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Transporte aéreo internacional de cargas

Número contabiliza cargas com origem ou destino no Brasil. Dado integra o Anuário CNT do Transporte, que compila informações de todos os modais de transporte no país

Dados disponíveis no Anuário CNT do Transporte mostram que o transporte aéreo internacional de cargas com origem ou destino no Brasil cresceu 72,1% em 11 anos. Enquanto que em 2004 transportava-se 460,2 milhões de toneladas, em 2014 foram transportadas 792,3 milhões.

A maior parte desse transporte (78%) foi realizada pelas empresas internacionais, com 618,1 milhões de toneladas movimentadas. As aéreas nacionais foram responsáveis pelo transporte de 22% dessa carga (174, 2 milhões de toneladas).

No mercado doméstico, também houve incremento da carga paga transportada. Enquanto em 2004 as empresas nacionais movimentaram 273,2 milhões de toneladas, em 2014, foram 410,5 milhões de toneladas, acréscimo de 50,3%.

Número de passageiros por ano ultrapassa 100 milhões

Nos últimos anos, o acesso ao modal aeroviário no Brasil aumentou expressivamente. Em 2004, o número total de passageiros pagos transportados por ano era de 41,2 milhões e, em 2014, chegou a 117,2 milhões, aumento de 184,3%. O maior incremento, de 199,9%, ocorreu nos voos domésticos, que passaram de 32,1 milhões de passageiros em 2004 para 95,9 milhões em 2014. Nos voos internacionais, os números, nesse período, saltaram de 9,1 milhões para 21,3 milhões (132,8% de crescimento).

Entretanto, com a crise na economia, tem ocorrido queda na movimentação do transporte aéreo no Brasil. Em 2014, o transporte doméstico realizou 942 mil voos, 0,5% abaixo de 2013 (946,7 mil voos). E, em 2013, a queda foi de 4,5% na comparação com 2012 (990,8 mil voos). Já os voos internacionais registraram ligeiro aumento nesses três anos.

Em 2014, foram 148,9 mil voos, 3% de aumento em relação a 2013 (144,6 mil). E 2013 já havia registrado aumento de 3,4% frente a 2012 (139,8 mil). No total, em 2014, as empresas brasileiras e estrangeiras realizaram 1,1 milhão de voos no Brasil.


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Já está disponível para consulta pública minuta de instrução normativa (IN) que dispõe sobre simplificação do despacho aduaneiro de bens, equipamentos e componentes aeronáuticos destinados a reparos, revisão e manutenção de aeronaves.

Trata-se de proposição de IN que altera as Instruções Normativas SRF nº 409, de 19 de março de 2004, a Instrução Normativa SRF nº 611, de 18 de janeiro de 2006, e a Instrução Normativa RFB nº 1.600, de 14 de dezembro de 2015. A proposta da Instrução Normativa tem como objetivo solucionar questões relacionadas aos seguintes temas: procedimentos simplificados para o despacho aduaneiro de bens enquadrados como MRO – Manutenção, Reparo e Operação; movimentação de bens entre Depósitos Afiançados (DAF) e adaptações pontuais em dispositivos da IN RFB no 1.600, de 14 de dezembro de 2015.

Além disso, a norma busca prover eficiência ao setor por meio da desburocratização do processo de despacho e propõe um conjunto de medidas que simplifiquem a movimentação no País dos bens enquadrados como MRO.

É importante destacar que as propostas de simplificação do despacho dos bens MRO tiveram como respaldo a credibilidade das empresas do setor aéreo, muitas delas com título de Operador Econômico Autorizado (OEA) e a rastreabilidade dos equipamentos, ferramentas, partes e peças com que as empresas são obrigadas a trabalhar. Diante do exposto, propõe-se a edição da presente Instrução Normativa, a fim de que seja adotado procedimento simplificado para os bens MRO.

As sugestões poderão ser encaminhadas até 19 de junho às 18h por meio da seção “Consultas Públicas e Editoriais” do site da Receita Federal na Internet.

Fonte: Receita Federal do Brasil – RFB

 


D-Log Embarca Helicóptero Bell Modelo 206B

Veja os detalhes do embarque:

  • Origem: Viracopos
  • Destino: Miami
  • Carga: um helicóptero Bell Modelo 206B
  • Comprimento: 9,5 metros
  • Largura: 2,4 metros
  • Altura: 1,95 metros

Saiba mais.

 


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A movimentação no terminal de logística de carga (Teca) do Aeroporto Internacional de Salvador/Deputado Luís Eduardo Magalhães (BA) aumentou cerca de 18% no primeiro trimestre de 2017 em comparação a 2016. No acumulado de janeiro a março deste ano, foram processadas 2.688,7 toneladas, enquanto no mesmo período do ano anterior o movimento foi de 2.279 t.

O setor de exportação foi responsável pela maior parte do volume total, registrando 1.763 t, ou seja, 65,5% do total de cargas movimentadas no período. O principal produto exportado foi a manga, fruta oriunda do Vale do São Francisco, com destino a Europa. Em média, são movimentadas diariamente 10 toneladas da fruta no complexo logístico soteropolitano. Na área de importação, foram processadas mais de 925 t, com destaque para materiais dos segmentos automotivo, de tecnologia, químico e metal-mecânico.

Inaugurado em 1976, o Teca de Salvador funciona 24 horas por dia. Com uma área total de 4.895 m², o complexo logístico está disponível para atendimento à importação, exportação e carga nacional.

Para o superintendente do aeroporto, Denisson Salles Fontes, o crescimento obtido se deve ao trabalho contínuo de toda equipe que cuida da manutenção, captação e fidelização de clientes. “Temos confiança que prestamos serviços de qualidade no Teca de Salvador. Notamos isso pela crescente satisfação dos nossos clientes, e buscamos constantemente melhorar nosso atendimento”, afirmou.

Fonte: Assessoria de Imprensa – Infraero

 

A D-Log atua a mais de 20 anos com transporte internacional, exportação e importação. Somos um operador multimodaloperador logístico, agente de carga nacional e agente de carga internacional com o expertise na área de Transporte Aéreo, Rodoviário, Marítimo e Desembaraço Aduaneiro. Atuamos em São Paulo, Rio Grande do Sul, Santos e em todo o Brasil, além de diversos países em todos os continentes.


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O terminal de logística de carga (Teca) do Aeroporto Internacional de Fortaleza/Pinto Martins (CE) começou o ano com alta na movimentação de volumes. De janeiro a março, foram processadas 1.597 toneladas (t) de cargas, 16,4% a mais que as 1.372 t registradas no mesmo período de 2016.

O destaque ficou por conta do setor de exportações, totalizando 1.220,2 t. Esse volume representa um acréscimo de 21,41% na comparação com os três primeiros meses do ano passado, quando foram contabilizadas 1.005 t no complexo logístico. Os principais produtos enviados ao exterior a partir do Teca cearense são frutas, couros e calçados.

O gerente de Negócios em Logística de Carga do Aeroporto Pinto Martins, Roberto Frota, explica que o aumento das exportações do Teca se deve à consolidação da comercialização de frutas para Portugal, além da expansão para novos mercados, como os Estados Unidos e a Alemanha. “As frutas representam o carro-chefe das exportações no nosso complexo logístico, com ênfase nas mangas produzidas no município de Casa Nova, na Bahia (BA), e nos mamões produzidos no Rio Grande do Norte (RN) e na Paraíba (PB), nos municípios de Baraúna e Mamanguape, respectivamente”, pontuou.

No segmento de importações, foram movimentadas 376,4 t no primeiro trimestre de 2017, alta de 2,4% em relação ao mesmo período do ano anterior. Os principais produtos que chegam ao Teca são máquinas e partes e peças de maquinários utilizados nas diversas indústrias instaladas na região.

O Teca do Pinto Martins é um dos maiores da Rede Infraero no Nordeste, com área construída de 8,05 mil m². Desta capacidade total, 2,98 mil m² são destinados à área de importação e 2,22 mil m² destinados à exportação. Com capacidade de armazenamento para 20 mil toneladas de cargas, o Teca conta com cinco câmaras frias espalhadas por 479,89 m², sendo duas no armazém de importação e três no armazém de exportação. Além disso, o terminal é equipado com circuito fechado de TV (CFTV), com monitoramento 24 horas por dia, vigilância armada e equipamentos de inspeção não invasiva.

Em 2016, o complexo cearense processou 5.639 t de cargas, sendo 3.897 t no seguimento de exportações e 1.742 t no setor de importações. No caso das exportações, 73,2 % foram frutas, 6% couro e peles naturais, e 5% calçados. Já nas importações, 40,6% se referem a empresas relacionadas a geração de energia elétrica ou a fabricação de geradores, transformadores e motores elétricos.

Fonte: Assessoria de Imprensa – Infraero

 

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O terminal de logística de carga (Teca) do Aeroporto Internacional de Florianópolis/Hercílio Luz (SC) registrou recorde de crescimento na movimentação de volumes no primeiro trimestre de 2017. Entre janeiro e março, o complexo logístico processou 773,7 toneladas (t), 474,6% a mais que o movimento registrado nos três primeiros meses de 2016, quando foram contabilizadas 163 t em cargas.

O destaque ficou por conta do setor de importações, que movimentou 770 t no período. Entre os principais produtos importados, figuram conversores digitais para televisores.

O complexo logístico também quebrou o recorde de movimentação de cargas para um dia no período. Em 24/3, o Teca recebeu 78 toneladas de cargas de importação, distribuídas em 9.482 itens. Esse volume representa quase o triplo do recorde anterior do complexo, que era de 27 toneladas.

O gerente de Logística de Carga de Florianópolis, Davi Piza, pontua que o crescimento na movimentação de cargas se deve a um projeto da empresa Intelbras Indústria de Telecomunicação Eletrônica Brasileira – S/A, consistindo na importação de de 1,2 milhão de conversores digitais, totalizando 1.235,66 toneladas de carga. “Com muito comprometimento e planejamento estamos conseguindo atender com excelência este projeto de carga aérea Internacional”, destaca.

Fonte: Logweb

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O terminal de logística de carga (Teca) do Aeroporto de Petrolina/Senador Nilo Coelho (PE) registrou, no primeiro trimestre de 2017, 555,4 toneladas de mercadorias exportadas – um crescimento de 215% em relação ao mesmo período de 2016, quando foram contabilizadas 176,2 toneladas

Atualmente, o aeroporto pernambucano conta com uma frequência semanal, que opera com um Boeing 747-400 e, diferentemente de anos anteriores, não teve interrupção do cargueiro, que normalmente ocorre no início do ano. Em 2016, para se ter uma ideia, a temporada da empresa foi iniciada em 2 de março.

Para Moyses Barbosa, superintendente do Aeroporto de Petrolina, o expressivo crescimento na movimentação de cargas se deve não somente à regularidade do cargueiro desde o início do ano, mas também ao esforço de fidelização de clientes estratégicos para o setor de carga aérea.

O Teca petrolinense tem 3 mil m² de área e conta com seis câmaras de armazenamento, três antecâmaras de resfriamento e dois túneis de resfriamento – toda uma infraestrutura para atender os clientes do setor de Exportação do Vale do Rio São Francisco. Os principais itens exportados a partir do Teca são frutas, como manga, mamão, uva e limão, sendo as duas últimas com menor representatividade.

Além disso, o Aeroporto de Petrolina também registrou aumento na movimentação de passageiros. Na comparação com o primeiro trimestre de 2016, o crescimento foi de 14,7%. Entre janeiro e março de 2017, foram 127.877 embarques e desembarques, ante 111.467 contabilizados no mesmo período do ano passado.

As salas de embarque e desembarque do terminal de passageiros passaram por modernização em 2013. No caso do embarque, o espaço mais do que dobrou de tamanho, passando de 307 m² para 788 m² na sala de embarque. Já o desembarque, mais do que triplicou, saindo de 235 m² para 777 m², ampliando assim a capacidade de atendimento, que passou para 1, 5 milhão de passageiros por ano.

A movimentação média diária é de seis pousos e decolagens comerciais regulares, de três companhias aéreas (Avianca, Azul e GOL). Os destinos dos voos que partem de Petrolina são: São Paulo – Campinas e Guarulhos, Recife (PE) e Salvador (BA).

Fonte: Infraero

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Todas as regiões do mundo menos a América Latina registraram um aumento no transporte de mercadorias por via aérea em 2016, quando houve um crescimento de 3,8% da demanda global em comparação com 2015, informou nesta quarta-feira a Associação de Transporte Aéreo Internacional (Iata).

A porcentagem global duplica o que foi conseguido pela indústria nos últimos cinco anos, nos quais a taxa de crescimento do transporte de carga não superou os 2%, segundo um comunicado da Iata.

Após um início ruim em 2016, os volumes de carga, o espaço ocupado pelas mercadorias nos aviões, se recuperaram no segundo semestre do ano.

O envio de materiais de silício (usados para a construção de bens de alto valor no setor da eletrônica), a mudança nas ordens de exportação e a proximidade da celebração do Ano Novo Chinês, ligado ao calendário lunar, contribuíram para o aumento da demanda no final de 2016.

As companhias europeias representaram quase a metade do aumento anual total da demanda, indicou a associação, que representa mais de 260 companhias aéreas.

As empresas aéreas latino-americanas registraram uma contração da demanda que se refletiu em uma diminuição de 4,2% nos volumes de carga. Este é o segundo ano consecutivo que a demanda do transporte de carga aéreo cai na região, marcada por dificuldades econômicas e políticas que afetaram especialmente a maior economia local, o Brasil.

A demanda caiu 1% em dezembro de 2016, em comparação com o mesmo período de 2015, mês no qual a região representou 2,8% do total do transporte aéreo de carga. Apesar dos números negativos, a Iata afirmou que “os níveis de crescimento da região estão em linha com os dados do começo de 2016”.

O diretor-geral da Iata, Alexandre de Juniac, comentou que apesar das previsões de exportações serem boas para 2017, o setor deverá operar em um contexto de estagnação do comércio mundial.

De Juniac alertou sobre as possíveis consequências negativas para o setor representada por eventuais medidas protecionistas dos governos, como prometeu em campanha o presidente americano, Donald Trump.

Fonte: UOL

 

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O governador de São Paulo, Geraldo Alckmin (PSDB) anunciou, na abertura do Summit Agronegócio Brasil 2016, que o Rodoanel Metropolitano, que permitirá ligar o aeroporto de Guarulhos ao Porto de Santos, deve ser entregue em 18 meses.

“Estamos tirando um gargalo tendo em vista que São Paulo é o principal exportador nacional”, disse Alckmin.

O governador destacou, ainda, que o agronegócio brasileiro “vai bem, mas ainda tem grandes desafios e um bom potencial para crescer”. Segundo Alckmin, isso será possível graças ao novo patamar de câmbio, favorável as exportações nacionais.

Para o governador, dois segmentos de destaque neste ano são os de carnes e de açúcar, cujos produtos têm preços em alta no momento.

Fonte: A Tribuna

 

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