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Recentemente a D-Log realizou um embarque pouco comum: Do aeroporto de Viracopos, embarcamos um Helicóptero Bell Modelo 206B, rumo a cidade de Miami, nos EUA.

A aeronave é de fabricação da empresa norte-americana Bell Aircraft Corporation e fez seus primeiros voos em 1967. No total, já foram produzidas 7300 unidades, inicialmente apenas para o exército americano, mas posteriormente com diversas variantes para uso civil, militar e até como ambulância aérea. Hoje a marinha e o exército brasileiro utilizam diversas aeronaves Bell 206, apenas a marinha tem em uso 18 desses helicópteros.

Toda a logística do embarque foi realizada pela D-Log, sendo que utilizamos a companhia aérea Atlas para efetuar o transporte, com um equipamento Boeing 747-800 Cargueiro.

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Veja os detalhes do embarque:

  • Origem: Viracopos
  • Destino: Miami
  • Carga: um helicóptero Bell Modelo 206B
  • Comprimento: 9,5 metros
  • Largura: 2,4 metros
  • Altura: 1,95 metros

 

A D-Log atua a mais de 20 anos com transporte internacional, exportação e importação. Somos um operador multimodaloperador logístico, agente de carga nacional e agente de carga internacional com o expertise na área de Transporte Aéreo, Rodoviário, Marítimo e Desembaraço Aduaneiro. Atuamos em São Paulo, Rio Grande do Sul, Santos e em todo o Brasil, além de diversos países em todos os continentes.


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O terminal de logística de carga (Teca) do Aeroporto Internacional de Fortaleza/Pinto Martins (CE) começou o ano com alta na movimentação de volumes. De janeiro a março, foram processadas 1.597 toneladas (t) de cargas, 16,4% a mais que as 1.372 t registradas no mesmo período de 2016.

O destaque ficou por conta do setor de exportações, totalizando 1.220,2 t. Esse volume representa um acréscimo de 21,41% na comparação com os três primeiros meses do ano passado, quando foram contabilizadas 1.005 t no complexo logístico. Os principais produtos enviados ao exterior a partir do Teca cearense são frutas, couros e calçados.

O gerente de Negócios em Logística de Carga do Aeroporto Pinto Martins, Roberto Frota, explica que o aumento das exportações do Teca se deve à consolidação da comercialização de frutas para Portugal, além da expansão para novos mercados, como os Estados Unidos e a Alemanha. “As frutas representam o carro-chefe das exportações no nosso complexo logístico, com ênfase nas mangas produzidas no município de Casa Nova, na Bahia (BA), e nos mamões produzidos no Rio Grande do Norte (RN) e na Paraíba (PB), nos municípios de Baraúna e Mamanguape, respectivamente”, pontuou.

No segmento de importações, foram movimentadas 376,4 t no primeiro trimestre de 2017, alta de 2,4% em relação ao mesmo período do ano anterior. Os principais produtos que chegam ao Teca são máquinas e partes e peças de maquinários utilizados nas diversas indústrias instaladas na região.

O Teca do Pinto Martins é um dos maiores da Rede Infraero no Nordeste, com área construída de 8,05 mil m². Desta capacidade total, 2,98 mil m² são destinados à área de importação e 2,22 mil m² destinados à exportação. Com capacidade de armazenamento para 20 mil toneladas de cargas, o Teca conta com cinco câmaras frias espalhadas por 479,89 m², sendo duas no armazém de importação e três no armazém de exportação. Além disso, o terminal é equipado com circuito fechado de TV (CFTV), com monitoramento 24 horas por dia, vigilância armada e equipamentos de inspeção não invasiva.

Em 2016, o complexo cearense processou 5.639 t de cargas, sendo 3.897 t no seguimento de exportações e 1.742 t no setor de importações. No caso das exportações, 73,2 % foram frutas, 6% couro e peles naturais, e 5% calçados. Já nas importações, 40,6% se referem a empresas relacionadas a geração de energia elétrica ou a fabricação de geradores, transformadores e motores elétricos.

Fonte: Assessoria de Imprensa – Infraero

 

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O Governo Federal estuda como ampliar a autonomia administrativa das companhias docas de todo o País, proposta defendida pelo setor desde a década passada. Esta iniciativa integrará a segunda leva de mudanças que o Ministério dos Transportes, Portos e Aviação Civil (MTPAC) pretende fazer no marco regulatório portuário, a Lei 12.815, de 1993. O primeiro conjunto de medidas, que visa impulsionar os investimentos privados nesse mercado, deve ser definido nos próximos 15 dias e publicado através de um decreto.

O MTPAC criou um grupo de trabalho, formado por representantes da própria pasta e da Agência Nacional de Transportes Aquaviários (Antaq, o órgão regulador do setor), para a atualização da legislação do setor portuário. O objetivo é propor novos procedimentos e adequar os atualmente estabelecidos, para permitir o fomento das atividades portuárias no Brasil, incluindo a captação de investimentos estrangeiros.

“Depois da última Lei dos Portos (Lei nº12.815), houve uma concentração muito grande de poder em Brasília, no poder central. E isso tem dificultado a gestão dos portos delegados. Para comprar qualquer coisa, para tudo precisa de uma autorização de Brasília”, destacou o ministro dos Transportes, Portos e Aviação Civil, Maurício Quintella.

Segundo o titular da pasta, após debater medidas para impulsionar os investimentos no segmento, o Governo está iniciando uma discussão sobre como diminuir a burocracia nos processos e para “que as autoridades portuárias de portos delegados tenham mais autonomia para fazer compras, decidir investimentos”.

Questionado se essas alterações legais vão permitir que as companhias docas voltem a ser responsáveis pelas licitações de terminais e áreas de seus complexos portuários (responsabilidade, hoje, que cabe à Antaq), o ministro tratou a questão como uma possibilidade. “Não sei. Pode ser que sim. Pode ser que saia da proposta e pode vir a ser discutido”.

Primeira etapa

De acordo com o ministro Maurício Quintella, o pacote com a primeira parte das mudanças no marco regulatório deve ser concluído no início deste mês, Entre as propostas elaboradas, está a ampliação dos prazos de concessão de terminais portuários por mais 10 anos. O plano é que as áreas possam ser exploradas pela iniciativa privada por 35 anos, prorrogáveis por igual período.

Hoje, os arrendamentos portuários têm uma vigência de 25 anos, podendo ser prorrogádos pelo mesmo período. A expectativa é de que, com a publicação do decreto com as alterações na lei, o período de exploração das áreas salte para 35 anos, mantendo as mesmas condições.

ssa regra pode, inclusive, passar a valer para os terminais que firmaram contrato com o Governo antes de 1993, quando foi promulgada a primeira Lei dos Portos, a de nº 8.630.

Hoje, segundo levantamento da Associação Brasileira de Terminais Portuários (ABTP), mais de 20 instalações aguardam a adaptação de seus contratos em todo o País, inclusive para a realização de investimentos em equipamentos e no restante da superestrutura. A maioria dessas unidades permanece operando com base em liminares judiciais, por considerar que tem direito a ficar na área, que é da União. Isto acontece porque, até 1993, a exploração de áreas nos portos pela iniciativa privada se dava através de contratos que não tiveram origem em licitações. Geralmente, o prazo de validade desses instrumentos era de 10 anos, podendo ser renovados pelo mesmo prazo.

“O Governo está discutindo a possibilidade jurídica de se fazer essa adaptação. A proposta que foi apresentada pelo setor privado (para ampliar a validade das concessões, entre outras medidas) foi aprovada pelo MTPAC, pela Antaq. Os nossos jurídicos veem possibilidade. É uma forma de garantir maiores investimentos, atrair investimentos. É fundamental para o Brasil neste momento. A perspectiva de investimento é grande, se isso for juridicamente possível”, explicou o ministro dos Transportes, Portos e Aviação Civil.

Se concretizada esta medida, o Governo abandonará o plano de reformular áreas do Porto de Santos. Isto porque, no governo anterior, a ideia era aproveitar o vencimento de contratos para unir áreas e licitá-las como terminais maiores, adaptados às embarcações mais modernas e à nova realidade da navegação.

As propostas elaboradas pelo grupo de trabalho para destravar investimentos e reduzir a burocracia nos processos do setor portuário estão em análise na Casa Civil. A minuta ainda retornará à pasta para uma nova apreciação de seu departamento jurídico. Em seguida, ela já poderá ser publicada para que as novas regras sejam conhecidas pelo mercado.

Fonte: A Tribuna

 

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13 de fevereiro de 2017 0D-Log

Animais de estimação estão cada mais presentes na vida de todos e se tornam a cada dia membros da família mais importantes, presente em todos os momentos, inclusive nas viagens. Pensando nisso, a D-Log inicia o serviço de transporte aéreo de animais.

O serviço de transporte aéreo de animais inclui embarque internacional para qualquer destino, tomando todos os cuidados burocráticos e legais para o embarque.

Para prestar o serviço de transporte aéreo de animais, contamos com uma equipe preparada para atender todos os requisitos, entre eles, destacam-se:

  • Embarque seguro nas companhias áreas;
  • Atenção as normas burocráticas do setor;
  • Documentação necessária para liberação na Aduana do Aeroporto de Guarulhos;
  • Documentação de acordo com o destino;
  • Atendimento das normas sanitárias, de acordo com o destino.

Dessa forma, prestamos toda a assessoria necessária para os donos de animais que estejam interessados em leva-los em viagens internacionais, cuidando de todo o processo para que não haja dores de cabeça e entraves para atrapalhar a viagem.

É importante ressaltar também a necessidade de levar seu animal de estimação a um veterinário de confiança, antes de embarca-lo em viagem aérea.

Conheça mais do serviço de transporte aéreo de animais. Depois, entre em contato e solicite seu orçamento.

 

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28 de janeiro de 2017 0D-Log

28 de janeiro. Dia do Comércio Exterior

Mais do que fazer comércio, nos conectamos o mundo com o nosso trabalho!

Parabéns a todos os profissionais de comércio exterior.


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