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Futuro ministro dos Transportes, pasta que será reforçada com as secretarias de Aviação Civil e Portos, o deputado Maurício Quintella Lessa (PR-AL) disse que fará um levantamento com a intenção de identificar mais empreendimentos que possam ser privatizados ou concedidos, para além daquilo mapeado no Programa de Investimentos em Logística (PIL) do governo Dilma Rousseff. Ele também comentou a necessidade de reforços de caixa.

O GLOBO – Qual a prioridade para a gestão dos Transportes?

QUINTELLA – Vamos ter de fazer uma avaliação com Planejamento e Fazenda para ver qual a situação do ministério, confrontar com o que se pretende e se adequar à realidade do país. Em relação à infraestrutura, faremos um esforço grande para concessionar e privatizar o que for possível. Mas, para isso, depende muito da confiança do mercado, porque é preciso ter um interessado. Temos expectativa grande de que a confiança no país melhore e melhore rápido. Com mais credibilidade, eu não tenho dúvida de que nossa infraestrutura vai atrair muita gente interessada em investir. Na aviação civil, já temos quatro aeroportos encaminhados para concessão, Salvador, Fortaleza, Porto Alegre e Florianópolis, e alguns também no interior de São Paulo. Nós deveremos acelerar isso onde for possível e onde houver viabilidade técnica e econômica.

O governo Dilma já tem um plano de concessões. Ele será ampliado?

Eu acho que sim. A fala do núcleo mais próximo de Temer vem com esse discurso de que vamos avançar no máximo que pudermos as privatizações e concessões. Não posso precisar ainda o quê, mas a ideia é essa. É garantir investimentos o mais rápido possível. Se temos restrição fiscal no Brasil, temos de procurar parceiros. Mas, ao sairmos para procurar esses parceiros, temos de melhorar a confiança e a estabilidade por aqui. Esperamos fazer isso com as medidas que serão tomadas e que, sem dúvida, o Congresso vai aprovar, o mais rápido possível. Isso é a curto prazo.

A escassez de recursos tem comprometido obras em rodovias e ferrovias.

Temos informação de que o colegiado do Dnit teria paralisado 61 obras por falta de orçamento financeiro neste ano. Hoje, há recursos apenas para manutenção, praticamente nada para investimento. Mesmo em manutenção, os contratos que terminarem durante o ano não seriam renovados. Em ferrovias, hoje (ontem) fiz uma reunião com o pessoal da Valec para ter uma visão geral. Do ponto de vista financeiro, a Valec não tem mais dívidas. A Ferrovia Norte-Sul tem trechos andando, mas alguns também lentamente por falta de recursos. A Ferrovia de Integração Oeste-Leste (Fiol) é que está mais problemática, com grande parte praticamente paralisada. Agora, vamos esperar o governo novo chegar para definir. A gente precisa saber qual é a situação real, se esse orçamento tão limitado vai se confirmar ou se nós vamos ter perspectiva de incremento de orçamento durante o ano. Vamos priorizar os trechos de rodovias e ferrovias mais importantes, mas tudo vai depender de orçamento. Na área de portos, eu ainda não conversei com as pessoas de lá para saber.

O ministério atualmente é tocado pelo seu partido, o PR. Isso torna a transição mais fácil?

Com certeza. Ontem (terça-feira), eu já conversei bastante com o ministro Antônio Carlos Rodrigues. A secretária-executiva, Natália Marcassa, vai ser responsável por fazer a transição, permanecendo um tempo.

Fonte: O Globo


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Localizada no Rio Grande do Sul, a Lagoa dos Patos é a maior laguna da América do Sul. São 265 km de comprimento, 60 km de largura, sete metros de profundidade e mais de 10 mil km² de superfície. Situada entre Porto Alegre (RS) e Rio Grande (RS), ela possui algumas vantagens, como ter a área protegida de fortes ventos pelo fato de estar entre duas faixas continentais. Além disso, desemboca no oceano Atlântico. As características peculiares foram propícias para o desenvolvimento de um dos portos mais estratégicos do país: o Porto do Rio Grande (RS).

“Temos águas profundas e abrigadas de tempestades. Trata-se de um ambiente favorável para o surgimento de um porto. Foram necessárias muitas obras de infraestrutura para que ele se desenvolvesse, mas a natureza deu o primeiro empurrão”, conta o diretor-técnico, Darci Antônio Tartari. O porto é dividido em três terminais estratégicos: porto público, zona portuária de São José do Norte e superporto. Este último, situado em uma área de 8 km de cais de atracação, abriga 15 terminais especializados – arrendados ou de uso privativo. Lá, encontra-se o Terminal de Contêineres, operado pela Wilson Sons, área visitada pela reportagem da CNT em outubro.

Responsável por cerca de 20% da movimentação total de Rio Grande em 2017, o terminal fez do porto um dos cinco principais hubs brasileiros, ao lado dos portos de Santos (SP), Itaguaí (RJ), Suape (PE) e Pecém (CE). As informações são do Syndarma (Sindicato Nacional das Empresas de Navegação Marítima). Ainda que a Antaq (Agência Nacional de Transportes Aquaviários) não classifique formalmente os portos brasileiros dessa maneira, a nomenclatura vem sendo cada vez mais utilizada entre o setor aquaviário.

Na prática, o termo “porto hub” é usado exclusivamente para a movimentação de contêineres. Esse tipo de porto concentra grande quantidade de carga por ter características diferenciadas, como posição geográfica estratégica, maior profundidade e capacidade adequada para atender a navios de maior porte. Os hubs possuem relação direta com outros tipos de portos, os feeders, terminais de menor porte que alimentam e são alimentados pelos hubs, levando produtos brasileiros de exportação e redistribuindo as mercadorias importadas.

“Os feeders são portos que não têm profundidade suficiente, logo, não podem receber grandes embarcações. Por isso, eles recebem navios menores, que são carregados de contêineres, e os transportam para portos com maior capacidade, os hubs. Lá, a carga é descarregada em um armazém para, posteriormente, ser recolocada em supernavios e enviada, finalmente, a outros países”, explica o vice-presidente-executivo do Syndarma, Luiz Fernando Resano.

É exatamente essa logística que acontece no Porto do Rio Grande. Navios menores desembarcam no Terminal de Contêineres com toda a sorte de cargas provenientes, sobretudo, dos portos da Argentina e do Uruguai. Segundo dados do terminal, entre as principais cargas importadas da Argentina, estão caranguejos congelados, milho, ervilhas secas em grãos, ligas de alumínio, madeira em tora, minérios, moluscos e carnes. Do Uruguai o Brasil importa couro, cosméticos, farinha, fígado de bovinos, madeira e lã, por exemplo. Ao chegarem ao terminal, os contêineres são descarregados em um grande armazém de 20 mil m². Após um fluxo detalhado, as cargas são depositadas em navios maiores que seguem para 90 rotas de exportação, no total.

O diretor de infraestrutura do porto, Paulo Somensi, explica que o terminal tem rotas regulares e semanais, algo que ele compara com linhas de ônibus, que, independentemente do número de passageiros, vão passar no mesmo horário e no mesmo local. “Os contêineres têm rotinas. O armador vai ao terminal para carregar ou descarregar, com ou sem carga. Ele cumpre a linha. Esse é o compromisso de que o exportador precisa. Ele tem necessidade de saber que vai receber a mesma carga todo mês, porque a linha é fixa”, acrescenta. Segundo o diretor, a localização do Porto do Rio Grande é estratégica para esse tipo de transação, que pode ocorrer tanto na exportação quanto na importação.

Portos feeder
Além dos portos hub, o Brasil possui diversos portos feeders. O vice-presidente-executivo do Syndarma explica que, se fizer conexão com um porto maior, o menor pode ser considerado feeder. Ele cita como exemplos os portos de Itajaí (SC), Navegantes (SC), Rio de Janeiro (RJ), Salvador (BA) e Vitória (ES). A movimentação de contêineres deste último é feita no TVV (Terminal de Vila Velha), administrado pela Log-In.

Em razão da dificuldade de receber navios de grande porte, uma vez que a profundidade da Baía de Vitória é de 9,5 metros, o terminal opera com navios menores, os chamados shuttle, que prestam serviços feeder e transportam contêineres para os portos de Santos e do Rio de Janeiro, e vice-versa. O diretor-geral de terminais, Ilson Hulle, explica que o TVV opera com duas linhas fixas semanais (Vitória-Santos-Rio de Janeiro e Vitória-Santos).

“Trabalhamos tanto com exportação quanto com importação. O estado do Espírito Santos tem grande vocação para exportação de café, mármore, granito, pimenta e produtos do agronegócio. Para isso, enviamos a mercadoria pelo serviço feeder até os portos maiores. De lá, grandes navios seguem para mercados internacionais. Já no fluxo da importação, nossos principais produtos são pneus, maquinários e tecidos. Nesse caso, a lógica é inversa. Os produtos vêm do exterior, são descarregados em Santos e trazidos em navios menores até o Espírito Santo”, diz.

De acordo com Hulle, assim como no Porto do Rio Grande, cerca de 90% das cargas que chegam e saem do terminal são transportadas por rodovias. Ele explica que as cargas importadas abastecem, principalmente, estados como Espírito Santo, Minas Gerais, Bahia, Rio de Janeiro, São Paulo e Goiás. Já as cargas exportadas, são enviadas basicamente para países da Europa, Ásia e América do Norte.

Ele ressalta a importância do porto para a região. “O terminal é fundamental. Se ele não existisse, o modal rodoviário seria ainda mais sobrecarregado, sem falar no preço do frete, que seria maior. O porto tira a carga da rodovia, evitando acidentes, fomenta um modo ambientalmente mais eficiente, sem falar que é um transporte mais produtivo e econômico”, conclui.

Fonte: Agência CNT de Notícias


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Agente de Carga - Com um discurso pró-mercado, mas sem detalhes, o presidenciável Jair Bolsonaro foi interrompido por aplausos diversas vezes no debate com pré-candidatos ao Planalto promovido pela Confederação Nacional da Indústria (CNI) na capital federal.

Companhia - O deputado defendeu uma agenda liberal com a ampliação do poder da iniciativa privada na economia, mas não conseguiu dar detalhes de nenhuma de suas propostas. Aos empresários, repetiu ideias como a de pôr militares em eventual Ministério e anunciou que já tem o apoio de 110 deputados.

Newsletter - No discurso no evento, Bolsonaro usou expressão que ficou famosa na boca de Donald Trump. “Queremos dar a grande sinalização de que nós podemos fazer o Brasil grande”, disse. Nos Estados Unidos, um dos motes de Trump era o de que é possível “Fazer a América grande de novo”.

Operador Logístico de Carga - Para o pré-candidato, o Brasil está “praticamente insolvente” diante do grande comprometimento do Orçamento com despesas obrigatórias. Com esse diagnóstico, Bolsonaro defendeu que é preciso reduzir o tamanho do Estado e é preciso discutir a Reforma da Previdência, mas criticou a proposta do também presidenciável Henrique Meirelles. “É um remendo novo em calça velha”, disse.

Trabalhe na D-Log - Mesmo ao ser questionado sobre as propostas para temas importantes para a plateia formada por empresários – como iniciativas para aumentar a competitividade da indústria ou ampliar acordos internacionais, o pré-candidato deu respostas genéricas e não forneceu detalhes.

Rodoviário - “Será que a gente precisa entender de tudo? Quem botou o Brasil nessa situação caótica foram os economistas”, disse. “O presidente é como um técnico. Ele não vai jogar bola”, completou. “Tenho levado os problemas da economia como se fosse um dono ou uma dona de casa”, disse.

Prêmios e Certificados - Sobre comércio exterior, por exemplo, o deputado disse que procurará novos parceiros comerciais, como Israel, e acusou o Mercosul que “passou a ser uma arma para que o nosso Brasil integre o Boliviarismo”.

Transporte de Carga Aérea - Ao comentar a entrada da Venezuela no grupo, o pré-candidato disse que a ex-presidente Dilma Rousseff “tomava decisões com base na inteligência de Cuba e Venezuela”. “No caso da Dilma, mais grave que a corrupção é a questão ideológica”.

News - Um dos poucos detalhes fornecidos por Bolsonaro foi sobre a intenção de reduzir o número de ministérios para número próximo de 15. Um dos que passariam por fusão seria o de Agricultura com o de Meio Ambiente. Nesse ministério mais enxuto, vários escolhidos seriam militares. “Vou botar alguns generais em alguns ministérios. Qual é o problema? Governos anteriores colocavam terroristas e corruptos e ninguém falava nada”, disse.

Operador Multimodal de Carga - Além da defesa, o pré-candidato disse que poderia colocar militares no ministério dos Transportes e na Ciência e Tecnologia. “Tenho falado com Marcos Pontes, o nosso astronauta, para ir para lá”, disse.

Supremo

Operador Logístico - O pré-candidato aproveitou para criticar recente decisão monocrática do ministro Ricardo Lewandowski. “Será uma liminar ideológica? Acho que é mais ideológica, para garantir emprego dos companheiros que o indicaram para lá”, disse, ao lembrar de sua proposta de aumentar o número de cadeiras no Supremo em dez. “É um recado que estou dando. Com esse supremo, vai ficar ingovernável”, disse.

Site desenvolvido pela Lima & Santana Propaganda - Bolsonaro disse ainda que, quanto mais críticas recebe, mais provável é sua vitória no primeiro turno. “Acho que a gente tem tudo para ganhar no primeiro turno”, disse, ao comentar que vai participar “de todos os debates”.

Transporte de Carga Aérea - “Estou ansioso por esse dia”, disse, ao comentar o último debate realizado pela Rede Globo. “Vamos conversar porque afinal de conta eles (TV Globo) precisam do governo”, disse.

Operador Logístico - Ao ser questionado por alguns dos industriais, Bolsonaro disse ser contra o sistema de cotas raciais na educação. “Sou contra cota; Somos iguais, somos competentes”, disse. “Os senhores podem errar comigo, com os outros já erraram”.

Fonte: https://exame.abril.com.br/brasil/bolsonaro-defende-agenda-pro-mercado-mas-nao-detalha-propostas-em-debate/


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D-Log conquista selo de Eficiência Logística - A greve dos caminhoneiros, deflagrada nas últimas duas semanas de maio, influenciou o consumo de energia nos principais setores industriais do País, que registraram queda de 2,4% no período, segundo análise da Câmara de Comercialização de Energia Elétrica (CCEE).

Contato D-Log - De acordo com a entidade, os ramos de atividade mais prejudicados pela paralisação foram o alimentício, com queda no consumo de energia de 39,5% no período entre 23 e 31 de maio, bebidas (-31%), veículos (-28,6%), manufaturados diversos (-24 2%), madeira, papel e celulose (-22,7%) e de minerais não metálicos (-21,6%).

Air Freight - A análise mostra que no período anterior ao da paralisação, entre 1º e 22 de maio, estes mesmos segmentos apresentaram aumento no consumo de energia: alimentícios (+1,5%), bebidas (+7%), veículos (+5,7%), manufaturados diversos (+3,3%), madeira papel e celulose (+6,4%) e minerais não metálicos (4,7%). “Isso confirma o impacto significativo da greve no desempenho da indústria no último mês”, concluiu.

Operador Multimodal de Carga - Com isso, no consolidado do mês de maio, o setor alimentício, por exemplo, consumiu 10,9% menos energia ante igual etapa de 2017, enquanto o de bebidas diminuiu sua demanda em 4,7% e o automotivo recuou em 4,7%.

Site desenvolvido pela Lima & Santana Propaganda - Dentre os setores menos afetados pela greve estão o de transportes, que encerrou o mês com alta de 1,1%; saneamento (+1 2%); extração de minerais metálicos (+0,5%); telecomunicações (+0,2%).

Rodoviário - Em nota divulgada nesta segunda-feira, a CCEE informa que o consumo de energia em todo o País ficou estagnado (0,0%) frente à demanda por energia no mesmo período de 2017. Dados prévios informados pela própria instituição tinham indicado uma queda de 0,8% no consumo de energia em maio.

Operador Logístico Multimodal -

Fonte: https://exame.abril.com.br/brasil/industria-reduz-consumo-de-energia-em-24-por-causa-de-greve-diz-ccee/


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Multimodal Logistics Operator Brazil - Rio – O Banco Nacional do Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) publicou em seu site um estudo mostrando que não há evidência suficiente para a acusação de que teria sido um dos estopins para a greve dos caminhoneiros, que durou dez dias e teve impactos graves na economia.

Empresa de Logística em São Paulo - Alguns economistas apontaram como a origem da greve a expansão da frota de caminhões ocorrida no período entre 2009 e 2015, quando vigorava o Programa de Sustentação do Investimento (PSI), que teria tido impacto no preço do frete para baixo, não deixando espaço para aumento de custos.

Clientes D-Log - O frete, no entanto, segundo dados fornecidos ao BNDES pela Agência Nacional de Transportes (ANTT), entre 2011 e 2016 tinha preço médio de R$ 150,1 para distâncias médias de 800 quilômetros, valor superior aos R$ 140 em 2016. “Qualquer excesso de oferta deveria, a rigor, reduzir o preço relativo do produto. No entanto, nota-se que o preço relativo do frete não teve o esperado movimento baixista”, explica o banco. “Não há evidência suficiente que ampare a existência de um significativo excesso de oferta de caminhões no Brasil”, diz o estudo, informando que no período 2011-2017, a frota nacional de caminhões teve um incremento modesto, de 2,8% ao ano.

Dietrich Logistics - O PSI, criado em 2009 para estimular a produção após a crise de 2008, que reduziu em cerca de 20% os investimentos no Brasil,praticava taxas de juros variáveis, sendo a mais baixa verificada entre setembro e dezembro de 2012, de 2,5% ao ano, a mais criticada por economistas. A taxa porém foi sendo elevada gradativamente, até chegar em 2015 com 8% ao ano. Mesmo com a taxa baixa houve uma retração de 38% em 2012 na produção de ônibus e caminhões no País e os licenciamentos caíram 19%, informa o banco.

News - O estudo cita um artigo do economista-sênior da LCA Consultores e pesquisador associado do Ibre/FGV, Bráulio Borges, que lembra um evento na passagem de 2011 para 2012 que provocou a antecipação da produção de caminhões. Na época foi anunciada a transição obrigatória da tecnologia de motores a diesel por modelos menos poluentes, o que elevaria o custo de produção entre 15% e 20%.”Dessa maneira, houve forte antecipação da produção nos meses finais de 2011, com consequente queda a partir de 2012″, explica o BNDES, afirmando que para compensar essa queda, a taxa de juros foi ajustada para 2,5% ao ano no quarto trimestre, contra 5,5% praticada no trimestre anterior.

Companhia - O banco admite porém que o BNDES elevou sua importância no escoamento da produção de ônibus e caminhões durante o PSI. Entre 2009 e 2015, o BNDES respondeu por pouco mais de 70% dos fluxos de financiamento para vendas de caminhões e ônibus. Com o fim do PSI e, posteriormente, a introdução da TLP, a participação do BNDES caiu para 58% no segmento.

Multimodal Logistics Operator Brazil - O estudo ainda ressalta que o aumento de custos para os caminhoneiros, na verdade, ocorreu em 2018, com os sucessivos aumentos dos diesel. Desde julho de 2017 a Petrobras, dona de 98% do mercado de refino no Brasil, ajusta o preço do diesel e da gasolina em paridade com o mercado internacional. No caso do diesel a alta, antes da greve dos caminhoneiros, girava em torno dos 56%.

Operador Multimodal de Carga - “Os preços dos fretes não tiveram queda significativa, mas sim oscilaram em torno de uma média”, afirma o estudo. “O desempenho frustrante da atividade, associado ao aumento dos custos de ocorridos recentemente, parecem hipóteses mais promissoras na explicação do fenômeno ocorrido nos últimos dias de maio”, conclui o banco.

Fonte: https://exame.abril.com.br/economia/bndes-publica-estudo-para-mostrar-que-nao-teve-culpa-na-greve/


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Segundo o Boletim Informativo Aquaviário do 1º Trimestre de 2018, produzido pela Gerência de Estatística e Avaliação de Desempenho da Agência Nacional de Transportes Aquaviários – ANTAQ, os portos organizados e terminais de uso privado (TUP) do país movimentaram 249,2 milhões de toneladas no período. O resultado representa queda de 0,5% (1,2 milhão de toneladas) em relação ao primeiro trimestre de 2017.

Considerando apenas a movimentação dos terminais privados, houve queda de 2,3%, em comparação a igual período do ano passado. Já nos portos públicos, houve crescimento de 3,2%, com relação a igual período de 2017. Para o gerente de Estatística e Avaliação de Desempenho da ANTAQ, Fernando Serra, o número é um indicativo de que o setor está apto a atender às demandas do mercado brasileiro nos movimentos internos e nas exportações e importações.

Entre os grupos de mercadorias de maiores movimentações no primeiro trimestre de 2018, destaque para o minério de ferro, com 87,5 milhões de toneladas, mas queda de 6,3%, e petróleo (48,7 milhões de toneladas e decréscimo de 1,1% com relação a igual período do ano anterior). Os contêineres foram a terceira carga mais movimentada, com 26,4 milhões de toneladas e crescimento de 11,5%, com expansão de 14% nas importações e de 9,7% nas exportações.

Outros produtos que merecem destaque no primeiro trimestre de 2018 foram o milho, com 3,7 milhões de toneladas movimentadas e aumento expressivo de 88,2%, e a soja, com 24,2 milhões de toneladas e aumento de 5,1% em relação a igual período do ano passado. O granel sólido continuou com sua participação significativa na movimentação de cargas do país, representando 61,8% do total movimentado no período.

Os dez principais portos organizados em movimentação de cargas brutas operaram aproximadamente 72,2 milhões de toneladas, o que corresponde a 85,9% da movimentação total dos 30 portos organizados que registraram movimentos de cargas nesse primeiro trimestre de 2018.

“O bom desempenho das cargas de petróleo (+7,4%), contêineres (+15,5%) e de milho (+80,6%), que se recuperou de uma queda de 81,6% nas exportações do produto para o 1° trimestre de 2017, foi suficiente para ultrapassar as perdas de movimentação em outros tipos de mercadorias e puxar o crescimento nos portos públicos”, informou o gerente de Estatística e Avaliação de Desempenho da ANTAQ, Fernando Serra.

Entre os portos organizados que apresentaram crescimento na movimentação de cargas no período, em comparação ao primeiro trimestre de 2017, estão os de Paranaguá, com 13,8%, Santos (9,3%), Santarém (31,4%) e São Francisco do Sul (3,9%). Já entre os portos que apresentaram queda estão os de Itaguaí, com redução no volume total de 4,6% e de 8,9% na movimentação de minério de ferro, sua principal mercadoria, e o de Vila do Conde, com recuo de 20,7%.

Com relação ao Porto de Santos, foram movimentados no período 25,1 milhões de toneladas de cargas brutas, com destaque para o milho, com crescimento de 192,3%, pasta de celulose (74,1%) e contêineres (14,5%).

Nos terminais de uso privado, a movimentação de cargas registrou 165,1 milhões de toneladas brutas. Esse volume é 2,3% menor do que o registrado no primeiro trimestre de 2017, refletindo a queda na movimentação de minério de ferro (5,9%), petróleo (3,0%) e bauxita (2,4%).

Tipos de navegação

Na navegação de longo curso, as cargas apresentaram movimento de 179,7 milhões de toneladas, representando queda de 1,9% em comparação ao 1º trimestre de 2017, sendo 33,6 milhões de toneladas de cargas de importação e 146,1 milhões de toneladas de cargas de exportação, com esta última representando 81,3% do total de cargas movimentadas.

Na navegação de cabotagem, que movimentou 53,6 milhões de toneladas, a queda foi pequena: 0,9% em relação ao primeiro trimestre do ano passado. As principais mercadorias movimentadas na cabotagem, em participação, foram petróleo, que representou 62,1% do total, contêineres (11,8%) e bauxita (10,4%).

Já a movimentação de contêineres na cabotagem registrou alta de 12,8% no primeiro trimestre deste ano, em relação a igual período de 2017. Entre as principais instalações portuárias que movimentaram esse perfil de carga, na cabotagem, destaque para o Porto de Salvador, com aumento de 101,8%, e o Porto Chibatão (+27,6).

Na navegação interior, a movimentação portuária correspondeu a 14,5 milhões de toneladas, representando crescimento de 20,6% em comparação ao movimentado no primeiro trimestre de 2017. Esse bom desempenho se deve ao crescimento de 422,7% na movimentação de bauxita, aumento de 52,8% em pasta de celulose, bem como a boa performance da soja – principal mercadoria operada nesse tipo de navegação – que registrou aumento de 11,7%.

Fonte: ANTAQ


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Agente de Carga - Niterói – Possível beneficiado pela desistência do ex-presidente do Supremo Tribunal Federal (STF) Joaquim Barbosa, cotado para disputar a Presidência da República pelo PSB, partido de quem é aliado em São Paulo, o pré-candidato do PSDB, Geraldo Alckmin, disse lamentar a decisão do ex-ministro, que alegou motivos pessoais para desistir da corrida presidencial.

Serviços - Segundo o tucano, estão ocorrendo muitas conversas, mas as alianças só devem ser conhecidas em julho – e Barbosa poderá participar de outra forma.

D-Log 21 anos - “É uma perda, porque precisamos de novas lideranças como ele, com mais participação e serviços para o Estado. Tenho certeza que, se não for como candidato, a participação dele será de outra forma”, afirmou.

Operador Logístico Multimodal - Depois de falar a uma plateia de prefeitos da 73ª Reunião Geral da Frente Nacional de Prefeitos (FNP), Alckmin visitou os estandes de empresas de serviço públicos, como limpeza, saneamento, telecomunicações e transportes, que patrocinam o evento. Além disso, tirou fotos com correligionários e prefeitos.

Lula

Rodoviário - Questionado sobre as conversas que tem tido com o presidente Michel Temer, Alckmin negou que esteja negociando qualquer tipo de indulto para o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva e para o próprio Temer, cuja investigação pela Procuradoria Geral da República (PGR) foi prorrogada.

Transporte Aéreo de Animais - “Decisão judicial se cumpre”, declarou. O ex-governador defendeu o diálogo, a exemplo do que já havia feito o presidente da Câmara, Rodrigo Maia (DEM-RJ), que também participou do evento.

Fonte: https://exame.abril.com.br/brasil/saida-de-barbosa-da-corrida-presidencial-e-uma-perda-diz-alckmin/


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O terminal de logística de cargas (Teca) do Aeroporto Internacional de Boa Vista/Altas Brasil Cantanhede (RR) registrou crescimento de 77% na movimentação de cargas para importação no primeiro trimestre de 2018, em comparação com o mesmo período do ano passado. Entre janeiro e março de 2017, foram contabilizadas 271,7 toneladas, ante 482,3 toneladas processadas neste ano. Agente de Carga.

O superintendente do aeroporto de Boa Vista, George Torres dos Santos, credita o aumento nas importações à variação cambial aliada à grande procura por produtos importados, sobretudo provenientes da China, Miami e Venezuela, em face da melhoria da atividade econômica local. Dentre os produtos mais importados para o complexo logístico destacam-se centrais de ar-condicionado, computadores e produtos de informática, eletroeletrônicos, peças de reposição de motos, embalagens plásticas e cubas de ovos.

“O aumento registrado é importante para a Infraero e para o estado de Roraima, pois possibilita o incremento das receitas da atividade de carga aérea e evidencia a melhoria da atividade econômica. Para o restante do ano, a nossa expectativa é um grande aumento no volume registrado das importações, que contribuirá mais eficazmente para o atingimento das metas definidas pela Infraero”, explica o gestor.

O Terminal de Logística de Carga do Aeroporto de Boa Vista foi inaugurado em 1º de outubro de 2012, impulsionado pela criação da Área de Livre Comércio (ALC) e da Zona de Processamento e Exportação (ZPE), e conta com uma área atual construída de 500 m². Pelo Teca circulam cargas oriundas principalmente da Venezuela via modal rodoviário e da cidade de Manaus, transportadas via marítima de países como China, Estados Unidos e Panamá.

O tipo de carga recebida no terminal possibilita o abastecimento de todo o estado de Roraima com matérias primas, produtos domésticos, eletroeletrônicos, materiais de construção. Para auxiliar nos transportes, o Teca dispõe de empilhadeiras, transpaleteiras, carrinhos hidráulicos, além de outros equipamentos de infraestrutura.

Complexos logísticos da Infraero

A rede de terminais de logística de carga da Infraero possui, em seu parque tecnológico, equipamentos de última geração e moderna e completa infraestrutura para receber os mais diversos tipos de carga e garantir que sejam movimentadas e armazenadas com agilidade e total segurança. Esses terminais contam com câmaras frigoríficas, instalações para carga viva, áreas especiais para cargas valiosas, material radioativo e demais artigos perigosos.

As operações dos terminais de logística de cargas da Infraero apresentaram crescimento de 19,5%, saltando de 104,5 mil toneladas em 2016 para 124,8 mil toneladas em 2017.

Fonte: Portal SEGS


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Liderados pela CNT (Confederação Nacional do Transporte), representantes do setor transportador brasileiro se reuniram na tarde desta quarta-feira (4), em Brasília, com o ministro da Segurança Pública, Raul Jungmann. Na ocasião, foi entregue ao novo chefe da pasta um dossiê com o panorama da situação alarmante de insegurança que vem afetando a atividade transportadora no país, nos últimos 20 anos. Também foi solicitado que sejam priorizadas políticas públicas de enfrentamento do problema.

O ministro, mostrando-se sensível às demandas dos transportadores, comprometeu-se a intensificar as ações no âmbito do Comitê Gestor da Política Nacional de Repressão ao Furto e Roubo de Veículos e Cargas, que está vinculado ao Ministério Extraordinário da Segurança Pública, cujas atividades foram retomadas nesta semana.

“Estamos cientes da insegurança que os transportadores vivem em termos de roubos de cargas e incêndios, além de questões mais agudas, como são os casos do Rio de Janeiro e da Amazônia. Nós vamos retomar o grupo de trabalho, que já vinha trabalhando a respeito das soluções para os problemas. Eu quero aqui deixar minha mensagem àqueles que fazem transporte no Brasil de que o Ministério está preocupado com isso e vai buscar alternativas. Em breve, nós vamos convidar novamente os dirigentes para discutir alternativas e soluções que deem mais segurança aos que transportam as riquezas do país”, declara.

No campo legislativo, Jungmann também afirmou que dedicará atenção aos projetos de lei sensíveis ao setor que estão tramitando no Congresso Nacional, como o PL nº 1.572/2007, que propõe o aumento das penas para crimes de incêndio, explosão, atentados contra serviços de transporte; e o PLS nº 321/2017, que aumenta a pena para os crimes de roubo e receptação qualificada quando visarem a algo proveniente do transporte de cargas.

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Participaram da audiência o vice-presidente da CNT e presidente do Conselho Diretor da NTU (Associação Nacional das Empresas de Transportes Urbanos), Eurico Galhardi – representando o presidente da CNT, Clésio Andrade; o presidente da seção do Transporte Rodoviário de Cargas da CNT e presidente da Fetcesp (Federação das Empresas de Transporte de Cargas do Estado de São Paulo), Flávio Benatti; o presidente da Fetranscarga (Federação do Transporte de Cargas do Estado do Rio de Janeiro), Eduardo Rebuzzi; o presidente da seção do Transporte Rodoviário de Passageiros da CNT e presidente da Fetronor (Federação das Empresas de Transporte de Passageiros do Nordeste), Eudo Laranjeiras; e o presidente da Fetramaz (Federação das Empresas de Logística, Transporte de Agenciamento de Cargas da Amazônia), Irani Bertolini.

Nas falas dos representantes do setor, eles expuseram que a escalada da violência e do crime organizado, em todo o país, tem colocado em risco as atividades do transporte e a prestação de serviços à sociedade. Ao final, eles também se colocaram à disposição do novo ministério para ajudarem nesse enfrentamento. Os prejuízos em decorrência de roubos de cargas, assaltos e incêndios a ônibus, pirataria na Região Norte e outros problemas de insegurança totalizam mais de R$ 18 bilhões.

 


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O furacão Harvey, que atingiu a costa do estado americano do Texas em 25 de agosto de 2017 e avançou para outros estados próximos no formato de tempestade tropical, causou mortes, provocou inundações, alagamentos, quedas de energia, incêndios, suspensão dos sistemas de transportes, e o fechamento de aeroportos e dos principais portos do Estado (Houston, Galveston e Freeport). Agente de Carga.

Consultorias especializadas estimam que os prejuízos financeiros com o Furacão Harvey podem chegar a US$ 160 bilhões, representando o desastre natural mais caro da história dos EUA.

Uma semana após a chegada do furacão, os portos texanos foram reabertos, mas o tráfego de embarcações ainda é limitado. O porto de Houston, o segundo mais movimentado do país, de onde mais de 70% das exportações dos Estados Unidos são embarcadas e por onde chegam muitas importações, foi o mais atingido e suas operações ainda não foram normalizadas.

Importadores e exportadores brasileiros com cargas em trânsito na região atingida pelo Harvey, principalmente no porto de Houston, estão apreensivos com a possibilidade de perdas de suas mercadorias e prejuízos com atrasos nos embarques e desembarques, acompanham atentamente as notícias sobre os efeitos do furacão.

O Brasil é o terceiro principal parceiro comercial do porto de Houston, atrás apenas do México e China. De acordo com a publicação da US TradeNumbers, no primeiro semestre de 2017 o Brasil movimentou pelo porto de Houston US$ 4,37 bilhões (US$ 2,86 bilhões em exportações e US$ 1,51 bilhão em importações).

As cargas em trânsito e passagem pelas áreas portuárias estão cobertas contra perdas e danos decorrentes do furacão e tempestade, quando seguradas por uma apólice de seguro de transporte internacional com a garantia das coberturas “Básica Ampla A” ou “Básica Restrita B”. Entretanto, é preciso observar o início e término do seguro definido pelo termo de Incoterms negociado. Exemplificando, nas importações FOB, CFR e CIF a cobertura começa quando a mercadoria é colocada a bordo do navio, e eventuais perdas anteriores estão excluídas do seguro. Na exportação CIF, o seguro se encerra com o desembarque no porto de destino (exceto em negociações especiais), no terminal quando o termo for DAT, e apenas nas exportações DAP e DDP se estende até o local designado para entrega.

Os prejuízos gerados pelo atraso da entrega das mercadorias não estão cobertos pelo seguro de transporte internacional.

Ao que se tem conhecimento na prática mundial, os prejuízos resultantes de um furacão não podem ser atribuídos aos transportadores internacionais e nem aos demais envolvidos com o transporte, pois o fato que originou o evento está relacionado a um fenômeno da natureza.

Entre catástrofes naturais, acidentes, roubo, extravio, incêndio, explosão, molhadura e avaria grossa, os riscos são inúmeros no transporte internacional, portanto, as empresas jamais devem aventurar-se em uma negociação e viagem sem a proteção securitária.

Fonte: Portal SEGS

Agente de Carga


Realizar embarques com qualidade, segurança e custos competitivos é o ofício do agente de carga internacional. Atender e cumprir os requisitos aduaneiros evita multas, despesas extras com armazenagem e inconvenientes atrasos nos prazos de entrega. Tudo isso é gerenciado através do nosso gerenciamento de embarques internacionais, incluindo o controle do nosso sistema D.A.S.Y.


Segundo a Lei de 2003, número 10.833 em seu artigo 77 e parágrafo 1 define o agente de cargas:

O agente de carga, assim considerada qualquer pessoa que, em nome do importador ou do exportador, contrate o transporte de mercadorias, consolide ou desconsolide cargas e preste serviços conexos, e os operadores portuários, também devem prestar as informações sobre as operações que executem e respectivas cargas.


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