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A combinação entre a desaceleração da economia global, o atraso na tramitação de reformas e a queda no consumo do brasileiro, afasta as expectativas de recuperação no comércio exterior no Brasil para 2020. A avaliação está no relatório divulgado pela gigante Maersk, maior armadora de contêineres do mundo. Em SC, a empresa opera o Porto de Itajaí e tem participação no Porto de Itapoá, por meio da APM Terminals.

A estimativa da multinacional é fechar o ano no Brasil com um crescimento de até 6% nas exportações, e de até 3% nas importações. A expectativa é conservadora, e o relatório alerta que é necessário avaliar com cautela os números do comércio exterior nos últimos meses. O segundo trimestre apontou crescimento de 11% em relação a 2018, mas traz um “falso positivo”: no mesmo período, no ano passado, a greve dos caminhoneiros praticamente suspendeu importações e exportações no país.

– Muitos commodities parecem que estão crescendo fortemente, mas na realidade a base de comparação é muito fraca. Entre o final de maio e junho do ano passado praticamente não teve movimentação de exportação e importação, porque as estradas estavam bloqueadas, os caminhões não estavam operando – lembra o Diretor de Produtos Maersk East Coast South America, Matias Concha.

Contexto global
O cenário é, em grande parte, reflexo de um contexto global de desaceleração econômica, com incertezas geopolíticas – caso do Brexit, que afeta o Brasil pelas parcerias comerciais com a União Europeia – e a disputa de tarifas entre os EUA e a China reduzindo o volume de contêineres ao redor do mundo.

O Brasil, no entanto, poderia se beneficiar do dólar alto para fomentar as exportações. O que não tem ocorrido de forma consistente, seja por falta de acordos de comércio, seja por questões de infraestrutura que impactam os preços.

Natal morno
Mas o principal fator a frear localmente expectativas é a falta de movimentação nas importações, a três meses do Natal. Tradicionalmente, o terceiro trimestre do ano é quando são feitas as encomendas de mercadorias para abastecer o comércio.

– Para isso acontecer tem que ter consumo, alguém comprando os produtos importados. O que vemos é que o consumo não está suficientemente forte. É um reflexo da confiança na economia, no caminho que o país está seguindo – diz Concha.

Serviços integrados
A Maersk anunciou, com o relatório, a integração de serviços terrestres em todos os terminais – inclusive Itajaí e Itapoá – como solução logística. Além do conserto de contêineres, que já era oferecido, os clientes também poderão usar os terminais para armazenamento, limpeza, reparo, cross-docking (processamento cruzado), o que envolve o carregamento de mercadorias de um caminhão para um contêiner ou vice-versa, nas estações de carga de contêineres.

A proposta é oferecer soluções para superar os entraves de infraestrutura portuária e logística no Brasil.

Entrevista: Matias Concha

“A exportação brasileira poderia estar vivendo um momento muito mais forte”
O acordo entre Mercosul e União Europeia terá reflexos para o comércio exterior?

Esse acordo ainda tem que ser ratificado pelas partes, então o impacto provavelmente vamos ver mais para frente. É definitivamente algo que ajuda a economia brasileira, agrega competitividade, mas os verdadeiros reflexos provavelmente vão ser enxergados depois do próximo ano.

Qual é a leitura que a Maersk faz hoje do comércio exterior no Brasil?

Os números estão fortemente impactados pela greve dos caminhoneiros no ano passado. Segundo, se pensarmos no cenário global, tem bastante incertezas sobre qual será a performance da economia. Principalmente relacionadas ao impacto das tarifas que estão sendo impostas entre EUA e China, que vão cada vez aumentando mais. Tem um impacto do Brexit, qual vai ser a forma da Grã-Bretanha sair da União Europeia, com que tipo de acordo. Terceiro, naturalmente há sempre uma dúvida quanto ao preço da energia global. É um cenário complexo, o FMI diminuiu a perspectiva de crescimento global de 3.8 ou 3.9 para 3.2%. São quatro reduções consecutivas. O cenário global é muito difícil, e o cenário local está impactado fortemente pelas reformas que estão sendo discutidas no Congresso. Principalmente a Reforma da Previdência, a expectativa era que fosse mais rápido. Depois, a reforma de impostos (tributária), que deveria ser discutida no próximo ano. Há várias coisas a serem discutidas para o Brasil aproveitar e melhorar a competitividade. A exportação brasileira poderia estar vivendo um momento muito mais forte. O dólar está em R$ 4,2, aumento de 15% em menos de três semanas.

O real mais fraco deveria fomentar uma exportação mais forte, mas não é o que estamos vendo. Essa falta de competitividade brasileira, para aproveitar parte do cenário relacionado com o tipo de câmbio, é algo que definitivamente precisa ser melhorado.
O caminho são acordos comerciais, bilaterais ou com grupos de países, reformas fundamentais que têm que passar pelo Congresso, melhoras na malha logística. Houve muitos anos em que os investimentos não foram suficientes em portos, em ferrovias. Nossa estratégia está baseada em ajudar o cliente nesse cenário, expandir a oferta de produtos, para ajudar o cliente a ser mais eficiente na logística dele e do Brasil.

As reformas também não ocorreram em anos anteriores, e no entanto temos um cenário mais preocupante agora em relação às importações para o Natal. O que pesou?

O período mais forte das importações é o terceiro trimestre, principalmente pelo Natal. Na parte ocidental do planeta, é o principal driver para importações. Por agora deveria começar um boom de importações, principalmente da Ásia. Para isso acontecer, tem que ter consumo, alguém comprando os produtos importados. O que vemos é que o consumo não está suficientemente forte. Apesar de haver algumas indicações de crescimento no segundo trimestre, temos que lembrar que estão fortemente impactadas pela base de comparação do ano passado, por causa da greve dos caminhoneiros. Agora, a base de comparação do ano passado foi muito fraca também. Tivemos importações fortes no primeiro trimestre, devido à Copa do Mundo, normalmente isso acontece. O segundo semestre foi muito baixo e tivemos praticamente um ano completo com importações caindo a cada mês, em comparação com o mês anterior. Esse é um reflexo muito claro de que a confiança do consumidor brasileiro não está suficientemente forte para retomar o nível de consumo. A importação tem impacto também de reposição de estoque.

As empresas importaram bem pouco, e têm que começar a importar um pouco mais. Mas o driver verdadeiro da importação é o consumo, e o driver do consumo é a confiança. E isso não está resolvido.
Eventuais embargos pelos posicionamentos brasileiros, especialmente na área ambiental, preocupam? Como podem impactar o mercado?

Qualquer barreira, qualquer dificuldade para o comércio é uma preocupação. Seja um embargo, seja um imposto, seja na tarifa. Experimentamos isso no ano passado, tivemos bloqueio de exportação de proteína brasileira para a Rússia, e isso teve um impacto. O que termina acontecendo é que, depois de 15 meses sem importar a carne brasileira, eles conseguiram achar diferentes provedores e hoje conseguem viver sem necessidade de carne brasileira.

O bloqueio de algum país, seja qual for a razão, tem impacto no comércio, e não só de curto prazo, mas de longo prazo, se o país que não quer a entrada do produto brasileiro consegue achar algum substituto.
A Maersk tem operações em Itajaí e Itapoá, por meio da APM Terminals. Há previsão de novos investimentos?

Não temos claros, ainda, potenciais investimentos no futuro. Estamos expandindo nossa oferta de serviços, lançando mais um passo na nossa estratégia de integrador global de logística, absorvendo uma operação que já fazia parte do grupo. Em Santa Catarina são dois depósitos de contêineres, em Itajaí e Itapoá, onde temos oportunidade de oferecer mais um serviço e integrar ainda mais a cadeia logística, com oportunidade de fazer reparos, de armazém.

Santa Catarina é uma área importante para a Maersk, na importação, por causa dos benefícios fiscais.
O Sul e o Sudeste do Brasil são um polo de crescimento grande, 50 a 60% do PIB brasileiro está concentrado aí. Para nós é fundamental a performance de SC.

Fonte: NSC Total


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O Novo Processo de Exportações do Portal Único de Comércio Exterior passa a abranger as operações de exportação sujeitas à anuência prévia dos órgãos e entidades da Administração Pública Federal. A medida foi implementada pela Portaria Secex nº 52/2017, publicada no Diário Oficial da União (DOU).

Com a alteração, o tratamento administrativo do Novo Processo de Exportações será feito através do Módulo Licenças, Permissões, Certificados e Outros Documentos de Exportação (LPCO), integrado aos demais módulos do Portal Único e acessível a partir do www.siscomex.gov.br. O exportador terá acesso aos formulários de pedidos de documentos referentes aos tratamentos administrativos de competência de cada órgão competente para autorizar a exportação, e deverá fazer a vinculação dos documentos à Declaração Única de Exportação (DU-E), quando pertinente.

Formulário específico para financiamento às exportações

Mais uma inovação disponível por meio do LPCO a partir de hoje é o formulário eletrônico específico para financiamento às exportações, que substitui o Registro de Operações de Crédito (RC). O documento, que varia conforme a modalidade do financiamento, é obrigatório para as operações de exportação processadas por meio da DU-E e financiadas com recursos do Programa de Financiamento às Exportações (Proex), a que se referem os artigos 1º e 2º da Lei nº 10.184, de 12 de fevereiro de 2001, ou com outros créditos públicos.

Depuração Estatística

A sistemática de depuração estatística para garantia da qualidade dos dados de comércio exterior também passou por mudanças significativas, permitindo maior agilidade aos processos de exportação realizados no Portal Único de Comércio Exterior. A partir de agora, a depuração será realizada posteriormente e de forma automática, sem interromper o fluxo da exportação.

Prazo

Os exportadores têm até o dia 2 de julho de 2018 para migrar completamente suas operações para o Novo Processo de Exportações do Portal Único de Comércio Exterior. A decisão, tomada pela Comissão Gestora do Sistema Integrado de Comércio Exterior (Siscomex) no mês passado, fundamenta-se no compromisso assumido pelo governo federal de trabalhar em prol da facilitação do comércio e da previsibilidade e reflete ainda a necessidade de se conferir maior racionalidade aos gastos públicos.

Portal Único de Comércio Exterior

O Portal Único de Comércio Exterior é a principal iniciativa de desburocratização e facilitação do comércio exterior brasileiro. A iniciativa, desenvolvida em parceria com o setor privado, estabelece um guichê único para centralizar a interação entre governo e operadores comerciais. O sistema ainda reformula os processos de exportação e importação, com o objetivo de reduzir prazos e custos envolvidos nas operações e, consequentemente, aumentar a competitividade das vendas externas brasileiras.

As entregas do Portal Único têm sido incrementais, permitindo ganhos concretos ao longo de seu desenvolvimento, iniciado em 2014. Um bom exemplo foi a anexação eletrônica de documentos, que eliminou 99% do uso de documentos em papel nas exportações e importações, com anuência governamental.

Os ganhos decorrentes da implementação foram reconhecidos pelo Banco Mundial nos Relatórios Doing Business de 2016, 2017 e 2018.

Ao final da implantação e disponibilidade de todas as ferramentas do Portal Único, prevista para acontecer até o fim do ano que vem, a meta é reduzir os tempos médios das exportações brasileiras de 13 para 8 dias e das importações de 17 para 10 dias.

Além da Secex e da Receita Federal, que coordenam a implantação do Portal Único, outros 20 órgãos do governo, que de alguma forma intervêm no comércio exterior, também integram o esforço.

Com o Portal, os processos passaram a ser mais eficientes, promovendo a integração desses órgãos e uma interface única entre o governo federal e operadores privados. Além disso, otimiza os benefícios decorrentes dos investimentos em curso em infraestrutura logística no comércio exterior.

Novo Processo de Exportações

O Novo Processo de Exportações do Portal Único foi lançado em março deste ano, para operações realizadas através do modal aéreo e sujeitas apenas ao controle realizado pela Receita Federal. Ao longo do ano, seguindo o princípio orientador de viabilizar entregas incrementais e relevantes para os operadores, o Novo Processo passou a poder ser utilizado nos demais modais de transporte (aquaviário e terrestre), com abrangência nacional, e foi integrado ao Regime Aduaneiro Especial de Drawback na modalidade Suspensão.

Entre os benefícios disponibilizadas pelo Novo Processo de Exportações aos operadores de comércio exterior, pode-se destacar:

  • Eliminação de documentos;
  • Eliminação de etapas processuais;
  • Integração com a Nota Fiscal Eletrônica;
  • Redução em 60% no preenchimento de informações;
  • Automatização da conferência de informações;
  • Guichê único entre exportadores e governo;
  • Fluxos processuais paralelos;
  • Expectativa de redução de 40% do prazo médio para a operação de exportação.

Fonte: MDIC


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Exportadores brasileiros que embarcam suas cargas por modal marítimo e rodoviário poderão utilizar o Portal Único do Comércio Exterior, desenvolvido em conjunto pela Secretaria de Comércio Exterior (Secex) do Ministério da Indústria, Comércio Exterior e Serviços (MDIC) e pela Secretaria da Receita Federal do Brasil (RFB) do Ministério da Fazenda.

A iniciativa elimina a necessidade da apresentação de alguns documentos e reduz etapas e exigências governamentais. Inicialmente, vale para as exportações sujeitas exclusivamente a controle aduaneiro, realizadas por meio do Porto de Santos e das unidades aduaneiras em Uruguaiana e Foz do Iguaçu. A expectativa da Secex e da Receita Federal é que, até o final deste ano, 100% das exportações possam ser feitas por meio do Portal Único de Comércio Exterior.

O Porto de Santos é responsável por um terço de todas as exportações feitas no modal marítimo. Já Uruguaiana e Foz do Iguaçu respondem por mais de 50% do que o Brasil exporta por meio rodoviário.

O Novo Processo de Exportações do Portal Único foi lançado em março deste ano. As operações foram iniciadas pelo modal aéreo. Agora, estão sendo ampliadas para os modais marítimo e rodoviário, os dois principais canais para as vendas externas. Mais de US$ 50 bilhões de exportações anuais já podem se beneficiar de processos mais simples, rápidos e baratos no comércio exterior.

Novo Processo de Exportações

Os exportadores passam a contar com a Declaração Única de Exportação (DU-E), que substitui os três documentos, utilizados até então, para registro e declaração dos embarques. O Portal Único utiliza tecnologias que otimizam a conferência manual e alguns protocolos. Em alguns casos, a conferência manual poderá ser eliminada. Além disso, processos que hoje são realizados de forma sequencial (despacho aduaneiro, movimentação de cargas, licenciamento e autorizações) já podem ser feitos simultaneamente, gerando importante economia de tempo para as empresas.

A DU-E está integrada à Nota Fiscal Eletrônica (NFe), o que permite que informações constantes das notas sejam automaticamente migradas para a declaração. Com isso, promove-se a garantia da integridade dos dados, redução de erros de preenchimento e a facilitação da comprovação das exportações junto aos fiscos estaduais.

Entre as facilidades disponibilizadas pelo Portal Único aos exportadores, há também a redução na necessidade de preenchimento de informações, que podem chegar a 60% em alguns casos.

Destaca-se ainda a atuação coordenada e harmonizada do governo, no que se refere ao comércio exterior, evitando redundâncias de controles e exigências de dados e documentos. Até o final do ano, deverá ocorrer a integração dos órgãos anuentes no Portal Único, o que garantirá maior eficiência no gerenciamento de riscos. Com essa integração dos órgãos, o governo federal, como um todo, poderá agir de maneira mais direcionada, rápida e eficiente no que se refere aos riscos implicados ao comércio internacional.

Portal Único de Comércio Exterior

As entregas do Portal Único têm sido incrementais, permitindo ganhos concretos ao longo de seu desenvolvimento, iniciado em 2014. Um bom exemplo foi a anexação eletrônica de documentos, que eliminou 99% do uso de documentos em papel nas exportações e importações, com anuência governamental. Ganhos que foram reconhecidos pelo Banco Mundial nos Relatórios Doing Business de 2016 e 2017.

Ao final da implantação e disponibilidade de todas as ferramentas do Portal Único, prevista para acontecer até o final do ano que vem, a meta é reduzir os tempos médios das exportações brasileiras de 13 para 8 dias e das importações de 17 para 10 dias. Os processos de exportação e importação serão em média de 40% mais ágeis.

Com a implementação concluída, de acordo com um estudo da Fundação Getúlio Vargas, o Portal Único poderá trazer um incremento de US$ 23,8 bilhões ao PIB brasileiro, em 2018, podendo chegar a US$ 74,9 bilhões em 2030.  Com as facilidades e as ferramentas de desburocratização disponíveis no Portal Único, a previsão é que haja um incremento anual entre 6 e 7% na corrente de comércio. De acordo com este estudo, há também um indicativo de aumento nas exportações de bens manufaturados, principalmente de produtos oriundos da indústria de transformação. da ordem de 10,3% no primeiro ano de implantação do Portal, podendo chegar a 26,5% em 2030.

Estudo recente do MDIC, realizado em parceria com a Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Econômico (OCDE), demonstra que as reformas relacionadas à burocracia do comércio exterior no Brasil podem reduzir em até 14,5% os custos dos operadores brasileiros.

O Portal Único de Comércio Exterior é a principal iniciativa de desburocratização e facilitação do comércio exterior brasileiro. A iniciativa, desenvolvida em parceria com o setor privado, estabelece um guichê único para centralizar a interação entre governo e operadores comerciais. O sistema ainda reformula os processos de exportação e importação, com o objetivo de reduzir prazos e custos envolvidos nas operações e, consequentemente, aumentar a competitividade das exportações brasileiras.

Além da Secex e da Receita Federal, que coordenam a implantação do Portal Único, outros 20 órgãos do governo, que de alguma forma intervêm no comércio exterior, também integram o esforço. Com o Portal, os processos passam a ser mais eficientes, promovendo a integração desses órgãos e uma interface única entre o governo federal e operadores privados.

O Portal Único vai otimizar os benefícios decorrentes dos investimentos em curso em infraestrutura logística no comércio exterior ao possibilitar o compartilhamento de dados e a redução de entraves burocráticos que prejudicam a gestão da cadeia de suprimentos.

O que muda com o Novo Processo de Exportações

  • Eliminação de documentos
  • Eliminação de etapas processuais
  • Integração com a Nota Fiscal Eletrônica
  • Redução em 60% no preenchimento de informações
  • Automatização da conferência de informações;
  • Guichê único entre exportadores e governo;
  • Fluxos processuais paralelos
  • Expectativa de redução de 40% do prazo médio para exportação.
  • Porto de Santos em números

As exportações realizadas no Porto de Santos representam 33% de todos os embarques realizados por meio marítimo no que se refere a valor. Já em volume, Santos é responsável por 12% das exportações que usam esse tipo de modal.

Desse total, as exportações sujeitas a controle exclusivamente aduaneiro e que se aproveitarão do Portal Único neste momento representam 77% do valor e 91% do volume. Em 2016, essas exportações somaram cerca de US$ 40 bilhões.

No ano passado, os principais produtos exportados por Santos foram açúcar (US$ 8 bilhões), soja (US$ 5 bilhões), café (US$ 4 bilhões), suco de frutas (US$ 2,4 bilhões) e carnes bovinas congeladas (US$ 1,9 bilhões).

Os três principais destinos foram China (US$ 7,3 bilhões), Estados Unidos (US$ 6,7 bilhões) e Argentina (US$ 3,2 bilhões).

URF Uruguaiana e Foz do Iguaçu em números

Uruguaiana representa 35% das exportações realizadas pelo modal rodoviário (U$4,3 bilhões em 2016). Em volume, a participação é de 29%, ou seja, 1,7 mil toneladas. Mais de 80% da carga exportada por meio de Uruguaiana poderá ser imediatamente processada a partir do Novo Processo de Exportações.

Em 2016, os principais produtos exportados por Uruguaiana foram automóveis (US$ 313,6 milhões), polímeros (US$ 203 milhões) e partes e peças para automóveis (US$ 201,8 milhões).

Os três principais destinos foram Argentina (US$ 3,4 bilhões), Chile (US$ 914 milhões) e Peru (US$ 59,3 milhões).

Por Foz do Iguaçu passam 16% das exportações, o que representou, no ano passado, U$ 2,1 bilhões. Se considerado o volume, esse percentual sobe para 21% ou 1,3 mil de toneladas. No caso de Foz, mais de 92% da carga exportada já poderá utilizar o Novo Processo de Exportações neste momento.

Os principais produtos exportados por Foz foram adubos e fertilizantes (US$ 82 milhões), papel ou cartão de caulim (US$ 56,5 milhões) e fumo (US$ 55,4 milhões).

Os principais destinos foram Paraguai (US$ 1,9 bilhões), Argentina (US$ 177,5 milhões) e Chile (US$ 31,2 milhões).

Fonte: Mdic


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28 de janeiro de 2017 0D-Log

28 de janeiro. Dia do Comércio Exterior

Mais do que fazer comércio, nos conectamos o mundo com o nosso trabalho!

Parabéns a todos os profissionais de comércio exterior.


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O ministro Marcos Pereira afirmou nesta quarta-feira, em Davos, na Suíça, durante discurso no Business Interaction Group (BIG Brazil), evento que faz parte da agenda do Fórum Econômico Mundial, que a política de comércio exterior cada vez mais se posiciona no centro da agenda prioritária do governo brasileiro.

“Não tenho dúvidas de que o caminho para a retomada do crescimento econômico passa também pelo reposicionamento do comércio exterior em direção ao centro da agenda. O setor externo é parte imprescindível de uma estratégia consistente de desenvolvimento econômico a médio e longo prazos”, disse.

A uma plateia formada por representantes da comunidade empresarial global, o ministro Marcos Pereira afirmou que os resultados de 2016 foram encorajadores e citou como exemplos o superávit comercial inédito de US$ 47 bilhões, o crescimento das exportações de industrializados e o recorde no número de empresas exportadoras.

“Com o objetivo de intensificar nossa participação nos fluxos de comércio e investimentos globais e para que nossas empresas ganhem escala e produtividade, o governo busca ativamente reforçar o engajamento do Brasil nas negociações de acordos comerciais”.

Acordos

Aos empresários, o ministro disse que o governo brasileiro está empenhado nas negociações com o México e, juntamente com os parceiros do Mercosul, nas negociações com União Europeia, Canadá e Índia, entre outros.

O ministro também destacou a ampliação temática dos acordos, com a inclusão nas negociações de disciplinas como compras governamentais, serviços e investimentos. “Por acreditar que comércio e investimentos caminham juntos, não poderia deixar de registrar os avanços nas negociações dos Acordos de Cooperação e Facilitação de Investimentos – os ACFIs. O governo brasileiro desenvolveu uma abordagem inédita para acordos de investimentos, focada no conceito de facilitação do fluxo de capitais, mitigação de riscos e na prevenção das controvérsias. Temos 8 ACFIs concluídos e seguimos negociando com diversos parceiros de interesse”, explicou Marcos Pereira.

No campo da desburocratização, o ministro mencionou aos empresários as 47 ações antiburocracia lançadas recentemente pelo MDIC. “Eu conduzi pessoalmente a elaboração desse pacote de medidas e tenho certeza que contribuirá para reduzir o tempo gasto pelos empresários nos processos relacionados ao comércio exterior; para a realização de investimentos produtivos e para outras ações de suporte à indústria; além de melhorar a qualidade dos serviços prestados pelo ministério”.

Sobre a facilitação de comércio, Marcos Pereira disse que o principal projeto do governo é o Portal Único de Comércio Exterior, que tem como objetivo o redesenho completo dos fluxos de exportação e de importação no Brasil, com a consequente redução de prazos e custos em ambos os processos.

Marcos Pereira disse ainda que para além do comércio exterior e da política comercial de uma forma mais abrangente, o MDIC tem se dedicado à elaboração de políticas públicas que possam gerar aumento de produtividade, inovação, estimular os investimentos e, em última análise, criar emprego e aumentar a renda no país.

“Estamos vivendo um momento de renovada confiança no Brasil. Posso assegurar que será cada vez mais fácil para as empresas lá se estabelecerem e fazerem crescer seus empreendimentos. Convido as senhoras e os senhores a participarem deste momento”, finalizou.

Fonte: MDIC

 

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Se a crise financeira tem dificultado a vida dos brasileiros, gaúchos e das empresas locais, ao menos na relação com outros países os números têm animado empresários e institutos econômicos. No Rio Grande do Sul, por quatro meses consecutivos as exportações têm crescido em valor e volume, conforme aponta a Fundação de Economia e Estatística do RS (FEE).

Segundo dados da entidade, no mês agosto as exportações do Rio Grande do Sul totalizaram US$ 1,749 bilhão, um crescimento de US$ 153,6 milhões em relação a agosto de 2015 (9,6%). O crescimento já havia sido observado em relação a maio e julho. Na próxima quinta-feira (27), a instituição divulga os dados de setembro e a expectativa é de manutenção da tendência.

Para Cezar Müller, coordenador do Conselho de Relações Internacionais e Comércio Exterior (Concex) da Federação das Indústrias do Rio Grande do Sul (Fiergs), o sucesso das exportações de manufaturados está condicionado à adoção de medidas internas que aumentam a competitividade e a produtividade da indústria nacional.
“Tudo isso somado a uma agenda que prioriza o segmento exportador nas políticas públicas, considerando a exportação uma atividade estratégica para o desenvolvimento e a sustentabilidade da indústria brasileira”, avalia.

Müller também reconhece a valorização do dólar como uma das responsáveis pelo bom momento. “O fator cambial também não pode ser desconsiderado, pois é uma importante ferramenta de competitividade para um país que ainda não conseguiu realizar as reformas estruturantes de longo prazo, como o Brasil”, opina.

A FIERGS vê com bons olhos a adoção e fortalecimento de uma cultura exportadora que facilite a internacionalização dos produtos gaúchos. Para Müller, significa reconhecer que mesmo no mercado interno a empresa sofre com a concorrência internacional, e que sendo assim, a busca por novas oportunidades comerciais e tecnológicas no exterior não é uma escolha, mas sim uma obrigação.
“A internacionalização se faz importante, pois aumenta a lucratividade da empresa no curto prazo, como também propicia os alicerces necessários para ganhos de competitividade a nível local e global, tanto em termos de escala de produção, quanto em termos tecnológicos e culturais”, crê Müller.

Calçados lideram entre os manufaturados

Automóveis e calçados puxam a fila dos manufaturados do RS mais vendidos para o exterior. A indústria calçadista gaúcha, por exemplo, está reagindo e voltando a contratar, graças às exportações. Quase metade dos calçados brasileiros vendidos lá fora são produzidos em fábricas do Rio Grande do Sul. De janeiro até outubro de 2016, foram criadas quatro mil novas vagas no setor.

“Existem sinais bem claros de que passamos o pior momento e que estão dadas condições de recuperação no desempenho do setor calçadista doravante”, analisa o presidente da Associação Brasileira das Indústrias de Calçados (Abicalçados), Heitor Klein.
Só em agosto, foram 10 milhões de pares vendidos para o exterior, um faturamento 27% superior se comparado ao mesmo mês do ano passado.

China vira principal aliado

“A China já é o principal parceiro comercial do Rio Grande do Sul e o momento é extremamente favorável para a diversificação da pauta exportadora para aquele país”, sinaliza Tarson Núñez, Pesquisador em Ciência Política do Centro de Estudos Econômicos e Sociais da FEE.

“Atingimos mais de US$ 4,8 bilhões em 2015 no total exportado para a China e, de janeiro a junho de 2016, quase 26% do total das exportações gaúchas foram para o mercado chinês”, detalha o pesquisador. Trata-se de um crescimento de 17,3% em valor durante os primeiros cinco meses de 2016 em relação a igual período de 2015.

Fonte: G1

 

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O ministro da Economia, Paulo Guedes, afirmou que o Brasil busca aumentar o nível de integração com outros países e também o fluxo de comércio e das cadeias globais de valor. “ Nós estamos conversando sobre como aumentar o fluxo de comércio e como aumentar o fluxo de investimentos e a cooperação estratégica do Brasil com os demais países “, afirmou o ministro durante a abertura do seminário “NDB e o Brasil: Parceria Estratégica para o Desenvolvimento Sustentável”, em Brasília. O NDB é o Banco de Desenvolvimento do BRICS, grupo de países formado por Brasil, Rússia, Índia, China e África do Sul.

Guedes afirmou que o Brasil trabalha para que o aumento do fluxo de comércio venha acompanhado também de maior fluxo financeiro. “Não queremos apenas maiores fluxos de comércio. Queremos também maior fluxo financeiro. Queremos que essas parcerias tenham um maior impacto social no Brasil, aumentando a qualidade de vida e o poder de compra da população brasileira”, afirmou ao defender a maior integração das cadeias globais de valor.

Segundo o ministro, a integração deve abranger três níveis: comercial, investimentos e digital. ” O que mais precisamos hoje: investimento, investimento e investimento. O que vamos precisar no futuro: tecnologia, tecnologia e tecnologia”, enfatizou o ministro.

Investimentos no Brasil
O presidente do NDB, Kundapur Vaman Kamath, por sua vez, afirmou que “espera alcançar a meta de 4 a 5 bilhões de dólares em projetos aprovados até o final do próximo ano”. Atualmente, a carteira com o Brasil é de US$ 1,4 bilhões, 44% com setor público e 56% com o setor privado”, acrescentou o presidente do banco.

China e Índia
Ao comentar as relações entre Brasil e a China, o ministro explicou que “ o fluxo de comercio do Brasil com a China, por exemplo, era de US$ 2 bilhões de dólares na virada do século, hoje estamos negociando US 100 bilhões de dólares. É o nosso mais importante parceiro comercial, estávamos conversando sobre como podemos aumentar esse grau de cooperação”, disse.

Sobre as relações com a Índia, Guedes explicou que nosso fluxo comercial com o país ainda é pouco, mas o Brasil quer ampliar a integração com o país. “ Nós estamos conversando sobre como aumentar o fluxo de comércio e como aumentar o fluxo de investimentos. Nós temos Programa de Parceria de Investimentos (PPI), concessões, portos, aumentar investimento e a cooperação estratégica, tudo isso com possibilidades de financiamento do NDB”.

Seminário
O seminário discutiu entre outros temas oportunidades de investimento de infraestrutura no Brasil; papel do setor empresarial e sua relação com NDB nos futuros projetos de financiamentos no Brasil; objetivos e atuação com a abertura do novo escritório regional do NDB no Brasil; áreas-chave de operações do NDB e seus impactos, modalidades de financiamento, análise de risco dos investimentos. Um dos objetivos do evento foi difundir a atuação do banco e seu potencial de contribuição para o financiamento de projetos no Brasil e de aproximá-lo dos setores público e empresarial.

Durante o evento, ocorreu também a assinatura do memorando de entendimento entre o NDB e o BNDES.
Participaram da abertura do seminário hoje o secretário de Comercio Exterior e Assuntos Econômicos das Relações Exteriores, embaixador Norberto Moretti; o ministro da Economia, Paulo Guedes; o presidente do BNDES, Gustavo Montezano; o presidente do NDB, Kundapur Vaman Kamath; a diretora-geral do Instituto Rio Branco, embaixadora Stela Pompeu; e o presidente da Fundação Alexandre Gusmão, ministro Roberto Goidanech.

O evento também teve a participação dos secretários do Ministério da Economia: o secretário especial de Comércio Exterior e Assuntos Internacionais, Marcos Troyjo, no encerramento; e do secretário executivo da Câmara de Comércio Exterior, Carlos Pio; e do secretário de Assuntos Econômicos Internacionais, Erivaldo Gomes.

Fonte: Ministério da Economia


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O Ministério da Economia e o Ministério das Relações Exteriores Britânico (FCO) assinaram nesta terça-feira (20/8), em Brasília, Memorando de Entendimento (MoU) para projetos de cooperação em facilitação de comércio no âmbito do Prosperity Fund, o fundo interministerial do Reino Unido.
O Brasil vai receber até £ 20 milhões (cerca de R$ 100 milhões) do fundo para atuar em cinco frentes: inserção de micro, pequenas e médias empresas nas Cadeias Globais de Valor; maior eficiência dos portos; apoio da acessão do Brasil à Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Econômico (OCDE); além dos projetos de Propriedade Intelectual e de Regulação.

A assinatura do documento formalizou o compromisso das duas partes para trabalhar em conjunto. Pelo lado do Ministério da Economia, assinaram o secretário-executivo, Marcelo Guaranys, e o secretário especial de Comércio Exterior e Assuntos Internacionais, Marcos Troyjo. Da parte britânica, firmou o memorando o ministro do Departamento de Comércio Internacional do Reino Unido, Conor Burns.

Mais oportunidades

Brasil e Reino Unido assinam cooperação em facilitação de comércio
O Ministério da Economia e o Ministério das Relações Exteriores Britânico (FCO) assinaram nesta terça-feira (20/8), em Brasília, Memorando de Entendimento (MoU) para projetos de cooperação em facilitação de comércio no âmbito do Prosperity Fund, o fundo interministerial do Reino Unido.

O Brasil vai receber até £ 20 milhões (cerca de R$ 100 milhões) do fundo para atuar em cinco frentes: inserção de micro, pequenas e médias empresas nas Cadeias Globais de Valor; maior eficiência dos portos; apoio da acessão do Brasil à Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Econômico (OCDE); além dos projetos de Propriedade Intelectual e de Regulação.

A assinatura do documento formalizou o compromisso das duas partes para trabalhar em conjunto. Pelo lado do Ministério da Economia, assinaram o secretário-executivo, Marcelo Guaranys, e o secretário especial de Comércio Exterior e Assuntos Internacionais, Marcos Troyjo. Da parte britânica, firmou o memorando o ministro do Departamento de Comércio Internacional do Reino Unido, Conor Burns.

Mais oportunidades

O Ministério da Economia é um dos principais interlocutores do governo britânico para o Programa de Facilitação de Comércio, desenvolvido por vários órgãos públicos no Brasil. O objetivo é apoiar o desenvolvimento do país, aumentando a eficiência em operações de comércio exterior e criando oportunidades para um sistema de comércio mais inclusivo para empresas de diferentes portes.

A implementação da inserção internacional das empresas e a maior eficiência dos portos deverão começar em setembro deste ano. O projeto de Propriedade Intelectual está em fase de licitação e o projeto de Regulação encontra-se em fase de finalização do documento de escopo.

Com relação ao apoio à acessão do Brasil à OCDE, alguns projetos já se encontram em andamento. Em maio de 2019, o governo do Reino Unido e a OCDE assinaram Memorando de Entendimento, com o intuito de agilizar os projetos a serem executados pelo Secretariado da Organização.

Outros investimentos

O fundo britânico informou, ainda, que investirá em diversos setores, no Brasil, um total de £ 80 milhões (equivalentes a cerca de R$ 400 milhões) nas áreas de facilitação de comércio, ambiente de negócios, energia, cidades inteligentes, finanças verdes e saúde.

Esse valor é parte do £ 1,2 bilhão (aproximadamente R$ 6 bilhões) que o Prosperity Fund destinará até março de 2023 para impulsionar o crescimento econômico e o desenvolvimento sustentável de países em desenvolvimento.

Antes da assinatura, o ministro de Comércio Exterior do Reino Unido, Conor Burns, reuniu-se com o secretário especial Marcos Troyjo, no Ministério da Economia, para reafirmar a parceria chave bilateral e global com o Brasil.

Fonte: Ministério da Economia


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Cotação - Pequim – Porta-voz do Ministério das Relações Exteriores da China, Geng Shuang afirmou nesta segunda-feira que uma delegação do país ainda prepara uma viagem aos Estados Unidos para uma nova rodada de negociações comerciais. O funcionário, contudo, não respondeu uma questão sobre a data da viagem nem se o grupo será liderado pelo vice-premiê Liu He.

News - O porta-voz chinês comentou que os EUA já fizeram ameaças de tarifas “muitas vezes” anteriormente, em referência às mensagens do presidente americano, Donald Trump, que no domingo anunciou pelo Twitter mais tarifas contra produtos chineses e disse que há dificuldade nas negociações com Pequim.

Transporte de Carga Aérea - Geng afirmou que autoridades na China tentam “conseguir mais informação sobre a situação relevante”, mas acrescentou que a delegação está sendo preparada. Na semana passada, autoridades americanas chegavam a dizer que um acordo seria algo iminente. Fonte: Dow Jones Newswires.

Bolsa de Hong Kong: Hang Seng abre em baixa de 2,44%

Contato D-Log - O índice referencial da Bolsa de Valores de Hong Kong, o Hang Seng, abriu nesta segunda-feira (data local) em baixa de 2,44%, aos 29.346,56 pontos.

Fonte: https://exame.abril.com.br/economia/china-ainda-se-prepara-para-ir-aos-eua-discutir-comercio/


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Empresa de Logística em São Paulo - Brasília – O presidente Jair Bolsonaro chegará na segunda-feira ao Fórum Econômico Mundial de Davos, onde fará a sua estreia internacional e apresentará “um Brasil diferente” com uma agenda baseada em reformas econômicas, luta anticorrupção e livre-comércio sem distinções ideológicas, segundo ele.

Operador Logístico Multimodal - Bolsonaro será uma das principais atrações na cidade alpina suíça em meio às ausências de outros líderes como o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump; o presidente da França, Emmanuel Macron; e a primeira-ministra britânica, Theresa May, entre outros.

Agente de Carga - Pelas redes sociais, Bolsonaro já antecipou que passará a imagem de um país “diferente”, “livre das amarras ideológicas e da corrupção generalizada”.

Operador Logístico de Carga - “Mostrarei nosso desejo de fazer comércio o mundo todo, prezando pela liberdade econômica, acordos bilaterais e saúde fiscal”, completou o governante. Também está previsto que Bolsonaro faça um pronunciamento em defesa da democracia.

Termos e Procedimentos - Acompanharão o presidente os ministros da Economia, Paulo Guedes; de Justiça e Segurança Pública, Sérgio Moro; das Relações Exteriores, Ernesto Araújo; e um de seus filhos, o deputado federal Eduardo Bolsonaro (PSL-SP).

Air Freight - Guedes deverá expor as principais linhas do seu plano econômico, sustentado em reformas estruturais, privatizações e contenção dos gastos públicos.

Companhia - Nessa missão de reduzir o grande e crônico déficit fiscal, o governo apresentará diante dos líderes mundiais o esboço da reforma da Previdência que pretende levar ao Congresso em meados de fevereiro.

Operador Multimodal de Carga - Até o momento foram divulgados poucos detalhes do projeto, mas já se sabe que Bolsonaro aproveitará grande parte do texto que o ex-presidente Michel Temer tentou aprovar, sem sucesso, e no qual se estabelece uma idade mínima.

Cotação - Guedes pretende incluir a criação de um regime de capitalização individual, similar ao adotado pelo Chile, no qual cada trabalhador financia a própria aposentadoria com o que consegue acumular ao longo dos anos de contribuição.

Agente de Carga Internacional - O combate à corrupção será outra das bandeiras defendidas por Bolsonaro em Davos, esta compartilhada com Moro, que até o ano passado era o juiz federal à frente da operação Lava Jato.

Air Freight - A grave crise na Venezuela também deve ser abordada pelo presidente brasileiro, que nesta semana se reuniu em Brasília com os principais líderes da oposição ao governo de Nicolás Maduro. Bolsonaro prometeu a eles que o Brasil fará “todo o possível para que a democracia seja restabelecida” no território venezuelano.

Operador Logístico de Carga - A delegação brasileira também contará com o chanceler Ernesto Araújo, adversário declarado do globalismo. Bolsonaro também desconfia das grandes alianças globais, prova disso são as críticas feitas ao Acordo de Paris – embora tenha optado por permanecer nele -, e ao recém-aprovado pacto migratório da ONU, do qual decidiu retirar o Brasil.

Selo Infraero - Eduardo Bolsonaro também acompanhará o seu pai nos assuntos de política externa, como já fez durante o período de transição, quando viajou sozinho aos Estados Unidos e ao Chile.

Sea Freight - Durante a ausência de Jair Bolsonaro, o vice-presidente, Hamilton Mourão, ficará a cargo da Presidência. Esta será a primeira vez desde a ditadura militar que haverá um general, mesmo que da reserva, como presidente em exercício do Brasil.

Fonte: https://exame.abril.com.br/economia/bolsonaro-viaja-a-davos-com-reforma-combate-a-corrupcao-e-livre-comercio/


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