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O terminal de logística de cargas (Teca) do Aeroporto Internacional de Boa Vista/Altas Brasil Cantanhede (RR) registrou crescimento de 77% na movimentação de cargas para importação no primeiro trimestre de 2018, em comparação com o mesmo período do ano passado. Entre janeiro e março de 2017, foram contabilizadas 271,7 toneladas, ante 482,3 toneladas processadas neste ano. Agente de Carga.

O superintendente do aeroporto de Boa Vista, George Torres dos Santos, credita o aumento nas importações à variação cambial aliada à grande procura por produtos importados, sobretudo provenientes da China, Miami e Venezuela, em face da melhoria da atividade econômica local. Dentre os produtos mais importados para o complexo logístico destacam-se centrais de ar-condicionado, computadores e produtos de informática, eletroeletrônicos, peças de reposição de motos, embalagens plásticas e cubas de ovos.

“O aumento registrado é importante para a Infraero e para o estado de Roraima, pois possibilita o incremento das receitas da atividade de carga aérea e evidencia a melhoria da atividade econômica. Para o restante do ano, a nossa expectativa é um grande aumento no volume registrado das importações, que contribuirá mais eficazmente para o atingimento das metas definidas pela Infraero”, explica o gestor.

O Terminal de Logística de Carga do Aeroporto de Boa Vista foi inaugurado em 1º de outubro de 2012, impulsionado pela criação da Área de Livre Comércio (ALC) e da Zona de Processamento e Exportação (ZPE), e conta com uma área atual construída de 500 m². Pelo Teca circulam cargas oriundas principalmente da Venezuela via modal rodoviário e da cidade de Manaus, transportadas via marítima de países como China, Estados Unidos e Panamá.

O tipo de carga recebida no terminal possibilita o abastecimento de todo o estado de Roraima com matérias primas, produtos domésticos, eletroeletrônicos, materiais de construção. Para auxiliar nos transportes, o Teca dispõe de empilhadeiras, transpaleteiras, carrinhos hidráulicos, além de outros equipamentos de infraestrutura.

Complexos logísticos da Infraero

A rede de terminais de logística de carga da Infraero possui, em seu parque tecnológico, equipamentos de última geração e moderna e completa infraestrutura para receber os mais diversos tipos de carga e garantir que sejam movimentadas e armazenadas com agilidade e total segurança. Esses terminais contam com câmaras frigoríficas, instalações para carga viva, áreas especiais para cargas valiosas, material radioativo e demais artigos perigosos.

As operações dos terminais de logística de cargas da Infraero apresentaram crescimento de 19,5%, saltando de 104,5 mil toneladas em 2016 para 124,8 mil toneladas em 2017.

Fonte: Portal SEGS


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O Terminal de Logística de Carga (Teca) do Aeroporto Internacional de Belém (PA) movimentou 430 toneladas de cargas no primeiro trimestre de 2018. Se comparado ao mesmo período do ano anterior, quando foram processadas 255 toneladas, o aumento foi de 90%. Veja também: transporte de carga aérea.

O destaque foi para o segmento de importação, com foco em partes, peças e equipamentos para os setores de mineração, metalurgia e construção naval do estado do Pará. Esses produtos somaram 129 toneladas de todo o processamento do complexo logístico, provocando um crescimento de 166% em relação aos três primeiros meses de 2017.

Os resultados do segmento de exportação também foram positivos, com 300 toneladas de cargas enviadas para fora do país, apresentado um incremento de 80%, em relação ao mesmo período de 2017, que contabilizou 166 toneladas. Os principais produtos exportados pelo terminal de cargas de Belém são: bexiga de peixe, peixes ornamentais e polpa de frutas. Já os principais mercados são os Estados Unidos, China, Tailândia, Malásia e o Reino Unido.

Além do Pará, o terminal de cargas do Aeroporto de Belém atende empresas dos estados do Maranhão (MA) e do Amapá (AP). Instalado numa área de aproximadamente 1 mil m², o complexo logístico é dotado de instalações administrativas e para a armazenagem das cargas (importação e exportação). A capacidade de armazenamento do local para cargas comuns é de até 100 toneladas, envolvendo mercadorias soltas e de diversos tipos. No caso de cargas refrigeradas (entre 3 e 8ºC) – há espaço de até 35 m³ – que podem ser armazenadas em três câmaras frigoríficas.

Fonte: Assessoria Infraero


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A Suécia começou a aplicar neste domingo um imposto ecológico sobre o transporte aéreo, aprovado pela maioria da população.

O objetivo da taxa é minimizar a pegada de carbono dos aviões como consequência de um forte aumento das viagens de avião“, afirmou em um artigo no jornal Dagens Nyheter (DN) a ministra do Meio Ambiente e porta-voz do Partido Verde, Isabelle Lövin.

A taxa, de entre 60 e 400 coronas (5,8 e 38,8 euros) por viagem, de acordo com o destino, será aplicada a todos os voos que partem de um aeroporto sueco.

As isenções incluem crianças com menos de 10 anos, a tripulação, os passageiros que fazem escala para outro destino e os passageiros em trânsito, sob certas condições.

De acordo com uma pesquisa publicada em 25 de março pelo DN, 53% dos suecos aprovam o imposto.


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A negociação de um acordo comercial entre o Mercosul e o Canadá criará oportunidade para 321 produtos brasileiros que hoje chegam mais caros e competem em condições de desigualdade no mercado canadense. É o que mostra um estudo feito pela Confederação Nacional da Indústria (CNI), repassado com exclusividade ao Estadão/Broadcast. Operador Multimodal.

O Canadá é o décimo maior importador do mundo e comprou mais de US$ 500 bilhões em 2017. A corrente de comércio do Brasil com o Canadá, no entanto, foi de apenas US$ 4,5 bilhões no ano passado.

Entre os setores que poderão ser beneficiados com o livre-comércio estão o automotivo, produtos químicos, metalurgia, agricultura e pecuária, produtos minerais e equipamentos de informática, entre outros.

As negociações do acordo foram lançadas no início do mês, logo depois de o presidente americano, Donald Trump, anunciar que taxaria a importação de aço, atingindo o Brasil e outros países. O acordo Mercosul e Canadá está sob coordenação do Itamaraty. Ontem, técnicos do Ministério da Indústria, Comércio Exterior e Serviços (Mdic) iniciaram a primeira rodada de discussões no Canadá e não há prazo para conclusão.

De acordo com a CNI, o livre-comércio trará oportunidades, principalmente, porque reduzirá tarifas que hoje incidem sobre os produtos brasileiros e encarecem o preço no mercado canadense. Apesar de o Canadá ser um mercado considerado aberto, os exportadores enfrentam tarifas de importação em áreas como autopeças (6%) e calçados (16% a 18%). No caso de bens agroindustriais, essa barreira pode chegar a 70%.

A lista de 321 produtos foi elaborada com base no que o Canadá importa e o que o Brasil vende ao exterior com competitividade, mas que não chega ao país da América do Norte. A maioria dos produtos da lista de oportunidades são manufaturados (255), seguidos de básicos (39) e semimanufaturados (27). Dos produtos, 84 pagam hoje tarifa de importação para chegar aos canadenses.

Carne. É o caso, por exemplo, da carne bovina. Em 2017, o produto foi taxado com uma alíquota média de 13,25%, que podia alcançar 26,5%. Com isso, a exportação para os canadenses foi próxima de zero. Outro produto com desempenho semelhante foi calçado. Em 2017, as vendas para o Canadá somaram apenas US$ 500 mil, enquanto com uma tarifa média de 16,7%. “Em um mercado tão competitivo como esse, é impossível concorrer com uma sobretaxa desse tamanho”, afirma o diretor de Desenvolvimento Industrial da CNI, Carlos Abijaodi,

Ele admite que, quando o acordo for firmado, é possível que nem todas as tarifas caiam imediatamente e que existam “escadinhas” até o livre-comércio, o que é comum nesse tipo de trato: “Pelo que vimos nos outros acertos firmados pelo Canadá, ele não tende a segurar as tarifas. É um país que aplica tarifas para quem não tem acordo com eles, mas dentro do acordo tende a reduzir rápido”.

A tendência é que, como aconteceu em outras negociações, como com a União Europeia, ainda em curso, o agronegócio canadense apresente pedidos de cotas e de produtos que devem ficar fora por um tempo do livre-comércio. “O Brasil é muito competitivo no agronegócio e todo mundo tem medo. Ninguém quer depender de um outro país na parte de alimentos, é o esperado”, afirmou Abijaodi. Já pelo lado brasileiro, setores da indústria deverão buscar se proteger dentro do acordo com o Canadá, mas, para o diretor, a cultura do industrial brasileiro mudou e ele vê cada vez mais que é necessário se abrir para esse tipo de acerto.

Fonte: O Estado de S. Paulo


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Essa foi a menor expansão registrada no comparativo anual em quase quatro anos

A demanda global por viagens aéreas cresceu 4,6% em janeiro de 2018 na comparação com o mesmo mês de 2017, informou nesta quinta-feira, 8, a Associação Internacional de Transporte Aéreo (Iata, na sigla em inglês). Essa foi a menor expansão registrada no comparativo anual em quase quatro anos. Transporte de Carga Aérea.

Segundo a associação, os resultados foram influenciados por fatores sazonais, incluindo o Ano Novo Chinês, comemorado mais tarde no Oriente em 2018, além de comparativos menos favoráveis diante da forte tendência de alta no tráfego observada no final de 2016 e início de 2017.

Já a oferta global por viagens aéreas avançou 5,3% na comparação com o mesmo período de 2017. Assim, como a demanda cresceu em ritmo menor do que a oferta, a taxa de ocupação das aeronaves diminuiu e atingiu 79,6%, uma queda de 0,5 ponto porcentual (p.p.) na base anual.

“Apesar do início mais lento, o atual momento da economia global oferece respaldo para uma demanda crescente de passageiros em 2018. Dito isso, preocupações sobre uma possível guerra comercial envolvendo os Estados Unidos podem ter sério impacto na confiança do mercado global, respingando sobre a demanda por viagens no setor aéreo”, diz, em nota, o diretor presidente e CEO da Iata, Alexandre de Juniac.

Internacional

No segmento internacional, a demanda global desacelerou de 6,1% em dezembro para 4,4% em janeiro, com todas as regiões registrando expansão. A oferta cresceu 5,3% no período – com isso, a taxa de ocupação recuou 0,7 ponto porcentual, para 79,6%.

Separando por regiões, a Iata destaca que o maior aumento na taxa de ocupação global em janeiro ocorreu na Europa, que atingiu 80,0%, uma alta de 0,9 p.p. na base anual, com a demanda avançando 6,4% e a oferta se expandindo em 5,1%. Por outro lado, a taxa de ocupação no Oriente Médio caiu 2,8 p.p., para 76,6% (com leve acréscimo de 0,8% na demanda e aumento de 4,5% da oferta).

Em janeiro, a maior taxa de ocupação foi registrada na América Latina, que atingiu 83,2%, uma queda de 0,1 p.p. na base anual. A menor taxa foi registrada na África, 70,3%.

Doméstico

No segmento doméstico global, a entidade informa que a demanda avançou 5,1% em janeiro ante um ano antes, enquanto a oferta cresceu 5,3% na base anual. Desta maneira, a taxa de ocupação doméstica global recuou 0,2 p.p., para 79,8%. Segundo a organização, todos os mercados apresentaram crescimento, com destaque para a Índia, que registrou o 41º mês consecutivo de crescimento de dois dígitos no tráfego de passageiros.

Quanto ao mercado brasileiro, a entidade ainda informa que a oferta doméstica aumentou 2,4% no primeiro mês do ano, o que gerou uma alta de 0,4 p.p. na taxa de ocupação mensal, para 84,7%.


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Em 2017, o Brasil registrou seu maior saldo comercial da história. Com o comércio exterior favorável, os produtos brasileiros ficaram mais competitivos e as importações também aumentaram – um sinal do aumento da demanda interna por conta da retomada do crescimento.

Esse crescimento foi causado, principalmente, pela retomada da indústria automotiva, que passou a exportar mais e também pela grande exportação de produtos básicos, como minério de ferro e petróleo. Nesse último caso, a corrente de comércio aumenta pois os preços desses produtos estão em alta no mercado internacional, o que incentiva os produtores brasileiros.

Expectativas

Para o presidente da Associação de Comércio Exterior do Brasil (AEB), José Augusto de Castro, o Brasil deve continuar a registrar resultados positivos em 2018. “Nossa expectativa é de um superávit [comercial] em torno de US$ 53 bilhões, um ótimo superávit”, disse o executivo.

Ele comentou o bom desempenho de produtos como petróleo e minério de ferro e disse acreditar que o destaque deve continuar com a indústria automotiva, tendo em vista a tendência de crescimento da economia argentina. “Quando ela [Argentina] cresce, demanda produtos do Brasil. Especialmente no setor automotivo, que deve ser mais uma vez o grande propulsor [do comércio exterior]”, analisa.

Fonte: Governo do Brasil


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O esforço da Argentina para reduzir a entrada de carros brasileiros tem se mostrado em vão. A importação de veículos do Brasil feita pelas montadoras instaladas no país vizinho – que tem ajudado as fabricantes locais a ampliarem a produção – permanece acima dos limites estabelecidos em acordo comercial entre os dois países, o que pode resultar em multas.O descumprimento da regra ocorre mesmo após o governo argentino ter anunciado, sete meses atrás, que exigiria das montadoras responsáveis pelo excesso o depósito de garantias equivalentes às multas que, se confirmadas, deverão ser pagas após o fim do acordo, em 2020.Pelo acordo, para cada US$ 1 que a Argentina exporta para o mercado brasileiro em veículos e autopeças, o Brasil pode exportar US$ 1,5 para lá. Leia também: D-Log embarca duas Kombis para Miami.

É o que os dois governos chamam de “flex”. Essa proporção, no entanto, chegou a US$ 1,85 em 2016 e a US$ 2,34 no ano passado. Mesmo após o alerta do presidente Mauricio Macri, de pedir garantias do pagamento de eventuais multas, a balança manteve o desequilíbrio.

De julho de 2017 a janeiro deste ano o flex ficou em US$ 2,19.A explicação é que, nesse período, enquanto o Brasil começava a se recuperar da pior crise de sua história – que derrubou as vendas de carros à metade, – a Argentina seguia com seu mercado a todo vapor, com vendas de 883 mil unidades no ano passado, 22,5% a mais que em 2016. Boa parte da demanda foi atendida pelos carros fabricados no Brasil, pois a produção ficou estável, em 472 mil unidades, segundo a associação das montadoras argentinas (Adefa). Talvez seja isso que tenha colocado Macri em alerta.

O Brasil, por outro lado, aumentou sua produção em 25% no ano passado, e as exportações cresceram 46,5%, para 762 mil unidades, mais da metade destinada ao país vizinho.”Tudo indica que o Brasil, embora deva manter suas exportações em alta, também vai importar mais este ano, especialmente o setor automotivo, em razão da recuperação econômica”, diz José Augusto de Castro, presidente da Associação de Comércio Exterior do Brasil (AEB).Mesmo com esse cenário, a Argentina começou a notificar neste mês as montadoras que deverão fazer o depósito de garantia da multa por ter extrapolado o flex. Das empresas brasileiras que exportam para o país, somente a Fiat confirmou que sua subsidiária está nesse grupo.As montadoras argentinas terão de depositar o equivalente a 24,5% do valor excedente importado.

Segundo analistas, por se tratar de empresas do mesmo grupo, é possível que as marcas instaladas no Brasil possam colaborar com eventuais multas. Não foi divulgado, por enquanto, valores e prazos para o depósito das garantias.Pressão. O Ministério da Indústria, Comércio Exterior e Serviços (Mdic) reforçou ontem que a aferição das cotas é prevista para ocorrer no fim do acordo e que o governo entende que, com a retomada do crescimento da economia brasileira, a tendência é de aumento das importações de produtos argentinos, reduzindo a pressão existente hoje.”Acreditamos que, em 2020, o índice estará dentro do acordado, com aumento do comércio bilateral, com consequente incremento da integração produtiva”, avalia o secretário de Desenvolvimento e Competitividade Industrial do Mdic, Igor Calvet.

Na opinião do presidente da Associação Nacional dos Fabricantes de Veículos Automotores (Anfavea), Antonio Megale, a proporção do flex não deverá subir mais, uma vez que o mercado brasileiro voltou a crescer. “A tendência é que o flex se estabilize, para depois voltar a cair”, diz. Megale lembra que o acordo prevê que o flex suba de 1,5 para 1,7 a partir de julho de 2019, o que facilitará o equilíbrio comercial entre os dois países.As montadoras têm anunciado investimentos na Argentina para produzir modelos que terão o Brasil como importante cliente, outra medida que ajudará o setor a cumprir o acordo.

A Fiat investiu US$ 500 milhões para produzir o sedã Cronos, apresentado na semana passada. A Volkswagen fará aporte de US$ 650 milhões para a produção um utilitário esportivo e a GM vai investir US$ 500 milhões em “um carro global de alto valor agregado”.

Fonte: O Estado de S. Paulo


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