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A D-Log Dietrich Logistics foi a agente de cargas responsável por movimentar 480 metros cúbicos – 38tons – no voo inaugural da RIOgaleão Cargo.

No último domingo, dia 21 de março, o Boeing 747-4 da cia aérea Aerotranscargo (ATC), teve seu batismo de boas-vindas para a sua primeira operação no Brasil.

As 38 toneladas distribuídas em 236 volumes / 480 metros cúbicos de cargas do segmento automotivo, voaram diretamente do Aeroporto de Frankfurt-Hahn (HHN) para o Rio de Janeiro, sendo a D-Log responsável por todo agenciamento dessas cargas.

Vale lembrar que diariamente chegam ao RIOgaleão cargas que impactam diretamente as linhas de produção de diversas empresas, contribuindo para a sua eficiência e produtividade.

Apenas no mês de janeiro de 2021, cerca de 230 toneladas foram movimentadas em nossos terminais, reforçando nosso compromisso com a celeridade e segurança de todo processo logístico.

Confira abaixo registros da operação:

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A assinatura do acordo de livre comércio entre o Mercosul e o Canadá, que segue em negociação, tem potencial para aumentar em US$ 7,8 bilhões a receita das exportações brasileiras de produtos agropecuários, segundo estudo da Confederação da Agricultura e Pecuária do Brasil (CNA), que analisou os desafios e as oportunidades para as cadeias produtivas do setor.

O lançamento oficial do estudo será nesta quarta-feira (29), durante um webinar sobre o andamento das negociações, com a participação do Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa) e do Ministério de Relações Exteriores (MRE).

Os resultados do documento mostram a relevância do acordo para o setor e vão subsidiar negociadores brasileiros com dados técnicos, que ajudarão na tomada de decisões e na definição de posicionamento do país.

Carnes, cereais, farinhas e preparações, frutas e complexo soja são os setores do agro, segundo a CNA, que têm mais potencial de serem beneficiados com o acordo. No caso das carnes, o aumento da receita pode chegar a US$ 1,4 bilhão por ano.

“Os cortes nobres e de melhor qualidade tendem a ter melhor competitividade no mercado canadense. Animais criados a pasto, menor percentual de gordura e sustentabilidade ambiental chamam a atenção do consumidor médio”, diz o estudo.

O segmento de cereais, farinhas e preparações pode ter alta de US$ 771,9 milhões nas vendas ao Canadá, sendo o milho o produto com maior capacidade de aumento de receita (US$ 324,0 milhões) e o arroz como potencial explorável no curto prazo, pois já possui alíquota de importação zerada no país norte-americano.

Para o setor de frutas, a oportunidade de comércio é de US$ 751,7 milhões. De acordo com o documento, apesar das alíquotas já zeradas, o Brasil ainda é pouco expressivo no abastecimento do mercado canadense para frutas tropicais, como melões (1,7% do mercado), goiabas e mangas (8,1%), limões e limas (1,4%).

Já para o complexo soja (grão e farelo), a estimativa é de aumento de US$ 703,9 milhões, apesar da concorrência com os Estados Unidos. “A proximidade geográfica entre os dois países norte-americanos implica custos menores de logística e de transporte”.

Com relação às tarifas, o mercado canadense tende a negociar a eliminação de boa parte delas já no ano seguinte à entrada em vigor dos acordos, o que pode beneficiar os produtores brasileiros em um curto prazo.

“Em média, cerca de 89% das linhas tarifárias do setor foram eliminadas no primeiro ano de vigência dos acordos analisados com o Canadá. A redução das tarifas médias em pontos percentuais pode chegar até 8,11 p;p. no caso dos cereais. Para hortaliças e carnes, a redução chega a 5,88 p.p. e 5,35 p.p., respectivamente”.

O estudo releva que, de forma generalizada, as tarifas não são altas para os países do Mercosul. Muitos produtos do agro brasileiro já entram nesse mercado livres da incidência de tarifa de importação. Contudo, a Confederação alerta os negociadores para a importância da melhoria das condições de acesso e às medidas não-tarifárias.

A análise da CNA conclui que além de gerar impactos positivos nas exportações brasileiras, o acordo Mercosul-Canadá pode expandir as fronteiras comerciais do bloco sul-americano com mercados importadores de alimentos, bebidas e bens agropecuários.

“As negociações com o Canadá poderão abrir portas para acordos com outros países, estratégia fundamental para consolidar o agronegócio brasileiro nas principais cadeias globais de alimentos e bebidas”, diz a entidade.

Comércio bilateral

Em 2019, o comércio de produtos agropecuários com o Canadá registrou movimentação de US$ 628,7 milhões. As exportações brasileiras de carne de frango in natura, castanhas de caju e milho tiveram alta de US$ 21,3 milhões, segundo dados do Ministério da Economia.

 

Fonte: Comex do Brasil


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A última semana foi de avanço na relação bilateral Brasil-EUA. Em meio ao lançamento de relatório, visita presidencial e reuniões técnicas, o Brasil foi aos EUA para deixar mensagens claras e reforçar o interesse em aprofundar a relação comercial entre as duas economias.

Deixando de lado o drama do novo coronavírus afetando a Casa Civil e a Casa Branca nos últimos dias, em termos de relação comercial bilateral a reunião dos dois chefes de Estado parece ter sido produtiva, conforme consta no comunicado conjunto publicado no sábado, dia 07 de março.

De acordo com o comunicado, Bolsonaro e Trump discutiram a aceleração da participação no Brasil no programa de Operador Econômico Autorizado (OEA) – que está sendo negociado desde 2015 -, com objetivo de agilizar os trâmites aduaneiros a partir de 2021.

Novamente, o presidente Trump reiterou o apoio dos EUA ao Brasil, para o processo de adesão à Organização para Cooperação e Desenvolvimento Econômico (OCDE). Ademais, os presidentes instruíram seus técnicos a aprofundar as discussões para um pacote comercial bilateral a ser concluído ainda este ano, com vistas a intensificar a parceria econômica entre os dois países.

Paralelamente e no âmbito da visita do último final de semana, a Apex Brasil e o think-tank Atlantic Council promoveram em Washington DC, no último dia 05 de março, evento importante com autoridades dos dois países para lançar o relatório “Comércio e investimento direto estrangeiro Brasil-EUA: aprimorando o relacionamento econômico bilateral” (US-Brazil trade and FDI: enhancing the bilateral economic relationship).

O relatório técnico assinado por quatro autores (duas ex-autoridades brasileiras e duas ex-autoridades norte-americanas) foi bem recepcionado pela audiência nos EUA na última semana, e oferece uma visão renovada e sugestões de medidas concretas para aprofundar o relacionamento comercial e lançar bases para um possível acordo de livre comércio entre os dois países. Surpresa boa, muito do que sugere o relatório fez parte da conversa entre os times de Trump e Bolsonaro.

Para o propósito deste artigo, importa destacar aspectos do relatório que encontram eco nos pedidos do setor privado norte-americano para o seu governo no que diz respeito ao comércio com o Brasil: 1) conclusão de capítulos para uma primeira fase de acordo comercial ainda em 2020; 2) aprimorar boas práticas regulatórias entre os países, bem como cooperação regulatória entre setores específicos; 3) negociação para evitar bitributação entre os países; 4) coordenar esforços para adesão do Brasil à OCDE; e 5) concluir o processo de OEA.

Vale destacar que, de todas as medidas abordadas no relatório e largamente discutidas entre setores público e privado dos dois países nos últimos anos, uma das que parece mais óbvias e que pode ter um impacto imenso do comércio bilateral não tem recebido a importância que merece: as boas práticas regulatórias.

Apesar de todo esforço regulatório sobre o assunto que foi feito no Brasil no último governo – inclusive com o bem-sucedido funcionamento do Grupo de Trabalho de Regulação (GTREG) da Câmara de Comércio Exterior e do Grupo de Boas Práticas da Casa Civil -, a agenda perdeu fôlego dentro da atual administração. Não é demais estimar que os entraves regulatórios no comércio internacional são responsáveis por, aproximadamente, 60% do equivalente às tarifas às importações.

Bem verdade, não só para o comércio, mas também para adesão completa do Brasil à OCDE, essa agenda regulatória precisa ser retomada com urgência no país. Tanto o relatório publicado na última semana como o comunicado conjunto dos presidentes estimulando a conclusão de um acordo de comércio ainda em 2020, considerando temas regulatórios e outras questões extremamente relevantes para o trânsito de bens e serviços, são boas novas para o comércio bilateral.


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O ministro da Economia, Paulo Guedes, afirmou nesta quarta-feira (29) que a economia brasileira sofreu um choque interno, mas ainda não sentiu o choque externo da pandemia do novo coronavírus. Isso porque, segundo ele, as exportações brasileiras para a Ásia, sobretudo para a China, continuam crescendo.

Guedes disse, em live promovida pelo Mercado & Consumo Alerta nesta quarta-feira (29), que as previsões mais pessimistas do mercado, que preveem um baque de 6% do Produto Interno Bruto (PIB) do Brasil em 2020 por conta do coronavírus, consideram uma redução de 4% da economia doméstica e uma queda de 2% no comércio exterior brasileiro. Mas garantiu que essa queda da balança comercial não foi sentida.

“Os 2% de fora não vieram nesse primeiro quadrimestre. O Brasil está aumentando a exportação do agronegócio e até de minérios para a Ásia, de forma que a queda das exportações para os Estados Unidos, a Argentina e a Europa é mais do que compensada pelo aumento da exportação do agronegócio para a Ásia, particularmente para a China. […] Então, esses 2% de queda do PIB, que viriam do impacto externo, não estão vindo, estão neutralizados”, disse Guedes.

O ministro da Economia ainda disse esse movimento feito é fruto de um “excelente trabalho da ministra Tereza Cristina [Agricultura]”. Mas também do fato de que, mesmo com o coronavírus, os asiáticos precisam se alimentar. “Estejam com problema de saúde ou não, os asiáticos continuam se alimentando e buscando até o aumento da proteína animal”, disse;

Guedes não revelou, contudo, se a projeção oficial do governo para o PIB de 2020 considera toda a queda de 4% da atividade doméstica calculada pelo mercado. Hoje, apesar de admitir que o PIB do Brasil será negativo em 2020, o governo mantém uma projeção oficial de 0,02% do PIB. A nova projeção, segundo os técnicos da Economia, só deve ser divulgada em maio.

Fonte: Correio Braziliense


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A D-Log segue firme no apoio logístico ao combate do COVID-19

Embarcamos um avião de cargas com máscaras que serão utilizados na linha de frente, pelos nossos heróis.
São mais de 16 milhões de máscaras essenciais na proteção e cuidados com a vida humana.

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Para nós, um grande orgulho participar dessa batalha!

Equipamento: B-777-200
Capacidade: 103 toneladas

Origem: PVG-Shanghai
Destino: GRU – Guarulhos


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20 de março de 2020 D-Log

Due to Covid-19 related continuous network adjustments all shipments are subject to capacity-and rate changes and/or cancellation

Devido aos contínuos ajustes relacionados ao Covid-19, todos os embarques estão sujeitos a mudanças de capacidade, tarifa e / ou cancelamento


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Sindamar diz que repassou orientações a empresas do setor portuário. Anvisa disse que vem monitorando a situação em conjunto com o Ministério da Saúde.

 

A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) e a Gerência Geral de Portos, Aeroportos, Fronteiras e Recintos Alfandegados determinaram a adoção de medidas sanitárias preventivas para evitar que casos de coronavírus entrem pelo Porto de Santos, no litoral de São Paulo, considerada uma das principais portas de entrada do Brasil.

O presidente do Sindicato das Agências Maritimas (Sindamar), José Roque, preocupado com a possibilidade da doença chegar por meio de algum navio ao cais santista, entrou em contato com a Anvisa na última quarta-feira (22) solicitando orientações.

A Anvisa informou ao Sindicato que a Organização Mundial de Saúde (OMS) que não recomenda medidas restritivas a viagens e ao comércio. Porém salientou que é de fundamental importância a comunicação rápida, imediata, de qualquer informação de tripulante/passageiro, procedente da cidade chinesa de Wuhan, que apresente febre e demais sintomas da doença, para adoção de todas as medidas sanitárias cabíveis.

A Anvisa disse que vem monitorando a situação em conjunto com o Ministério da Saúde a partir da avaliação de risco com as informações disponíveis até o momento.

Segundo a Anvisa, a Gerência Geral de Portos, Aeroportos, Fronteiras e Recintos Alfandegados determinou a adoção de medidas como intensificar a vigilância de casos suspeitos do novo coronavírus nos portos e aeroportos, para notificação imediata aos órgãos de vigilância epidemiológica; intensificar os procedimentos de limpeza e desinfecção nos terminais e meios de transporte reforçando a utilização de EPI conforme estabelecido pela Anvisa e atentar para as recomendações quanto aos cuidados básicos como lavagem regular das mãos, cobertura da boca e nariz ao tossir e espirrar para tripulantes e trabalhadores portuários.

A Anvisa também solicitou especial atenção, no caso de embarcações, ao preenchimento completo e correto da Declaração Marítima de Saúde (DMS).

“Todo o navio que entra em qualquer porto no Brasil tem que entregar uma Declaração Marítima de Saúde. Ela tem que constar se existe alguma enfermidade a bordo ou não. Existindo enfermidade a bordo, a Anvisa nem libera a livre prática que é a autorização para o navio atracar”, explica Roque.

Segundo ele, esse documento é de responsabilidade do comandante do navio, que tem que atestar as condições a bordo. Se por acaso for constado que alguém está com enfermidade e ele declarou o contrário, ele deve responder por isso.

“É preciso que os navios declarem fielmente as condições sanitárias a bordo na Declaração Marítima de Saúde. Toda a precaução deve ser mantida. Nós já comunicamos a autoridade portuária (Codesp) e qualquer problema que ocorra a Anvisa é a primeira a ser comunicada”, disse.

Ainda de acordo com Roque, no momento, não existe nenhum risco no Porto de Santos. O Sindamar divulgou a informação a todos os associados e solicitou que todos cumprissem rigorosamente as medidas.

“Várias precauções estão sendo adotadas. Nós já recebemos todas as precauções e orientações do próprio posto (da Anvisa) em Santos e em Brasília e, divulgamos aos associados para que eles instruem os comandantes e não tenha nenhum problema a bordo”, disse.

Fonte: G1


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