Arquivos D-Log - Página 2 de 5 - D-Log - Excelência e Confiabilidade

corrente-de-comercio-715x399.jpg

Em 2017, o Brasil registrou seu maior saldo comercial da história. Com o comércio exterior favorável, os produtos brasileiros ficaram mais competitivos e as importações também aumentaram – um sinal do aumento da demanda interna por conta da retomada do crescimento.

Esse crescimento foi causado, principalmente, pela retomada da indústria automotiva, que passou a exportar mais e também pela grande exportação de produtos básicos, como minério de ferro e petróleo. Nesse último caso, a corrente de comércio aumenta pois os preços desses produtos estão em alta no mercado internacional, o que incentiva os produtores brasileiros.

Expectativas

Para o presidente da Associação de Comércio Exterior do Brasil (AEB), José Augusto de Castro, o Brasil deve continuar a registrar resultados positivos em 2018. “Nossa expectativa é de um superávit [comercial] em torno de US$ 53 bilhões, um ótimo superávit”, disse o executivo.

Ele comentou o bom desempenho de produtos como petróleo e minério de ferro e disse acreditar que o destaque deve continuar com a indústria automotiva, tendo em vista a tendência de crescimento da economia argentina. “Quando ela [Argentina] cresce, demanda produtos do Brasil. Especialmente no setor automotivo, que deve ser mais uma vez o grande propulsor [do comércio exterior]”, analisa.

Fonte: Governo do Brasil


lg-e4b5fb44-1efe-40b1-9681-189cca418085.jpg

O esforço da Argentina para reduzir a entrada de carros brasileiros tem se mostrado em vão. A importação de veículos do Brasil feita pelas montadoras instaladas no país vizinho – que tem ajudado as fabricantes locais a ampliarem a produção – permanece acima dos limites estabelecidos em acordo comercial entre os dois países, o que pode resultar em multas.O descumprimento da regra ocorre mesmo após o governo argentino ter anunciado, sete meses atrás, que exigiria das montadoras responsáveis pelo excesso o depósito de garantias equivalentes às multas que, se confirmadas, deverão ser pagas após o fim do acordo, em 2020.Pelo acordo, para cada US$ 1 que a Argentina exporta para o mercado brasileiro em veículos e autopeças, o Brasil pode exportar US$ 1,5 para lá. Leia também: D-Log embarca duas Kombis para Miami.

É o que os dois governos chamam de “flex”. Essa proporção, no entanto, chegou a US$ 1,85 em 2016 e a US$ 2,34 no ano passado. Mesmo após o alerta do presidente Mauricio Macri, de pedir garantias do pagamento de eventuais multas, a balança manteve o desequilíbrio.

De julho de 2017 a janeiro deste ano o flex ficou em US$ 2,19.A explicação é que, nesse período, enquanto o Brasil começava a se recuperar da pior crise de sua história – que derrubou as vendas de carros à metade, – a Argentina seguia com seu mercado a todo vapor, com vendas de 883 mil unidades no ano passado, 22,5% a mais que em 2016. Boa parte da demanda foi atendida pelos carros fabricados no Brasil, pois a produção ficou estável, em 472 mil unidades, segundo a associação das montadoras argentinas (Adefa). Talvez seja isso que tenha colocado Macri em alerta.

O Brasil, por outro lado, aumentou sua produção em 25% no ano passado, e as exportações cresceram 46,5%, para 762 mil unidades, mais da metade destinada ao país vizinho.”Tudo indica que o Brasil, embora deva manter suas exportações em alta, também vai importar mais este ano, especialmente o setor automotivo, em razão da recuperação econômica”, diz José Augusto de Castro, presidente da Associação de Comércio Exterior do Brasil (AEB).Mesmo com esse cenário, a Argentina começou a notificar neste mês as montadoras que deverão fazer o depósito de garantia da multa por ter extrapolado o flex. Das empresas brasileiras que exportam para o país, somente a Fiat confirmou que sua subsidiária está nesse grupo.As montadoras argentinas terão de depositar o equivalente a 24,5% do valor excedente importado.

Segundo analistas, por se tratar de empresas do mesmo grupo, é possível que as marcas instaladas no Brasil possam colaborar com eventuais multas. Não foi divulgado, por enquanto, valores e prazos para o depósito das garantias.Pressão. O Ministério da Indústria, Comércio Exterior e Serviços (Mdic) reforçou ontem que a aferição das cotas é prevista para ocorrer no fim do acordo e que o governo entende que, com a retomada do crescimento da economia brasileira, a tendência é de aumento das importações de produtos argentinos, reduzindo a pressão existente hoje.”Acreditamos que, em 2020, o índice estará dentro do acordado, com aumento do comércio bilateral, com consequente incremento da integração produtiva”, avalia o secretário de Desenvolvimento e Competitividade Industrial do Mdic, Igor Calvet.

Na opinião do presidente da Associação Nacional dos Fabricantes de Veículos Automotores (Anfavea), Antonio Megale, a proporção do flex não deverá subir mais, uma vez que o mercado brasileiro voltou a crescer. “A tendência é que o flex se estabilize, para depois voltar a cair”, diz. Megale lembra que o acordo prevê que o flex suba de 1,5 para 1,7 a partir de julho de 2019, o que facilitará o equilíbrio comercial entre os dois países.As montadoras têm anunciado investimentos na Argentina para produzir modelos que terão o Brasil como importante cliente, outra medida que ajudará o setor a cumprir o acordo.

A Fiat investiu US$ 500 milhões para produzir o sedã Cronos, apresentado na semana passada. A Volkswagen fará aporte de US$ 650 milhões para a produção um utilitário esportivo e a GM vai investir US$ 500 milhões em “um carro global de alto valor agregado”.

Fonte: O Estado de S. Paulo


facebook_1516306138433.jpg

facebook_1516306170797

No início deste mês a D-Log concluiu com sucesso o processo de exportação de duas Kombis. Ambas pertencentes a um colecionador que tinha como necessidade exportá-las para Miami e confiou à D-Log todo o processo logístico de ponta a ponta.

Origem: Santos/Brasil > Destino: Miami / EUA
Modal: Marítimo

Se você é um colecionador e precisa enviar um item de sua coleção para os Estados Unidos ou qualquer outro país, entre em contato conosco. Temos total expertise e conhecimento para cuidar do processo de forma completa.


container-shipping-1200x800.jpg

O Novo Processo de Exportações do Portal Único de Comércio Exterior passa a abranger as operações de exportação sujeitas à anuência prévia dos órgãos e entidades da Administração Pública Federal. A medida foi implementada pela Portaria Secex nº 52/2017, publicada no Diário Oficial da União (DOU).

Com a alteração, o tratamento administrativo do Novo Processo de Exportações será feito através do Módulo Licenças, Permissões, Certificados e Outros Documentos de Exportação (LPCO), integrado aos demais módulos do Portal Único e acessível a partir do www.siscomex.gov.br. O exportador terá acesso aos formulários de pedidos de documentos referentes aos tratamentos administrativos de competência de cada órgão competente para autorizar a exportação, e deverá fazer a vinculação dos documentos à Declaração Única de Exportação (DU-E), quando pertinente.

Formulário específico para financiamento às exportações

Mais uma inovação disponível por meio do LPCO a partir de hoje é o formulário eletrônico específico para financiamento às exportações, que substitui o Registro de Operações de Crédito (RC). O documento, que varia conforme a modalidade do financiamento, é obrigatório para as operações de exportação processadas por meio da DU-E e financiadas com recursos do Programa de Financiamento às Exportações (Proex), a que se referem os artigos 1º e 2º da Lei nº 10.184, de 12 de fevereiro de 2001, ou com outros créditos públicos.

Depuração Estatística

A sistemática de depuração estatística para garantia da qualidade dos dados de comércio exterior também passou por mudanças significativas, permitindo maior agilidade aos processos de exportação realizados no Portal Único de Comércio Exterior. A partir de agora, a depuração será realizada posteriormente e de forma automática, sem interromper o fluxo da exportação.

Prazo

Os exportadores têm até o dia 2 de julho de 2018 para migrar completamente suas operações para o Novo Processo de Exportações do Portal Único de Comércio Exterior. A decisão, tomada pela Comissão Gestora do Sistema Integrado de Comércio Exterior (Siscomex) no mês passado, fundamenta-se no compromisso assumido pelo governo federal de trabalhar em prol da facilitação do comércio e da previsibilidade e reflete ainda a necessidade de se conferir maior racionalidade aos gastos públicos.

Portal Único de Comércio Exterior

O Portal Único de Comércio Exterior é a principal iniciativa de desburocratização e facilitação do comércio exterior brasileiro. A iniciativa, desenvolvida em parceria com o setor privado, estabelece um guichê único para centralizar a interação entre governo e operadores comerciais. O sistema ainda reformula os processos de exportação e importação, com o objetivo de reduzir prazos e custos envolvidos nas operações e, consequentemente, aumentar a competitividade das vendas externas brasileiras.

As entregas do Portal Único têm sido incrementais, permitindo ganhos concretos ao longo de seu desenvolvimento, iniciado em 2014. Um bom exemplo foi a anexação eletrônica de documentos, que eliminou 99% do uso de documentos em papel nas exportações e importações, com anuência governamental.

Os ganhos decorrentes da implementação foram reconhecidos pelo Banco Mundial nos Relatórios Doing Business de 2016, 2017 e 2018.

Ao final da implantação e disponibilidade de todas as ferramentas do Portal Único, prevista para acontecer até o fim do ano que vem, a meta é reduzir os tempos médios das exportações brasileiras de 13 para 8 dias e das importações de 17 para 10 dias.

Além da Secex e da Receita Federal, que coordenam a implantação do Portal Único, outros 20 órgãos do governo, que de alguma forma intervêm no comércio exterior, também integram o esforço.

Com o Portal, os processos passaram a ser mais eficientes, promovendo a integração desses órgãos e uma interface única entre o governo federal e operadores privados. Além disso, otimiza os benefícios decorrentes dos investimentos em curso em infraestrutura logística no comércio exterior.

Novo Processo de Exportações

O Novo Processo de Exportações do Portal Único foi lançado em março deste ano, para operações realizadas através do modal aéreo e sujeitas apenas ao controle realizado pela Receita Federal. Ao longo do ano, seguindo o princípio orientador de viabilizar entregas incrementais e relevantes para os operadores, o Novo Processo passou a poder ser utilizado nos demais modais de transporte (aquaviário e terrestre), com abrangência nacional, e foi integrado ao Regime Aduaneiro Especial de Drawback na modalidade Suspensão.

Entre os benefícios disponibilizadas pelo Novo Processo de Exportações aos operadores de comércio exterior, pode-se destacar:

  • Eliminação de documentos;
  • Eliminação de etapas processuais;
  • Integração com a Nota Fiscal Eletrônica;
  • Redução em 60% no preenchimento de informações;
  • Automatização da conferência de informações;
  • Guichê único entre exportadores e governo;
  • Fluxos processuais paralelos;
  • Expectativa de redução de 40% do prazo médio para a operação de exportação.

Fonte: MDIC


Yangshan-Deep-water-Port-1-1200x747.jpg

A mídia estatal chinesa divulgou, por meio de um vídeo, novas imagens do maior terminal automatizado do mundo – a quarta fase do porto de águas profundas de Yangshan, em Xangai, que foi aberto no início desta semana.

Os “ensaios” no terminal, que possui o tamanho de 312 campos de futebol, estão sendo realizados para testar os equipamentos e averiguar qualquer falha.

O vídeo e outras imagens já divulgadas mostram que o terminal, que possui mais de 100 peças de equipamentos inteligentes, parece estar funcionando corretamente.

Fonte: A Tribuna


image2.jpg

1 de dezembro de 2017 0D-Log

Prêmio Infraero

Prêmio Infraero
Prêmio Infraero

Prêmio Infraero – a D-Log conquistou pelo terceiro ano consecutivo o Prêmio Infraero de Eficiência Logística. O selo certifica as empresas que se destacam com eficiência no processo de importação nos Tecas, agregando valor ao seu negócio.

Por meio dele, as empresas passarão a divulgar não apenas o PIEL, mas também poderão utilizar esse certificado como forma de evidenciar que fizeram parte de um processo logístico eficiente e que tiveram destaque entre outras diversas cadeias logísticas de sua região.

 


 

PielA D-Log foi uma das empresas reconhecidas pela Infraero por sua Eficiência Logística. Neste ano, foi premiada nas categorias Despachante Aduaneiro e Transportador rodoviário.

Receberão o Selo, empresas importadoras e seus prestadores de serviços que compõem sua cadeia logística: agente de cargas, despachante aduaneiro e transportador rodoviário, vencedoras do Prêmio Infraero de Eficiência Logística em seus segmentos de atuação.

selo-infraero-2017

Selo Infraero de Eficiência Logística

O evento de premiação ocorreu na noite do dia 29 de novembro, realizado no Centro de Eventos da Federação das Indústrias do Estado do Paraná, em Curitiba.

O Programa Infraero de Eficiência Logística tem por objetivo incentivar as empresas, responsáveis pelos processos de liberação de cargas importadas, a melhorarem sua performance, otimizando tempo e consequentemente melhorando os resultados. O Programa monitora o tempo do processo logístico, desde a chegada da carga nos terminais da Infraero, até a entrega ao importador ou seu representante legal.

Já o Ranking de Eficiência Logística é um indicador mantido e divulgado mensalmente pela Infraero. Ele apresenta os tempos médios de liberação de cargas nos aeroportos, identificando os importadores mais ágeis na retirada das cargas do Teca (Terminal de Logística de Carga). O tempo total gasto é considerado como referência para os demais importadores e prestadores de serviços que utilizam as instalações do aeroporto. Com isso é possível mensurar o desempenho de todos os envolvidos nos processos de importação, incluindo seus prestadores de serviço. Para a obtenção dos tempos médios por importador, são considerados os embarques nacionalizados no aeroporto e liberados por meio do canal verde do referido mês. A qualificação dos importadores para a disputa pelos melhores tempos fica condicionada ao movimento mínimo de cinco embarques mensais.

 


normal__DSC9658-1200x810.jpg

“Não vejo que o aumento de 3% para 5% da alíquota do ISS (a ser cobrado sobre atividades portuárias) vá afetar de tamanha forma o orçamento das empresas, até que elas sejam obrigadas a demitir pessoas”. A afirmação é do secretário-adjunto de Finanças da Prefeitura de Santos, Fernando Chagas.

Segundo ele, que idealizou esse plano de reajuste do Imposto Sobre Serviços (ISS) há quatro anos, o impacto da medida no orçamento das 320 companhias que atuam no Porto de Santos será de 0,02%. Na última terça-feira (21), os prefeitos de Santos, Paulo Alexandre Barbosa (PSDB), e de Guarujá, Válter Suman (PSB), anunciaram projetos de lei que preveem o aumento da alíquota do ISS para atividades portuárias em suas cidades. A matéria tem de ser aprovada até 31 de dezembro pelas respectivas câmaras municipais, para que o reajuste possa ser aplicado no próximo ano.

Segundo as previsões das administrações, o reajuste pode garantir uma receita de R$ 64 milhões aos cofres de Santos e R$ 40 milhões ao caixa de Guarujá em 2018. A conta leva em consideração o fato de que, se aprovada, a correção será aplicada a partir de 1º de abril. Para o secretário de Finanças da Prefeitura de Santos, Maurício Franco, é natural o questionamento de operadores portuários em relação ao novo padrão de cobrança do ISS.

No entanto, ele aponta que o tema não é o único fator a ser analisado por investidores na hora de fechar negócios no cais santista. Por este motivo, Franco não acredita que o Porto de Santos terá sua competitividade abalada com a medida. Além disso, destaca que a nova alíquota foi equiparada à praticada nas demais cidades portuárias brasileiras. Rio de Janeiro, Itaguaí (RJ), São Sebastião, Cubatão, Suape (PE), Vitória (ES) e Fortaleza (CE) recolhem 5% do tributo.

“Questão tributária impacta? Sim, impacta. Mas tem outros fatores que impactam também. O Porto de Santos está na melhor infraestrutura do País, próximo à zona produtora, no Interior de São Paulo, com ótimas estradas. Há uma série de agregados. Não é tão simples assim de passar para 5% e irem para outro lugar”, afirmou Franco. De acordo com o secretário de Finanças, no próximo ano, a Prefeitura deve arrecadar R$ 479 milhões com o ISS. Uma parcela de 60% desse valor corresponde à operação portuária no cais santista.

Destinação

O novo ISS portuário de Santos aumentará a arrecadação em R$ 80 milhões anualmente – em 2018 devem ser R$ 64 milhões a mais, pois o reajuste só valerá a partir de abril. Essa nova receita ajudará a Prefeitura a bancar o empréstimo de R$ 290 milhões que foi feito para custear obras na entrada da Cidade. No total, a Administração Municipal terá 240 meses para arcar com o custo de sua parte na obra, avaliada em R$ 750 milhões. O Estado investirá R$ 265 milhões. A União ainda não concluiu os estudos de sua parcela no empreendimento, que viabilizará um novo acesso ao cais. A decisão de aumentar o ISS das operações portuárias surgiu há quatro anos, quando o Departamento de Orçamento e Gestão da Prefeitura, então chefiado por Chagas, iniciou um plano para garantir recursos aos acessos ao Porto.

Segundo o executivo, a equipe identificou a necessidade destes investimentos e passou a estudar a melhor forma de viabilizá-los financeiramente. “O setor que vai, de certa forma, ser beneficiado deveria colaborar com o aumento de recursos”, destacou o secretárioadjunto.

Para Chagas, ao contrário do que dizem os operadores portuários, com as obras na entrada da Cidade, custeadas pelo aumento do ISS, o Porto se tornará mais atrativo logisticamente. “Além do valor (do reajuste) ser percentualmente baixo (em relação ao orçamento das empresas), o investimento que faremos na entrada de Santos facilitará o tráfego de veículos pesados, aumentará o movimento do Porto e diminuirá a ociosidade que é de 50% da sua capacidade em contêiner”, afirmou.

Fonte: A Tribuna


AGENTE DE CARGA INTERNACIONALAGENTE INTERNACIONALOPERADOR LOGÍSTICO DE CARGA
OPERADOR MULTIMODALTRANSPORTE DE CARGA AÉREAOPERADOR LOGÍSTICO NO BRASILOTM OPERADOR DE TRANSPORTE MULTIMODAL



D-LOG BRASIL

Rua Nova Jerusalém, 78 - Tatuapé
03410-000 - São Paulo-SP
comercial@dlogbr.com
+55 11 3634-2300

FACEBOOK