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16 de novembro de 2017 0D-Log

Especial Novembro Azul

Novembro Azul chama atenção dos homens para a prevenção e diagnóstico precoce do câncer de próstata

Campanha criada em 2003, reforça a importância dos exames periódicos para a manutenção da saúde e combate à doença

O mês de novembro é internacionalmente dedicado às ações relacionadas ao câncer de próstata e à saúde do homem. Graças à campanha Novembro Azul, o período tem se tornado um importante objeto de conscientização. A mobilização surgiu na Austrália utilizando as comemorações do Dia Mundial de Combate ao Câncer de Próstata, celebrado no dia 17, como mote. O objetivo é chamar a atenção da sociedade para os problemas e doenças que podem atingir a saúde masculina, além de quebrar o preconceito masculino de ir ao médico e realizar o tão famigerado exame de toque.

O câncer de próstata é uma das doenças que mais atingem os homens a partir dos 50 anos. Segundo o Instituto Nacional do Câncer (Inca), ele já é a segunda maior causa de morte por câncer na população masculina, superado apenas pelo de pulmão. Ainda segundo o órgão, a estimativa de novos casos da doença em 2016 e 2017 é de 61.200, totalizando 28,6% do total de cânceres previstos para os homens. O urologista Guilherme Maia, do IMIP e Hospital Santa Joana Recife, ressalta que o perigo é que ele não apresenta sintomas até que alcance um nível avançado. Quando isso acontece, os sinais mais comuns são dores lombares, dor na bacia ou joelhos, problemas de ereção e sangramento pela uretra. O diagnóstico é realizado através do exame de toque retal, dosagem do antígeno prostático específico, chamado PSA, e exames de imagem. “Entre os exames de imagem estariam a ultrassonografia, por via transabdominal ou transretal, e a Ressonância Magnética. Geralmente inicia-se os exames rotineiramente a partir dos 50 anos, sendo uma avaliação anual”, afirma o médico radiologista da Lucilo Maranhão Diagnósticos, Dr Lucilo Maranhão Neto.

Quando identificado, o câncer pode ser tratado através da Prostatectomia radical (remoção completa da próstata), Radioterapia externa e Braquiterapia (técnica de radioterapia através de pequenas “sementes” que liberam os raios no interior da próstata). “No quesito cirurgia, a mais indicada é a robótica, realizada com o robô Da Vinci SI. Os braços mecânicos dele reproduzem os movimentos das mãos humanas com corte mais preciso, sem tremor e visão tridimensional bastante ampliada”, explica o urologista Guilherme Maia. Além disso, graças às pequenas incisões no corpo, o tempo de recuperação no pós-operatório é muito menor e o paciente fica menos tempo no hospital. Ele recebe alta em até 48h e já pode voltar às atividades normais por volta do décimo dia após a cirurgia. Sem falar que sangra menos, a recuperação da função erétil é muito superior e a continência urinária retorna mais rapidamente em quase todos os pacientes, quando comparado com as técnicas convencionais.

Prevenção – O melhor modo de prevenir o aparecimento do câncer de próstata é realizar o exame de toque retal e PSA periodicamente de acordo com a orientação do médico. Além disso, manter uma alimentação saudável, não fumar e praticar atividades físicas contribui para a melhoria da saúde como um todo.

Câncer de próstata: Novembro Azul alerta para diagnóstico precoce

“Dois em cada dez pacientes com este câncer são diagnosticados em fases avançadas da doença, o que torna o tratamento mais difícil”, afirma urologista

Anualmente a campanha do Novembro Azul tem como objetivo informar a população sobre o que é o câncer de próstata. Um dos focos da mobilização mundial é incentivar os homens a manterem consultas de rotina com urologista. O especialista é capaz de realizar uma avaliação individualizada sobre o risco de desenvolvimento do câncer de próstata.

O câncer de próstata é a doença que mais acomete o homem (excetuando-se o câncer de pele não melanoma), e a segunda causa de morte por câncer na população masculina, atrás apenas do câncer de pulmão. No Brasil, anualmente, mais de 61 mil pacientes são diagnosticados com a doença.

“Infelizmente, hoje em dia dois em cada dez pacientes com câncer de próstata são diagnosticados em fases mais avançadas da doença, o que torna o tratamento mais difícil”, pondera o urologista Rafael Buta, da Aliança Instituto de Oncologia, localizado de Brasília.

Apesar da gravidade, a maioria das vezes a doença tem instalação e desenvolvimento lento. Nas fases iniciais o paciente não apresenta sintomas relacionados ao câncer de próstata, porém com o passar do tempo, o tumor cresce e pode ocasionar sangramentos, obstrução do jato urinário e dor na pelve. Em fases mais avançadas, as células malignas podem espalhar-se pelo corpo, causando lesões nos ossos, pulmões e outros órgãos.

De acordo com o médico, a principal forma de prevenir o câncer de próstata ainda é com detecção precoce da doença. Exames iniciais como dosagens do PSA (sigla em inglês para Antígeno Prostático Específico) e o exame físico da próstata são fundamentais. “Quando a próstata sofre algum dano, seja ele decorrente de inflamação, infecção, crescimento benigno ou surgimento de câncer, o PSA é detectado em valores mais altos no sangue”, exemplifica Rafael.

Caso o PSA e o exame físico estejam alterados, o urologista solicita uma biópsia da próstata. Nesse procedimento são retirados fragmentos da glândula e analisados pelo patologista. Somente assim é possível afirmar com certeza o diagnóstico de câncer de próstata.

A partir dos 50 anos todo homem deve consultar um urologista regularmente para uma avaliação individualizada. Por meio desta avaliação inicial, que inclui analise dos fatores de risco, o médico define a periodicidade de realização dos exames. Caso o paciente seja negro ou tenha parentes de primeiro grau com história de câncer de próstata, o indicado é que a avaliação seja iniciada aos 45 anos.


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Com a proximidade das festas de fim de ano, aumenta o volume de importação de produtos para o Natal. O desejo das pessoas de montar uma decoração bonita, seja para receber convidados ou curtir o clima da época, também rende dividendos à atividade econômica no período. As importações vão desde brinquedos, produtos para lojas de R$ 1,99, pinheiros artificiais e guirlandas, até itens que podem ser aproveitados ao longo do ano.

Os chineses são os maiores exportadores dos enfeites de Natal que chegam ao Brasil. As importações brasileiras de produtos da China costumam atingir seu auge nos meses de agosto e setembro, quando desembarcam até 60% dos enfeites de Natal daquele país. Entre os itens de presentes trazidos do continente asiático pela Allog International Transport em 2017, por exemplo, estão os eletroportáteis, com um crescimento de 104% no período de maio a agosto na comparação com janeiro a abril.

“Sabe-se que em anos economicamente aquecidos é possível registrar um fluxo alto de importações até a primeira quinzena de outubro, último período para embarque das cargas destinadas ao Natal”, destaca Maiara Cordova, coordenadora de produto de importação marítima da Allog. Em 2016, o volume importado de janeiro a abril, segundo a Antaq, teve média mensal de 2,3 milhões de toneladas. Já no peak season – período que reflete o aumento de importação vinda da Ásia – a média mensal foi de 2,6 milhões de toneladas, chegando ao pico de 2,8 milhões de toneladas, uma alta de 22,5% em relação à média mensal dos quatro primeiros meses do ano.

Outro segmento do comércio – à parte do varejo de presentes – que registra ganhos no período de Natal é o de iluminação e elétrica. As lojas do ramo investem na importação dos famosos pisca-piscas e em enfeites movidos à eletricidade. Algumas compram também guirlandas, árvores e bonecos, na tentativa de aproveitar o movimento maior trazido pelo período.

Fonte: Portal Segs


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Seguro de transporte internacional

O seguro de transporte internacional de importação e exportação permite ao segurado acrescentar na importância segurada de sua apólice, uma verba própria para cobrir as Despesas extras necessárias em uma transação de compra e venda, tais como: custos com o despacho, desembaraço, translado do objeto segurado, armazenagem, despesas de coleta, seguro, entre outras vinculadas às operações do transporte.

A garantia de despesas está prevista na cobertura adicional ao seguro de transporte n⁰ 201, que pode ser contratada de duas maneiras: com o limite de 10% sobre a soma dos valores correspondentes ao custo da mercadoria e valor do frete, sem necessidade de comprovação dessas despesas; ou com valor superior a 10%, mas com a exigência da comprovação de cada despesa incidente na operação por meio de documentos hábeis, que serão exigidos por ocasião da regulação do sinistro.

Na apólice, averbação ou no certificado de seguro deverá ser discriminado o valor para a cobertura de Despesas. A taxa do seguro é aplicada sobre a importância segurada total, incluindo a verba de Despesas.

A indenização da verba correspondente à cobertura de Despesas está vinculada a ocorrência de sinistro de danos materiais aos bens segurados, em consequência de qualquer um dos riscos garantidos pelas coberturas contratadas, e desde que a seguradora tenha indenizado ou reconhecido a responsabilidade com relação a esses danos. Entretanto, não se admitem como despesas seguráveis aquelas relativas a custos financeiros de quaisquer espécies ainda que exigidos em carta de crédito.

Tão importante quanto a entrega das cargas em perfeitas condições é contratar o seguro de transporte com todas as verbas seguradas permitidas.

Aparecido Mendes Rocha, especialista em seguros internacionais

Fonte: Portal SEGS


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O secretário-executivo do Ministério da Indústria, Comércio Exterior e Serviços (MDIC), Marcos Jorge de Lima, participa, a partir desta terça-feira, de missão técnica brasileira à Suécia. Em Estocolmo, ele terá uma série de reuniões, visitas e eventos com autoridades suecas destinadas a aprofundar a cooperação bilateral.

6º Workshop Brasil-Suécia em Aeronáutica

Nesta quarta-feira (25), às 9h da manhã, o secretário-executivo participa da abertura 6º Workshop Brasil-Suécia em Aeronáutica, no Royal Institute of Technology (KTH), em Estocolmo, com a participação de pesquisadores e empresários brasileiros. A organização do evento é uma parceria do governo brasileiro (MCTIC, CNPq, ITA) com o Programa Innovair, instituição do governo sueco responsável pela política para o setor aeronáutico em cooperação com o Instituto Real de Tecnologia (KTH). O trabalho é coordenado pelo Grupo de Alto Nível Brasil Suécia em Aeronáutica (GAN), presidido pelo MDIC.

A Sessão Plenária do 6º Workshop trará o status atual da cooperação bilateral entre o Brasil e a Suécia, os benefícios alcançados até agora, os casos de sucesso e as perspectivas futuras. Haverá também “ConverStations”, estações de conversação, onde uma apresentação curta e preparada é dada por um stakeholder no setor aeronáutico (academia ou indústria) e uma discussão é realizada com os participantes.

Grupo de Alto Nível Brasil Suécia em Aeronáutica

Na quinta-feira (26), às 8h30, Marcos Jorge participa do terceiro encontro do Grupo de Alto Nível Brasil Suécia em Aeronáutica (GAN), que será realizado no Ministério da Inovação da Suécia, em Estocolmo. A criação do GAN pode ser considerada um desdobramento da compra de 36 aviões de caça suecos da empresa sueca Saab.

Uma das principais razões para a escolha da empresa sueca frente aos demais concorrentes foi a transferência de tecnologia e a possibilidade de inserção das empresas brasileiras na cadeia de fornecimento global da Saab, por meio da fabricação de alguns componentes do caça Gripen NG, proporcionando, ao Brasil, o acesso a novos mercados. O contrato com a empresa da Suécia foi assinado em setembro de 2015.

Segundo cronograma oficial, a FAB deve começar a receber os primeiros Gripen a partir de 2019. Além das aeronaves, o contrato também inclui transferência de tecnologia para o Brasil e o desenvolvimento e construção de parte das aeronaves pela Embraer, empresa brasileira que participará ativamente do projeto de transferência de tecnologia que já foi iniciado há cerca de um ano com a ida de mais de cem engenheiros brasileiros à Suécia.

Ainda no dia 26, às 13h, o secretário-executivo participa da abertura da II Reunião do Grupo de Trabalho sobre Alta Tecnologia Industrial Inovadora (2nd Meeting of Steering Group on Innovative High Technological Industrial Cooperation), no Ministério da Inovação da Suécia, em Estocolmo.

Visita à SAAB

Durante a missão à Suécia, que termina na quinta-feira (26/10) também está prevista uma visita à sede da SAAB, na cidade de Linköping onde técnicos e autoridades poderão conhecer o primeiro caça Gripen brasileiro em produção. Haverá informações sobre a transferencia de tecnologia para o Brasil, e uma palestra com um engenheiro brasileiro da Embraer que trabalha na empresa.

Fonte: MDIC


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Especial Outubro Rosa

Descoberto em estágio inicial, o câncer de mama tem cura quase certa – o sucesso do tratamento chega a 90%. Entenda o por que a prevenção é fundamental na luta contra a doença

Há anos 24 anos, o mês de outubro é marcado por ações de conscientização da prevenção do câncer de mama pelo diagnóstico precoce em todo mundo.

De acordo com dados da Sociedade Brasileira de Mastologia, a doença afeta 1 em cada 15 mulheres brasileiras. A notícia é boa: os avanços no diagnóstico e tratamento do câncer de mama elevaram as chances de cura para 90% quando descoberto no início. O problema: no Brasil, a mortalidade continua alta porque 30% dos casos são diagnosticados em estágios mais avançados, quando o índice de cura é baixo. Além disso, há cerca de 12 mil mortes de mulheres todos os anos no país em decorrência da doença – o equivalente a 2,5% das mortes femininas no Brasil. O principal método de diagnóstico precoce ainda é a mamografia, radiografia das mamas (o que reforça a importância de sempre fazer o exame anualmente). Segundo o Instituto Nacional de Câncer (INCA), para o ano de 2015, a estimativa é que mais de 57 mil novos casos de câncer de mama sejam descobertos no nosso país, o que corresponde a 156 casos novos a cada dia. Mundialmente, este é o segundo tipo mais frequente de tumor entre as mulheres, respondendo por 22% dos casos novos a cada ano.

Entenda o movimento

A campanha Outubro Rosa nasceu em Nova York em 1991, com uma corrida pela cura do câncer de mama. Aos poucos, a ideia ganhou o país e vários estados passaram a promover ações isoladas referente a mamografia no mês de outubro. Com a aprovação do Congresso Americano o mês de Outubro se tornou o mês nacional (americano) de prevenção do câncer de mama. Com o passar dos anos, a popularidade do Outubro Rosa alcançou o mundo inteiro. O nome remete à cor do laço rosa que simboliza, mundialmente, a luta contra o câncer de mama e estimula a participação da população, empresas e entidades. A primeira iniciativa vista no Brasil foi em 2002, com a iluminação em rosa do monumento Mausoléu do Soldado Constitucionalista (mais conhecido como o Obelisco do Ibirapuera), situado em São Paulo.

A prevenção

Sem dúvidas, a detecção precoce salva vidas. O ideal é identificar o tumor quando ele ainda não é palpável, o que aumenta a chance de cura. Outras vantagens de detectar o câncer logo cedo é fazer uma cirurgia e um tratamento menos agressivos – ou seja, pode não ser necessário retirar a mama ou até fazer quimioterapia.

Exame clínico

A partir da primeira menstruação, as mulheres devem visitar o médico ginecologista pelo menos uma vez por ano. Ele passará orientações a respeito dos exames ginecológicos necessários de acordo com a idade, histórico familiar ou sintomas. Durante a consulta, ele realizará exames clínicos nas mamas e axilas para checar se há algum caroço ou alteração na pele que possa indicar algum problema.

Mamografia

A mamografia nada mais é do que um Raio-X das mamas, com uma radiação baixa que não causa efeito colateral algum quando realizado na periodicidade e faixa etária adequada. O câncer de mama atinge principalmente mulheres entre 50 e 60 anos. Ainda assim, a recomendação da Sociedade Brasileira de Mastologia, da Federação Brasileira de Ginecologia e Obstetrícia e do Colégio Brasileiro de Radiologia, é de que a mamografia seja realizada uma vez por ano a partir dos 40 anos. “A partir dessa faixa etária e, principalmente, depois dos 50 é quando há mais risco de desenvolver a doença”, explica o médico Afonso Nazário, chefe da disciplina de mastologista da Escola Paulista de Medicina da Universidade Federal de São Paulo (Unifesp).

Segundo o presidente da SBM, Dr. Ruffo de Freitas Junior, muitas mulheres têm medo de fazê-lo por medo da dor ou de encontrar um câncer. Isso deve ser desmistificado! “A mulher precisa ser estimulada para essa rotina”, ele afirma. Quem está no grupo de alto risco (que tem casos de câncer de mama na família) precisa começar dez anos antes da idade em que o tumor se manifestou na parente próxima. A mamografia é recomendada em qualquer idade diante de sintomas como aparecimento de caroço ou área endurecida no seio ou na axila (diferente do que pode ser de costume no período pré-menstrual), região mais quente, inchada ou escura na mama; dor contínua em alguma parte da mama, mudança no formato ou no tamanho da mama, vermelhidão, coceira ou descamação do mamilo; secreção que inicia de repente no mamilo; inversão do mamilo (quando o bico se volta para dentro, ao contrário do que era antes); surgimento de nodulação ou caroço anormal; enrugamento da pele.

De acordo com Sociedade Brasileira de Mastologia, hoje, há mamógrafos suficientes no país, no entanto eles são mal distribuídos – a maioria está nas grandes cidades e capitais, deixando boa parte da população do interior e de pequenas cidades descoberta, com impossibilidade de fazer o exame de maneira rápida. Dados recentes mostram que a mortalidade por câncer de mama está aumentando no interior de vários estados, diferentemente das capitais. Em Porto Alegre, Rio de Janeiro, Belo Horizonte e Recife a mortalidade começa a cair. Já no interior, há falta de mamógrafos e de estrutura. A Pesquisa Nacional de Saúde, realizada pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), aponta que o maior número de mamografias foi realizado por mulheres brancas (66,2%) e com superior completo (80,9%). Já as mulheres negras (54,2%), pardas (52,9%), e com fundamental incompleto (50,9%) foram as que menos fizeram. A Região Norte registrou a menor proporção de mulheres que haviam feito o exame (38,7%), seguida das regiões Nordeste (47,9%), Centro-Oeste (55,6%), Sul (64,5%) e Sudeste (67,9%).

Autoexame

As mulheres podem, em casa, fazer o autoexame com cuidado, preferencialmente uma vez por mês, sempre a partir do final da menstruação ou, na menopausa, em um dia específico do mês. É  importante que as mulheres estejam atentas ao seu corpo e ao sinal de qualquer tipo de alteração, sendo então importante comunicar ao médico. Lembre-se: o autoconhecimento não substitui o exame clínico realizado pelo médico ou a mamografia. Tumores em estágio inicial não costumam apresentar sintomas. Mais: eles só se tornam sensíveis ao toque numa fase posterior. Então, repita conosco: só o autoexame não basta!

Como fazer:

  1. Diante do espelho, em pé e com os braços soltos ao longo do corpo, observe o bico dos seios e a aréola. Veja se há retração ou mudança na cor da pele, da superfície ou do contorno da mama.
  2. Levante os braços acima da cabeça e observe se há retração na pele da mama ou do mamilo.
  3. Deitada, coloque um travesseiro sob o ombro direito, ponha o braço direito atrás da cabeça e, com a mão esquerda, apalpe a mama direita.
  4. Em movimentos circulares suaves, aperte toda a mama com a ponta dos três dedos médios juntos, sem tirá-los da pele, para sentir se há nódulos ou endurecimentos. O movimento da mão deve ser leve e de cima para baixo. Revise também embaixo das axilas.
  5. Repita os movimentos apalpando a mama esquerda com a mão direita. O autoexame pode ser feito durante o banho, com as mãos ensaboadas. Sentiu algo errado. E agora? Se você percebeu um nódulo, é hora de calma e prudência. Ligue para o médico e marque sua consulta para poder fazer a mamografia.

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Hábitos Saudáveis

É comprovado: dieta saudável e atividades físicas podem evitar 28% dos casos de câncer de mama. Com algumas dicas simples, você pode mudar sua rotina. Veja só:

  • Cerca de 30 minutos diários de caminhada, por exemplo, ajudam a manter o corpo ativo.
  • Seguir uma dieta balanceada, rica em vitamina A (Caroteno ou Retinol) com pouca gordura, muitas frutas e legumes só traz benefício para as mulheres.
  • A vitamina A é responsável pela defesa imunológica do organismo e atua na proteção contra doenças infecciosas. É encontrada naturalmente em diversos alimentos, como frutas, verduras e fígado. Frutas: melão, damasco, papaia, manga. Vegetais: cenoura, brócolis, batata-doce, couve, espinafre, abóbora, ervilha, beterraba. Outras fontes de vitamina A: fígado (maior fonte), manteiga e ovos.
  • O controle de peso, principalmente após a menopausa, é aliado para evitar o câncer de mama.
  • Evitar álcool e cigarro. O consumo de dois cálices de bebidas alcoólicas ao dia aumenta o risco relativo do câncer.
Quando o câncer é detectado

O tratamento adequado é parte fundamental das ações de controle da doença. Atraso superior a três meses entre o diagnóstico e o início do tratamento podem comprometer a vida da paciente. Habitualmente, o tratamento envolve quimioterapia (hormonioterapia) e radioterapia, além da cirurgia. O tipo de tratamento é decidido pelo mastologista baseado no grau de evolução da doença. Quando o tumor é pequeno, normalmente preserva-se parte da mama (quadrantectomia), complementando o tratamento cirúrgico com radioterapia. Quando a mulher já apresenta os linfonodos com câncer (metástase), além do tratamento cirúrgico (radioterápico), adiciona-se a quimioterapia.

O apoio de um nutricionista é importante, já que a alimentação adequada auxilia o organismo a suportar o tratamento. Além disso, é recomendado que a paciente visite o dentista antes de começar a quimioterapia, pois a saúde bucal é fundamental para não ter complicações com a quimioterapia, que pode diminuir as defesas do corpo. Fazer exercícios físicos e mentais, como caminhar, ler livros e ver bons filmes, também podem ajudar muito – todos esses itens estimulam o sistema imunológico.

Durante todas as etapas, a paciente deve ter apoio de um psicólogo, de um psico-oncologista ou até mesmo grupos de ajuda sobre a doença. As redes femininas de combate ao câncer de mama e associadas FEMAMA (Federação Brasileira de Instituições Filantópicas de apoio a Saúde da Mama) que estão presentes em muitos municípios brasileiros oferecem estes serviços.

Um pós mais tranquilo

Tórax mutilado, braços inchados, muito sofrimento: assim era a realidade das mulheres submetidas a cirurgias de remoção do câncer de mama até uma geração atrás. Com a detecção precoce, as cirurgias tornaram-se menores, atendo-se muitas vezes a apenas um quadrante.

Reconstrução mamária

As pacientes com câncer de mama que tiveram a mama retirada total ou parcialmente por conta do tratamento têm direito, amparado por Lei, de realizar cirurgia plástica reparadora. De acordo com a advogada Gabriella Guerra, especialista em Direito à Saúde, isso se aplica tanto a atendimentos públicos quanto privados. “Caso existam condições técnicas e clínicas, a cirurgia deverá ocorrer no mesmo ato cirúrgico da mastectomia (retirada da mama)”, a profissional explica. Entretanto, embora a reconstrução mamária tenha aumentado no período de 2008 a 2014, de 15% para 29,2%, cerca de 7,6 mil mulheres tratadas pelo SUS em 2014 não puderam ser beneficiadas pela lei.

Conhecido como Casa da Mama, o ambulatório de Mastologia do Hospital São Paulo, voltado para o atendimento de pacientes com câncer de mama iniciou, em maio deste ano, um trabalho que busca devolver a autoestima a pacientes que passaram pelo processo de tratamento do câncer e de reconstrução da mama: o Projeto Cereja. “Ele consiste na reconstrução da aréola da paciente por meio da tatuagem, uma medida que faz com que a mulher reconheça novamente sua mama, desenvolvendo sua confiança após um procedimento tão delicado. Como essa é a última etapa do processo, literalmente é a cereja do bolo”, afirma Simone Elias, Coordenadora do ambulatório.

Direitos

Além da Lei nº 12.802, que estabelece a reconstrução mamária como procedimento obrigatório no mesmo ato no qual foram retiradas as mamas, as pacientes têm outros direitos assegurados pelas nossas leis, como:

  • Amparo assistencial ao idoso e ao deficiente (LOAS – Lei Orgânica de Assistência Social): o benefício também se aplica à mulher que teve a mama retirada parcial ou integralmente e que esteja incapacitada de trabalhar. Para isso, é preciso atender a algumas exigências. “O critério fundamental é de que a renda familiar seja inferior a um quarto do salário mínimo”, advogada Gabriella Guerra.
  • Aposentadoria por invalidez e auxílio-doença: as mulheres que sofrem com o câncer de mama e estão inscritas no Regime Geral de Previdência Social (INSS), independentemente do pagamento de 12 contribuições, têm direito à aposentadoria por invalidez. O benefício, no entanto, é concedido à paciente desde que “sua incapacidade para o trabalho seja considerada definitiva pela perícia médica do INSS”. Para aquelas que são consideradas temporariamente incapazes para o trabalho por conta do câncer, é possível recorrer ao auxílio-doença. Neste caso, também é preciso estar inscrita no INSS. O benefício mensal é concedido quando ela fica impossibilitada de trabalhar por mais de 15 dias consecutivos.
  • FGTS: os pacientes com câncer têm direito é o de sacar o FGTS (Fundo de Garantia por Tempo de Serviço).
  •  Isenção de impostos: os portadores de câncer também têm direito a algumas isenções de impostos. Estão isentos, por exemplo, do imposto de renda relativo aos rendimentos de aposentadoria, reforma e pensão, inclusive as complementações.
  • PIS: os portadores de câncer e seus dependentes têm direito assegurado de realizar saque do PIS, na Caixa Econômica Federal (CEF). O direito garante o recebimento do saldo total de quotas e rendimentos. Quitação do financiamento da casa própria.
  • Transporte coletivo gratuito: o direito dos pacientes com câncer ao transporte coletivo gratuito está restrito a alguns municípios. Para ter mais informações, basta acessar o site do Inca (Instituto Nacional do Câncer).
Futuro

A expectativa é que a doença seja controlada no futuro. Para isso, as maiores apostas devem ser o tratamento personalizado e a vacina. A primeira, já mostrou resultados. Testes capazes de determinar o risco de recidiva da doença foram desenvolvidos nos anos 2000. A partir de tal análise, o médico consegue determinar o tipo de tratamento mais adequado para cada paciente. Os testes mais conhecidos são o MammaPrint, que avalia setenta genes do tumor, e o Oncotype, com 21 genes. Já as vacinas estão sendo estudadas e devem estimular o sistema imunológico a destruir uma proteína encontrada na maior parte dos nódulos malignos dos seios. Também há drogas modernas para combater o problema. Da atual safra de fármacos, o primeiro é o trastuzumabe, que ataca uma substância encontrada numa das formas mais agressivas do tumor de mama. Nos demais medicamentos em teste, a resposta ainda está abaixo do esperado. Grupos de estudiosos  também investem na investigação de novas possibilidades de detecção. Uma equipe da Universidade de Harvard, nos Estados Unidos, está desenvolvendo um exame para identificar na urina indícios da doença. Mas, enquanto isso, o maior aliado da ciência ainda é o diagnóstico precoce.

Fontes: Instituto Avon


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Por que contratar um agente de cargas?

Agente de Cargas – Por mais que ferramentas online, softwares e novos marcos da tecnologia possam tornar a logística algo cada vez mais dinâmico, transportar uma carga entre continentes exige experiência, conhecimento e contatos nacionais e internacionais. Para imprimir inteligência a esse negócio, o ideal é contratar um agente de cargas (freight forwarder), empresa ou profissional que tem todas as condições de alocar sua carga – tanto em termos de serviço como de valores – poder de negociação e atendimento customizado para cada cliente. Agente de Carga

O agente de carga internacional está apto a fornecer todo o follow-up da carga de forma mais efetiva, coordenando desde a coleta na fábrica até a entrega no destino, e utilizando vários fornecedores para efetivar tal movimentação. Os serviços oferecidos aos importadores e exportadores compreendem a contratação de frete internacional e nacional junto às agências marítimas, companhias aéreas e demais transportadores.

Outros serviços envolvidos no transporte marítimo também são prestados pelos agentes de carga, como coordenação, consolidação e desconsolidação de cargas; armazenagem e distribuição de mercadoria; assessoria nas questões aduaneiras e fiscais; contratação de seguro; coleta e serviços logísticos. A maior responsabilidade deste profissional, no entanto, é buscar soluções logísticas dentro do mercado como, por exemplo, ter mais de uma opção de embarque para movimentar a carga quando o cliente precisa.

Quando utiliza o serviço do agente de carga, o cliente busca aperfeiçoar sua operação e evitar que problemas aconteçam. Em um mercado cada vez mais dinâmico e competitivo, é fundamental ter uma equipe qualificada e motivada para que o serviço oferecido seja satisfatório. A qualidade da mão de obra permite ao agente de carga desenvolver o seu trabalho com segurança, gerir informações assertivas com velocidade e trazer um serviço customizado para aumentar a competitividade dos clientes no mercado.

D-LOG

A D-Log Brasil foi inaugurada em 1995, sob o nome de Exccel Freight, vindo a representar a Dietrich Logistics no Brasil. Reconhecida pelo mercado pela excelência e confiabilidade dos serviços prestados, sempre priorizou o atendimento individualizado com o objetivo de conquistar a confiança do mercado e a confiabilidade do órgãos competentes.
Ao longo de sua história atendeu e atende aos mais diversos segmentos do comércio e da indústria, constando em seu portifólio empresas como BMW, Vale, Bayer, Grendene, Gerdau, Continental e outras tidas como referência em seu segmento.

A D-Log, em seus mais de 20 anos de história, está pronta para atender você com um excelente atendimento e soluções práticas em logística e comércio exterior.

Fonte: Segs


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Exportações brasileiras crescem

O desempenho das exportações brasileiras vem sendo destaque no cenário internacional em 2017. Segundo dados da Organização Mundial do Comércio (OMC), somente no primeiro semestre do ano, o Brasil registrou um aumento de 19,34% no valor dos embarques nacionais para o exterior, comparado ao mesmo período de 2016. Agente de Carga Internacional.

Ainda de acordo com a entidade, a taxa de crescimento do país se elevou acima da média global, superando em mais de dez pontos percentuais o número alcançado por grandes potências mundiais, como os Estados Unidos, que teve alta de 6,7%, e a China, que obteve elevação de 8,5%. Já as vendas externas dos países da União Europeia subiram 4,7% no acumulado de janeiro a junho.

Informações do Ministério da Indústria, Comércio Exterior e Serviços (MDIC) mostram que as movimentações do Brasil para o exterior neste período atingiram US$ 107,7 bilhões. Grande parte deste montante transportado tem como destino os países da América Latina, como a Argentina. A venda de automóveis aos “vizinhos”, por exemplo, registrou um crescimento de praticamente US$ 1 bilhão na comparação entre janeiro e julho de 2016 e 2017. No ano anterior, o comércio de veículos para os argentinos alcançou US$ 1,9 bilhão, enquanto neste ano chegou a US$ 2,7 bilhões.

Outro dado que comprova o potencial de negócios da região é o divulgado pelo Banco Interamericano de Desenvolvimento (BID). Segundo a organização, as exportações da América Latina e do Caribe, como um todo, aumentaram 17% somente no primeiro trimestre do ano. De acordo com o levantamento, em um paralelo entre todos os países locais, o Brasil é o quinto que mais exportou neste período.

Fonte: Jornal Dia a Dia


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30 de setembro de 2017 0Marítimo

As técnicas de navegação apareceram ainda na antiguidade, quando egípcios, fenícios, gregos e romanos utilizaram os conhecimentos de astrologia, meteorologia e geografia para determinar a posição e direção das embarcações. Foram esses povos que criaram os pontos cardiais, a rosa dos ventos e as primeiras cartas de navegação e estas técnicas têm uma grande importância em nossa história. Agente de Carga.

sse foi um dos maiores avanços da humanidade, pois foi a partir disso que mares e terras puderam ser mapeados e países foram descobertos. Mas não era só naquela época, até hoje, a navegação tem uma importância muito grande, tanto para a área náutica quanto para a terrestre. Pois é do principal utensílio de navegação atual, o GPS, que muitas pessoas dependem para se locomover para atividades profissionais e no dia a dia.

Navegação e Meteorologia

Independente do meio, aéreo, marítimo ou terrestre, a navegação depende, e muito da meteorologia. Segundo o meteorologista da Somar Meteorologia, Tiago Robles, “os ventos, tempestades e outros eventos climáticos interferem na navegação, e ter essa previsão é importante até mesmo para evitar transtornos e acidentes”.

Na terra, temporais podem causar alagamentos e gerar transtornos, por isso, quem vai pegar a estrada, seja a trabalho ou para se divertir, precisa estar atento à previsão do tempo para saber qual a melhor direção a seguir.

“No ar os aviões evitam entrar em nuvens de tempestades, e dependendo da situação, os voos precisam ser cancelados”, explica Tiago.

Já no mar, as embarcações precisam estar sempre atentas às condições do tempo, pois furacões e ondas representam perigo tanto para os marinheiros quanto para os turistas.

Para Celso Oliveira, meteorologista da Somar, a previsão é mais fácil no caso dos oceanos, pois “a umidade do ar é absorvida pela água, e a atmosfera se torna menos enérgica, a temperatura não sobe tanto e se torna mais fácil assimilar as condições meteorológicas e prever como será daqui a dois ou três dias”.

Por isso, não importa por onde você vai, ou qual rota vai tomar, é sempre importante ficar de olho na meteorologia.


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O braço brasileiro da ICC (International Chamber of Commerce), maior organização empresarial do mundo, levará à OMC (Organização Mundial do Comércio) proposta para usar inteligência artificial em negociações comerciais. Operador Logístico.

Daniel Feffer, presidente do conselho da ICC Brasil, lança o projeto em Genebra. A ideia é criar uma tecnologia que reduza a subjetividade nas negociações e gere eficiência.

“Hoje, uma negociação começa com planilhas de Excel. Se houver uma ferramenta que mostre os produtos que as partes negociaram nos últimos anos, o processo decisório ficará mais rápido”, diz Gabriel Petrus, diretor do ICC Brasil.

O primeiro passo é ligar pesquisadores a entidades de comércio para adaptar as negociações aos usos que podem ser feitos do blockchain.

A tecnologia do blockchain é famosa por seu papel na moeda virtual bitcoin, mas ela também serve para armazenar informações médicas e dados financeiros.

Além de desburocratizar, a entidade pretende usar o blockchain para reduzir riscos no financiamento do crédito à exportação e para digitalizar as cartas de crédito, usada pelos bancos como garantia em exportações.

Em dezembro, na 11º reunião ministerial da OMC em Buenos Aires, a entidade vai publicar recomendações.

Fonte: Folha de S. Paulo


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15 de setembro de 2017 0D-Log

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