Arquivos Notícias - D-Log - Excelência e Confiabilidade

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No mesmo período, as exportações totais do Estado de São Paulo somaram US$10,66 bilhões. Os aumentos de 41% em valores e de 34% em volume do Complexo Sucroalcooleiro, principal grupo da pauta de exportações paulista, são os principais responsáveis por esse resultado.

No primeiro trimestre de 2021, o agronegócio paulista apresentou aumento de 7,5% nas exportações, alcançando US$ 3,87 bilhões, e queda nas importações (-7%), totalizando US$ 1,20 bilhão; com esses resultados, obteve-se o superavit de US$ 2,67 bilhões, 15,6% superior ao mesmo período de 2020, informa a Secretaria de Agricultura e Abastecimento, por meio do Instituto de Economia Agrícola (IEA).

No mesmo período, as exportações totais do Estado de São Paulo somaram US$10,66 bilhões e as importações, US$15,71 bilhões, registrando déficit comercial de US$5,05 bilhões. Em relação ao ano passado, houve aumento nas exportações (5%) e nas importações (7,8%); essa conjunção de desempenhos resultou no crescimento de 14% do déficit no saldo da balança comercial paulista, afirmam José Alberto Angelo, Marli Dias Mascarenhas Oliveira, Carlos Nabil Ghobril, pesquisadores do IEA.

De acordo com os pesquisadores, o principal motivo desse aumento do saldo negativo das contas externas paulistas ainda é a pandemia da Covid-19, que causou perda de competitividade e menor atividade industrial, o que vêm afetando as exportações de algumas das principais mercadorias das indústrias extrativistas e de transformação; ao mesmo tempo que houve aumento das importações, principalmente de mercadorias tecnológicas, medicamentos e automóveis de motor a diesel.

Os principais grupos nas exportações do agronegócio paulista foram: Complexo Sucroalcooleiro (US$1,36 bilhão, sendo que, desse total, o açúcar representou 86,1% e o álcool, 13,9%), Carnes (US$507,23 milhões, em que a carne bovina respondeu por 87,8%), Complexo Soja (US$438,08 milhões), Sucos (US$347,57 milhões, dos quais 97,2% referentes a sucos de laranja) e Produtos Florestais (US$341,18 milhões, com participações de 51,8% de papel e 32,8% de celulose). O agregado destes cinco grupos representou 77,7% das vendas externas setoriais paulistas. O grupo do Café ficou na sétima colocação (US$171,41 milhões, dos quais 74,8% referentes ao café verde).

Em relação aos destinos das exportações do agronegócio paulista, a China (US$798,71 milhões, 20,7% de participação) é o principal destino, seguida da União Europeia (US$59,73 milhões, 13,7% de participação) e dos Estados Unidos (US$358,39 milhões, participação de 9,3%). Na sequência, completando os dez principais destinos em termos de participação, aparecem Indonésia (3,7%), Bangladesh (3,6%), Arábia Saudita (3,0%), Argélia (2,9%), Coreia do Sul (2,5%), Nigéria (2,3%) e Malásia (2,2%).

Os principais produtos da pauta de importação do agronegócio paulista no primeiro trimestre de 2021 foram papel (US$86,25 milhões), seguido do trigo (US$79,07 milhões) e do óleo de dendê ou de palma (US$65,97 milhões).

Balança Comercial do Brasil

A balança comercial brasileira registrou saldo positivo US$7,91 bilhões, com exportações de US$55,65 bilhões e importações de US$47,74 bilhões. Esse resultado indica aumento de 183,5% no saldo comercial em relação ao mesmo período de 2020, quando alcançou US$2,79 bilhões. Na análise setorial, as exportações do agronegócio brasileiro apresentaram aumento (+11,9%), alcançando US$23,53 bilhões (42,3% de participação do total nacional). Já as importações cresceram 8,1% no período, registrando US$3,86 bilhões (8,1% do total nacional). O superavit do agronegócio foi de US$19,67 bilhões no período, sendo 12,7% superior na comparação com o primeiro trimestre de 2020.

Os principais grupos nas exportações do agronegócio brasileiro foram: Complexo Soja (US$8,09 bilhões), Carnes (US$4,03 bilhões), Produtos Florestais (US$2,72 bilhões), Complexo Sucroalcooleiro (US$2,09 bilhões) e Café (US$1,54 bilhão). Esses cinco grupos agregados representaram 78,6% das vendas externas setoriais brasileiras.

 

Fonte: Brazil Modal


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Obra da Avenida Portuária que dá acesso rodoviário para caminhões entre Avenida Brasil ao Porto do Rio de Janeiro gerou muitos empregos no estado. Foi inaugurada ontem (28/04) a Avenida Portuária no RJ exclusiva para caminhões. O novo acesso entre Avenida Brasil e o porto do Rio de Janeiro irá favorecer toda a logística das ruas do centro.

A concessionária Ecoponte foi a responsável pela obra que melhora o acesso de caminhões ao Porto do Rio de Janeiro. A inauguração contou com a presença do ministro da Infraestrutura, Tarcísio Gomes de Freitas, e do secretário-executivo do MInfra, Marcelo Sampaio.

“O Governo Federal trabalha em duas frentes: na remodelação das concessões e na garantia dos investimentos das concessões anteriores. Estamos garantindo que as melhorias cheguem para a sociedade e zelando pelo cumprimento dos contratos. O programa de concessões é um acerto”, afirmou o ministro. Além disso, Tarcísio comentou sobre o caráter de mobilidade urbana da obra, onde o desvio do tráfego de caminhões irá favorecer toda a logística das avenidas do centro do Rio.

O novo acesso promete melhorar o tráfego diário de aproximadamente 2,6 mil veículos nas vias próximas ao porto. De mão dupla, a Avenida Portuária será exclusiva para veículos comerciais, sem permissão para carros de passeio, motos e coletivos.

A Avenida Portuária foi construída junto com a alça de ligação da Ponte Rio-Niterói à Linha Vermelha, inaugurada há um ano, e as duas obras tiveram investimentos de R$ 450 milhões, que gerou cerca de 1,5 mil empregos diretos e indiretos. Os dois empreendimentos são os principais do atual contrato de concessão da Ponte.

Com capital ‘infinito’ da China, Eike mira porto do Açu para construção de usina solar

Aliado aos chineses, o ex bilionário Eike Batista tenta recomprar porto do Açu que já pertenceu integralmente à MMX, empresa do grupo EBX com a ajuda da companhia China Development Integration (CDIL). Além disso, Eike quer voltar a ocupar o papel de protagonista e mira a construção de uma usina solar com capacidade para gerar 1.100 megawatts, em parceria com a empresa Taiwa. Ele também tem outros projetos engatilhados na área de mineração para ser instalado no Porto.

A construção de um parque de energia solar de 1.100 megawatts de capacidade, com os primeiros 300 sendo construídos numa área adjacente ao porto do Açu, devem ter os painéis fornecidos pela chinesa Trina Solar, uma das maiores produtoras de placas solares do mundo.“ A tarifa de energia no Brasil é a melhor do mundo,” disse Amir, que ficou no Brasil de dezembro a fevereiro negociando com Eike e visitando os ativos.

Fonte: CPG


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No último mês de março, o Complexo Portuário de Itajaí e Navegantes superou suas últimas marcas históricas de movimentação, registrando 151.118 TEUs e 1.752.816 toneladas. Em novembro de 2020, os portos da região haviam registrado sua maior movimentação, quando foram movimentados 139.451 TEUs e 1.665.893 toneladas.

Em comparação com o primeiro trimestre de 2020, houve um crescimento de 31% na movimentação, já que no primeiro trimestre de 2021 o complexo movimentou 407.008 TEUs contra 311.225 TEUs no mesmo período do ano passado.

Foram registradas 273 escalas e 4.629.185 toneladas movimentadas neste primeiro trimestre, apontando um crescimento de 32% em relação ao mesmo período do ano anterior. Nos últimos 12 meses observou-se um crescimento de 19% na movimentação, sendo registrados 1.056 navios com 16.772.741 toneladas, isso no período entre abril de 2020 a março de 2021.

Heder Cassiano Moritz, diretor geral de Operações Logísticas do Porto de Itajaí, destaca que a alta nos números de movimentações se deve a nova bacia de evolução. “Antes da bacia de evolução nós estávamos perdendo de 30% a 35% de movimentação, hoje nós observamos este crescimento sendo recuperado, tanto na margem direita quanto na esquerda, nos dando ainda mais certeza de que a nova bacia fez toda a diferença para o complexo”, conta.

No mês de março, foram movimentadas na APM Terminals (empresa arrendatária do Porto de Itajaí), o total de 596.759 toneladas, registrando um crescimento de 14% em relação a movimentação do mês de março de 2020, quando foram movimentadas 524.960 toneladas. No trimestre deste ano, foram movimentadas 1.532.403 toneladas contra 1.451.186 do mesmo período do ano passado, um crescimento de 6%.

Em relação a movimentação em TEUs, no mês de março, a APMT movimentou 48.951 TEUs, registrando um crescimento de 5% em comparação com o mês de março de 2020, no qual foi movimentado 46.552 TEUs.

A Portonave, em Navegantes, também registrou números expressivos de movimentação, superando os números do mês de fevereiro de 2021, que já havia sido o mês com a maior movimentação da história do terminal. No último mês de março, o terminal movimentou 102.167 TEUs e 1.141.101 toneladas, suplantando a última marca, que era de 100.221 TEUs e 1.066.422 toneladas, registrada em de fevereiro.

Os números de movimentação do mês de março representam um aumento de 75% em comparação a movimentação do mesmo período do ano passado, quando foram movimentados 58.317 TEUs.

A Portonave movimentou neste primeiro trimestre 280.858 TEUs, contra 181.183 TEUs movimentados no primeiro trimestre do ano passado, representando um crescimento de 55%. No total do trimestre, a Portonave movimentou 49% do total de cargas registradas no complexo portuário de Itajaí e Navegantes.

 

Fonte: Portos e Navios

 


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Março foi um mês extremamente positivo para as operações pelo Terminal de Contêineres do Porto de Paranaguá, que fechou o mês com recorde histórico: melhor movimentação geral em um único mês. Foram 95.633 TEUs (unidades de contêineres de 20 pés) importados e exportados em março. O número representa um crescimento de 24% quando comparado ao mesmo mês de 2020 (72.791 TEUs) e foi impulsionado, principalmente, pela movimentação de contêineres refrigerados, com 16.475 TEUs no período (17% do total).

De acordo com a TCP, empresa que administra o Terminal de Contêineres de Paranaguá, o recorde anterior havia sido registrado em novembro de 2020, com 94.406 TEUs. No acumulado do ano (janeiro a março), a movimentação totaliza 259.966 TEUs, volume 13,7% maior que o mesmo período de 2020. A meta é ultrapassar 1 milhão de TEUs, em 2021.

“No comércio internacional temos visto um momento delicado para o segmento. Fatores como falta de contêineres e alta no frete do segmento têm prejudicado. No entanto, aqui estamos na contramão. Estamos crescendo e o volume de cargas conteinerizadas tem aumentado”, comenta o diretor-presidente da Portos do Paraná, Luiz Fernando Garcia.

Segundo o dirigente da empresa pública, o Terminal de Contêineres de Paranaguá é um dos maiores e mais estruturados do País. “Ganhamos também por eficiência. Os investimentos realizados aqui, pela iniciativa privada, são fortes e dão segurança para que as cargas venham para cá”, afirma.

“A TCP vem se preparando para quebrar recordes – investindo em infraestrutura, equipamentos, sistemas operacionais e em gente. A qualificação dos times, especialmente comercial, institucional, marketing, operacional e tecnologia, é crucial para alcançar altos níveis de produtividade e atratividade. Além disso, focados no longo prazo, estamos recalibrando nossa estratégia de modo que nossos objetivos sejam entrelaçados a benefícios consistentes gerados à toda cadeia logística. Marcas como essa são resultado da confiança e do reconhecimento de nossos clientes”, completa Thomas Lima, Diretor Comercial e Institucional do Terminal.

Além dos investimentos, o executivo destaca outros diferenciais da TCP. “A empresa é a única no Brasil a oferecer 10 dias livres de armazenagem na importação. Além disso, contamos com uma infraestrutura robusta, temos o maior parque de tomadas para contêineres refrigerados da América Latina e nossas soluções logísticas integradas (armazéns, depósito de contêineres e ferrovia) formam uma plataforma capaz de gerar competitividade a diferentes setores”, afirma.

PRODUTOS – A movimentação de cargas de março contempla tanto os produtos de importação quanto os de exportação. Carnes de aves congeladas; madeira; celulose; congelados; papel, cartão e derivados são alguns dos itens que impulsionaram a exportação no mês de referência. Na importação, destacam-se fertilizantes e adubos; plástico e derivados; máquinas, aparelhos e materiais elétricos e produtos químicos orgânicos.

 

Fonte: Portos do Paraná


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Acompanhamos ontem no AEROIN as informações de que o protótipo do “Big Twin” – como é chamado o projeto que dará origem ao maior avião bimotor cargueiro da história da aviação comercial até agora – seria utilizado para um voo diferente e bastante especial.

Promovido pela Israel Aerospace Industries (IAI), responsável pela conversão do primeiro Boeing 777-300ER de passageiros para cargueiro em parceria com a GE Capital Aviation Services (GECAS), o sobrevoo pelos 73 anos da independência de Israel marcaria não apenas a comemoração da data em si, mas também o retorno da IAI após 33 anos sem participar com aviões civis das festividades aéreas.

E assim está sendo feito (no momento da publicação desta matéria) nesta quinta-feira, 15 de abril, conforme mostram as primeiras imagens da ocasião a serem divulgadas. Como previsto, o futuro 777-300ERSF, atualmente com a matrícula N557CC, está voando sobre diversos pontos de Israel, assim como dois jatos executivos G280, fabricados pela IAI sob licença da Gulfstream.

A surpresa, entretanto, ficou por conta de mais uma bela aeronave aparecendo no display aéreo. Enquanto as informações de ontem previam que também voaria um Boeing 767 convertido de passageiros para cargueiro pela IAI, quem apareceu foi um belo Boeing 747-400.

O Jumbo utilizado é o registrado sob a matrícula 4X-ICA, da companhia cargueira israelense CAL Cargo Air Lines. A empresa possui dois 747-400 cargueiros que têm em sua fuselagem toda branca nada mais do que a mensagem “Challenge accepted” (Desafio aceito).

No momento da publicação desta matéria, em torno das 07h40 da manhã (horário de Brasília), os dois grandes aviões estavam sobrevoando Jerusalém.

Fonte: Brazil Modal


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O volume de soja exportado pelo Corredor de Exportação Leste do Porto de Paranaguá (Corex) aumentou quase 232% de fevereiro para março. Este ano, no primeiro trimestre, pelo complexo que integra os silos públicos e nove terminais privados, foram exportadas 2.166.837 toneladas do granel.

“A tendência é intensificar cada vez mais. Nossa expectativa é que o volume de soja exportado este ano seja tão grande quanto foi no ano passado”, diz o diretor-presidente da Portos do Paraná, Luiz Fernando Garcia. “Apesar de estar começando mais tarde, temos certeza de que a eficiência dos operadores e os investimentos permanentes na estrutura pública de escoamento vão compensar ao longo do ano”, afirma.

Segundo ele, este ano, devido ao atraso da colheita da soja por questões climáticas enfrentadas tanto no plantio da oleaginosa, quando houve seca, quanto na hora de colher, que sofreu atrapalho pela chuva, o produto acabou chegando nos portos mais tarde.

Em janeiro, foram exportadas apenas 30 mil toneladas de soja pelo Corredor Leste, este ano. Em fevereiro, saltou para 494.899 toneladas e, no último mês de março chegou a 1.641.938 toneladas.

TOTAL – Somando os demais produtos escoados pelo Corex (farelo de soja, trigo e milho), de janeiro a março, já são 3.652.860 toneladas de produtos exportados. Nesse total, o aumento registrado de fevereiro para o último mês de março foi de cerca de 138%.

De farelo de soja, no primeiro trimestre de 2021, foram 880.485 toneladas exportadas pelo Corex. De milho, 591.538 toneladas (quase o dobro do exportado no ano passado, no período). Este ano, ainda teve 14 mil toneladas de trigo exportadas pelo complexo.

COMPARAÇÃO – No primeiro trimestre de 2020, pelo Corex, foram exportadas 4.721.471 toneladas de produtos. De soja (grão), 3.348.522 toneladas; de farelo de soja, 1.075.147 toneladas; e de milho 297.802 toneladas. No ano passado, no período, não houve exportação de trigo pelo complexo.

OESTE – Pelo berço 201, no Corredor de Exportação Oeste do Porto de Paranaguá, foram exportadas 373.379 toneladas de soja em grão e farelo neste primeiro trimestre de 2021.

Este ano, com um novo terminal conectado ao complexo Oeste, o volume dos produtos exportados foi 68,5% maior que o registrado no mesmo período em 2020 – 221.532 toneladas exportadas de soja, em grão e farelo.

Fonte: Brazil Modal

 


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A corrente de comércio (soma das exportações e importações) do Brasil cresceu 20,6% no primeiro trimestre de 2021, atingindo US$ 109,62 bilhões. As exportações cresceram 16,8% no acumulado do ano e somaram US$ 55,63 bilhões, enquanto as importações subiram 24,8% e totalizaram US$ 53,99 bilhões.

Superávit – A balança comercial teve superávit de US$ 1,65 bilhão no período, um recuo de 62,5%, pela média diária, em relação aos três primeiros meses do ano passado. Os dados foram divulgados na quinta-feira (01/04) pela Secretaria de Comércio Exterior (Secex) do Ministério da Economia (ME).

Março – No mês de março, as exportações cresceram 27,8% e somaram US$ 24,5bilhões, e as importações subiram 51,7% e totalizaram US$ 23,02 bilhões. Assim, a balança comercial registrou superávit de US$ 1,48 bilhão no mês, com queda de 63%, e a corrente de comércio aumentou 38,3%, alcançando US$ 47,53 bilhões.

Aumento – Em entrevista coletiva, o secretário de Comércio Exterior do ME, Lucas Ferraz, lembrou que as exportações e importações brasileiras já vêm aumentando desde o terceiro trimestre do ano passado. “Então, se observa a economia brasileira se recuperando e isso, de certa forma, se refletia nas importações, sobretudo, além de uma economia internacional também em recuperação lenta, se refletindo no crescimento das nossas exportações”, comentou.

Petróleo – Os dados da Secex mostram que os resultados do trimestre também refletiram o impacto da entrada de plataformas para exploração de petróleo via Repetro – regime aduaneiro especial para bens destinados às atividades de pesquisa e de lavra das jazidas de petróleo e gás natural –, que, somente em março, somaram US$ 5,821 bilhões – um aumento de 1.664,38% em relação a março de 2020.

Acumulado do ano – No acumulado do ano, a importação de plataformas chegou a US$ 9,284 bilhões, com aumento de 290,63%, na comparação com os três primeiros meses de 2020. “O saldo do trimestre foi afetado muito por uma questão conjuntural, que são essas operações contábeis com plataformas. Em março, se desconsiderássemos essas operações, teríamos um superávit de US$ 7 bilhões e não de US$ 1,4 bilhão”, explicou o subsecretário de Inteligência e Estatísticas de Comércio Exterior, Herlon Brandão. No entanto, frisou, mesmo sem as plataformas ainda há crescimento significativo, de 15,6%, nas importações do mês. “Isso mostra, também, a recuperação da demanda interna”, pontuou Brandão.

Estudo técnico – De acordo com o subsecretário, a Secex está concluindo um estudo técnico para aprimorar a metodologia das estatísticas em relação à Repetro e outras questões semelhantes. “A maioria dessas operações com plataformas são contábeis e causam essas distorções”, disse, lembrando que instituições como a Confederação Nacional da Indústria (CNI), a Fundação Getúlio Vargas (FGV), o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) e o Banco Central (BC) aplicam tratamentos diferenciados para esse tipo de operações contábeis.

Commodities em alta – Do lado das exportações, a surpresa em março foi o crescimento das vendas de soja, que ainda não estavam contabilizadas nos resultados da balança em janeiro e fevereiro devido ao atraso na safra. As vendas da oleaginosa chegaram a US$ 5,356 bilhões no mês e US$ 6,511 bilhões no trimestre, crescendo, respectivamente, 36,90% e 11,42%.

Economias expressivas – Também contribuiu com as exportações o crescimento de economias mais expressivas – como China e Estados Unidos – o que vem pressionando o preço das commodities, tanto do setor extrativo quanto agrícola. No caso do minério de ferro, por exemplo, houve aumento de US$ 105,9% de janeiro a março, alcançando US$ 9,243 bilhões.

Previsões – A Secex também divulgou na quinta-feira (01/04) as previsões para 2021, com expectativa de aumento de 27% nas exportações, chegando a US$ 266,6 bilhões, e de 11,6% nas importações, com US$ 177,2 bilhões. Dessa forma, a corrente de comércio deve subir 20,4%, atingindo US$ 443,8 bilhões, e o saldo – com alta de 75% – pode chegar a US$ 89,4 bilhões. “Seria o maior saldo da série histórica brasileira. Nas exportações também, se confirmadas, será o maior valor exportado pelo Brasil, com recorde da série histórica”, destacou o secretário Lucas Ferraz.

OMC – Segundo ele, as estimativas estão em linha com a previsão da Organização Mundial do Comércio (OMC) de que este ano haverá um aumento expressivo do comércio internacional. Se no ano passado houve queda de 5,3% em volume, para 2021 a expectativa da OMC é de um crescimento da ordem de 8%.

Conjuntura mais favorável – “Há toda uma conjuntura mais favorável, evidentemente trazida pela perspectiva de processos de vacinação mais rápidos em todos os países do mundo, sobretudo nos países desenvolvidos e, em menor escala, também em países em desenvolvimento, como é o caso do Brasil, que vem acelerando o seu ritmo de vacinação”, explicou.

Nova onda global – Diante desse cenário mais favorável, Ferraz entende que mesmo uma nova onda global da pandemia não deve trazer tanto impacto negativo nas economias como aconteceu no segundo trimestre do ano passado. “Há uma concordância de visões no âmbito internacional de que o impacto negativo tenderá a ser menor, em função de políticas públicas mais bem focalizadas”, justificou.

Aprendizado – Além disso, o secretário lembra que não só os governos já tiveram um aprendizado com a crise de 2020, como também os consumidores, que aprenderam a conviver em um ambiente em que o uso de tecnologias se torna mais intenso e mais necessário. “Ainda que tenha um impacto negativo, nós não acreditamos que seja um impacto alto o suficiente para mudar completamente a rota do que nós estamos prevendo neste momento para o final do ano”, afirmou o secretário de Comércio Exterior. (Ministério da Economia).

Fonte: Sistema Ocepar


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