Arquivos Aéreo - D-Log - Excelência e Confiabilidade

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A D-Log Dietrich Logistics foi a agente de cargas responsável por movimentar 480 metros cúbicos – 38tons – no voo inaugural da RIOgaleão Cargo.

No último domingo, dia 21 de março, o Boeing 747-4 da cia aérea Aerotranscargo (ATC), teve seu batismo de boas-vindas para a sua primeira operação no Brasil.

As 38 toneladas distribuídas em 236 volumes / 480 metros cúbicos de cargas do segmento automotivo, voaram diretamente do Aeroporto de Frankfurt-Hahn (HHN) para o Rio de Janeiro, sendo a D-Log responsável por todo agenciamento dessas cargas.

Vale lembrar que diariamente chegam ao RIOgaleão cargas que impactam diretamente as linhas de produção de diversas empresas, contribuindo para a sua eficiência e produtividade.

Apenas no mês de janeiro de 2021, cerca de 230 toneladas foram movimentadas em nossos terminais, reforçando nosso compromisso com a celeridade e segurança de todo processo logístico.

Confira abaixo registros da operação:

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A D-Log segue firme no apoio logístico ao combate do COVID-19

Embarcamos um avião de cargas com máscaras que serão utilizados na linha de frente, pelos nossos heróis.
São mais de 16 milhões de máscaras essenciais na proteção e cuidados com a vida humana.

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Para nós, um grande orgulho participar dessa batalha!

Equipamento: B-777-200
Capacidade: 103 toneladas

Origem: PVG-Shanghai
Destino: GRU – Guarulhos


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Antonov, o maior avião do mundo

Quando a aterrissagem de um avião de carga atrai 20 mil pessoas, é algo especial.

Foi o que ocorreu na cidade australiana de Perth, quando recebeu o Antonov An-225 Mriya.

Trata-se do maior avião do mundo: mede 84 metros de comprimento, tem 88 metros de envergadura (distância entre a ponta das asas) e pesa 280 toneladas sem carga e combustível. É o único exemplar em atividade.

Mercado limitado

Na viagem para a Austrália, o Antonov, que partiu de Praga, na República Tcheca, e fez escalas no Oriente Médio e na Ásia, transportou um gerador de 117 toneladas. Seu compartimento de carga tem capacidade para 50 automóveis.

 

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Quando usamos um Antonov

O Antonov foi originalmente construído para transportar o Buran, o malfadado ônibus espacial soviético que fez apenas um voo (não-tripulado), em 1988. O que ajuda a explicar também as proporções de seu compartimento de carga: 43 metros de comprimento, 6,4 metros de largura e 4,4m de altura.

“Você não verá essa aeronave com frequência porque o mercado para ela é limitado”, diz Laurie Price, especialista da empresa de consultoria aeronáutica Mott MacDonald Aviation.

“A vasta maioria dos tipos de carga aérea (99,5%), pode ser transportada por Boeings 747, mas ainda haverá um mercado de nicho (para o Antonov)”.

O Antonov fez seu primeiro voo em 1988 e começou a operar no ano seguinte. Os planos de construir mais unidades foram cancelados pelo fim da União Soviética e o colapso do programa Buran.

A aeronave foi aposentada em 1994, mas voltou a ser usada sete anos mais tarde. Não tem sido usada apenas para fins comerciais e já foi comissionada para operações humanitárias como, por exemplo, o terremoto no Haiti, em 2010, e o tsunami que atingiu o Japão, em 2011.

Com seis turbinas, o An-225 pode carregar até 250 toneladas, uma capacidade de carga muito maior que a de concorrentes como o Boeing 747-800 (140 toneladas) e o Airbus 330 (65).

Mas em uma era marcada pelo aumento na capacidade de navios de carga, não seria mais simples enviar produtos como o supergerador de 117 toneladas pelo mar?

“O custo seria imenso e a operação poderia demorar meses”, explica Price.

“Você, provavelmente, teria que remover postes de luz das ruas no porto (para fazer o transporte)”.

O An-225 perde em envergadura para o “Spruce Goose”, o avião desenhado pelo milionário americano Howard Hughes e que fez um único voo de teste, em 1947.

ANTONOV

 


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O Aeroporto Internacional de Viracopos, em Campinas (SP), registrou recorde histórico de movimentação de carga por peso em 2018 com crescimento de 18,12% em relação ao ano passado. No total, passaram pelo Terminal de Carga do aeroporto no ano passado 241,324 toneladas, sendo o maior índice desde o início da concessão, em 2013. Em 2017, foram 204,308 toneladas. Nestes dados estão somados os dados de importação, exportação, cargas domésticas e remessas expressas (courier). Prêmio Infraero.

O recorde anterior de movimentação total de carga (por peso), durante a gestão da concessionária, havia sido registrado em 2013, como 241.284 toneladas. Hoje, o Terminal de Carga corresponde a aproximadamente 70% do faturamento total do aeroporto. Se consideradas apenas a movimentação de cargas domésticas, também houve recorde histórico com crescimento de 328,95% em 2018 em relação a 2017, sendo movimentadas 14.923 toneladas em 2018 ante 3.479 toneladas.

Exportações

Já as exportações tiveram crescimento de 29,26% em 2018 ante 2017 com um total de 84.160,01 toneladas que deixaram o país pelo Terminal de Carga de Viracopos. Entre os segmentos com maior movimentação estão sapatos/vestuários, perecíveis (frutas e ovos) e automotivo (motores e peças).

Remessas Expressas (Courier)

As remessas expressas também representaram recorde em Viracopos, sendo registrado crescimento de 10,40% em 2018 em relação ao ano de 2017. No total, foram transportadas 6.000 toneladas ante 5.435 do ano de 2017. Terminal de Carga Em abril do ano passado, Viracopos foi eleito melhor aeroporto de carga do mundo no Air Cargo Excellence Awards 2018. O anúncio foi feito em Nova York (EUA).

A premiação é realizada pela Air Cargo World, uma das principais publicações do setor, e celebra as melhores performances na área de transporte aéreo mundial. A avaliação é baseada na pesquisa Air Cargo Excellence, que foi criada em 2005 e é divulgada anualmente na Air Cargo World.

Aeroportos e companhias aéreas de todo o mundo são reconhecidos de acordo com suas pontuações em vários fatores de desempenho. Viracopos ficou na primeira colocação mundial na categoria de até 400.000 toneladas por ano. Em 2017, o Terminal de Carga de Viracopos movimentou 204,3 mil toneladas, entre exportação, importação, doméstico e courier (remessas expressas).

Fonte: AeroFlap


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O Terminal de Logística de Carga (Teca) do Aeroporto Internacional de João Pessoa/Presidente Castro Pinto (PB) dobrou o volume de cargas movimentadas no primeiro semestre deste ano. O crescimento registrado foi 108,4% superior em relação ao mesmo período do ano passado. Nos primeiros seis meses de 2018 foram movimentadas 23,2 toneladas no complexo logístico paraibano, já em 2017, foram 11,1 toneladas.

O destaque foi o setor de importações, responsável por praticamente todo o processamento de cargas, com 23,1 toneladas. Os principais volumes importados no período a partir do Teca paraibano foram produtos médicos provenientes da China. Já as exportações somaram pouco menos de 1 tonelada.

O aumento do volume de cargas no Teca de João Pessoa acompanha a retomada do crescimento econômico do país. Aliado a isso, a Infraero vem trabalhando junto às empresas importadoras, buscando prospecção e assessoria com parceiros para apresentar facilidades, possibilidades de redução de custos e vantagens que a nacionalização de mercadorias no Teca do aeroporto paraibano pode oferecer.

O complexo logístico paraibano possui área de armazém alfandegado de cerca de 350m², contando com infraestrutura que inclui empilhadeiras e câmaras frias, tendo suas atividades focadas no segmento de importação.

Fonte: Portal SEGS


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O Aeroporto Internacional de Cabo Frio, no Rio de Janeiro, recebeu o segundo maior avião cargueiro do mundo. O Antonov 124 foi responsável por transportar partes de uma plataforma de petróleo cujo destino é Houston, nos Estados Unidos. Transporte de Cargas Aéreas.

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A operação de exportação envolveu uma carga com aproximadamente 30 toneladas e dezenas de profissionais especializados em Logística e Comércio Exterior.É a oitava vez que a aeronave chega à cidade.

Localizado estrategicamente próximo às regiões petrolíferas mais importantes do país, o aeroporto de Cabo Frio é ponto estratégico não só de desenvolvimento do mercado offshore servindo a Bacia de Campos (RJ) e o norte da Bacia de Santos (SP), mas também uma importante plataforma do Comercio Exterior para o estado do RJ e região Sudeste do Brasil. Recebe cargas nos modais aéreo, terrestre e marítimo.

A eficiência na operação diminui o tempo da aeronave em solo otimizando toda a cadeia logística. Além disso, atende as principais áreas destinadas à prospecção e exploração de petróleo, produtos farmacêuticos, equipamentos, materiais destinados às indústrias eletrônicas de alta tecnologia, petroquímica e aeronáutica. Conta com voos cargueiros através da Latam e Atlas e vôos bellies operados por TAP, Latam e Lufthansa.

É o segundo maior aeroporto do estado do Rio de Janeiro e possui uma das maiores pistas do Brasil em comprimento efetivo: extensão de 2550 metros e 45 metros de largura. Com infraestrutura para receber os maiores aviões cargueiros do mundo (AN-124, B777F, B747F e MD11F). O pátio tem capacidade para 23 aeronaves, comportando aviões de todas as classes.

O AN-124 “Ruslan” é considerado o segundo maior avião de carga do mundo, perdendo apenas para o AN-225, também da Antonov. A aeronave mede 68,9 metros de comprimento e pode embarcar até 150 toneladas de cargas. Já o peso máximo de decolagem da aeronave é de 405 toneladas. Foi desenvolvido no final da década de 1970 com investimento da União Soviética, e voou pela primeira vez em 1982. O primeiro operador do quadrimotor foi a força aérea soviética, que depois foi assumida pela Rússia. Com o fim do regime comunista, parte da frota militar foi adquirida pelas companhias de carga Antonov Airlines e Volga. No Canadá, o AN-124 já transportou vagões de trem para a Irlanda. Nos Estados Unidos, um submarino de resgate da Marinha americana foi o “passageiro”. As aeronaves também são usadas em ações humanitárias.

Fonte: Aeroflap


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O transporte aéreo de cargas no mundo cresceu 8,8% em novembro na comparação com igual mês de 2016, informou nesta quarta-feira a Associação Internacional de Transporte Aéreo (Iata), que reúne as 275 maiores companhias de aviação do mercado mundial.

O ritmo de expansão representa uma aceleração ante outubro, quando o setor teve incremento de 5,8%. Nos 11 primeiros meses de 2017, o frete aéreo acumula crescimento de 9,7% ante igual período de 2016.

“A demanda pelo frete aéreo continua robusta, mantendo em novembro o ritmo que fará de 2017 o ano mais forte para a carga aérea desde 2010”, disse o presidente da Iata, Alexandre de Juniac. “E há vários indicadores de que 2018 também será um bom ano. Em particular, por causa da confiança do consumidor, do crescimento do comércio eletrônico internacional e da retomada econômica global”, afirmou o executivo.

Dentre os mercados regionais, o frete aéreo na América Latina cresceu 9,4% em novembro, acumulando avanço de 6,3% nos 11 primeiros meses de 2017.”A reação da demanda na América Latina acompanha a recuperação econômica na maior economia da região, o Brasil. Os volumes internacionais de frete dessazonalizados estão agora de volta aos níveis observados no final de 2014″, afirmou a Iata em nota divulgada hoje.


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A Infraero abre no dia 29/9 a licitação para a contratação de empresa para o desenvolvimento dos projetos básicos e executivos; obra de reforma, ampliação e modernização do terminal de passageiros e ampliação do pátio de aeronaves do Aeroporto de Aracaju/Santa Maria. O edital está publicado no site da empresa. Operador Multimodal.

O plano da Infraero e expandir o terminal de passageiros, que passará de 10 mil m² para 14 mil m², com quatro pontes de embarque, mais duas novas escadas rolantes, sete elevadores e duas novas esteiras de restituição de bagagens. O pátio de aeronaves também será ampliado em 8,5 mil m², passando de cinco para sete posições de aeronaves.

A nova estrutura será implantada com a mudança da sala de embarque para o piso superior. A climatização também será melhorada, com a refrigeração do saguão e melhoria nas demais áreas já atendidas. Os banheiros também passarão por melhorias e serão todos reformados e na área de serviços e comércio, o espaço para as lojas será expandido.

Com as melhorias, a Infraero vai ampliar a capacidade do aeroporto, que passará de 2,6 milhões de passageiros por ano para 4 milhões de passageiros por ano. “Essas mudanças aumentarão o nível de conforto e serviços oferecidos aos passageiros, além de aprimorar a infraestrutura para a operação das companhias aéreas. Além disso, serão usadas técnicas sustentáveis como reuso de água, reaproveitamento de água da chuva e iluminação natural”, afirma o diretor de Engenharia da Infraero, Rogério Barzellay.

A obra tem previsão de início neste segundo semestre de 2017, terá entregas parciais e a conclusão final prevista para dezembro de 2018 O prazo para execução dos serviços, a partir da emissão da ordem de serviço, é de 12 meses. O orçamento de referência para a licitação só será divulgado após a apresentação de propostas, conforme prevê a Lei 13303/2016.

Operador Multimodal

Panorama setorial, marco regulatório e aspectos técnico-operacionais

No final de 2013, a Associação Brasileira de Operadores Logísticos  (ABOL) iniciou um aprofundado estudo sobre os operadores logísticos no Brasil, visando um completo entendimento para, enfim,  dar encaminhamento a um anteprojeto de lei que reconheça
o setor. Nesse artigo, conheça a amplitude desse trabalho, as principais informações e conclusões.
Entenda, com clareza, a importância dos operadores logísticos para o Brasil e as tendências para o setor.

Com o propósito de atuar na representação do Operador Multimodal, encaminhar
ações que levem ao estabelecimento do marco regulatório do setor, estimular e defender o ambiente
competitivo, de livre concorrência, atuar na defesa da sustentabilidade do setor no longo prazo e estimular um ambiente concorrencial ético, foi fundada, em 17 de julho de 2012, a ABOL, contando, atualmente, com 20 associados.
A regulamentação para o setor busca, principalmente, o ordenamento jurídico, sem deixar de observar a importância da descomplicação burocrática, defendendo a ABOL, veementemente, a simplificação dos processos burocráticos, fiscais e suas obrigações acessórias.

Assessoria de Imprensa – Infraero


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Teca de Petrolina

O Terminal de Logística de Carga (Teca) do Aeroporto de Petrolina/Senador Nilo Coelho (PE) registrou, no primeiro semestre de 2017, 1.337 toneladas de mercadorias exportadas – um crescimento de 16% em relação ao mesmo período do ano passado, quando foram contabilizadas 1.151,4 t. Atualmente, o Aeroporto de Petrolina conta com uma frequência semanal da empresa Cargolux, que opera com um Boeing 747-400. A empresa cargueira que normalmente não operava nos dois primeiros meses do ano, em 2017, começou sua temporada no terminal pernambucano em janeiro, fazendo com que ainda no primeiro trimestre o aumento da exportação fosse de 215% em relação ao mesmo período de 2016.

Katiuscia Ribeiro, gerente de Logística de Carga do Aeroporto de Petrolina, afirma que, devido ao período de pico de safra, que acontece entre setembro e dezembro, o crescimento pode aumentar ainda mais no segundo semestre, em relação ao mesmo período de 2016. “A tendência é que estes números cresçam ainda mais nos próximos seis meses, visto que já estamos realizando as primeiras reuniões com algumas empresas quanto às demandas e possibilidades de voos extras no período”, destacou.

O complexo logístico do Aeroporto de Petrolina tem mais de 3 mil m² de área edificada e conta com 6 câmaras de armazenamento, 3 antecâmaras de resfriamento e 2 túneis de resfriamento – toda uma infraestrutura para atender ao setor de exportação, que tem o escoamento de frutas do Vale do Rio São Francisco como maior expoente na região.

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A pista de pousos e decolagens do aeroporto é uma das maiores do país e a segunda maior do Nordeste, com 3.250 metros de comprimento, e o aeroporto conta com um pátio de aeronaves exclusivo para atender a demanda da área de logística de carga. A frequência cargueira semanal da Cargolux faz a rota Luxemburgo/Campinas/ Curitiba/Petrolina/Luxemburgo. Durante o período do pico de safra, as frequências aumentam, passando a duas operações semanais.

 

Novo modelo comercial

Neste ano, a Infraero adotou um novo posicionamento estratégico e de mercado na área de logística de carga, buscando expandir o portfólio de serviços e produtos de logística integrada oferecidos pela empresa e ampliando a parceria com a iniciativa privada nos negócios. Os processos licitatórios de diversos Tecas da empresa são um passo importante dessas novas diretrizes.

Até o momento, cinco processos de concessões de complexos logísticos já foram realizados pela empresa: Goiânia (GO), Curitiba (PR), Vitória (ES), São José dos Campos (SP) e Recife (PE). Todos os contratos em questão preveem prazo de concessão de dez anos, sem investimentos vinculados por parte das empresas concessionárias. Os valores de luva (preço mínimo mensal) totais obtidos com os cinco contratos somam R$ 2,95 milhões.

Também estão planejadas as concessões do Teca de Joinville, com abertura do edital prevista para o dia 14/8, além do complexo logístico de Manaus, com lançamento do edital previsto para este semestre.

Com seu novo posicionamento, a Infraero busca permanecer alinhada às melhores práticas de mercado, mantendo a competitividade no mercado e buscando todas as oportunidades possíveis para gerar valor, reduzir custos e garantir a máxima eficiência.

Confira nossos prêmios no setor aéreo.

Fonte: Infraero


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