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Demanda por carga aérea se recupera lentamente no mundo, diz IATA

22 de setembro de 2020 Notícias

A Associação Internacional do Transporte Aéreo (IATA, na sigla em inglês) divulgou na segunda-feira, 31, que a movimentação global de carga aérea permaneceu estável em julho, em comparação com o mês anterior, mas abaixo dos números registrados em 2019. Os números fazem parte do balanço mensal da instituição que representa 290 companhias aéreas de 120 países.

Segundo a organização, em julho, o total de mercadorias transportadas por via aérea cresceu 2,6% na comparação com junho. Os números, no entanto, são 13,5%, menores do que os observados no mesmo período de 2019. O índice representa leve melhora em relação a junho, quando o volume de carga transportada foi 16,6% menor que no ano anterior.

A capacidade dos aviões para o transporte de cargas recuou 31,2% em um ano. O resultado é um pouco melhor do que o registrado no ano encerado em junho, quando a queda foi de 33,4%. O índice de ocupação das aeronaves (Load Factor) subiu 11,5 pontos percentuais em relação a julho de 2019, e chegou a 56,4%.

Nos sete primeiros meses do ano, o volume de carga transportada caiu 14,1% na comparação com o ano anterior. Já a capacidade dos aviões foi reduzida em 24,2% (por conta da pandemia muitos aviões foram parados). Entre janeiro e julho, o índice de ocupação melhorou 6,2 pontos percentuais e fechou o período em 52,8%, sobretudo por conta da crise do novo coronavírus, que ampliou a quantidade de voos de e para a China.

Recuperação econômica

Embora os números indiquem uma leve recuperação nos últimos meses, o mercado ainda sofre os reflexos da pandemia do novo coronavírus na aviação internacional. Grande parte das mercadorias embarcadas viaja nos porões dos aviões de passageiros, fortemente impactada pelas restrições das viagens pelo mundo afora e, portanto, tais equipamentos foram estacionados. Por outro lado, aviões cargueiros puros foram reativados para dar vazão ao transporte, sem que isso necessariamente significasse um crescimento real de mercado (o que é mostrado pelos números).

O diretor-geral da IATA, Alexande de Juniac, disse em informe à imprensa que os indicadores econômicos internacionais estão melhorando, mas ainda não é possível dizer que isso está refletido integralmente no crescimento dos embarques de carga aérea.

“A carga aérea está mais forte do que o passageiro no negócio aéreo. Um dos nossos maiores desafios continua a ser a acomodação da demanda crescente com capacidade das aeronaves severamente reduzida”, disse o executivo. “Se as fronteiras permanecerem fechadas, as viagens reduzidas e as frotas de passageiros suspensas, a capacidade da carga aérea de manter a economia global em movimento será desafiada”, concluiu.

Com informações da IATA


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