestão da iniciativa privada.

Porto de Santos
O leilão do Porto de Santos é o mais aguardado pelo setor portuário. O governo vai conceder à iniciativa privada a gestão do porto, que hoje é feita pela Santos Port Authority (antiga Companhia Docas do Estado de São Paulo — Codesp). Os terminais localizados no Porto de Santos já são privados.

A previsão é que o leilão aconteça em 2022. No caso dos portos, os contratos são de 35 anos.

Fonte: G1

 


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Beneficiada pela alta das commodities (bens primários com cotação internacional), a balança comercial registrou o melhor saldo da história para o primeiro semestre, desde o início da série histórica, em 1989. De janeiro a junho, o país exportou US$ 37,496 bilhões a mais do que importou.

O saldo é 68,2% maior que nos seus primeiros meses de 2020, quando as exportações tinham superado as importações em US$ 22,295 bilhões. Até agora, o melhor primeiro semestre da história havia sido registrado em 2017, quando a balança comercial tinha registrado superávit de US$ 31,922 bilhões.

Em junho, as exportações superaram as importações em US$ 10,372 bilhões, resultado 59,5% maior que o do mesmo mês do ano passado e montante também recorde para o mês. No mês passado, o Brasil vendeu para o exterior US$ 28,104 bilhões, alta de 60,8% sobre junho de 2020 e valor recorde para todos os meses desde o início da série histórica, em 1989. As importações totalizaram US$ 17,732 bilhões, alta de 61,5% na mesma comparação.

Além da alta no preço das commodities, as exportações também subiram por causa da base de comparação. Em junho de 2020, no início da pandemia de covid-19, as exportações tinham caído por causa das medidas de restrição social. O volume de mercadorias embarcadas, segundo o Ministério da Economia, aumentou 11,4%, enquanto os preços subiram, em média, 44% em relação ao mesmo mês do ano passado.

Setores

Em junho, todos os setores registraram crescimento nas vendas para o exterior. Com o auge da safra de grãos, as exportações agropecuárias subiram 24,9% em relação a junho do ano passado. Os principais destaques foram café não torrado (+45,0%), soja (+23,6%) e algodão em bruto (+111,4%).

Beneficiada pela valorização de minérios, as exportações da indústria extrativa aumentaram 175,8%, com destaque para minério de ferro (+172,1%), minério de cobre (+82,6%) e óleos brutos de petróleo (+208,9%), impulsionadas pela valorização do petróleo no mercado externo. As vendas da indústria de transformação subiram 38,1%, puxadas por combustíveis (+66%), aço (+110%) e aeronaves, incluindo componentes (+144%).

Do lado das importações, as compras do exterior da agropecuária subiram 61,1% em junho na comparação com junho do ano passado. A indústria extrativa registrou alta de 25,5% e a indústria de transformação teve crescimento de 66,3%. Os principais destaque foram soja (+181,9%), gás natural (+434,7%), combustíveis (+216,5%) e veículos automotivos (+366,3%).

O governo elevou de US$ 89,4 bilhões para US$ 105,3 bilhões a previsão de superávit da balança comercial neste ano, o que garantiria resultado recorde. A estimativa já considera a nova metodologia de cálculo da balança comercial. As projeções estão bem mais otimistas que as do mercado financeiro. O boletim Focus, pesquisa com analistas de mercado divulgada toda semana pelo Banco Central, projeta superávit de US$ 68,8 bilhões neste ano.

Metodologia

Em abril, o Ministério da Economia mudou o cálculo da balança comercial. Entre as principais alterações, estão a exclusão de exportações e importações fictas de plataformas de petróleo. Nessas operações, plataformas de petróleo que jamais saíram do país eram contabilizadas como exportação, ao serem registradas em subsidiárias da Petrobras no exterior, e como importação, ao serem registradas no Brasil.

Outras mudanças foram a inclusão, nas importações, da energia elétrica produzida pela usina de Itaipu e comprada do Paraguai, num total de US$ 1,5 bilhão por ano, e das compras feitas pelo programa Recof, que concede isenção tributária a importações usadas para produção de bens que serão exportados. Toda a série histórica a partir de 1989 foi revisada com a nova metodologia.

Fonte: Comex do Brasil

 


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O efeito dominó está criando um grande problema para o setor de transporte marítimo mundial

O congestionamento em Yantian, na China, se espalhou para outros portos em Guangdong, incluindo Shekou, Chiwan e Nansha. Todos eles estão localizados no Sul da China, em Shenzhen ou Guangzhou, o quarto e o quinto maiores portos de contêineres do mundo. O efeito dominó está criando um grande problema para o Comércio Exterior em todo o mundo, adicionando uma carga extra em uma já estressada cadeia de suprimentos global.

O congestionamento nos portos do norte da Europa continua impactando as empresas de transporte de carga marítima e interrompendo ainda mais as cadeias de suprimentos já sobrecarregadas.

Todos os navios que fazem escala em portos europeus estão fora do cronograma. Há atrasos e divulgação de omissões de portos e rolagens sem precedentes com os principais armadores.

Com os navios totalmente carregados, eles ficam mais tempo nos portos do que o estimado normalmente. Com o tempo excedente, o terminal não pode carregar ou descarregar outro navio.

Com isso, os novos navios que tentam chegar aos portos ficam esperando sua vez de atracar no Mar do Norte e a fila de espera fica cada vez mais longa.

Para tentar conter a situação, os terminais tentaram mudar o tempo dos caminhoneiros para entrega de contêineres e alugaram mais espaço de armazenamento, porém ainda há picos de sobrecarga que nem as medidas paliativas conseguem resolver.

Quando a crise no transporte de cargas vai melhorar?

Tradicionalmente, a Peak Season, mais conhecida como a alta temporada para o transporte de contêineres, começa no terceiro trimestre, já que todos estocam para a temporada de Natal. Em 2021, a alta temporada é permanente.

Após o episódio no canal de Suez, havia uma indicação de melhoria no cenário de logística internacional, mas a situação de Yantian volta a agravar os atrasos e impactar diversos portos ao redor do mundo.

Um outro problema que essa sequência promove é o aumento de taxas de frete internacional de carga

O bloqueio Yantian terá um impacto muito maior sobre o fluxo de mercadorias do que o bloqueio do Canal de Suez. Os importadores serão afetados porque seus contêineres ficam no sul da China por semanas, com pouco ou nenhum acesso aos navios.

FONTE: Plus Cargo Brasil


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A balança comercial brasileira registrou superávit comercial de US$ 2,775 bilhões na segunda semana de junho. De acordo com dados divulgados nesta segunda-feira, 14, pela Secretaria de Comércio Exterior (Secex) do Ministério da Economia, o valor foi alcançado com exportações de US$ 7,388 bilhões e importações de US$ 4,613 bilhões.
Em junho, a balança comercial acumula saldo superavitário em US$ 4,639 bilhões, com exportações em US$ 11,674 bilhões e importações de US$ 7.035 bilhões. No acumulado do ano, o saldo comercial é superavitário em US$ 31,763 bilhões.

As exportações registraram aumento de 75,3% na média diária nas duas primeiras semanas de junho ante o mesmo período do ano passado, com crescimento de US$ 103,61 milhões ( 44,4%) em Agropecuária; crescimento de US$ 318,48 milhões (201,3%) em Indústria Extrativa e crescimento de US$ 201,15 milhões ( 45,9%) em produtos da Indústria de Transformação.

Fonte: UOL

 


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No primeiro quadrimestre de 2021 foram registrados R$ 2,9 trilhões em movimentação de cargas no país. No mesmo período do ano passado, foram contabilizados R$ 2,1 trilhões, um aumento de 38,63%, segundo o relatório “Índice da Movimentação de Cargas do Brasil” desenvolvido pela AT&M, líder no processo de averbação eletrônica para seguros de transporte de cargas.

A base de dados do relatório é formada por mais de 25 mil empresas, entre transportadoras, operadores logísticos e embarcadores. No primeiro quadrimestre de 2021 foram 327 milhões de documentos averbados que representam os pedidos de transportes realizados, sendo que no mesmo período do ano passado foram 185 milhões documentos averbados.

Segundo Thiago Marques, CEO da AT&M, a pandemia da Covid-19 não prejudicou o desempenho do transporte de cargas. “Com o aumento dos valores da movimentação de cargas, isso quer dizer que a economia interna está em recuperação. Inclusive o setor que mais contribuiu com os resultados foi o e-commerce, que a cada mês conquista dados crescentes de desempenho por conta do novo comportamento do consumidor durante a pandemia”.

O relatório também aponta que em 2020 foram registrados R$ 7,5 trilhões em movimentação de cargas, sendo que em 2019, foram contabilizados R$ 6,8 trilhões, um aumento de 10%. Ao todo foram 792 milhões de documentos averbados que representam os pedidos de transportes realizados no período.

Marques explica que os valores mencionados se referem à soma de todos os tipos de cargas transportadas em território nacional, assim como: insumos para produção de diversos setores da indústria, produtos acabados, transferências de mercadorias para diferentes localidades, produtos importados, enfim qualquer tipo de movimentação de cargas nos modais rodoviário, ferroviário e hidroviário.

Em 2020, cerca de 52% das movimentações de cargas registraram origem de embarque no estado de São Paulo. Minas Gerais ocupa a segunda posição (11,20%) e Rio Grande do Sul, a terceira (5,16%).

 

 

 

Fonte: Portos e Navios


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