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O Congresso Nacional terá uma Frente Parlamenter Mista para tratar do futuro do Porto de Santos. O decreto foi oficializado pelo presidente da Câmara dos Deputados, Rodrigo Maia (DEM-RJ).

A comissão foi registrada pela deputada federal Rosana Valle (PSB-SP). Deputados e senadores vão participar de diversas pautas de assuntos relacionados ao cais santista, como modelo de gestão, descentralização e a garantia do trabalho.

Ao todo, 202 deputados foram a favor da criação da Frente Parlamentar Mista, além do Jorge Kajuru (PSB-GO).

Objetivos da Frente Parlamentar

– Promover o debate com a sociedade, sobre os diversos modelos de gestão do Porto de Santos;

– Discutir sobre a propriedade da Companhia Docas do Estado de São Paulo (Codesp);

– Acompanhar discussões e processos de gestão para o Porto;

– Articular e integrar as iniciativas e atividades da Frente Parlamentar com as ações de governo e das entidades da sociedade;

– Realizar encontros, simpósios, seminários, debates e outros eventos, com vistas à implementação de medidas para a gestão;

– Promover a divulgação das atividades da Frente Parlamentar, no âmbito do Parlamento e junto à sociedade.

Fonte: A Tribuna


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A crise que afetou duramente a Argentina em 2018 não poderia passar sem deixar rastros no Brasil, já que o país vizinho é um dos nossos maiores parceiros comerciais – e o principal na América do Sul. Entre 2017 e 2018, segundo o extinto Ministério de Desenvolvimento, Indústria e Comércio (Mdic), houve queda de 15,14% nas exportações brasileiras para os hermanos. Foram cerca de US$ 2,7 bilhões a menos em vendas.

As exportações, que vinham em um crescente nos últimos três anos, retrocederam de US$ 17,62 bilhões, em 2017, para US$ 14,9 bilhões em 2018. Com a economia do Brasil mais aquecida e o peso desvalorizado, as importações brasileiras tiveram alta de 17%, alcançando US$ 11,05 bilhões (US$ 1,65 bilhão extra em relação a 2017), o que levou o superávit com o país vizinho a cair de US$ 8,18 bilhões para US$ 3,9 bilhões.

No setor automotivo e de máquinas agrícolas, a desaceleração nos embarques brasileiros para a Argentina ocorreu de forma expressiva e deve continuar. Ao longo de 2018, a queda nas exportações de veículos para o país vizinho alcançou diferentes segmentos. Houve retração nas vendas de veículos de passageiros (-19,8%), de cargas (-40,5%) e de tratores (-29,9%) – este com parte da produção no Rio Grande do Sul. Os dados do governo federal mostram, ainda, queda em setores de consumo pessoal, como de calçados, com retração de 5,2%. O baque nos negócios por aqui só não foi sentido com mais força porque o Brasil, ao contrário da Argentina, vive um momento de suave retomada e de retorno às compras.

E vale lembrar que, ao contrário da China, por exemplo, a Argentina compra do Brasil principalmente produtos manufaturados, com maior valor agregado. Presidente do Sindicato das Indústrias de Máquinas e Implementos Agrícolas no Rio Grande do Sul (Simers), Claudio Bier ressalta que boa parte da redução nos negócios se deve, também, à decisão das próprias empresas brasileiras de não correr riscos maiores de inadimplência.

“Com mais esta crise argentina, volta o medo de muitos empresários de vender e levar calote. Por isso a elevada queda nas vendas, que se soma, também, à maior dificuldade de compra por parte dos importadores de lá”, pondera Bier. Para o economista da Farsul, Antônio da Luz, o comércio bilateral é afetado especialmente pela desvalorização cambial do peso. Luz avalia que, com a expressiva queda na cotação do peso ante o dólar, a moeda argentina vale muito pouco atualmente. Hoje, são necessários cerca de 40 pesos para comprar U$S 1.

“Para eles, os produtos brasileiros, em geral, estão custando mais caro do que antes da crise. Importar de qualquer país, e não apenas de nós, se tornou mais caro para o argentino”, explica o economista. Luz explica, ainda, que, com os atuais juros elevados da Argentina, o empresário que quiser importar e usar parte dos recursos do sistema financeiro e crédito para importação terá de arcar com uma taxa próxima de 60% ao ano, o que limita muito as grandes aquisições. Por outro lado, diz o economista, essa desvalorização torna o produto argentino mais barato, apesar de a inflação no país estar em alta.

“Isso dá, em parte, mais competitividade no produto argentino, tal como vinho, trigo, leite, arroz, produtos que são da natureza exportadora deles. Então, exportar, para eles, está um pouco mais fácil”, explica Luz. Segundo o secretário executivo do Sindicato das Indústrias de Laticínios e Produtos Derivados, Darlan Palharini, a elevação no valor do leite em pó nas cotações internacionais – de quase 8% no início deste ano – é um risco para o setor brasileiro. “Na venda do leite líquido propriamente dito, não há maiores problemas, porque a Argentina consome quase tudo o que produz. O perigo está no leite em pó”, avalia Palharini.

Fonte: Jornal do Comércio


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A D-Log concluiu com sucesso o processo de exportação de três Kombis de colecionador, que tinha como necessidade exportá-las para Miami e confiou à D-Log todo o processo logístico de ponta a ponta.

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Origem: Santos/Brasil > Destino: Miami / EUA
Modal: Marítimo

Se você é um colecionador e precisa enviar um item de sua coleção para os Estados Unidos ou qualquer outro país, entre em contato conosco. Temos total expertise e conhecimento para cuidar do processo de forma completa.


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Apesar das atuais condições favoráveis para as exportações, empresas de Rio Preto não estão retomando esse tipo de atividade. No acumulado do ano até julho, de acordo com dados do Ministério da Indústria, Comércio Exterior e Serviços (MIDC), a cidade tinha 37 empresas exportadoras e 114 importadoras. A diferença se faz visível também no volume de negócios. Enquanto as vendas para outros países totalizaram US$ 9,09 milhões, as compras chegaram a US$ 52,4 milhões, ou seja, um déficit de US$ 43,4 milhões na balança comercial rio-pretense.

O despachante aduaneiro Paulo Narcizo Rodrigues, da Caribbean Express, explica que o atual patamar do dólar – entre R$ 3,70 e R$ 3,80 – está interessante para quem vende para outros países. Assim como a guerra comercial entre Estados Unidos e China pode ajudar a alavancar os negócios no Brasil e em Rio Preto. “Essa briga vai fazer com que o País venda mais para os EUA e compre mais da China. Hoje, a China já o segundo maior comprador das empresas locais”.

Apesar dessa situação promissora, segundo Rodrigues, não se vê interesse pelas exportações porque o mercado local está aquecido e a cidade também tem um forte perfil de serviços, o que inviabiliza esse tipo de negócio. “Existe um certo comodismo e está compensando mais vender no Brasil. As empresas não quiseram retomar as exportações. Lá em 2008, 2009, estávamos caminhando para US$ 50 milhões”.

Até julho, artigos e aparelhos ortopédicos representaram 23% do que foi exportado. Em seguida, carroceiras e reboques, que somados, chegam a 15,9%. A terceira posição é ocupada por plantas vivas, num total de 13%. Os principais destinos são Paraguai (16%), Colômbia (9%) e Chile (8%). Com esse resultado, a representatividade local é ínfima. No Estado, de acordo com o MIDC, a participação de Rio Preto nas exportações é de 0,02%, o que coloca a cidade na 185ª colocação paulista e 758ª no Brasil.

Para Yvanna Garcia, diretora da Multiways Despacho Aduaneiro, apesar do dólar em alta, os produtos nacionais não conseguem competir porque o custo-Brasil é muito alto, o que praticamente tira do mercado as empresas menores. “A exportação só começa a ficar interessante para grandes volumes. Em relação às importações, temos que tentar aproveitar o momento de conflito e tentar vender um maior número de produtos alimentícios porque a China só produz 15% do que consome”.

Para o despachante aduaneiro Márcio Marcassa Júnior, do grupo Rio Port, as exportações não decolam, apesar do dólar alto, pela falta de competitividade do produto brasileiro no exterior. “A cidade de Rio Preto não tem produtos básicos ou commodities, que é o forte da balança comercial brasileira. Exportamos produtos mais elaborados, sendo 71% bens de capital e bens de consumo com valor até maior para bens de consumos duráveis”, disse.

Ele afirma ainda que, em relação à guerra EUX x China, essa poderia ser uma oportunidade para a entrada de produtos brasileiros nos Estados Unidos, o problema é que perderemos para países como México, Canadá e até Paraguai. “São países com produtos de valores mais competitivos”.

Fonte: Diário da Região


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O terminal de logística de cargas (Teca) do Aeroporto Internacional de Boa Vista/Altas Brasil Cantanhede (RR) registrou crescimento de 77% na movimentação de cargas para importação no primeiro trimestre de 2018, em comparação com o mesmo período do ano passado. Entre janeiro e março de 2017, foram contabilizadas 271,7 toneladas, ante 482,3 toneladas processadas neste ano. Agente de Carga.

O superintendente do aeroporto de Boa Vista, George Torres dos Santos, credita o aumento nas importações à variação cambial aliada à grande procura por produtos importados, sobretudo provenientes da China, Miami e Venezuela, em face da melhoria da atividade econômica local. Dentre os produtos mais importados para o complexo logístico destacam-se centrais de ar-condicionado, computadores e produtos de informática, eletroeletrônicos, peças de reposição de motos, embalagens plásticas e cubas de ovos.

“O aumento registrado é importante para a Infraero e para o estado de Roraima, pois possibilita o incremento das receitas da atividade de carga aérea e evidencia a melhoria da atividade econômica. Para o restante do ano, a nossa expectativa é um grande aumento no volume registrado das importações, que contribuirá mais eficazmente para o atingimento das metas definidas pela Infraero”, explica o gestor.

O Terminal de Logística de Carga do Aeroporto de Boa Vista foi inaugurado em 1º de outubro de 2012, impulsionado pela criação da Área de Livre Comércio (ALC) e da Zona de Processamento e Exportação (ZPE), e conta com uma área atual construída de 500 m². Pelo Teca circulam cargas oriundas principalmente da Venezuela via modal rodoviário e da cidade de Manaus, transportadas via marítima de países como China, Estados Unidos e Panamá.

O tipo de carga recebida no terminal possibilita o abastecimento de todo o estado de Roraima com matérias primas, produtos domésticos, eletroeletrônicos, materiais de construção. Para auxiliar nos transportes, o Teca dispõe de empilhadeiras, transpaleteiras, carrinhos hidráulicos, além de outros equipamentos de infraestrutura.

Complexos logísticos da Infraero

A rede de terminais de logística de carga da Infraero possui, em seu parque tecnológico, equipamentos de última geração e moderna e completa infraestrutura para receber os mais diversos tipos de carga e garantir que sejam movimentadas e armazenadas com agilidade e total segurança. Esses terminais contam com câmaras frigoríficas, instalações para carga viva, áreas especiais para cargas valiosas, material radioativo e demais artigos perigosos.

As operações dos terminais de logística de cargas da Infraero apresentaram crescimento de 19,5%, saltando de 104,5 mil toneladas em 2016 para 124,8 mil toneladas em 2017.

Fonte: Portal SEGS


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O Terminal de Logística de Carga (Teca) do Aeroporto Internacional de Belém (PA) movimentou 430 toneladas de cargas no primeiro trimestre de 2018. Se comparado ao mesmo período do ano anterior, quando foram processadas 255 toneladas, o aumento foi de 90%. Veja também: transporte de carga aérea.

O destaque foi para o segmento de importação, com foco em partes, peças e equipamentos para os setores de mineração, metalurgia e construção naval do estado do Pará. Esses produtos somaram 129 toneladas de todo o processamento do complexo logístico, provocando um crescimento de 166% em relação aos três primeiros meses de 2017.

Os resultados do segmento de exportação também foram positivos, com 300 toneladas de cargas enviadas para fora do país, apresentado um incremento de 80%, em relação ao mesmo período de 2017, que contabilizou 166 toneladas. Os principais produtos exportados pelo terminal de cargas de Belém são: bexiga de peixe, peixes ornamentais e polpa de frutas. Já os principais mercados são os Estados Unidos, China, Tailândia, Malásia e o Reino Unido.

Além do Pará, o terminal de cargas do Aeroporto de Belém atende empresas dos estados do Maranhão (MA) e do Amapá (AP). Instalado numa área de aproximadamente 1 mil m², o complexo logístico é dotado de instalações administrativas e para a armazenagem das cargas (importação e exportação). A capacidade de armazenamento do local para cargas comuns é de até 100 toneladas, envolvendo mercadorias soltas e de diversos tipos. No caso de cargas refrigeradas (entre 3 e 8ºC) – há espaço de até 35 m³ – que podem ser armazenadas em três câmaras frigoríficas.

Fonte: Assessoria Infraero


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