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A Associação Internacional do Transporte Aéreo (IATA, na sigla em inglês) divulgou na segunda-feira, 31, que a movimentação global de carga aérea permaneceu estável em julho, em comparação com o mês anterior, mas abaixo dos números registrados em 2019. Os números fazem parte do balanço mensal da instituição que representa 290 companhias aéreas de 120 países.

Segundo a organização, em julho, o total de mercadorias transportadas por via aérea cresceu 2,6% na comparação com junho. Os números, no entanto, são 13,5%, menores do que os observados no mesmo período de 2019. O índice representa leve melhora em relação a junho, quando o volume de carga transportada foi 16,6% menor que no ano anterior.

A capacidade dos aviões para o transporte de cargas recuou 31,2% em um ano. O resultado é um pouco melhor do que o registrado no ano encerado em junho, quando a queda foi de 33,4%. O índice de ocupação das aeronaves (Load Factor) subiu 11,5 pontos percentuais em relação a julho de 2019, e chegou a 56,4%.

Nos sete primeiros meses do ano, o volume de carga transportada caiu 14,1% na comparação com o ano anterior. Já a capacidade dos aviões foi reduzida em 24,2% (por conta da pandemia muitos aviões foram parados). Entre janeiro e julho, o índice de ocupação melhorou 6,2 pontos percentuais e fechou o período em 52,8%, sobretudo por conta da crise do novo coronavírus, que ampliou a quantidade de voos de e para a China.

Recuperação econômica

Embora os números indiquem uma leve recuperação nos últimos meses, o mercado ainda sofre os reflexos da pandemia do novo coronavírus na aviação internacional. Grande parte das mercadorias embarcadas viaja nos porões dos aviões de passageiros, fortemente impactada pelas restrições das viagens pelo mundo afora e, portanto, tais equipamentos foram estacionados. Por outro lado, aviões cargueiros puros foram reativados para dar vazão ao transporte, sem que isso necessariamente significasse um crescimento real de mercado (o que é mostrado pelos números).

O diretor-geral da IATA, Alexande de Juniac, disse em informe à imprensa que os indicadores econômicos internacionais estão melhorando, mas ainda não é possível dizer que isso está refletido integralmente no crescimento dos embarques de carga aérea.

“A carga aérea está mais forte do que o passageiro no negócio aéreo. Um dos nossos maiores desafios continua a ser a acomodação da demanda crescente com capacidade das aeronaves severamente reduzida”, disse o executivo. “Se as fronteiras permanecerem fechadas, as viagens reduzidas e as frotas de passageiros suspensas, a capacidade da carga aérea de manter a economia global em movimento será desafiada”, concluiu.

Com informações da IATA


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A balança comercial brasileira registrou superávit de US$ 1,727 bilhão e corrente de comércio de US$ 6,565 bilhões, na segunda semana de setembro de 2020 – com quatro dias úteis –, como resultado de exportações no valor de US$ 4,146 bilhões e importações de US$ 2,419 bilhões. Os dados foram divulgados nesta segunda-feira (14/9) pela Secretaria de Comércio Exterior (Secex) do Ministério da Economia.

No ano, as exportações totalizam US$ 146,445 bilhões e as importações, US$ 106,791 bilhões, com saldo positivo de US$ 39,654 bilhões e corrente de comércio de US$ 253,236 bilhões.

Análise do mês

Nas exportações, comparadas a média diária até a segunda semana de setembro de 2020 (US$ 1.015,51 milhões) com a de setembro de 2019 (US$ 966,59 milhões), houve crescimento de 5,1%, em razão do aumento nas vendas em Agropecuária (8,3%) e em Indústria Extrativista (42,8%). Por outro lado, houve queda nas vendas de Produtos da Indústria de Transformação (-9,1%).

O aumento nas exportações foi puxado, principalmente, pelo crescimento nas vendas dos seguintes produtos agropecuários: milho não moído, exceto milho doce (+ 26,0%); café não torrado (+ 22,1%); frutas e nozes não oleaginosas, frescas ou secas (+ 29,4%); animais vivos, não incluído pescados ou crustáceos (+ 43,0%) e produtos hortícolas, frescos ou refrigerados (+ 139,2%). Já em relação à Indústria Extrativista, o aumento das exportações foi puxado, principalmente, por minério de ferro e seus concentrados (+ 74,5%); óleos brutos de petróleo ou de minerais betuminosos, crus (+ 12,6%) ;minérios de cobre e seus concentrados (+ 55,8%) e outros minérios e concentrados dos metais de base (+ 54,1%).

Nas importações, a média diária até a segunda semana de setembro de 2020 (US$ 593,89 milhões) ficou -24,4% abaixo da média de setembro do ano passado (US$ 785,48 milhões). Nesse comparativo, caíram os gastos com Agropecuária (-11,1%); produtos da Indústria de Transformação (-23,2%) e com a Indústria Extrativista (-55,0%).

A queda das importações foi puxada, principalmente, pela diminuição dos gastos com os seguintes produtos agropecuários: trigo e centeio, não moídos ( -20,0%); pescado inteiro vivo, morto ou refrigerado (-46,5%); látex, borracha natural, balata, guta-percha, guaiúle, chicle e gomas naturais (-50,4%); cacau em bruto ou torrado (-100,0%) e produtos hortícolas, frescos ou refrigerados (-12,4%). Já na Indústria de Transformação, a queda das importações ocorreu devido à diminuição dos gastos com a compra de Plataformas, embarcações e outras estruturas flutuantes (-98,3%); óleos combustíveis de petróleo ou de minerais betuminosos, exceto óleos brutos (-55,6%); obras de ferro ou aço e outros artigos de metais comuns (-72,3%); adubos ou fertilizantes químicos, exceto fertilizantes brutos (-23,7%) e partes e acessórios dos veículos automotivos ( -44,4%). Por fim, a queda nas importações também se deu devido à diminuição dos gastos com os seguintes produtos da Indústria Extrativista: óleos brutos de petróleo ou de minerais betuminosos, crus ( -67,1%); gás natural, liquefeito ou não (-100,0%); carvão, mesmo em pó, mas não aglomerado (-26,7%); outros minérios e concentrados dos metais de base (-46,7%) e outros minerais em bruto (-15,1%).

 

Fonte: Comex do Brasil


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A Associação Internacional de Transporte Aéreo (Iata) pede que os governos comecem a desenvolver com os grupos envolvidos do setor um planejamento detalhado de preparação total para o momento em que as vacinas da Covid-19 forem aprovadas e estiverem disponíveis para distribuição. A associação também alertou sobre restrições de capacidade potencialmente graves no transporte de vacinas por via aérea.

 

*Vale lembrar que a D-log atuou na logística junto a Fiotec na importação de 1,5 milhões de tubos de centrífuga e 5 milhões de tubos de transporte de amostra em Julho de 2020

 

“A distribuição segura das vacinas da Covid-19 será a missão do século para o setor de carga aérea global. Mas isso não acontecerá sem um planejamento prévio cuidadoso. E agora é o momento certo para fazer isso. Pedimos que os governos assumam essa tarefa e facilitem a cooperação em toda a cadeia de logística para que as instalações, os preparativos de segurança e os processos de fronteira estejam prontos para essa ação gigantesca e complexa que se aproxima”, disse CEO da Iata, Alexandre de Juniac.

Preparação

“A distribuição eficiente de bilhões de doses de vacinas para o mundo todo envolverá obstáculos logísticos e programáticos extremamente complexos em toda a cadeia de abastecimento. Esperamos trabalhar em conjunto com governos, fabricantes de vacinas e parceiros logísticos para garantir a implementação global e eficiente da distribuição da vacina COVID-19 segura e acessível”, disse o Dr. Seth Berkley, CEO da Gavi, the Vaccine Alliance.

As vacinas devem ser manuseadas e transportadas atendendo aos requisitos regulatórios internacionais, em temperatura controlada e sem atraso, para garantir a qualidade do produto. As prioridades na fase de preparação das instalações para esta distribuição incluem: disponibilidade de instalações e equipamentos com temperatura controlada; de pessoal treinado para lidar com vacinas sensíveis ao tempo e temperatura; e capacidade de monitoramento para garantir a integridade das vacinas. as vacinas serão commodities altamente valiosas. Providências devem ser tomadas para garantir que as remessas permaneçam protegidas contra adulteração e roubo. Existem processos em vigor para manter as remessas de carga seguras, mas o volume de remessas de vacinas precisará de planejamento antecipado para garantir a expansão dos processos.

Fronteira: o trabalho eficaz com as autoridades sanitárias e aduaneiras será essencial para garantir as aprovações regulatórias no momento certo, medidas de segurança adequadas, além de movimentação e liberação alfandegária apropriadas. Isso pode representar um desafio, pois, como parte das medidas de prevenção da Covid-19, muitos governos adotaram medidas que aumentam o tempo de processamento.

As prioridades dos processos de fronteira incluem:

  • Introduzir procedimentos rápidos para autorizações de sobrevoo e pouso para operações de transporte das vacinas;
  • Isentar os membros da tripulação de voo dos requisitos de quarentena para garantir que as cadeias de transporte de carga sejam mantidas; apoiar a abertura temporária ao tráfego aéreo para operações de transporte de vacinas da Covid-19 onde restrições possam ser aplicadas;
  • Retirar as restrições de horário de funcionamento de aeroportos devido ao ruído aeronáutico para os voos que transportam a vacina para facilitar e flexibilizar as operações de rede global;
  • Concessão de prioridade na chegada de remessas vitais para evitar possíveis variações de temperatura devido a atrasos;
  • Considerar o alívio nas tarifas para facilitar a movimentação da vacina.

Capacidade

Além da preparação e coordenação necessárias do transporte, os governos também devem considerar a atual capacidade de carga reduzida do setor de transporte aéreo global. A Iata alertou que, com a redução significativa no tráfego de passageiros, as companhias aéreas reduziram suas malhas aéreas e colocaram muitas aeronaves em depósitos remotos por um longo período. A rede global de rotas diminuiu drasticamente dos 24 mil pares de cidades antes da Covid.

A OMS, UNICEF e Gavi já relataram graves dificuldades em manter seus programas de vacinas planejados durante a crise da Covid-19 devido, em parte, à conectividade aérea limitada.


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As exportações do Egito ao Brasil cresceram 73,9% desde entrou em vigor o acordo de livre comércio do país árabe com o Mercosul, em setembro de 2017. As exportações brasileiras ao Egito, por sua vez, aumentaram 21,1% no período, de acordo com levantamento feito e divulgado pela Confederação Nacional da Indústria (CNI).

O acordo completou três anos no dia 1º de setembro e desde então mais de dois mil produtos já tiveram suas tarifas eliminadas no comércio entre os países do Mercosul e o Egito. A partir deste mês de setembro, 463 produtos egípcios terão tarifa zerada para a entrada no Mercosul e outros 719 produtos do bloco terão eliminação de taxa para ingresso no mercado egípcio.

Segundo a CNI, desde o acordo o Brasil passou a vender mais para o Egito itens como glicerol, tijolos, placas, ladrilhos e peças cerâmicas semelhantes para construção e óleos de petróleo ou de minerais betuminosos. Já os egípcios exportaram mais ao Brasil produtos como plantas, suas partes, sementes e frutos, azeitonas preparadas ou congeladas, parafina e cimentos.

Neste mês de setembro, os países do Mercosul ganharam isenção de tarifas para produtos como compostos químicos inorgânicos, produtos químicos orgânicos, papel e cartão, produtos farmacêuticos, plásticos e suas obras e combustíveis, óleos minerais e seus destilados. Egípcios vão gozar de taxa zero para plantas, raízes e tubérculos, combustíveis, óleos minerais e seus destinados, grãos, sementes e frutos, sal e enxofre, terras e pedras, gesso, cal e cimento e borracha.

(*) Com informações da ANBA

 

Fonte: Comex do Brasil


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Após a reabertura no final de fevereiro e início de março, as fábricas da China passaram por um aumento nas exportações que ainda está acelerando. As exportações subiram em julho para o segundo maior nível de todos os tempos, quase igualando o pico recorde em dezembro passado, de acordo com um artigo intitulado “A pandemia apenas alimentou a máquina de exportação da China”, publicado no The New York Times nesta terça-feira (2).

De acordo com o artigo, a China abocanhou uma parcela muito maior dos mercados globais neste verão de outros países manufatureiros, consolidando um domínio no comércio que pode durar muito tempo, depois de o mundo começar a se recuperar da pandemia.

Com mão-de-obra de baixo custo e experiente e infraestrutura eficiente, bem como empréstimos extras concedidos pelos bancos estatais para as pequenas e grandes empresas para lidar com a pandemia, a China está mostrando forte capacidade de exportação, que não foi afetada pela Covid-19 nem pelas tarifas americanas, disse o artigo.

De acordo com o artigo, a maioria das economias, exceto a China, estão atualmente em recessão. A China está fabricando o que os hospitais e famílias do mundo precisam agora: equipamentos de proteção pessoal, produtos de melhoria de casa e muitos eletrônicos de consumo. Consumidores de todo o mundo têm comprado tudo, desde telas de computador e sistemas estéreo até ferramentas elétricas e saunas caseiras, muitas dos quais são feitos na China.

O artigo dá exemplos. A Hongyuan Furniture, na cidade de Guangzhou, no sul da China, contratou 50 trabalhadores extras depois que as encomendas de exportação para suas saunas domiciliares mais do que dobraram este ano. A Hongyuan disse que ainda não encontrou nenhuma nova concorrência dos fabricantes de saunas caseiras com sede em outros lugares, apesar de enfrentar tarifas americanas de 25% nos últimos dois anos.

A Trueanalog, na cidade de Zhongshan, no sul do país, descartou deslocar a produção de seus alto-falantes estéreo de alta gama para os Estados Unidos, seu principal mercado, ou para o Vietnã, onde os salários podem ser ainda mais baixos. Sejam ímãs, cones de papel ou espuma de borracha, a China domina a produção mundial dos componentes que vão para os alto-falantes que estão montando.

“A China tem a maior cadeia de suprimentos de peças que você precisa para fazer um alto-falante, e a China tem a mão-de-obra mais estável e acessível”, disse Philip Richardson, proprietário americano da Trueanalog, citado pelo artigo.

Rajiv Biswas, economista-chefe para a Ásia da IHS Markit, uma empresa global de dados e consultoria, disse que a participação da China nas exportações mundiais subiu para quase 20% no segundo trimestre deste ano, contra 12,8% em 2018 e 13,1% no ano passado, de acordo com o artigo. A China agora parece forte nas exportações em muitos setores. O superávit comercial da China aumentou acentuadamente neste verão, especialmente em julho.

 

Fonte: Comex do Brasil


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Grandes operadoras não devem participar, apesar de preços mínimos mais baixos, diz analista. O governo brasileiro prepara o edital da 6ª rodada de concessões de aeroportos a ser lançado ainda este ano, prevendo leilões até março de 2021. As exigências de outorga mínima, entre outras, foram revisadas.

A meta é conceder 22 aeroportos no país, divididos em três blocos, por um período de 30 anos. Apesar das modificações nos editais, a participação de grandes operadores é vista como incerta.

O segmento aeroportuário foi globalmente afetado pela forte retração da demanda por voos, que chegou a cair 90% nos meses mais agudos da pandemia. As estimativas são de que voos internacionais só devem chegar ao nível pré-pandemia em quatro anos.

 

 

Fonte: O Globo


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As contas externas registraram saldo positivo em julho pelo quarto mês seguido, informou hoje (25), em Brasília, o Banco Central (BC). O superávit em transações correntes, que são as compras e vendas de mercadorias e serviços e transferências de renda do Brasil com outros países, chegou a US$ 1,628 bilhão. Esse foi primeiro saldo positivo em julho desde 2006 (US$ 3,007 bilhões). Em julho de 2019, foi registrado déficit em transações correntes de US$ 9,790 bilhões.

“Essa reversão [do saldo negativo em julho no ano passado para superávit em 2020] decorreu de alta de US$ 5,7 bilhões no superávit da balança comercial de bens e das reduções de US$ 4 bilhões e de US$ 1,6 bilhão nos déficits em renda primária e serviços, na ordem”, destaca relatório do BC.

Nos sete meses do ano, as transações correntes tiveram déficit de US$ 11,798 bilhões, contra o saldo negativo de US$ 30,988 bilhões em igual período de 2019.

Em 12 meses encerrados em julho, o déficit chegou a US$ 31,737 bilhões (2% do Produto Interno Bruto – PIB, a soma de todos os bens e serviços produzidos no país), ante US$ 43,155 bilhões (2,65% do PIB) até junho deste ano.

Balança comercial

Em julho, as exportações de bens totalizaram US$ 19,652 bilhões e as importações, US$ 12,269 bilhões, resultando no superávit comercial de US$ 7,383 bilhões, contra US$ 1,653 bilhão no mesmo mês do ano passado. De janeiro a julho, o superávit comercial chegou a US$ 26,223 bilhões, ante US$ 23,910 bilhões do mesmo período de 2019.

Serviços

O déficit na conta de serviços (viagens internacionais, transporte e aluguel de equipamentos, entre outros) atingiu US$ 1,819 bilhão em julho, ante US$ 3,439 bilhões em igual período de 2019. Nos sete meses do ano, o saldo negativo chegou a US$ 12,232 bilhões, resultado menor que o registrado de janeiro a julho de 2019, de US$ 20,860 bilhões.

Viagens internacionais

O resultado das viagens internacionais – que fazem parte da conta de serviços – ficou negativo em US$ 127 milhões, contra US$ 1,3 bilhão. Esse saldo é formado pelas receitas de estrangeiros (US$ 140 milhões em julho) no Brasil e os gastos de brasileiros no exterior (US$ 267 milhões). De janeiro a julho, as despesas superaram as receitas em US$ 1,769 bilhão, contra o saldo também negativo de US$ 7,030 bilhões em igual período de 2019.

As viagens internacionais têm sido afetadas pelas restrições de entrada e saída dos países e pelas medidas de isolamento social, necessárias para o enfrentamento da pandemia de covid-19.

Rendas

Em julho de 2020, o déficit em renda primária (lucros e dividendos, pagamentos de juros e salários) chegou a US$ 4,148 bilhões, contra US$ 8,165 bilhões no mesmo período de 2019. De janeiro a julho, o saldo negativo ficou em US$ 27,276 bilhões, ante US$ 34,410 bilhões em igual período do ano passado.

A conta de renda secundária (gerada em uma economia e distribuída para outra, como doações e remessas de dólares, sem contrapartida de serviços ou bens) teve resultado positivo de US$ 211 milhões, contra US$ 161 milhões em julho de 2019. Nos sete meses do ano, o resultado positivo chegou a US$ 1,487 bilhão, ante US$ 1,168 bilhão em igual período de 2019.

Investimentos

Os ingressos líquidos em investimentos diretos no país (IDP) somaram US$ 2,685 bilhões no mês passado, ante US$ 5,328 bilhões em julho de 2019.

De janeiro a julho, o IDP chegou a US$ 25,527 bilhões, ante US$ 36,475 bilhões nos sete meses de 2019. Nos 12 meses encerrados em julho de 2020, o IDP totalizou US$ 62,555 bilhões, correspondendo a 3,94% do PIB, em comparação a US$ 65,198 bilhões (4,01% do PIB) em junho.

De acordo com o chefe do Departamento de Estatísticas do Banco Central, Fernando Rocha, o IDP “foi bastante atingido pelos efeitos da pandemia”, devido à situação de incerteza sobre a volta da atividade econômica à normalidade, tempo de duração do contágio da doença e letalidade. “Os investimentos diretos são de mais longo prazo e flutuações na atividade econômica de curto prazo têm um impacto menos relevante. Mas no caso da pandemia, houve impactos econômicos inéditos e muito incerteza” disse. Ele acrescentou que fluxos de IDP foram interrompidos, principalmente em abril.

Em julho, os investimentos em carteira no mercado doméstico totalizaram ingressos líquidos (descontadas as saídas) de US$ 885 milhões, dos quais US$ 333 milhões em títulos de dívida e US$ 553 milhões em ações e fundos de investimento. Nos sete primeiros meses de 2020, houve saídas líquidas de US$ 30,626 bilhões, contra ingressos líquidos de US$ 14,073 bilhões, em período similar do ano passado.

 

Fonte: Comex do Brasil


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O dólar apresentava queda contra o real nesta terça-feira, refletindo a melhora do ânimo global diante de sinais de progresso nas relações entre Estados Unidos e China, que se somavam ao otimismo sobre a busca de um tratamento para a Covid-19.

Ainda assim, vários analistas citavam a permanência das preocupações sobre a situação fiscal do Brasil, o que pode trazer volatilidade para a sessão.

Às 10:21, o dólar recuava 0,12%, a 5,5877 reais na venda, enquanto o dólar futuro negociado na B3 tinha queda de 0,45%, a 5,588 reais.

Depois de vários conflitos diplomáticos entre as duas maiores economias do mundo nos últimos meses, autoridades comerciais dos Estados Unidos e da China reafirmaram seu compromisso com a Fase 1 do acordo comercial alcançado no início do ano, tranquilizando investidores de todo o mundo nesta terça-feira.

A promessa foi feita em um telefonema entre o representante de Comércio dos EUA, Robert Lighthizer; o secretário do Tesouro, Steven Mnuchin; e o vice-primeiro-ministro chinês, Liu He, no primeiro diálogo formal entre eles desde o início de maio.

“As conversas entre Estados Unidos e China sobre o acordo parecem ter sido construtivas, apesar de não trazerem nada de novo, e isso está ajudando a trazer otimismo aos mercados, assim como dados bons da Alemanha”, disse à Reuters Luciano Rostagno, estrategista-chefe do banco Mizuho.

Números desta terça-feira mostraram que a economia da Alemanha teve contração econômica menor do que a projetada inicialmente, enquanto segue no caminho de uma recuperação diante da melhora da confiança empresarial.

Além disso, notícias sobre progressos na busca de um tratamento para a Covid-19 — que impulsionaram vários mercados internacionais na véspera — seguem no radar dos investidores, principalmente depois que o principal órgão regulador de saúde dos EUA permitiu o uso de plasma sanguíneo em pacientes da doença.

No exterior, diante desse contexto, moedas arriscadas pares do real — como peso mexicano, rand sul-africano e dólar australiano — operavam em alta contra o dólar, que também perdia terreno ante uma cesta de divisas fortes.

Enquanto isso, no Brasil, o foco continuava na situação das contas públicas, em meio a temores de que os gastos extraordinários provocados pela pandemia prejudiquem a agenda de austeridade promovida pelo governo de Jair Bolsonaro.

“Preocupações em relação ao fiscal fizeram a moeda perder força ao longo do dia ontem”, comentou Rostagno. “Internamente, a gente tem expectativa sobre medidas fiscais que o governo deve anunciar em breve desvinculando gastos obrigatórios e também buscando colocar gatilhos pra inibir o crescimento dos gastos”, o que, caso se confirme, pode trazer tranquilidade aos mercados locais, acrescentou.

A expectativa era de o governo realizasse nesta terça-feira uma cerimônia para anúncio do Pró-Brasil, um plano para a retomada econômica do país no pós-pandemia, mas o líder do governo na Câmara dos Deputados, Ricardo Barros (PP-PR), afirmou na segunda-feira à Reuters que o governo decidiu adiar o anúncio.

Na véspera, o dólar negociado no mercado interbancário teve queda de 0,22%, a 5,5942 reais na venda.

O Banco Central fará neste pregão leilão de swap tradicional para rolagem de até 12 mil contratos com vencimento em março e julho de 2021.

Na semana passada, a autarquia marcou presença nos mercados de câmbio, inclusive com a venda de moeda à vista, movimento que foi visto como essencial por muitos analistas diante da divergência entre o movimento do real e seus pares internacionais.

“Devemos continuar com o BC vigilante, já que uma nova rodada de desvalorização do real pode prejudicar a economia e afetar a saúde das empresas, que há tempo convivem com uma moeda volátil e desvalorizada, sem espaço pra repassar esse movimento cambial para os preços, consequentemente afetando a economia mais ampla”, observou Rostagno.

 

 

Fonte: Reuters


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Em relação ao primeiro semestre de 2019, a movimentação de granel sólido teve incremento de 2,2%, e a de granel líquido de 15,5%

O setor portuário brasileiro (portos públicos e portos privados) movimentou 538 milhões de toneladas no primeiro semestre de 2020. Ainda que em meio à pandemia da Covid-19, que atingiu o mundo no período, o montante representou crescimento de 4,4% em relação ao primeiro semestre do ano passado, quando foram movimentados 515,2 milhões de toneladas.

Em relação aos tipos de carga, houve crescimento no primeiro semestre deste ano na comparação com igual período do ano passado de 2,2% na movimentação de granel sólido, com a movimentação de 323,5 milhões de toneladas, e de 15,5% na movimentação de granéis líquidos, com a operação de 134,2 milhões de toneladas. Já contêineres e carga geral solta apresentaram queda, respectivamente, de -1%, com 54,8 milhões de toneladas movimentadas, e de -6,2% (25,4 milhões de toneladas) em relação a igual período de 2019.

Entre as mercadorias que registraram crescimento de movimentação em comparação com o primeiro semestre de 2019, as principais foram petróleo e derivados (+19,8%), com a movimentação de 123 milhões de toneladas; e soja (+31,4%), com 81 milhões de toneladas movimentadas. Já entre as que registraram queda na comparação com o ano anterior, as principais foram minério de ferro (-9,7) e contêineres (-1%).

Tabela

Os números são do Estatístico Aquaviário, produzido pela Gerência de Estatística e Avaliação de Desempenho, da Superintendência de Desempenho, Desenvolvimento e Sustentabilidade da Agência Nacional de Transportes Aquaviários (GEA-SDS/ANTAQ), e estão disponíveis para consulta no portal da Autarquia na internet (portal.antaq.gov.br).

“O crescimento nas exportações de Petróleo e Derivados (+76%) e na exportação de soja (+32), principalmente em portos públicos, foi o grande destaque no primeiro semestre de 2020. Essas duas mercadorias representaram 38% de toda a movimentação portuária no período, tendo impacto significativo na movimentação total de cargas”, apontou o gerente de Estatística e Avaliação de Desempenho da ANTAQ, Fernando Serra.

De acordo com o levantamento da ANTAQ, o Porto de Santos foi o de maior movimentação entre os portos públicos. No período, o porto santista movimentou 55,7 milhões de toneladas de cargas, representando crescimento de 10% em relação ao primeiro semestre de 2019. O porto santista também foi destaque na movimentação de soja ao operar 16,1 milhões de toneladas (4,5 milhões de toneladas a mais em comparação com o primeiro semestre de 2019), representando crescimento de 39%.

Tabela

O segundo lugar em movimentação entre os portos públicos no semestre ficou com o Porto de Paranaguá. O porto paranaense movimentou 25,7 milhões de toneladas de cargas, registrando crescimento de 13%, e 2,9 milhões de toneladas a mais do que em igual período do ano anterior.

Entre os portos privados, os principais destaques foram o Terminal Aquaviário de Angra dos Reis e o DP World Santos. O terminal da Transpetro movimentou 31,5 milhões de toneladas de petróleo, 8,7 milhões de toneladas a mais do que no primeiro semestre de 2019. Já o DP World de Santos registrou a maior movimentação de contêineres entre os portos privados, ao operar 387,2 mil TEU, representando crescimento de 41% na movimentação (mais 113 mil TEU) em relação a igual período do ano passado.

Navegações

Em relação aos tipos de navegação, foram movimentados na navegação de longo curso 375,5 milhões de toneladas no primeiro semestre de 2020, representando crescimento de 2,5% na comparação com igual período de 2019.

Já a navegação de cabotagem movimentou 125,4 milhões de toneladas. Nessa navegação, o crescimento na movimentação foi de 10%, com a operação de mais 11,4 milhões de toneladas em comparação com o ano passado. No transporte de contêineres, a cabotagem apresentou crescimento de 2,6% no período, totalizando 750 mil TEU.

Na navegação interior, a movimentação atingiu 35,4 milhões de toneladas no semestre, contabilizando crescimento de 7,8%, em relação ao primeiro semestre de 2019. Na comparação entre os primeiros semestres de 2010 e 2020, o crescimento na movimentação foi de 122%.

 

 

Fonte: ANTAQ


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Obras já foram iniciadas e espaço ficará pronto em março de 2021; área dos galpões terá 7,4 mil m², além de 13 mil m² de pátio.

O Aeroporto Internacional de Viracopos, em Campinas (SP), terá um condomínio de galpões especial para manutenção de equipamentos das empresas de serviços auxiliares de solo e empresas de logística. As obras foram iniciadas nesta semana e devem ser concluídas em oito meses.

O centro irá se chamar Avir Viracopos Logística Aeroportuária e deve passar a funcionar em março de 2021. O local terá 7.400 m² de galpão coberto e mais 13 mil m² destinados à manobra de caminhões e estacionamento, separados de forma modular com o tamanho das áreas, variando entre 800 m² e 400 m², com docas para carga e descarga.

Trata-se de um empreendimento com todos os requisitos técnicos para as operações de carga e manutenção de equipamentos, com instalações modernas que utilizam o que há de mais atual em termos de padrão construtivo.

O espaço será alugado a empresas usuárias do aeroporto e cinco empresas já assinaram contrato para usar os espaços. O empreendimento é realizado por meio de uma parceria entre a concessionária Aeroportos Brasil Viracopos, e as empresas JBens, Zavit Capital, RC Sollis e BF Participações

O empreendimento está em uma área nobre do aeroporto, com acesso fácil ao ‘lado ar’ facilitando, não somente o deslocamento de equipamentos destinados a manutenção, mas também gerando agilidade e rapidez nas operações de carga no pátio de aeronaves.

“Apesar de todos os desafios do momento, este empreendimento é uma demonstração clara de que os investimentos seguem firmes em Viracopos. Não tenho a menor dúvida que os investimentos continuarão a acontecer, pois há muito espaço para novas oportunidades dentro do complexo aeroportuário”, disse o diretor-presidente de Viracopos, Gustavo Müssnich.

 

 

 

Fonte: Assessoria


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