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A D-Log concluiu com sucesso o processo de exportação de três Kombis de colecionador, que tinha como necessidade exportá-las para Miami e confiou à D-Log todo o processo logístico de ponta a ponta.

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Origem: Santos/Brasil > Destino: Miami / EUA
Modal: Marítimo

Se você é um colecionador e precisa enviar um item de sua coleção para os Estados Unidos ou qualquer outro país, entre em contato conosco. Temos total expertise e conhecimento para cuidar do processo de forma completa.


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Apesar das atuais condições favoráveis para as exportações, empresas de Rio Preto não estão retomando esse tipo de atividade. No acumulado do ano até julho, de acordo com dados do Ministério da Indústria, Comércio Exterior e Serviços (MIDC), a cidade tinha 37 empresas exportadoras e 114 importadoras. A diferença se faz visível também no volume de negócios. Enquanto as vendas para outros países totalizaram US$ 9,09 milhões, as compras chegaram a US$ 52,4 milhões, ou seja, um déficit de US$ 43,4 milhões na balança comercial rio-pretense.

O despachante aduaneiro Paulo Narcizo Rodrigues, da Caribbean Express, explica que o atual patamar do dólar – entre R$ 3,70 e R$ 3,80 – está interessante para quem vende para outros países. Assim como a guerra comercial entre Estados Unidos e China pode ajudar a alavancar os negócios no Brasil e em Rio Preto. “Essa briga vai fazer com que o País venda mais para os EUA e compre mais da China. Hoje, a China já o segundo maior comprador das empresas locais”.

Apesar dessa situação promissora, segundo Rodrigues, não se vê interesse pelas exportações porque o mercado local está aquecido e a cidade também tem um forte perfil de serviços, o que inviabiliza esse tipo de negócio. “Existe um certo comodismo e está compensando mais vender no Brasil. As empresas não quiseram retomar as exportações. Lá em 2008, 2009, estávamos caminhando para US$ 50 milhões”.

Até julho, artigos e aparelhos ortopédicos representaram 23% do que foi exportado. Em seguida, carroceiras e reboques, que somados, chegam a 15,9%. A terceira posição é ocupada por plantas vivas, num total de 13%. Os principais destinos são Paraguai (16%), Colômbia (9%) e Chile (8%). Com esse resultado, a representatividade local é ínfima. No Estado, de acordo com o MIDC, a participação de Rio Preto nas exportações é de 0,02%, o que coloca a cidade na 185ª colocação paulista e 758ª no Brasil.

Para Yvanna Garcia, diretora da Multiways Despacho Aduaneiro, apesar do dólar em alta, os produtos nacionais não conseguem competir porque o custo-Brasil é muito alto, o que praticamente tira do mercado as empresas menores. “A exportação só começa a ficar interessante para grandes volumes. Em relação às importações, temos que tentar aproveitar o momento de conflito e tentar vender um maior número de produtos alimentícios porque a China só produz 15% do que consome”.

Para o despachante aduaneiro Márcio Marcassa Júnior, do grupo Rio Port, as exportações não decolam, apesar do dólar alto, pela falta de competitividade do produto brasileiro no exterior. “A cidade de Rio Preto não tem produtos básicos ou commodities, que é o forte da balança comercial brasileira. Exportamos produtos mais elaborados, sendo 71% bens de capital e bens de consumo com valor até maior para bens de consumos duráveis”, disse.

Ele afirma ainda que, em relação à guerra EUX x China, essa poderia ser uma oportunidade para a entrada de produtos brasileiros nos Estados Unidos, o problema é que perderemos para países como México, Canadá e até Paraguai. “São países com produtos de valores mais competitivos”.

Fonte: Diário da Região


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O terminal de logística de cargas (Teca) do Aeroporto Internacional de Boa Vista/Altas Brasil Cantanhede (RR) registrou crescimento de 77% na movimentação de cargas para importação no primeiro trimestre de 2018, em comparação com o mesmo período do ano passado. Entre janeiro e março de 2017, foram contabilizadas 271,7 toneladas, ante 482,3 toneladas processadas neste ano. Agente de Carga.

O superintendente do aeroporto de Boa Vista, George Torres dos Santos, credita o aumento nas importações à variação cambial aliada à grande procura por produtos importados, sobretudo provenientes da China, Miami e Venezuela, em face da melhoria da atividade econômica local. Dentre os produtos mais importados para o complexo logístico destacam-se centrais de ar-condicionado, computadores e produtos de informática, eletroeletrônicos, peças de reposição de motos, embalagens plásticas e cubas de ovos.

“O aumento registrado é importante para a Infraero e para o estado de Roraima, pois possibilita o incremento das receitas da atividade de carga aérea e evidencia a melhoria da atividade econômica. Para o restante do ano, a nossa expectativa é um grande aumento no volume registrado das importações, que contribuirá mais eficazmente para o atingimento das metas definidas pela Infraero”, explica o gestor.

O Terminal de Logística de Carga do Aeroporto de Boa Vista foi inaugurado em 1º de outubro de 2012, impulsionado pela criação da Área de Livre Comércio (ALC) e da Zona de Processamento e Exportação (ZPE), e conta com uma área atual construída de 500 m². Pelo Teca circulam cargas oriundas principalmente da Venezuela via modal rodoviário e da cidade de Manaus, transportadas via marítima de países como China, Estados Unidos e Panamá.

O tipo de carga recebida no terminal possibilita o abastecimento de todo o estado de Roraima com matérias primas, produtos domésticos, eletroeletrônicos, materiais de construção. Para auxiliar nos transportes, o Teca dispõe de empilhadeiras, transpaleteiras, carrinhos hidráulicos, além de outros equipamentos de infraestrutura.

Complexos logísticos da Infraero

A rede de terminais de logística de carga da Infraero possui, em seu parque tecnológico, equipamentos de última geração e moderna e completa infraestrutura para receber os mais diversos tipos de carga e garantir que sejam movimentadas e armazenadas com agilidade e total segurança. Esses terminais contam com câmaras frigoríficas, instalações para carga viva, áreas especiais para cargas valiosas, material radioativo e demais artigos perigosos.

As operações dos terminais de logística de cargas da Infraero apresentaram crescimento de 19,5%, saltando de 104,5 mil toneladas em 2016 para 124,8 mil toneladas em 2017.

Fonte: Portal SEGS


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O Terminal de Logística de Carga (Teca) do Aeroporto Internacional de Belém (PA) movimentou 430 toneladas de cargas no primeiro trimestre de 2018. Se comparado ao mesmo período do ano anterior, quando foram processadas 255 toneladas, o aumento foi de 90%. Veja também: transporte de carga aérea.

O destaque foi para o segmento de importação, com foco em partes, peças e equipamentos para os setores de mineração, metalurgia e construção naval do estado do Pará. Esses produtos somaram 129 toneladas de todo o processamento do complexo logístico, provocando um crescimento de 166% em relação aos três primeiros meses de 2017.

Os resultados do segmento de exportação também foram positivos, com 300 toneladas de cargas enviadas para fora do país, apresentado um incremento de 80%, em relação ao mesmo período de 2017, que contabilizou 166 toneladas. Os principais produtos exportados pelo terminal de cargas de Belém são: bexiga de peixe, peixes ornamentais e polpa de frutas. Já os principais mercados são os Estados Unidos, China, Tailândia, Malásia e o Reino Unido.

Além do Pará, o terminal de cargas do Aeroporto de Belém atende empresas dos estados do Maranhão (MA) e do Amapá (AP). Instalado numa área de aproximadamente 1 mil m², o complexo logístico é dotado de instalações administrativas e para a armazenagem das cargas (importação e exportação). A capacidade de armazenamento do local para cargas comuns é de até 100 toneladas, envolvendo mercadorias soltas e de diversos tipos. No caso de cargas refrigeradas (entre 3 e 8ºC) – há espaço de até 35 m³ – que podem ser armazenadas em três câmaras frigoríficas.

Fonte: Assessoria Infraero


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A Suécia começou a aplicar neste domingo um imposto ecológico sobre o transporte aéreo, aprovado pela maioria da população.

O objetivo da taxa é minimizar a pegada de carbono dos aviões como consequência de um forte aumento das viagens de avião“, afirmou em um artigo no jornal Dagens Nyheter (DN) a ministra do Meio Ambiente e porta-voz do Partido Verde, Isabelle Lövin.

A taxa, de entre 60 e 400 coronas (5,8 e 38,8 euros) por viagem, de acordo com o destino, será aplicada a todos os voos que partem de um aeroporto sueco.

As isenções incluem crianças com menos de 10 anos, a tripulação, os passageiros que fazem escala para outro destino e os passageiros em trânsito, sob certas condições.

De acordo com uma pesquisa publicada em 25 de março pelo DN, 53% dos suecos aprovam o imposto.


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