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O braço brasileiro da ICC (International Chamber of Commerce), maior organização empresarial do mundo, levará à OMC (Organização Mundial do Comércio) proposta para usar inteligência artificial em negociações comerciais. Operador Logístico.

Daniel Feffer, presidente do conselho da ICC Brasil, lança o projeto em Genebra. A ideia é criar uma tecnologia que reduza a subjetividade nas negociações e gere eficiência.

“Hoje, uma negociação começa com planilhas de Excel. Se houver uma ferramenta que mostre os produtos que as partes negociaram nos últimos anos, o processo decisório ficará mais rápido”, diz Gabriel Petrus, diretor do ICC Brasil.

O primeiro passo é ligar pesquisadores a entidades de comércio para adaptar as negociações aos usos que podem ser feitos do blockchain.

A tecnologia do blockchain é famosa por seu papel na moeda virtual bitcoin, mas ela também serve para armazenar informações médicas e dados financeiros.

Além de desburocratizar, a entidade pretende usar o blockchain para reduzir riscos no financiamento do crédito à exportação e para digitalizar as cartas de crédito, usada pelos bancos como garantia em exportações.

Em dezembro, na 11º reunião ministerial da OMC em Buenos Aires, a entidade vai publicar recomendações.

Fonte: Folha de S. Paulo


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15 de setembro de 2017 0D-Log

Como disse Jack Welch o home considerado gestor do século pela revista Fortune em 1999:

“A qualidade é a nossa melhor garantia da fidelidade do cliente, a nossa mais forte defesa contra a competição, e o único caminho para o crescimento.”

A D-Log, em seus mais de 20 anos de história, está pronta para atender você, cliente, com excelência e soluções práticas em logística e comércio exterior.

Nossa homenagem a quem nos move a cada dia!

Obrigado a todos vocês, nossos clientes!


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O furacão Harvey, que atingiu a costa do estado americano do Texas em 25 de agosto de 2017 e avançou para outros estados próximos no formato de tempestade tropical, causou mortes, provocou inundações, alagamentos, quedas de energia, incêndios, suspensão dos sistemas de transportes, e o fechamento de aeroportos e dos principais portos do Estado (Houston, Galveston e Freeport). Agente de Carga.

Consultorias especializadas estimam que os prejuízos financeiros com o Furacão Harvey podem chegar a US$ 160 bilhões, representando o desastre natural mais caro da história dos EUA.

Uma semana após a chegada do furacão, os portos texanos foram reabertos, mas o tráfego de embarcações ainda é limitado. O porto de Houston, o segundo mais movimentado do país, de onde mais de 70% das exportações dos Estados Unidos são embarcadas e por onde chegam muitas importações, foi o mais atingido e suas operações ainda não foram normalizadas.

Importadores e exportadores brasileiros com cargas em trânsito na região atingida pelo Harvey, principalmente no porto de Houston, estão apreensivos com a possibilidade de perdas de suas mercadorias e prejuízos com atrasos nos embarques e desembarques, acompanham atentamente as notícias sobre os efeitos do furacão.

O Brasil é o terceiro principal parceiro comercial do porto de Houston, atrás apenas do México e China. De acordo com a publicação da US TradeNumbers, no primeiro semestre de 2017 o Brasil movimentou pelo porto de Houston US$ 4,37 bilhões (US$ 2,86 bilhões em exportações e US$ 1,51 bilhão em importações).

As cargas em trânsito e passagem pelas áreas portuárias estão cobertas contra perdas e danos decorrentes do furacão e tempestade, quando seguradas por uma apólice de seguro de transporte internacional com a garantia das coberturas “Básica Ampla A” ou “Básica Restrita B”. Entretanto, é preciso observar o início e término do seguro definido pelo termo de Incoterms negociado. Exemplificando, nas importações FOB, CFR e CIF a cobertura começa quando a mercadoria é colocada a bordo do navio, e eventuais perdas anteriores estão excluídas do seguro. Na exportação CIF, o seguro se encerra com o desembarque no porto de destino (exceto em negociações especiais), no terminal quando o termo for DAT, e apenas nas exportações DAP e DDP se estende até o local designado para entrega.

Os prejuízos gerados pelo atraso da entrega das mercadorias não estão cobertos pelo seguro de transporte internacional.

Ao que se tem conhecimento na prática mundial, os prejuízos resultantes de um furacão não podem ser atribuídos aos transportadores internacionais e nem aos demais envolvidos com o transporte, pois o fato que originou o evento está relacionado a um fenômeno da natureza.

Entre catástrofes naturais, acidentes, roubo, extravio, incêndio, explosão, molhadura e avaria grossa, os riscos são inúmeros no transporte internacional, portanto, as empresas jamais devem aventurar-se em uma negociação e viagem sem a proteção securitária.

Fonte: Portal SEGS

Agente de Carga


Realizar embarques com qualidade, segurança e custos competitivos é o ofício do agente de carga internacional. Atender e cumprir os requisitos aduaneiros evita multas, despesas extras com armazenagem e inconvenientes atrasos nos prazos de entrega. Tudo isso é gerenciado através do nosso gerenciamento de embarques internacionais, incluindo o controle do nosso sistema D.A.S.Y.


Segundo a Lei de 2003, número 10.833 em seu artigo 77 e parágrafo 1 define o agente de cargas:

O agente de carga, assim considerada qualquer pessoa que, em nome do importador ou do exportador, contrate o transporte de mercadorias, consolide ou desconsolide cargas e preste serviços conexos, e os operadores portuários, também devem prestar as informações sobre as operações que executem e respectivas cargas.


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A Infraero abre no dia 29/9 a licitação para a contratação de empresa para o desenvolvimento dos projetos básicos e executivos; obra de reforma, ampliação e modernização do terminal de passageiros e ampliação do pátio de aeronaves do Aeroporto de Aracaju/Santa Maria. O edital está publicado no site da empresa. Operador Multimodal.

O plano da Infraero e expandir o terminal de passageiros, que passará de 10 mil m² para 14 mil m², com quatro pontes de embarque, mais duas novas escadas rolantes, sete elevadores e duas novas esteiras de restituição de bagagens. O pátio de aeronaves também será ampliado em 8,5 mil m², passando de cinco para sete posições de aeronaves.

A nova estrutura será implantada com a mudança da sala de embarque para o piso superior. A climatização também será melhorada, com a refrigeração do saguão e melhoria nas demais áreas já atendidas. Os banheiros também passarão por melhorias e serão todos reformados e na área de serviços e comércio, o espaço para as lojas será expandido.

Com as melhorias, a Infraero vai ampliar a capacidade do aeroporto, que passará de 2,6 milhões de passageiros por ano para 4 milhões de passageiros por ano. “Essas mudanças aumentarão o nível de conforto e serviços oferecidos aos passageiros, além de aprimorar a infraestrutura para a operação das companhias aéreas. Além disso, serão usadas técnicas sustentáveis como reuso de água, reaproveitamento de água da chuva e iluminação natural”, afirma o diretor de Engenharia da Infraero, Rogério Barzellay.

A obra tem previsão de início neste segundo semestre de 2017, terá entregas parciais e a conclusão final prevista para dezembro de 2018 O prazo para execução dos serviços, a partir da emissão da ordem de serviço, é de 12 meses. O orçamento de referência para a licitação só será divulgado após a apresentação de propostas, conforme prevê a Lei 13303/2016.

Operador Multimodal

Panorama setorial, marco regulatório e aspectos técnico-operacionais

No final de 2013, a Associação Brasileira de Operadores Logísticos  (ABOL) iniciou um aprofundado estudo sobre os operadores logísticos no Brasil, visando um completo entendimento para, enfim,  dar encaminhamento a um anteprojeto de lei que reconheça
o setor. Nesse artigo, conheça a amplitude desse trabalho, as principais informações e conclusões.
Entenda, com clareza, a importância dos operadores logísticos para o Brasil e as tendências para o setor.

Com o propósito de atuar na representação do Operador Multimodal, encaminhar
ações que levem ao estabelecimento do marco regulatório do setor, estimular e defender o ambiente
competitivo, de livre concorrência, atuar na defesa da sustentabilidade do setor no longo prazo e estimular um ambiente concorrencial ético, foi fundada, em 17 de julho de 2012, a ABOL, contando, atualmente, com 20 associados.
A regulamentação para o setor busca, principalmente, o ordenamento jurídico, sem deixar de observar a importância da descomplicação burocrática, defendendo a ABOL, veementemente, a simplificação dos processos burocráticos, fiscais e suas obrigações acessórias.

Assessoria de Imprensa – Infraero


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Para aumentar a competitividade da economia brasileira é preciso aumentar a abertura ao comércio internacional de serviços, em paralelo com a agenda de reformas domésticas. Essa foi a conclusão dos especialistas que participaram do seminário Competitividade em Serviços e Inserção Internacional: uma Abordagem Setorial, realizado pela Câmara de Comércio Internacional (ICC, da sigla em inglês) em São Paulo. Operador Multimodal. O evento ocorreu durante o lançamento da Comissão de Comércio Internacional da ICC e teve a Confederação Nacional da Indústria (CNI) como parceira.

De acordo Lucas Ferraz, professor da Fundação Getúlio Vargas (FGV) e membro de cátedra da Organização Mundial do Comércio (OMC), países como China e Índia fizeram um processo em que se priorizou a abertura comercial unilateral e, como sequência, trabalharam em agenda de reformas pressionada pela própria abertura comercial. “Há relação direta entre a eficiência em serviços e a maior inserção em cadeias globais de valor”, destacou Ferraz.

“No Brasil, ainda temos grandes desafios em relação à produtividade, que é quatro vezes inferior à norte-americana; e em relação a barreiras comerciais, já que a importação de serviços no país é três vezes mais cara que a compra de fornecedor nacional”, completou.

O diretor de Políticas e Estratégia da Confederação Nacional da Indústria (CNI), José Augusto Fernandes, afirmou que, mesmo com os desafios em relação à produtividade e à maior abertura ao comércio internacional de serviços, o Brasil teve crescimento no comércio internacional de serviços maior que a média mundial. Enquanto que a média global de aumento do comércio de serviços foi de 16% entre 2002 a 2008, no país o crescimento médio anual foi de 18,5%. “Além disso, boa parte das exportações brasileiras de manufaturados embute serviços”, disse o diretor da CNI. De acordo com dados da FGV, 50% das exportações mundiais correspondem a serviços.

O presidente da Comissão de Comércio da ICC, Daniel Godinho, destacou a importância de se criar política transversal que atenda à diversidade do setor de serviços. “Cada setor exige uma estratégia diferente. A parceria do setor privado com o governo poderá ajudar o país a mirar nas políticas a serem adotadas, para maior inserção nas cadeias globais de valor”, ressaltou Godinho.

O secretário de Comércio e Serviços do Ministério da Indústria, Comércio e Serviços, Marcelo Maia, reconheceu que há desafios para se alavancar a inserção do Brasil no comércio internacional de serviços, a começar pela maior clareza na regulamentação. “É preciso começar pelo próprio conceito de ‘exportações de serviços’, que teria isenção de tributos”, comentou. No entanto, Maia destacou que o país fez avanços em relação ao comércio eletrônico, setor em que desenvolve parceria com a China, e a adesão recente à Associação Latino-americana de Exportadores de Serviços.

Fonte: CNI

Operador Multimodal

Com o propósito de atuar na representação do Operador Multimodal, encaminhar
ações que levem ao estabelecimento do marco regulatório do setor, estimular e defender o ambiente
competitivo, de livre concorrência, atuar na defesa da sustentabilidade do setor no longo prazo e estimular um ambiente concorrencial ético, foi fundada, em 17 de julho de 2012, a ABOL, contando, atualmente, com 20 associados.
A regulamentação para o setor busca, principalmente, o ordena

 


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13 de agosto de 2017 0D-Log

Pai, é símbolo de amizade, bons valores, força e ensinamento.

A D-Log deseja a todos um dia de muita felicidade!

#FelizDiadosPais


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Teca de Petrolina

O Terminal de Logística de Carga (Teca) do Aeroporto de Petrolina/Senador Nilo Coelho (PE) registrou, no primeiro semestre de 2017, 1.337 toneladas de mercadorias exportadas – um crescimento de 16% em relação ao mesmo período do ano passado, quando foram contabilizadas 1.151,4 t. Atualmente, o Aeroporto de Petrolina conta com uma frequência semanal da empresa Cargolux, que opera com um Boeing 747-400. A empresa cargueira que normalmente não operava nos dois primeiros meses do ano, em 2017, começou sua temporada no terminal pernambucano em janeiro, fazendo com que ainda no primeiro trimestre o aumento da exportação fosse de 215% em relação ao mesmo período de 2016.

Katiuscia Ribeiro, gerente de Logística de Carga do Aeroporto de Petrolina, afirma que, devido ao período de pico de safra, que acontece entre setembro e dezembro, o crescimento pode aumentar ainda mais no segundo semestre, em relação ao mesmo período de 2016. “A tendência é que estes números cresçam ainda mais nos próximos seis meses, visto que já estamos realizando as primeiras reuniões com algumas empresas quanto às demandas e possibilidades de voos extras no período”, destacou.

O complexo logístico do Aeroporto de Petrolina tem mais de 3 mil m² de área edificada e conta com 6 câmaras de armazenamento, 3 antecâmaras de resfriamento e 2 túneis de resfriamento – toda uma infraestrutura para atender ao setor de exportação, que tem o escoamento de frutas do Vale do Rio São Francisco como maior expoente na região.

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A pista de pousos e decolagens do aeroporto é uma das maiores do país e a segunda maior do Nordeste, com 3.250 metros de comprimento, e o aeroporto conta com um pátio de aeronaves exclusivo para atender a demanda da área de logística de carga. A frequência cargueira semanal da Cargolux faz a rota Luxemburgo/Campinas/ Curitiba/Petrolina/Luxemburgo. Durante o período do pico de safra, as frequências aumentam, passando a duas operações semanais.

 

Novo modelo comercial

Neste ano, a Infraero adotou um novo posicionamento estratégico e de mercado na área de logística de carga, buscando expandir o portfólio de serviços e produtos de logística integrada oferecidos pela empresa e ampliando a parceria com a iniciativa privada nos negócios. Os processos licitatórios de diversos Tecas da empresa são um passo importante dessas novas diretrizes.

Até o momento, cinco processos de concessões de complexos logísticos já foram realizados pela empresa: Goiânia (GO), Curitiba (PR), Vitória (ES), São José dos Campos (SP) e Recife (PE). Todos os contratos em questão preveem prazo de concessão de dez anos, sem investimentos vinculados por parte das empresas concessionárias. Os valores de luva (preço mínimo mensal) totais obtidos com os cinco contratos somam R$ 2,95 milhões.

Também estão planejadas as concessões do Teca de Joinville, com abertura do edital prevista para o dia 14/8, além do complexo logístico de Manaus, com lançamento do edital previsto para este semestre.

Com seu novo posicionamento, a Infraero busca permanecer alinhada às melhores práticas de mercado, mantendo a competitividade no mercado e buscando todas as oportunidades possíveis para gerar valor, reduzir custos e garantir a máxima eficiência.

Confira nossos prêmios no setor aéreo.

Fonte: Infraero


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Ainda que quatro dos seis indicadores estejam ligados ao setor privado, foram os dois indicadores relacionados aos investimentos públicos que puxaram essa melhora

Desde 2007 o Banco Mundial vem publicando regularmente um índice internacional de desempenho do setor logística com base em um levantamento realizado em 160 países, o chamado LPI – Logistic Performance Index, que visa ranquear quão eficiente cada país é ao embarcar suas cargas para outros países, permitindo assim que o desempenho desses países seja comparado ao desempenho de outros países, regiões e grupos de renda.

O índice geral de LPI é composto pela média ponderada da pontuação dos países em seis “indicadores-chave”:

1) Eficiência do processo de desembaraço:

Rapidez, simplicidade e previsibilidade do controle das fronteiras por parte das autoridades, incluindo as alfândegas;

2) Qualidade do comércio e infraestrutura relacionada com o transporte:

Portos, ferrovias, estradas, tecnologia da informação;

3) Facilidade para contratar o transporte com preços competitivos:

Disponibilidade de empresas transportadoras, concorrência, poder de barganha;

4) Competência e qualidade dos serviços logísticos:

Operadores de transporte, agentes de carga, despachantes;

5) Capacidade de rastreabilidade da carga:

6) Integridade de Schedule:

Cumprimento dos prazos de entrega previstos.

De acordo com essa metodologia desenvolvida pelo Banco Mundial, lideraram o ranking internacional de eficiência logística: Alemanha (4,23), Luxemburgo (4,22), Suécia (4,20), Holanda (4,19) e Singapura (4,14), sendo as piores posições ocupadas por: Síria (1,60), Haiti (1,72) e Somália (1,75).

Ainda segundo o Banco, a média de desempenho dos países mais ricos (3,5) ficou 45% acima da média dos países mais pobres (2,41), num momento em que muitos embarcadores já percebem mais valor na previsibilidade do que na velocidade da entrega.

Em 2007, quando o primeiro levantamento foi divulgado, o Brasil ocupava a 61ª oposição do ranking com um índice geral de 2,75, contudo, em 2014, ainda que o nosso índice geral tenha melhorado para 2,94, caímos para 65ª oposição do ranking numa clara demonstração de que outros países também estão investindo no desenvolvimento de suas logísticas.

Em 2016, com um índice geral de 3,09, subimos para a 55ª oposição do ranking, a frente dos nossos vizinhos na costa leste da América do Sul (Argentina e Uruguai), mas ainda muito aquém da nossa posição como 8ª economia do mundo ou de 23ᵒ maior exportador do mundo.

Interessante notar no gráfico a seguir que, segundo a metodologia/levantamento do Banco Mundial, os dois indicadores logísticos brasileiros que mais melhoram em relação a 2014 foram: Desembaraço e Infraestrutura.

Ainda que na prática muitos profissionais do setor possam não conseguir perceber essa melhora da performance brasileira, possivelmente em virtude de condições ainda pouco competitivas de muitos elos da nossa cadeia logística (ex. dwell time, quantidade de órgãos anuentes, baixa participação do ferroviário no acesso aos portos etc), essa melhora da avaliação por parte do Banco Mundial é, no mínimo, boa para nossa imagem internacional, mas basta lembrar dos congestionamentos vividos em Santos e Paranaguá durante o escoamento das Safras de Grãos em 2012/2013 – corrigidos com medidas relativamente simples e de baixo custo como por exemplo: o agendamento de carga e os pátios “pulmões” para carretas – para acreditar que essa nossa melhora faz algum sentido.

Contudo, ainda estamos muito longe dos líderes ranking e, portanto, temos muito que aprender com eles.

Fonte: Guia Marítimo


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O evento Startupbootcamp Smart Transportation & Energy Demo Day apresentou, na Alemanha, diversas soluções para o setor transportador

Start-ups inovadoras nas áreas de transporte e energia apresentaram, nesta semana, novas soluções para esses dois setores durante o Startupbootcamp Smart Transportation & Energy Demo Day, em Berlim. O Diretor do Escritório CNT na Alemanha, Thiago Ramos dos Santos, esteve no evento e participou das apresentações de diferentes empresas que integram um programa de aceleração no país.

A Startupbootcamp Smart Transportation & Energy é a principal aceleradora global com foco em mobilidade conectada e eficiente tanto de pessoas quanto de cargas. O programa de aceleração proporciona financiamento e espaços de trabalho às start-ups, bem como o acesso a uma expertise industrial de alto nível durante um programa de aceleração intensivo de três meses.

O Demo Day é um evento aberto, no qual as start-ups participantes do programa fazem suas apresentações a potenciais investidores, a membros da imprensa e à comunidade em geral. Neste ano, o patrocínio foi das empresas Airbus, Cisco, Bosch, Mercedes-Benz, Intel, entre outras.

Entre as start-ups que estiveram presentes em Berlim, o diretor do Escritório da CNT na Alemanha destacou as empresas Delphisoni e Parknav. “A Delphisoni resolve problemas referentes à manutenção preditiva de frotas por meio do monitoramento de condições em tempo real, com base na internet das coisas. A Parknav utiliza aprendizado de máquina e análise preditiva juntamente com diversas fontes de dados para predizer, em tempo real, em quais ruas haverá maior probabilidade de encontrar vagas de estacionamento. A precisão é de 80% de acerto”, afirma.


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