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O secretário-executivo do Ministério da Indústria, Comércio Exterior e Serviços (MDIC), Marcos Jorge de Lima, participa, a partir desta terça-feira, de missão técnica brasileira à Suécia. Em Estocolmo, ele terá uma série de reuniões, visitas e eventos com autoridades suecas destinadas a aprofundar a cooperação bilateral.

6º Workshop Brasil-Suécia em Aeronáutica

Nesta quarta-feira (25), às 9h da manhã, o secretário-executivo participa da abertura 6º Workshop Brasil-Suécia em Aeronáutica, no Royal Institute of Technology (KTH), em Estocolmo, com a participação de pesquisadores e empresários brasileiros. A organização do evento é uma parceria do governo brasileiro (MCTIC, CNPq, ITA) com o Programa Innovair, instituição do governo sueco responsável pela política para o setor aeronáutico em cooperação com o Instituto Real de Tecnologia (KTH). O trabalho é coordenado pelo Grupo de Alto Nível Brasil Suécia em Aeronáutica (GAN), presidido pelo MDIC.

A Sessão Plenária do 6º Workshop trará o status atual da cooperação bilateral entre o Brasil e a Suécia, os benefícios alcançados até agora, os casos de sucesso e as perspectivas futuras. Haverá também “ConverStations”, estações de conversação, onde uma apresentação curta e preparada é dada por um stakeholder no setor aeronáutico (academia ou indústria) e uma discussão é realizada com os participantes.

Grupo de Alto Nível Brasil Suécia em Aeronáutica

Na quinta-feira (26), às 8h30, Marcos Jorge participa do terceiro encontro do Grupo de Alto Nível Brasil Suécia em Aeronáutica (GAN), que será realizado no Ministério da Inovação da Suécia, em Estocolmo. A criação do GAN pode ser considerada um desdobramento da compra de 36 aviões de caça suecos da empresa sueca Saab.

Uma das principais razões para a escolha da empresa sueca frente aos demais concorrentes foi a transferência de tecnologia e a possibilidade de inserção das empresas brasileiras na cadeia de fornecimento global da Saab, por meio da fabricação de alguns componentes do caça Gripen NG, proporcionando, ao Brasil, o acesso a novos mercados. O contrato com a empresa da Suécia foi assinado em setembro de 2015.

Segundo cronograma oficial, a FAB deve começar a receber os primeiros Gripen a partir de 2019. Além das aeronaves, o contrato também inclui transferência de tecnologia para o Brasil e o desenvolvimento e construção de parte das aeronaves pela Embraer, empresa brasileira que participará ativamente do projeto de transferência de tecnologia que já foi iniciado há cerca de um ano com a ida de mais de cem engenheiros brasileiros à Suécia.

Ainda no dia 26, às 13h, o secretário-executivo participa da abertura da II Reunião do Grupo de Trabalho sobre Alta Tecnologia Industrial Inovadora (2nd Meeting of Steering Group on Innovative High Technological Industrial Cooperation), no Ministério da Inovação da Suécia, em Estocolmo.

Visita à SAAB

Durante a missão à Suécia, que termina na quinta-feira (26/10) também está prevista uma visita à sede da SAAB, na cidade de Linköping onde técnicos e autoridades poderão conhecer o primeiro caça Gripen brasileiro em produção. Haverá informações sobre a transferencia de tecnologia para o Brasil, e uma palestra com um engenheiro brasileiro da Embraer que trabalha na empresa.

Fonte: MDIC


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Especial Outubro Rosa

Descoberto em estágio inicial, o câncer de mama tem cura quase certa – o sucesso do tratamento chega a 90%. Entenda o por que a prevenção é fundamental na luta contra a doença

Há anos 24 anos, o mês de outubro é marcado por ações de conscientização da prevenção do câncer de mama pelo diagnóstico precoce em todo mundo.

De acordo com dados da Sociedade Brasileira de Mastologia, a doença afeta 1 em cada 15 mulheres brasileiras. A notícia é boa: os avanços no diagnóstico e tratamento do câncer de mama elevaram as chances de cura para 90% quando descoberto no início. O problema: no Brasil, a mortalidade continua alta porque 30% dos casos são diagnosticados em estágios mais avançados, quando o índice de cura é baixo. Além disso, há cerca de 12 mil mortes de mulheres todos os anos no país em decorrência da doença – o equivalente a 2,5% das mortes femininas no Brasil. O principal método de diagnóstico precoce ainda é a mamografia, radiografia das mamas (o que reforça a importância de sempre fazer o exame anualmente). Segundo o Instituto Nacional de Câncer (INCA), para o ano de 2015, a estimativa é que mais de 57 mil novos casos de câncer de mama sejam descobertos no nosso país, o que corresponde a 156 casos novos a cada dia. Mundialmente, este é o segundo tipo mais frequente de tumor entre as mulheres, respondendo por 22% dos casos novos a cada ano.

Entenda o movimento

A campanha Outubro Rosa nasceu em Nova York em 1991, com uma corrida pela cura do câncer de mama. Aos poucos, a ideia ganhou o país e vários estados passaram a promover ações isoladas referente a mamografia no mês de outubro. Com a aprovação do Congresso Americano o mês de Outubro se tornou o mês nacional (americano) de prevenção do câncer de mama. Com o passar dos anos, a popularidade do Outubro Rosa alcançou o mundo inteiro. O nome remete à cor do laço rosa que simboliza, mundialmente, a luta contra o câncer de mama e estimula a participação da população, empresas e entidades. A primeira iniciativa vista no Brasil foi em 2002, com a iluminação em rosa do monumento Mausoléu do Soldado Constitucionalista (mais conhecido como o Obelisco do Ibirapuera), situado em São Paulo.

A prevenção

Sem dúvidas, a detecção precoce salva vidas. O ideal é identificar o tumor quando ele ainda não é palpável, o que aumenta a chance de cura. Outras vantagens de detectar o câncer logo cedo é fazer uma cirurgia e um tratamento menos agressivos – ou seja, pode não ser necessário retirar a mama ou até fazer quimioterapia.

Exame clínico

A partir da primeira menstruação, as mulheres devem visitar o médico ginecologista pelo menos uma vez por ano. Ele passará orientações a respeito dos exames ginecológicos necessários de acordo com a idade, histórico familiar ou sintomas. Durante a consulta, ele realizará exames clínicos nas mamas e axilas para checar se há algum caroço ou alteração na pele que possa indicar algum problema.

Mamografia

A mamografia nada mais é do que um Raio-X das mamas, com uma radiação baixa que não causa efeito colateral algum quando realizado na periodicidade e faixa etária adequada. O câncer de mama atinge principalmente mulheres entre 50 e 60 anos. Ainda assim, a recomendação da Sociedade Brasileira de Mastologia, da Federação Brasileira de Ginecologia e Obstetrícia e do Colégio Brasileiro de Radiologia, é de que a mamografia seja realizada uma vez por ano a partir dos 40 anos. “A partir dessa faixa etária e, principalmente, depois dos 50 é quando há mais risco de desenvolver a doença”, explica o médico Afonso Nazário, chefe da disciplina de mastologista da Escola Paulista de Medicina da Universidade Federal de São Paulo (Unifesp).

Segundo o presidente da SBM, Dr. Ruffo de Freitas Junior, muitas mulheres têm medo de fazê-lo por medo da dor ou de encontrar um câncer. Isso deve ser desmistificado! “A mulher precisa ser estimulada para essa rotina”, ele afirma. Quem está no grupo de alto risco (que tem casos de câncer de mama na família) precisa começar dez anos antes da idade em que o tumor se manifestou na parente próxima. A mamografia é recomendada em qualquer idade diante de sintomas como aparecimento de caroço ou área endurecida no seio ou na axila (diferente do que pode ser de costume no período pré-menstrual), região mais quente, inchada ou escura na mama; dor contínua em alguma parte da mama, mudança no formato ou no tamanho da mama, vermelhidão, coceira ou descamação do mamilo; secreção que inicia de repente no mamilo; inversão do mamilo (quando o bico se volta para dentro, ao contrário do que era antes); surgimento de nodulação ou caroço anormal; enrugamento da pele.

De acordo com Sociedade Brasileira de Mastologia, hoje, há mamógrafos suficientes no país, no entanto eles são mal distribuídos – a maioria está nas grandes cidades e capitais, deixando boa parte da população do interior e de pequenas cidades descoberta, com impossibilidade de fazer o exame de maneira rápida. Dados recentes mostram que a mortalidade por câncer de mama está aumentando no interior de vários estados, diferentemente das capitais. Em Porto Alegre, Rio de Janeiro, Belo Horizonte e Recife a mortalidade começa a cair. Já no interior, há falta de mamógrafos e de estrutura. A Pesquisa Nacional de Saúde, realizada pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), aponta que o maior número de mamografias foi realizado por mulheres brancas (66,2%) e com superior completo (80,9%). Já as mulheres negras (54,2%), pardas (52,9%), e com fundamental incompleto (50,9%) foram as que menos fizeram. A Região Norte registrou a menor proporção de mulheres que haviam feito o exame (38,7%), seguida das regiões Nordeste (47,9%), Centro-Oeste (55,6%), Sul (64,5%) e Sudeste (67,9%).

Autoexame

As mulheres podem, em casa, fazer o autoexame com cuidado, preferencialmente uma vez por mês, sempre a partir do final da menstruação ou, na menopausa, em um dia específico do mês. É  importante que as mulheres estejam atentas ao seu corpo e ao sinal de qualquer tipo de alteração, sendo então importante comunicar ao médico. Lembre-se: o autoconhecimento não substitui o exame clínico realizado pelo médico ou a mamografia. Tumores em estágio inicial não costumam apresentar sintomas. Mais: eles só se tornam sensíveis ao toque numa fase posterior. Então, repita conosco: só o autoexame não basta!

Como fazer:

  1. Diante do espelho, em pé e com os braços soltos ao longo do corpo, observe o bico dos seios e a aréola. Veja se há retração ou mudança na cor da pele, da superfície ou do contorno da mama.
  2. Levante os braços acima da cabeça e observe se há retração na pele da mama ou do mamilo.
  3. Deitada, coloque um travesseiro sob o ombro direito, ponha o braço direito atrás da cabeça e, com a mão esquerda, apalpe a mama direita.
  4. Em movimentos circulares suaves, aperte toda a mama com a ponta dos três dedos médios juntos, sem tirá-los da pele, para sentir se há nódulos ou endurecimentos. O movimento da mão deve ser leve e de cima para baixo. Revise também embaixo das axilas.
  5. Repita os movimentos apalpando a mama esquerda com a mão direita. O autoexame pode ser feito durante o banho, com as mãos ensaboadas. Sentiu algo errado. E agora? Se você percebeu um nódulo, é hora de calma e prudência. Ligue para o médico e marque sua consulta para poder fazer a mamografia.

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Hábitos Saudáveis

É comprovado: dieta saudável e atividades físicas podem evitar 28% dos casos de câncer de mama. Com algumas dicas simples, você pode mudar sua rotina. Veja só:

  • Cerca de 30 minutos diários de caminhada, por exemplo, ajudam a manter o corpo ativo.
  • Seguir uma dieta balanceada, rica em vitamina A (Caroteno ou Retinol) com pouca gordura, muitas frutas e legumes só traz benefício para as mulheres.
  • A vitamina A é responsável pela defesa imunológica do organismo e atua na proteção contra doenças infecciosas. É encontrada naturalmente em diversos alimentos, como frutas, verduras e fígado. Frutas: melão, damasco, papaia, manga. Vegetais: cenoura, brócolis, batata-doce, couve, espinafre, abóbora, ervilha, beterraba. Outras fontes de vitamina A: fígado (maior fonte), manteiga e ovos.
  • O controle de peso, principalmente após a menopausa, é aliado para evitar o câncer de mama.
  • Evitar álcool e cigarro. O consumo de dois cálices de bebidas alcoólicas ao dia aumenta o risco relativo do câncer.
Quando o câncer é detectado

O tratamento adequado é parte fundamental das ações de controle da doença. Atraso superior a três meses entre o diagnóstico e o início do tratamento podem comprometer a vida da paciente. Habitualmente, o tratamento envolve quimioterapia (hormonioterapia) e radioterapia, além da cirurgia. O tipo de tratamento é decidido pelo mastologista baseado no grau de evolução da doença. Quando o tumor é pequeno, normalmente preserva-se parte da mama (quadrantectomia), complementando o tratamento cirúrgico com radioterapia. Quando a mulher já apresenta os linfonodos com câncer (metástase), além do tratamento cirúrgico (radioterápico), adiciona-se a quimioterapia.

O apoio de um nutricionista é importante, já que a alimentação adequada auxilia o organismo a suportar o tratamento. Além disso, é recomendado que a paciente visite o dentista antes de começar a quimioterapia, pois a saúde bucal é fundamental para não ter complicações com a quimioterapia, que pode diminuir as defesas do corpo. Fazer exercícios físicos e mentais, como caminhar, ler livros e ver bons filmes, também podem ajudar muito – todos esses itens estimulam o sistema imunológico.

Durante todas as etapas, a paciente deve ter apoio de um psicólogo, de um psico-oncologista ou até mesmo grupos de ajuda sobre a doença. As redes femininas de combate ao câncer de mama e associadas FEMAMA (Federação Brasileira de Instituições Filantópicas de apoio a Saúde da Mama) que estão presentes em muitos municípios brasileiros oferecem estes serviços.

Um pós mais tranquilo

Tórax mutilado, braços inchados, muito sofrimento: assim era a realidade das mulheres submetidas a cirurgias de remoção do câncer de mama até uma geração atrás. Com a detecção precoce, as cirurgias tornaram-se menores, atendo-se muitas vezes a apenas um quadrante.

Reconstrução mamária

As pacientes com câncer de mama que tiveram a mama retirada total ou parcialmente por conta do tratamento têm direito, amparado por Lei, de realizar cirurgia plástica reparadora. De acordo com a advogada Gabriella Guerra, especialista em Direito à Saúde, isso se aplica tanto a atendimentos públicos quanto privados. “Caso existam condições técnicas e clínicas, a cirurgia deverá ocorrer no mesmo ato cirúrgico da mastectomia (retirada da mama)”, a profissional explica. Entretanto, embora a reconstrução mamária tenha aumentado no período de 2008 a 2014, de 15% para 29,2%, cerca de 7,6 mil mulheres tratadas pelo SUS em 2014 não puderam ser beneficiadas pela lei.

Conhecido como Casa da Mama, o ambulatório de Mastologia do Hospital São Paulo, voltado para o atendimento de pacientes com câncer de mama iniciou, em maio deste ano, um trabalho que busca devolver a autoestima a pacientes que passaram pelo processo de tratamento do câncer e de reconstrução da mama: o Projeto Cereja. “Ele consiste na reconstrução da aréola da paciente por meio da tatuagem, uma medida que faz com que a mulher reconheça novamente sua mama, desenvolvendo sua confiança após um procedimento tão delicado. Como essa é a última etapa do processo, literalmente é a cereja do bolo”, afirma Simone Elias, Coordenadora do ambulatório.

Direitos

Além da Lei nº 12.802, que estabelece a reconstrução mamária como procedimento obrigatório no mesmo ato no qual foram retiradas as mamas, as pacientes têm outros direitos assegurados pelas nossas leis, como:

  • Amparo assistencial ao idoso e ao deficiente (LOAS – Lei Orgânica de Assistência Social): o benefício também se aplica à mulher que teve a mama retirada parcial ou integralmente e que esteja incapacitada de trabalhar. Para isso, é preciso atender a algumas exigências. “O critério fundamental é de que a renda familiar seja inferior a um quarto do salário mínimo”, advogada Gabriella Guerra.
  • Aposentadoria por invalidez e auxílio-doença: as mulheres que sofrem com o câncer de mama e estão inscritas no Regime Geral de Previdência Social (INSS), independentemente do pagamento de 12 contribuições, têm direito à aposentadoria por invalidez. O benefício, no entanto, é concedido à paciente desde que “sua incapacidade para o trabalho seja considerada definitiva pela perícia médica do INSS”. Para aquelas que são consideradas temporariamente incapazes para o trabalho por conta do câncer, é possível recorrer ao auxílio-doença. Neste caso, também é preciso estar inscrita no INSS. O benefício mensal é concedido quando ela fica impossibilitada de trabalhar por mais de 15 dias consecutivos.
  • FGTS: os pacientes com câncer têm direito é o de sacar o FGTS (Fundo de Garantia por Tempo de Serviço).
  •  Isenção de impostos: os portadores de câncer também têm direito a algumas isenções de impostos. Estão isentos, por exemplo, do imposto de renda relativo aos rendimentos de aposentadoria, reforma e pensão, inclusive as complementações.
  • PIS: os portadores de câncer e seus dependentes têm direito assegurado de realizar saque do PIS, na Caixa Econômica Federal (CEF). O direito garante o recebimento do saldo total de quotas e rendimentos. Quitação do financiamento da casa própria.
  • Transporte coletivo gratuito: o direito dos pacientes com câncer ao transporte coletivo gratuito está restrito a alguns municípios. Para ter mais informações, basta acessar o site do Inca (Instituto Nacional do Câncer).
Futuro

A expectativa é que a doença seja controlada no futuro. Para isso, as maiores apostas devem ser o tratamento personalizado e a vacina. A primeira, já mostrou resultados. Testes capazes de determinar o risco de recidiva da doença foram desenvolvidos nos anos 2000. A partir de tal análise, o médico consegue determinar o tipo de tratamento mais adequado para cada paciente. Os testes mais conhecidos são o MammaPrint, que avalia setenta genes do tumor, e o Oncotype, com 21 genes. Já as vacinas estão sendo estudadas e devem estimular o sistema imunológico a destruir uma proteína encontrada na maior parte dos nódulos malignos dos seios. Também há drogas modernas para combater o problema. Da atual safra de fármacos, o primeiro é o trastuzumabe, que ataca uma substância encontrada numa das formas mais agressivas do tumor de mama. Nos demais medicamentos em teste, a resposta ainda está abaixo do esperado. Grupos de estudiosos  também investem na investigação de novas possibilidades de detecção. Uma equipe da Universidade de Harvard, nos Estados Unidos, está desenvolvendo um exame para identificar na urina indícios da doença. Mas, enquanto isso, o maior aliado da ciência ainda é o diagnóstico precoce.

Fontes: Instituto Avon


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Por que contratar um agente de cargas?

Agente de Cargas – Por mais que ferramentas online, softwares e novos marcos da tecnologia possam tornar a logística algo cada vez mais dinâmico, transportar uma carga entre continentes exige experiência, conhecimento e contatos nacionais e internacionais. Para imprimir inteligência a esse negócio, o ideal é contratar um agente de cargas (freight forwarder), empresa ou profissional que tem todas as condições de alocar sua carga – tanto em termos de serviço como de valores – poder de negociação e atendimento customizado para cada cliente. Agente de Carga

O agente de carga internacional está apto a fornecer todo o follow-up da carga de forma mais efetiva, coordenando desde a coleta na fábrica até a entrega no destino, e utilizando vários fornecedores para efetivar tal movimentação. Os serviços oferecidos aos importadores e exportadores compreendem a contratação de frete internacional e nacional junto às agências marítimas, companhias aéreas e demais transportadores.

Outros serviços envolvidos no transporte marítimo também são prestados pelos agentes de carga, como coordenação, consolidação e desconsolidação de cargas; armazenagem e distribuição de mercadoria; assessoria nas questões aduaneiras e fiscais; contratação de seguro; coleta e serviços logísticos. A maior responsabilidade deste profissional, no entanto, é buscar soluções logísticas dentro do mercado como, por exemplo, ter mais de uma opção de embarque para movimentar a carga quando o cliente precisa.

Quando utiliza o serviço do agente de carga, o cliente busca aperfeiçoar sua operação e evitar que problemas aconteçam. Em um mercado cada vez mais dinâmico e competitivo, é fundamental ter uma equipe qualificada e motivada para que o serviço oferecido seja satisfatório. A qualidade da mão de obra permite ao agente de carga desenvolver o seu trabalho com segurança, gerir informações assertivas com velocidade e trazer um serviço customizado para aumentar a competitividade dos clientes no mercado.

D-LOG

A D-Log Brasil foi inaugurada em 1995, sob o nome de Exccel Freight, vindo a representar a Dietrich Logistics no Brasil. Reconhecida pelo mercado pela excelência e confiabilidade dos serviços prestados, sempre priorizou o atendimento individualizado com o objetivo de conquistar a confiança do mercado e a confiabilidade do órgãos competentes.
Ao longo de sua história atendeu e atende aos mais diversos segmentos do comércio e da indústria, constando em seu portifólio empresas como BMW, Vale, Bayer, Grendene, Gerdau, Continental e outras tidas como referência em seu segmento.

A D-Log, em seus mais de 20 anos de história, está pronta para atender você com um excelente atendimento e soluções práticas em logística e comércio exterior.

Fonte: Segs


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Exportações brasileiras crescem

O desempenho das exportações brasileiras vem sendo destaque no cenário internacional em 2017. Segundo dados da Organização Mundial do Comércio (OMC), somente no primeiro semestre do ano, o Brasil registrou um aumento de 19,34% no valor dos embarques nacionais para o exterior, comparado ao mesmo período de 2016. Agente de Carga Internacional.

Ainda de acordo com a entidade, a taxa de crescimento do país se elevou acima da média global, superando em mais de dez pontos percentuais o número alcançado por grandes potências mundiais, como os Estados Unidos, que teve alta de 6,7%, e a China, que obteve elevação de 8,5%. Já as vendas externas dos países da União Europeia subiram 4,7% no acumulado de janeiro a junho.

Informações do Ministério da Indústria, Comércio Exterior e Serviços (MDIC) mostram que as movimentações do Brasil para o exterior neste período atingiram US$ 107,7 bilhões. Grande parte deste montante transportado tem como destino os países da América Latina, como a Argentina. A venda de automóveis aos “vizinhos”, por exemplo, registrou um crescimento de praticamente US$ 1 bilhão na comparação entre janeiro e julho de 2016 e 2017. No ano anterior, o comércio de veículos para os argentinos alcançou US$ 1,9 bilhão, enquanto neste ano chegou a US$ 2,7 bilhões.

Outro dado que comprova o potencial de negócios da região é o divulgado pelo Banco Interamericano de Desenvolvimento (BID). Segundo a organização, as exportações da América Latina e do Caribe, como um todo, aumentaram 17% somente no primeiro trimestre do ano. De acordo com o levantamento, em um paralelo entre todos os países locais, o Brasil é o quinto que mais exportou neste período.

Fonte: Jornal Dia a Dia


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30 de setembro de 2017 0Marítimo

As técnicas de navegação apareceram ainda na antiguidade, quando egípcios, fenícios, gregos e romanos utilizaram os conhecimentos de astrologia, meteorologia e geografia para determinar a posição e direção das embarcações. Foram esses povos que criaram os pontos cardiais, a rosa dos ventos e as primeiras cartas de navegação e estas técnicas têm uma grande importância em nossa história. Agente de Carga.

sse foi um dos maiores avanços da humanidade, pois foi a partir disso que mares e terras puderam ser mapeados e países foram descobertos. Mas não era só naquela época, até hoje, a navegação tem uma importância muito grande, tanto para a área náutica quanto para a terrestre. Pois é do principal utensílio de navegação atual, o GPS, que muitas pessoas dependem para se locomover para atividades profissionais e no dia a dia.

Navegação e Meteorologia

Independente do meio, aéreo, marítimo ou terrestre, a navegação depende, e muito da meteorologia. Segundo o meteorologista da Somar Meteorologia, Tiago Robles, “os ventos, tempestades e outros eventos climáticos interferem na navegação, e ter essa previsão é importante até mesmo para evitar transtornos e acidentes”.

Na terra, temporais podem causar alagamentos e gerar transtornos, por isso, quem vai pegar a estrada, seja a trabalho ou para se divertir, precisa estar atento à previsão do tempo para saber qual a melhor direção a seguir.

“No ar os aviões evitam entrar em nuvens de tempestades, e dependendo da situação, os voos precisam ser cancelados”, explica Tiago.

Já no mar, as embarcações precisam estar sempre atentas às condições do tempo, pois furacões e ondas representam perigo tanto para os marinheiros quanto para os turistas.

Para Celso Oliveira, meteorologista da Somar, a previsão é mais fácil no caso dos oceanos, pois “a umidade do ar é absorvida pela água, e a atmosfera se torna menos enérgica, a temperatura não sobe tanto e se torna mais fácil assimilar as condições meteorológicas e prever como será daqui a dois ou três dias”.

Por isso, não importa por onde você vai, ou qual rota vai tomar, é sempre importante ficar de olho na meteorologia.


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O braço brasileiro da ICC (International Chamber of Commerce), maior organização empresarial do mundo, levará à OMC (Organização Mundial do Comércio) proposta para usar inteligência artificial em negociações comerciais. Operador Logístico.

Daniel Feffer, presidente do conselho da ICC Brasil, lança o projeto em Genebra. A ideia é criar uma tecnologia que reduza a subjetividade nas negociações e gere eficiência.

“Hoje, uma negociação começa com planilhas de Excel. Se houver uma ferramenta que mostre os produtos que as partes negociaram nos últimos anos, o processo decisório ficará mais rápido”, diz Gabriel Petrus, diretor do ICC Brasil.

O primeiro passo é ligar pesquisadores a entidades de comércio para adaptar as negociações aos usos que podem ser feitos do blockchain.

A tecnologia do blockchain é famosa por seu papel na moeda virtual bitcoin, mas ela também serve para armazenar informações médicas e dados financeiros.

Além de desburocratizar, a entidade pretende usar o blockchain para reduzir riscos no financiamento do crédito à exportação e para digitalizar as cartas de crédito, usada pelos bancos como garantia em exportações.

Em dezembro, na 11º reunião ministerial da OMC em Buenos Aires, a entidade vai publicar recomendações.

Fonte: Folha de S. Paulo


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O furacão Harvey, que atingiu a costa do estado americano do Texas em 25 de agosto de 2017 e avançou para outros estados próximos no formato de tempestade tropical, causou mortes, provocou inundações, alagamentos, quedas de energia, incêndios, suspensão dos sistemas de transportes, e o fechamento de aeroportos e dos principais portos do Estado (Houston, Galveston e Freeport). Agente de Carga.

Consultorias especializadas estimam que os prejuízos financeiros com o Furacão Harvey podem chegar a US$ 160 bilhões, representando o desastre natural mais caro da história dos EUA.

Uma semana após a chegada do furacão, os portos texanos foram reabertos, mas o tráfego de embarcações ainda é limitado. O porto de Houston, o segundo mais movimentado do país, de onde mais de 70% das exportações dos Estados Unidos são embarcadas e por onde chegam muitas importações, foi o mais atingido e suas operações ainda não foram normalizadas.

Importadores e exportadores brasileiros com cargas em trânsito na região atingida pelo Harvey, principalmente no porto de Houston, estão apreensivos com a possibilidade de perdas de suas mercadorias e prejuízos com atrasos nos embarques e desembarques, acompanham atentamente as notícias sobre os efeitos do furacão.

O Brasil é o terceiro principal parceiro comercial do porto de Houston, atrás apenas do México e China. De acordo com a publicação da US TradeNumbers, no primeiro semestre de 2017 o Brasil movimentou pelo porto de Houston US$ 4,37 bilhões (US$ 2,86 bilhões em exportações e US$ 1,51 bilhão em importações).

As cargas em trânsito e passagem pelas áreas portuárias estão cobertas contra perdas e danos decorrentes do furacão e tempestade, quando seguradas por uma apólice de seguro de transporte internacional com a garantia das coberturas “Básica Ampla A” ou “Básica Restrita B”. Entretanto, é preciso observar o início e término do seguro definido pelo termo de Incoterms negociado. Exemplificando, nas importações FOB, CFR e CIF a cobertura começa quando a mercadoria é colocada a bordo do navio, e eventuais perdas anteriores estão excluídas do seguro. Na exportação CIF, o seguro se encerra com o desembarque no porto de destino (exceto em negociações especiais), no terminal quando o termo for DAT, e apenas nas exportações DAP e DDP se estende até o local designado para entrega.

Os prejuízos gerados pelo atraso da entrega das mercadorias não estão cobertos pelo seguro de transporte internacional.

Ao que se tem conhecimento na prática mundial, os prejuízos resultantes de um furacão não podem ser atribuídos aos transportadores internacionais e nem aos demais envolvidos com o transporte, pois o fato que originou o evento está relacionado a um fenômeno da natureza.

Entre catástrofes naturais, acidentes, roubo, extravio, incêndio, explosão, molhadura e avaria grossa, os riscos são inúmeros no transporte internacional, portanto, as empresas jamais devem aventurar-se em uma negociação e viagem sem a proteção securitária.

Fonte: Portal SEGS

Agente de Carga


Realizar embarques com qualidade, segurança e custos competitivos é o ofício do agente de carga internacional. Atender e cumprir os requisitos aduaneiros evita multas, despesas extras com armazenagem e inconvenientes atrasos nos prazos de entrega. Tudo isso é gerenciado através do nosso gerenciamento de embarques internacionais, incluindo o controle do nosso sistema D.A.S.Y.


Segundo a Lei de 2003, número 10.833 em seu artigo 77 e parágrafo 1 define o agente de cargas:

O agente de carga, assim considerada qualquer pessoa que, em nome do importador ou do exportador, contrate o transporte de mercadorias, consolide ou desconsolide cargas e preste serviços conexos, e os operadores portuários, também devem prestar as informações sobre as operações que executem e respectivas cargas.


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A Infraero abre no dia 29/9 a licitação para a contratação de empresa para o desenvolvimento dos projetos básicos e executivos; obra de reforma, ampliação e modernização do terminal de passageiros e ampliação do pátio de aeronaves do Aeroporto de Aracaju/Santa Maria. O edital está publicado no site da empresa. Operador Multimodal.

O plano da Infraero e expandir o terminal de passageiros, que passará de 10 mil m² para 14 mil m², com quatro pontes de embarque, mais duas novas escadas rolantes, sete elevadores e duas novas esteiras de restituição de bagagens. O pátio de aeronaves também será ampliado em 8,5 mil m², passando de cinco para sete posições de aeronaves.

A nova estrutura será implantada com a mudança da sala de embarque para o piso superior. A climatização também será melhorada, com a refrigeração do saguão e melhoria nas demais áreas já atendidas. Os banheiros também passarão por melhorias e serão todos reformados e na área de serviços e comércio, o espaço para as lojas será expandido.

Com as melhorias, a Infraero vai ampliar a capacidade do aeroporto, que passará de 2,6 milhões de passageiros por ano para 4 milhões de passageiros por ano. “Essas mudanças aumentarão o nível de conforto e serviços oferecidos aos passageiros, além de aprimorar a infraestrutura para a operação das companhias aéreas. Além disso, serão usadas técnicas sustentáveis como reuso de água, reaproveitamento de água da chuva e iluminação natural”, afirma o diretor de Engenharia da Infraero, Rogério Barzellay.

A obra tem previsão de início neste segundo semestre de 2017, terá entregas parciais e a conclusão final prevista para dezembro de 2018 O prazo para execução dos serviços, a partir da emissão da ordem de serviço, é de 12 meses. O orçamento de referência para a licitação só será divulgado após a apresentação de propostas, conforme prevê a Lei 13303/2016.

Operador Multimodal

Panorama setorial, marco regulatório e aspectos técnico-operacionais

No final de 2013, a Associação Brasileira de Operadores Logísticos  (ABOL) iniciou um aprofundado estudo sobre os operadores logísticos no Brasil, visando um completo entendimento para, enfim,  dar encaminhamento a um anteprojeto de lei que reconheça
o setor. Nesse artigo, conheça a amplitude desse trabalho, as principais informações e conclusões.
Entenda, com clareza, a importância dos operadores logísticos para o Brasil e as tendências para o setor.

Com o propósito de atuar na representação do Operador Multimodal, encaminhar
ações que levem ao estabelecimento do marco regulatório do setor, estimular e defender o ambiente
competitivo, de livre concorrência, atuar na defesa da sustentabilidade do setor no longo prazo e estimular um ambiente concorrencial ético, foi fundada, em 17 de julho de 2012, a ABOL, contando, atualmente, com 20 associados.
A regulamentação para o setor busca, principalmente, o ordenamento jurídico, sem deixar de observar a importância da descomplicação burocrática, defendendo a ABOL, veementemente, a simplificação dos processos burocráticos, fiscais e suas obrigações acessórias.

Assessoria de Imprensa – Infraero


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Para aumentar a competitividade da economia brasileira é preciso aumentar a abertura ao comércio internacional de serviços, em paralelo com a agenda de reformas domésticas. Essa foi a conclusão dos especialistas que participaram do seminário Competitividade em Serviços e Inserção Internacional: uma Abordagem Setorial, realizado pela Câmara de Comércio Internacional (ICC, da sigla em inglês) em São Paulo. Operador Multimodal. O evento ocorreu durante o lançamento da Comissão de Comércio Internacional da ICC e teve a Confederação Nacional da Indústria (CNI) como parceira.

De acordo Lucas Ferraz, professor da Fundação Getúlio Vargas (FGV) e membro de cátedra da Organização Mundial do Comércio (OMC), países como China e Índia fizeram um processo em que se priorizou a abertura comercial unilateral e, como sequência, trabalharam em agenda de reformas pressionada pela própria abertura comercial. “Há relação direta entre a eficiência em serviços e a maior inserção em cadeias globais de valor”, destacou Ferraz.

“No Brasil, ainda temos grandes desafios em relação à produtividade, que é quatro vezes inferior à norte-americana; e em relação a barreiras comerciais, já que a importação de serviços no país é três vezes mais cara que a compra de fornecedor nacional”, completou.

O diretor de Políticas e Estratégia da Confederação Nacional da Indústria (CNI), José Augusto Fernandes, afirmou que, mesmo com os desafios em relação à produtividade e à maior abertura ao comércio internacional de serviços, o Brasil teve crescimento no comércio internacional de serviços maior que a média mundial. Enquanto que a média global de aumento do comércio de serviços foi de 16% entre 2002 a 2008, no país o crescimento médio anual foi de 18,5%. “Além disso, boa parte das exportações brasileiras de manufaturados embute serviços”, disse o diretor da CNI. De acordo com dados da FGV, 50% das exportações mundiais correspondem a serviços.

O presidente da Comissão de Comércio da ICC, Daniel Godinho, destacou a importância de se criar política transversal que atenda à diversidade do setor de serviços. “Cada setor exige uma estratégia diferente. A parceria do setor privado com o governo poderá ajudar o país a mirar nas políticas a serem adotadas, para maior inserção nas cadeias globais de valor”, ressaltou Godinho.

O secretário de Comércio e Serviços do Ministério da Indústria, Comércio e Serviços, Marcelo Maia, reconheceu que há desafios para se alavancar a inserção do Brasil no comércio internacional de serviços, a começar pela maior clareza na regulamentação. “É preciso começar pelo próprio conceito de ‘exportações de serviços’, que teria isenção de tributos”, comentou. No entanto, Maia destacou que o país fez avanços em relação ao comércio eletrônico, setor em que desenvolve parceria com a China, e a adesão recente à Associação Latino-americana de Exportadores de Serviços.

Fonte: CNI

Operador Multimodal

Com o propósito de atuar na representação do Operador Multimodal, encaminhar
ações que levem ao estabelecimento do marco regulatório do setor, estimular e defender o ambiente
competitivo, de livre concorrência, atuar na defesa da sustentabilidade do setor no longo prazo e estimular um ambiente concorrencial ético, foi fundada, em 17 de julho de 2012, a ABOL, contando, atualmente, com 20 associados.
A regulamentação para o setor busca, principalmente, o ordena

 


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Teca de Petrolina

O Terminal de Logística de Carga (Teca) do Aeroporto de Petrolina/Senador Nilo Coelho (PE) registrou, no primeiro semestre de 2017, 1.337 toneladas de mercadorias exportadas – um crescimento de 16% em relação ao mesmo período do ano passado, quando foram contabilizadas 1.151,4 t. Atualmente, o Aeroporto de Petrolina conta com uma frequência semanal da empresa Cargolux, que opera com um Boeing 747-400. A empresa cargueira que normalmente não operava nos dois primeiros meses do ano, em 2017, começou sua temporada no terminal pernambucano em janeiro, fazendo com que ainda no primeiro trimestre o aumento da exportação fosse de 215% em relação ao mesmo período de 2016.

Katiuscia Ribeiro, gerente de Logística de Carga do Aeroporto de Petrolina, afirma que, devido ao período de pico de safra, que acontece entre setembro e dezembro, o crescimento pode aumentar ainda mais no segundo semestre, em relação ao mesmo período de 2016. “A tendência é que estes números cresçam ainda mais nos próximos seis meses, visto que já estamos realizando as primeiras reuniões com algumas empresas quanto às demandas e possibilidades de voos extras no período”, destacou.

O complexo logístico do Aeroporto de Petrolina tem mais de 3 mil m² de área edificada e conta com 6 câmaras de armazenamento, 3 antecâmaras de resfriamento e 2 túneis de resfriamento – toda uma infraestrutura para atender ao setor de exportação, que tem o escoamento de frutas do Vale do Rio São Francisco como maior expoente na região.

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A pista de pousos e decolagens do aeroporto é uma das maiores do país e a segunda maior do Nordeste, com 3.250 metros de comprimento, e o aeroporto conta com um pátio de aeronaves exclusivo para atender a demanda da área de logística de carga. A frequência cargueira semanal da Cargolux faz a rota Luxemburgo/Campinas/ Curitiba/Petrolina/Luxemburgo. Durante o período do pico de safra, as frequências aumentam, passando a duas operações semanais.

 

Novo modelo comercial

Neste ano, a Infraero adotou um novo posicionamento estratégico e de mercado na área de logística de carga, buscando expandir o portfólio de serviços e produtos de logística integrada oferecidos pela empresa e ampliando a parceria com a iniciativa privada nos negócios. Os processos licitatórios de diversos Tecas da empresa são um passo importante dessas novas diretrizes.

Até o momento, cinco processos de concessões de complexos logísticos já foram realizados pela empresa: Goiânia (GO), Curitiba (PR), Vitória (ES), São José dos Campos (SP) e Recife (PE). Todos os contratos em questão preveem prazo de concessão de dez anos, sem investimentos vinculados por parte das empresas concessionárias. Os valores de luva (preço mínimo mensal) totais obtidos com os cinco contratos somam R$ 2,95 milhões.

Também estão planejadas as concessões do Teca de Joinville, com abertura do edital prevista para o dia 14/8, além do complexo logístico de Manaus, com lançamento do edital previsto para este semestre.

Com seu novo posicionamento, a Infraero busca permanecer alinhada às melhores práticas de mercado, mantendo a competitividade no mercado e buscando todas as oportunidades possíveis para gerar valor, reduzir custos e garantir a máxima eficiência.

Confira nossos prêmios no setor aéreo.

Fonte: Infraero


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