Arquivos Notícias - D-Log - Excelência e Confiabilidade

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O braço brasileiro da ICC (International Chamber of Commerce), maior organização empresarial do mundo, levará à OMC (Organização Mundial do Comércio) proposta para usar inteligência artificial em negociações comerciais. Operador Logístico.

Daniel Feffer, presidente do conselho da ICC Brasil, lança o projeto em Genebra. A ideia é criar uma tecnologia que reduza a subjetividade nas negociações e gere eficiência.

“Hoje, uma negociação começa com planilhas de Excel. Se houver uma ferramenta que mostre os produtos que as partes negociaram nos últimos anos, o processo decisório ficará mais rápido”, diz Gabriel Petrus, diretor do ICC Brasil.

O primeiro passo é ligar pesquisadores a entidades de comércio para adaptar as negociações aos usos que podem ser feitos do blockchain.

A tecnologia do blockchain é famosa por seu papel na moeda virtual bitcoin, mas ela também serve para armazenar informações médicas e dados financeiros.

Além de desburocratizar, a entidade pretende usar o blockchain para reduzir riscos no financiamento do crédito à exportação e para digitalizar as cartas de crédito, usada pelos bancos como garantia em exportações.

Em dezembro, na 11º reunião ministerial da OMC em Buenos Aires, a entidade vai publicar recomendações.

Fonte: Folha de S. Paulo


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O furacão Harvey, que atingiu a costa do estado americano do Texas em 25 de agosto de 2017 e avançou para outros estados próximos no formato de tempestade tropical, causou mortes, provocou inundações, alagamentos, quedas de energia, incêndios, suspensão dos sistemas de transportes, e o fechamento de aeroportos e dos principais portos do Estado (Houston, Galveston e Freeport). Agente de Carga.

Consultorias especializadas estimam que os prejuízos financeiros com o Furacão Harvey podem chegar a US$ 160 bilhões, representando o desastre natural mais caro da história dos EUA.

Uma semana após a chegada do furacão, os portos texanos foram reabertos, mas o tráfego de embarcações ainda é limitado. O porto de Houston, o segundo mais movimentado do país, de onde mais de 70% das exportações dos Estados Unidos são embarcadas e por onde chegam muitas importações, foi o mais atingido e suas operações ainda não foram normalizadas.

Importadores e exportadores brasileiros com cargas em trânsito na região atingida pelo Harvey, principalmente no porto de Houston, estão apreensivos com a possibilidade de perdas de suas mercadorias e prejuízos com atrasos nos embarques e desembarques, acompanham atentamente as notícias sobre os efeitos do furacão.

O Brasil é o terceiro principal parceiro comercial do porto de Houston, atrás apenas do México e China. De acordo com a publicação da US TradeNumbers, no primeiro semestre de 2017 o Brasil movimentou pelo porto de Houston US$ 4,37 bilhões (US$ 2,86 bilhões em exportações e US$ 1,51 bilhão em importações).

As cargas em trânsito e passagem pelas áreas portuárias estão cobertas contra perdas e danos decorrentes do furacão e tempestade, quando seguradas por uma apólice de seguro de transporte internacional com a garantia das coberturas “Básica Ampla A” ou “Básica Restrita B”. Entretanto, é preciso observar o início e término do seguro definido pelo termo de Incoterms negociado. Exemplificando, nas importações FOB, CFR e CIF a cobertura começa quando a mercadoria é colocada a bordo do navio, e eventuais perdas anteriores estão excluídas do seguro. Na exportação CIF, o seguro se encerra com o desembarque no porto de destino (exceto em negociações especiais), no terminal quando o termo for DAT, e apenas nas exportações DAP e DDP se estende até o local designado para entrega.

Os prejuízos gerados pelo atraso da entrega das mercadorias não estão cobertos pelo seguro de transporte internacional.

Ao que se tem conhecimento na prática mundial, os prejuízos resultantes de um furacão não podem ser atribuídos aos transportadores internacionais e nem aos demais envolvidos com o transporte, pois o fato que originou o evento está relacionado a um fenômeno da natureza.

Entre catástrofes naturais, acidentes, roubo, extravio, incêndio, explosão, molhadura e avaria grossa, os riscos são inúmeros no transporte internacional, portanto, as empresas jamais devem aventurar-se em uma negociação e viagem sem a proteção securitária.

Fonte: Portal SEGS

Agente de Carga


Realizar embarques com qualidade, segurança e custos competitivos é o ofício do agente de carga internacional. Atender e cumprir os requisitos aduaneiros evita multas, despesas extras com armazenagem e inconvenientes atrasos nos prazos de entrega. Tudo isso é gerenciado através do nosso gerenciamento de embarques internacionais, incluindo o controle do nosso sistema D.A.S.Y.


Segundo a Lei de 2003, número 10.833 em seu artigo 77 e parágrafo 1 define o agente de cargas:

O agente de carga, assim considerada qualquer pessoa que, em nome do importador ou do exportador, contrate o transporte de mercadorias, consolide ou desconsolide cargas e preste serviços conexos, e os operadores portuários, também devem prestar as informações sobre as operações que executem e respectivas cargas.


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A Infraero abre no dia 29/9 a licitação para a contratação de empresa para o desenvolvimento dos projetos básicos e executivos; obra de reforma, ampliação e modernização do terminal de passageiros e ampliação do pátio de aeronaves do Aeroporto de Aracaju/Santa Maria. O edital está publicado no site da empresa. Operador Multimodal.

O plano da Infraero e expandir o terminal de passageiros, que passará de 10 mil m² para 14 mil m², com quatro pontes de embarque, mais duas novas escadas rolantes, sete elevadores e duas novas esteiras de restituição de bagagens. O pátio de aeronaves também será ampliado em 8,5 mil m², passando de cinco para sete posições de aeronaves.

A nova estrutura será implantada com a mudança da sala de embarque para o piso superior. A climatização também será melhorada, com a refrigeração do saguão e melhoria nas demais áreas já atendidas. Os banheiros também passarão por melhorias e serão todos reformados e na área de serviços e comércio, o espaço para as lojas será expandido.

Com as melhorias, a Infraero vai ampliar a capacidade do aeroporto, que passará de 2,6 milhões de passageiros por ano para 4 milhões de passageiros por ano. “Essas mudanças aumentarão o nível de conforto e serviços oferecidos aos passageiros, além de aprimorar a infraestrutura para a operação das companhias aéreas. Além disso, serão usadas técnicas sustentáveis como reuso de água, reaproveitamento de água da chuva e iluminação natural”, afirma o diretor de Engenharia da Infraero, Rogério Barzellay.

A obra tem previsão de início neste segundo semestre de 2017, terá entregas parciais e a conclusão final prevista para dezembro de 2018 O prazo para execução dos serviços, a partir da emissão da ordem de serviço, é de 12 meses. O orçamento de referência para a licitação só será divulgado após a apresentação de propostas, conforme prevê a Lei 13303/2016.

Operador Multimodal

Panorama setorial, marco regulatório e aspectos técnico-operacionais

No final de 2013, a Associação Brasileira de Operadores Logísticos  (ABOL) iniciou um aprofundado estudo sobre os operadores logísticos no Brasil, visando um completo entendimento para, enfim,  dar encaminhamento a um anteprojeto de lei que reconheça
o setor. Nesse artigo, conheça a amplitude desse trabalho, as principais informações e conclusões.
Entenda, com clareza, a importância dos operadores logísticos para o Brasil e as tendências para o setor.

Com o propósito de atuar na representação do Operador Multimodal, encaminhar
ações que levem ao estabelecimento do marco regulatório do setor, estimular e defender o ambiente
competitivo, de livre concorrência, atuar na defesa da sustentabilidade do setor no longo prazo e estimular um ambiente concorrencial ético, foi fundada, em 17 de julho de 2012, a ABOL, contando, atualmente, com 20 associados.
A regulamentação para o setor busca, principalmente, o ordenamento jurídico, sem deixar de observar a importância da descomplicação burocrática, defendendo a ABOL, veementemente, a simplificação dos processos burocráticos, fiscais e suas obrigações acessórias.

Assessoria de Imprensa – Infraero


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Para aumentar a competitividade da economia brasileira é preciso aumentar a abertura ao comércio internacional de serviços, em paralelo com a agenda de reformas domésticas. Essa foi a conclusão dos especialistas que participaram do seminário Competitividade em Serviços e Inserção Internacional: uma Abordagem Setorial, realizado pela Câmara de Comércio Internacional (ICC, da sigla em inglês) em São Paulo. Operador Multimodal. O evento ocorreu durante o lançamento da Comissão de Comércio Internacional da ICC e teve a Confederação Nacional da Indústria (CNI) como parceira.

De acordo Lucas Ferraz, professor da Fundação Getúlio Vargas (FGV) e membro de cátedra da Organização Mundial do Comércio (OMC), países como China e Índia fizeram um processo em que se priorizou a abertura comercial unilateral e, como sequência, trabalharam em agenda de reformas pressionada pela própria abertura comercial. “Há relação direta entre a eficiência em serviços e a maior inserção em cadeias globais de valor”, destacou Ferraz.

“No Brasil, ainda temos grandes desafios em relação à produtividade, que é quatro vezes inferior à norte-americana; e em relação a barreiras comerciais, já que a importação de serviços no país é três vezes mais cara que a compra de fornecedor nacional”, completou.

O diretor de Políticas e Estratégia da Confederação Nacional da Indústria (CNI), José Augusto Fernandes, afirmou que, mesmo com os desafios em relação à produtividade e à maior abertura ao comércio internacional de serviços, o Brasil teve crescimento no comércio internacional de serviços maior que a média mundial. Enquanto que a média global de aumento do comércio de serviços foi de 16% entre 2002 a 2008, no país o crescimento médio anual foi de 18,5%. “Além disso, boa parte das exportações brasileiras de manufaturados embute serviços”, disse o diretor da CNI. De acordo com dados da FGV, 50% das exportações mundiais correspondem a serviços.

O presidente da Comissão de Comércio da ICC, Daniel Godinho, destacou a importância de se criar política transversal que atenda à diversidade do setor de serviços. “Cada setor exige uma estratégia diferente. A parceria do setor privado com o governo poderá ajudar o país a mirar nas políticas a serem adotadas, para maior inserção nas cadeias globais de valor”, ressaltou Godinho.

O secretário de Comércio e Serviços do Ministério da Indústria, Comércio e Serviços, Marcelo Maia, reconheceu que há desafios para se alavancar a inserção do Brasil no comércio internacional de serviços, a começar pela maior clareza na regulamentação. “É preciso começar pelo próprio conceito de ‘exportações de serviços’, que teria isenção de tributos”, comentou. No entanto, Maia destacou que o país fez avanços em relação ao comércio eletrônico, setor em que desenvolve parceria com a China, e a adesão recente à Associação Latino-americana de Exportadores de Serviços.

Fonte: CNI

Operador Multimodal

Com o propósito de atuar na representação do Operador Multimodal, encaminhar
ações que levem ao estabelecimento do marco regulatório do setor, estimular e defender o ambiente
competitivo, de livre concorrência, atuar na defesa da sustentabilidade do setor no longo prazo e estimular um ambiente concorrencial ético, foi fundada, em 17 de julho de 2012, a ABOL, contando, atualmente, com 20 associados.
A regulamentação para o setor busca, principalmente, o ordena

 


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Teca de Petrolina

O Terminal de Logística de Carga (Teca) do Aeroporto de Petrolina/Senador Nilo Coelho (PE) registrou, no primeiro semestre de 2017, 1.337 toneladas de mercadorias exportadas – um crescimento de 16% em relação ao mesmo período do ano passado, quando foram contabilizadas 1.151,4 t. Atualmente, o Aeroporto de Petrolina conta com uma frequência semanal da empresa Cargolux, que opera com um Boeing 747-400. A empresa cargueira que normalmente não operava nos dois primeiros meses do ano, em 2017, começou sua temporada no terminal pernambucano em janeiro, fazendo com que ainda no primeiro trimestre o aumento da exportação fosse de 215% em relação ao mesmo período de 2016.

Katiuscia Ribeiro, gerente de Logística de Carga do Aeroporto de Petrolina, afirma que, devido ao período de pico de safra, que acontece entre setembro e dezembro, o crescimento pode aumentar ainda mais no segundo semestre, em relação ao mesmo período de 2016. “A tendência é que estes números cresçam ainda mais nos próximos seis meses, visto que já estamos realizando as primeiras reuniões com algumas empresas quanto às demandas e possibilidades de voos extras no período”, destacou.

O complexo logístico do Aeroporto de Petrolina tem mais de 3 mil m² de área edificada e conta com 6 câmaras de armazenamento, 3 antecâmaras de resfriamento e 2 túneis de resfriamento – toda uma infraestrutura para atender ao setor de exportação, que tem o escoamento de frutas do Vale do Rio São Francisco como maior expoente na região.

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A pista de pousos e decolagens do aeroporto é uma das maiores do país e a segunda maior do Nordeste, com 3.250 metros de comprimento, e o aeroporto conta com um pátio de aeronaves exclusivo para atender a demanda da área de logística de carga. A frequência cargueira semanal da Cargolux faz a rota Luxemburgo/Campinas/ Curitiba/Petrolina/Luxemburgo. Durante o período do pico de safra, as frequências aumentam, passando a duas operações semanais.

 

Novo modelo comercial

Neste ano, a Infraero adotou um novo posicionamento estratégico e de mercado na área de logística de carga, buscando expandir o portfólio de serviços e produtos de logística integrada oferecidos pela empresa e ampliando a parceria com a iniciativa privada nos negócios. Os processos licitatórios de diversos Tecas da empresa são um passo importante dessas novas diretrizes.

Até o momento, cinco processos de concessões de complexos logísticos já foram realizados pela empresa: Goiânia (GO), Curitiba (PR), Vitória (ES), São José dos Campos (SP) e Recife (PE). Todos os contratos em questão preveem prazo de concessão de dez anos, sem investimentos vinculados por parte das empresas concessionárias. Os valores de luva (preço mínimo mensal) totais obtidos com os cinco contratos somam R$ 2,95 milhões.

Também estão planejadas as concessões do Teca de Joinville, com abertura do edital prevista para o dia 14/8, além do complexo logístico de Manaus, com lançamento do edital previsto para este semestre.

Com seu novo posicionamento, a Infraero busca permanecer alinhada às melhores práticas de mercado, mantendo a competitividade no mercado e buscando todas as oportunidades possíveis para gerar valor, reduzir custos e garantir a máxima eficiência.

Confira nossos prêmios no setor aéreo.

Fonte: Infraero


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Ainda que quatro dos seis indicadores estejam ligados ao setor privado, foram os dois indicadores relacionados aos investimentos públicos que puxaram essa melhora

Desde 2007 o Banco Mundial vem publicando regularmente um índice internacional de desempenho do setor logística com base em um levantamento realizado em 160 países, o chamado LPI – Logistic Performance Index, que visa ranquear quão eficiente cada país é ao embarcar suas cargas para outros países, permitindo assim que o desempenho desses países seja comparado ao desempenho de outros países, regiões e grupos de renda.

O índice geral de LPI é composto pela média ponderada da pontuação dos países em seis “indicadores-chave”:

1) Eficiência do processo de desembaraço:

Rapidez, simplicidade e previsibilidade do controle das fronteiras por parte das autoridades, incluindo as alfândegas;

2) Qualidade do comércio e infraestrutura relacionada com o transporte:

Portos, ferrovias, estradas, tecnologia da informação;

3) Facilidade para contratar o transporte com preços competitivos:

Disponibilidade de empresas transportadoras, concorrência, poder de barganha;

4) Competência e qualidade dos serviços logísticos:

Operadores de transporte, agentes de carga, despachantes;

5) Capacidade de rastreabilidade da carga:

6) Integridade de Schedule:

Cumprimento dos prazos de entrega previstos.

De acordo com essa metodologia desenvolvida pelo Banco Mundial, lideraram o ranking internacional de eficiência logística: Alemanha (4,23), Luxemburgo (4,22), Suécia (4,20), Holanda (4,19) e Singapura (4,14), sendo as piores posições ocupadas por: Síria (1,60), Haiti (1,72) e Somália (1,75).

Ainda segundo o Banco, a média de desempenho dos países mais ricos (3,5) ficou 45% acima da média dos países mais pobres (2,41), num momento em que muitos embarcadores já percebem mais valor na previsibilidade do que na velocidade da entrega.

Em 2007, quando o primeiro levantamento foi divulgado, o Brasil ocupava a 61ª oposição do ranking com um índice geral de 2,75, contudo, em 2014, ainda que o nosso índice geral tenha melhorado para 2,94, caímos para 65ª oposição do ranking numa clara demonstração de que outros países também estão investindo no desenvolvimento de suas logísticas.

Em 2016, com um índice geral de 3,09, subimos para a 55ª oposição do ranking, a frente dos nossos vizinhos na costa leste da América do Sul (Argentina e Uruguai), mas ainda muito aquém da nossa posição como 8ª economia do mundo ou de 23ᵒ maior exportador do mundo.

Interessante notar no gráfico a seguir que, segundo a metodologia/levantamento do Banco Mundial, os dois indicadores logísticos brasileiros que mais melhoram em relação a 2014 foram: Desembaraço e Infraestrutura.

Ainda que na prática muitos profissionais do setor possam não conseguir perceber essa melhora da performance brasileira, possivelmente em virtude de condições ainda pouco competitivas de muitos elos da nossa cadeia logística (ex. dwell time, quantidade de órgãos anuentes, baixa participação do ferroviário no acesso aos portos etc), essa melhora da avaliação por parte do Banco Mundial é, no mínimo, boa para nossa imagem internacional, mas basta lembrar dos congestionamentos vividos em Santos e Paranaguá durante o escoamento das Safras de Grãos em 2012/2013 – corrigidos com medidas relativamente simples e de baixo custo como por exemplo: o agendamento de carga e os pátios “pulmões” para carretas – para acreditar que essa nossa melhora faz algum sentido.

Contudo, ainda estamos muito longe dos líderes ranking e, portanto, temos muito que aprender com eles.

Fonte: Guia Marítimo


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O evento Startupbootcamp Smart Transportation & Energy Demo Day apresentou, na Alemanha, diversas soluções para o setor transportador

Start-ups inovadoras nas áreas de transporte e energia apresentaram, nesta semana, novas soluções para esses dois setores durante o Startupbootcamp Smart Transportation & Energy Demo Day, em Berlim. O Diretor do Escritório CNT na Alemanha, Thiago Ramos dos Santos, esteve no evento e participou das apresentações de diferentes empresas que integram um programa de aceleração no país.

A Startupbootcamp Smart Transportation & Energy é a principal aceleradora global com foco em mobilidade conectada e eficiente tanto de pessoas quanto de cargas. O programa de aceleração proporciona financiamento e espaços de trabalho às start-ups, bem como o acesso a uma expertise industrial de alto nível durante um programa de aceleração intensivo de três meses.

O Demo Day é um evento aberto, no qual as start-ups participantes do programa fazem suas apresentações a potenciais investidores, a membros da imprensa e à comunidade em geral. Neste ano, o patrocínio foi das empresas Airbus, Cisco, Bosch, Mercedes-Benz, Intel, entre outras.

Entre as start-ups que estiveram presentes em Berlim, o diretor do Escritório da CNT na Alemanha destacou as empresas Delphisoni e Parknav. “A Delphisoni resolve problemas referentes à manutenção preditiva de frotas por meio do monitoramento de condições em tempo real, com base na internet das coisas. A Parknav utiliza aprendizado de máquina e análise preditiva juntamente com diversas fontes de dados para predizer, em tempo real, em quais ruas haverá maior probabilidade de encontrar vagas de estacionamento. A precisão é de 80% de acerto”, afirma.


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Limite que pode ser atingido por navios passa de 12,3 para 12,6 m

Uma semana após a redução do calado operacional (fundura máxima que os navios podem atingir quando totalmente carregados) do Porto de Santos de 13,2 para 12,3 metros, os esforços concentrados na dragagem do trecho 1 do canal de navegação surtiram efeito. Agora, embarcações com até 12,6 metros de calado poderão trafegar na região que vai da entrada da Barra até o Entreposto de Pesca.

De acordo com o capitão de mar e guerra Alberto José Pinheiro de Carvalho, que é comandante da Capitania dos Portos de São Paulo (CPSP), uma nova batimetria (levantamento de profundidade) foi entregue ontem pela Companhia Docas do Estado de São Paulo (Codesp), a estatal que administra o cais santista.

Com essa análise, conseguimos ampliar o calado para 12,6 metros. O ganho é pequeno, de 30 centímetros, mas é resultado dessa dragagem já realizada durante esta semana”, explicou o comandante.

Até o final de julho, a Dratec Engenharia, empresa contratada pela Codesp para a manutenção das profundidades do Porto de Santos, deve concentrar os trabalhos apenas no trecho 1 do canal de navegação. A ideia é evitar o assoreamento (deposição de sedimentos, que torna o canal mais raso) naquela região.

Durante toda esta semana, usuários do Porto de Santos tentaram minimizar as perdas causadas pela redução do calado operacional do cais santista. Mas, de acordo com o diretor-executivo do Sindicato das Agências de Navegação Marítima do Estado de São Paulo (Sindamar), José Roque, os custos extras foram inevitáveis.

Prejuízos

Em uma semana, cerca de 7 mil contêineres deixaram de ser movimentados no Porto de Santos, segundo o executivo. Isto representa um prejuízo de cerca de US$ 16,1 milhões em frete para os armadores, o equivalente a R$ 52,8 milhões.

“Conforme informações obtidas, há navios que efetuaram escalas extras em Itaguaí e Sepetiba (RJ) para descarga de contêineres de importação. Isto aconteceu para a redução do calado, por conta das restrições do Porto de Santos”, explicou.

De acordo com o executivo, por conta da passagem não prevista em outros portos, somaram-se custos extras com combustível, atracação, serviço de praticagem e rebocadores, onerando mais ainda as operações e elevando os prejuízos.

“Há casos de armadores que cortaram entre 6 mil e 15 mil toneladas de carga de exportação. Isso causa prejuízos imensuráveis com os lotes deixados para trás, causando descontentamento para os clientes e provocando desgaste comercial”, destacou Roque.

Segundo dados do Sindamar, a cada centímetro a menos de calado, deixa-se de embarcar entre sete e oito contêineres. Com a redução atual, isso representa uma perda de carregamento de até 720 caixas metálicas ou 5 mil toneladas de carga por viagem.

Procurada, a Codesp não se posicionou sobre a mudança do calado operacional do Porto de Santos até o fechamento desta edição.

Fonte: A Tribuna


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Exportadores brasileiros que embarcam suas cargas por modal marítimo e rodoviário poderão utilizar o Portal Único do Comércio Exterior, desenvolvido em conjunto pela Secretaria de Comércio Exterior (Secex) do Ministério da Indústria, Comércio Exterior e Serviços (MDIC) e pela Secretaria da Receita Federal do Brasil (RFB) do Ministério da Fazenda.

A iniciativa elimina a necessidade da apresentação de alguns documentos e reduz etapas e exigências governamentais. Inicialmente, vale para as exportações sujeitas exclusivamente a controle aduaneiro, realizadas por meio do Porto de Santos e das unidades aduaneiras em Uruguaiana e Foz do Iguaçu. A expectativa da Secex e da Receita Federal é que, até o final deste ano, 100% das exportações possam ser feitas por meio do Portal Único de Comércio Exterior.

O Porto de Santos é responsável por um terço de todas as exportações feitas no modal marítimo. Já Uruguaiana e Foz do Iguaçu respondem por mais de 50% do que o Brasil exporta por meio rodoviário.

O Novo Processo de Exportações do Portal Único foi lançado em março deste ano. As operações foram iniciadas pelo modal aéreo. Agora, estão sendo ampliadas para os modais marítimo e rodoviário, os dois principais canais para as vendas externas. Mais de US$ 50 bilhões de exportações anuais já podem se beneficiar de processos mais simples, rápidos e baratos no comércio exterior.

Novo Processo de Exportações

Os exportadores passam a contar com a Declaração Única de Exportação (DU-E), que substitui os três documentos, utilizados até então, para registro e declaração dos embarques. O Portal Único utiliza tecnologias que otimizam a conferência manual e alguns protocolos. Em alguns casos, a conferência manual poderá ser eliminada. Além disso, processos que hoje são realizados de forma sequencial (despacho aduaneiro, movimentação de cargas, licenciamento e autorizações) já podem ser feitos simultaneamente, gerando importante economia de tempo para as empresas.

A DU-E está integrada à Nota Fiscal Eletrônica (NFe), o que permite que informações constantes das notas sejam automaticamente migradas para a declaração. Com isso, promove-se a garantia da integridade dos dados, redução de erros de preenchimento e a facilitação da comprovação das exportações junto aos fiscos estaduais.

Entre as facilidades disponibilizadas pelo Portal Único aos exportadores, há também a redução na necessidade de preenchimento de informações, que podem chegar a 60% em alguns casos.

Destaca-se ainda a atuação coordenada e harmonizada do governo, no que se refere ao comércio exterior, evitando redundâncias de controles e exigências de dados e documentos. Até o final do ano, deverá ocorrer a integração dos órgãos anuentes no Portal Único, o que garantirá maior eficiência no gerenciamento de riscos. Com essa integração dos órgãos, o governo federal, como um todo, poderá agir de maneira mais direcionada, rápida e eficiente no que se refere aos riscos implicados ao comércio internacional.

Portal Único de Comércio Exterior

As entregas do Portal Único têm sido incrementais, permitindo ganhos concretos ao longo de seu desenvolvimento, iniciado em 2014. Um bom exemplo foi a anexação eletrônica de documentos, que eliminou 99% do uso de documentos em papel nas exportações e importações, com anuência governamental. Ganhos que foram reconhecidos pelo Banco Mundial nos Relatórios Doing Business de 2016 e 2017.

Ao final da implantação e disponibilidade de todas as ferramentas do Portal Único, prevista para acontecer até o final do ano que vem, a meta é reduzir os tempos médios das exportações brasileiras de 13 para 8 dias e das importações de 17 para 10 dias. Os processos de exportação e importação serão em média de 40% mais ágeis.

Com a implementação concluída, de acordo com um estudo da Fundação Getúlio Vargas, o Portal Único poderá trazer um incremento de US$ 23,8 bilhões ao PIB brasileiro, em 2018, podendo chegar a US$ 74,9 bilhões em 2030.  Com as facilidades e as ferramentas de desburocratização disponíveis no Portal Único, a previsão é que haja um incremento anual entre 6 e 7% na corrente de comércio. De acordo com este estudo, há também um indicativo de aumento nas exportações de bens manufaturados, principalmente de produtos oriundos da indústria de transformação. da ordem de 10,3% no primeiro ano de implantação do Portal, podendo chegar a 26,5% em 2030.

Estudo recente do MDIC, realizado em parceria com a Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Econômico (OCDE), demonstra que as reformas relacionadas à burocracia do comércio exterior no Brasil podem reduzir em até 14,5% os custos dos operadores brasileiros.

O Portal Único de Comércio Exterior é a principal iniciativa de desburocratização e facilitação do comércio exterior brasileiro. A iniciativa, desenvolvida em parceria com o setor privado, estabelece um guichê único para centralizar a interação entre governo e operadores comerciais. O sistema ainda reformula os processos de exportação e importação, com o objetivo de reduzir prazos e custos envolvidos nas operações e, consequentemente, aumentar a competitividade das exportações brasileiras.

Além da Secex e da Receita Federal, que coordenam a implantação do Portal Único, outros 20 órgãos do governo, que de alguma forma intervêm no comércio exterior, também integram o esforço. Com o Portal, os processos passam a ser mais eficientes, promovendo a integração desses órgãos e uma interface única entre o governo federal e operadores privados.

O Portal Único vai otimizar os benefícios decorrentes dos investimentos em curso em infraestrutura logística no comércio exterior ao possibilitar o compartilhamento de dados e a redução de entraves burocráticos que prejudicam a gestão da cadeia de suprimentos.

O que muda com o Novo Processo de Exportações

  • Eliminação de documentos
  • Eliminação de etapas processuais
  • Integração com a Nota Fiscal Eletrônica
  • Redução em 60% no preenchimento de informações
  • Automatização da conferência de informações;
  • Guichê único entre exportadores e governo;
  • Fluxos processuais paralelos
  • Expectativa de redução de 40% do prazo médio para exportação.
  • Porto de Santos em números

As exportações realizadas no Porto de Santos representam 33% de todos os embarques realizados por meio marítimo no que se refere a valor. Já em volume, Santos é responsável por 12% das exportações que usam esse tipo de modal.

Desse total, as exportações sujeitas a controle exclusivamente aduaneiro e que se aproveitarão do Portal Único neste momento representam 77% do valor e 91% do volume. Em 2016, essas exportações somaram cerca de US$ 40 bilhões.

No ano passado, os principais produtos exportados por Santos foram açúcar (US$ 8 bilhões), soja (US$ 5 bilhões), café (US$ 4 bilhões), suco de frutas (US$ 2,4 bilhões) e carnes bovinas congeladas (US$ 1,9 bilhões).

Os três principais destinos foram China (US$ 7,3 bilhões), Estados Unidos (US$ 6,7 bilhões) e Argentina (US$ 3,2 bilhões).

URF Uruguaiana e Foz do Iguaçu em números

Uruguaiana representa 35% das exportações realizadas pelo modal rodoviário (U$4,3 bilhões em 2016). Em volume, a participação é de 29%, ou seja, 1,7 mil toneladas. Mais de 80% da carga exportada por meio de Uruguaiana poderá ser imediatamente processada a partir do Novo Processo de Exportações.

Em 2016, os principais produtos exportados por Uruguaiana foram automóveis (US$ 313,6 milhões), polímeros (US$ 203 milhões) e partes e peças para automóveis (US$ 201,8 milhões).

Os três principais destinos foram Argentina (US$ 3,4 bilhões), Chile (US$ 914 milhões) e Peru (US$ 59,3 milhões).

Por Foz do Iguaçu passam 16% das exportações, o que representou, no ano passado, U$ 2,1 bilhões. Se considerado o volume, esse percentual sobe para 21% ou 1,3 mil de toneladas. No caso de Foz, mais de 92% da carga exportada já poderá utilizar o Novo Processo de Exportações neste momento.

Os principais produtos exportados por Foz foram adubos e fertilizantes (US$ 82 milhões), papel ou cartão de caulim (US$ 56,5 milhões) e fumo (US$ 55,4 milhões).

Os principais destinos foram Paraguai (US$ 1,9 bilhões), Argentina (US$ 177,5 milhões) e Chile (US$ 31,2 milhões).

Fonte: Mdic


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O Porto de Santos receberá na madrugada desta quarta-feira (28) o maior navio – em capacidade de transporte de contêineres – a atracar em suas instalações. Trata-se do Cape Sounio, da armadora Zim, que pode carregar 11 mil TEU (unidade equivalente a um contêiner de 20 pés).

O navio chegou na Barra de Santos ontem. Ele irá operar no Terminal Embraport, na Margem Esquerda do complexo marítimo, na Área Continental de Santos. Segundo informações do site da empresa, o cargueiro deve atracar às 5 horas de amanhã para o embarque de 1.975 e o desembarque de 125 contêineres. Sua partida está prevista para o meio-dia de quinta-feira.

Até então o maior conteineiro em capacidade de transporte a vir a Santos foi o CMA CGM Tigris, que pode carregar 10.900 TEU. Ele esteve no complexo marítimo pela primeira vez em 6 de fevereiro de 2015, durante sua viagem inaugural, atracando nos terminais da Libra e da Embraport.

A vinda do Cape Sounio a Santos integra a estratégia da armadora Zim em ampliar sua oferta de transporte de contêineres para o mercado brasileiro e sul-americano, destacou a presidente da Zim do Brasil, Ana Bighetti.

O Sounio integra a linha de navegação que liga a costa leste da América do Sul (onde está Santos) até o Extremo Oriente.

Fonte: A Tribuna


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